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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

6 livros de autores nacionais que vão tirar o seu sono

O CASAMENTO, por Victor Bonini
Meses atrás, os amigos diriam que o namoro de Plínio e Diana tinha prazo de validade. Eles se conheceram de um jeito bizarro, pensam completamente diferente e nenhuma das famílias aprova o relacionamento. Mas eles resistiram a tudo. E agora vão se casar. PARA O DETETIVE É A MELHOR CHANCE DE PEGAR UM CRIMINOSO O mais íntegro dos convidados esconde um segredo devastador. Mas alguém sabe e está disposto a espremê-lo com chantagens. É então que o detetive Conrado Bardelli se hospeda no hotel-fazenda onde ocorrerá o casamento. Ele precisa descobrir o lobo entre as ovelhas. E rápido. Pois, a cada nova ameaça, o chantagista eleva o tom e falta pouco para a bomba explodir. O CASAL ESTÁ PRONTO PARA O SIM. A NOIVA SE PREPARA PARA CAMINHAR PELO TAPETE VERMELHO. ATÉ QUE ALGUÉM DIZ: NÃO SAIA DO CARRO! Enquanto a plateia espera ansiosa em frente ao altar, algo brutal acontece na antessala. Só quando veem as paredes lavadas com sangue é que os convidados se rendem ao desespero. Começa uma confusão para interromper a marcha nupcial e chamar a polícia. Ninguém sabe o que fazer. E Bardelli, que lidava com um caso de extorsão, descobre que se meteu em algo muito pior. Agora, ele é o único capaz de encontrar respostas. O problema é que as mortes não param de acontecer...

NARRATIVAS DO MEDO 2, vários autores. Org Vitor Abdala
Narrativas do Medo 2, organizado por Vitor Abdala e publicado pelo Selo Neblina Negra, da Copa Books, traz 29 contos de não só de autores nacionais publicados em grandes editoras, como também escritores independentes, cineastas e outros artistas que fazem a diferença no terror nacional.
Entre os autores de Narrativas do Medo 2, estão Rodrigo de Oliveira, autor da maior série de zumbis do Brasil, As Crônicas do Mortos (Faro Editorial), que vendeu mais de 100 mil exemplares; Cesar Bravo, autor do aclamado Ultra Carnem (DarkSide Books); Rô Mierling, autora do polêmico Diário de uma Escrava (DarkSide Books), que teve mais de 1,5 milhão de leituras no Wattpad; e Alexandre Callari, autor da trilogia Apocalipse Zumbi (Ed. Generale) e editor da DC Comics no Brasil.
Entre outros nomes que integram a antologia estão o cineasta Petter Baiestorf, uma lenda do cinema independente trash nacional; o também cineasta Kapel Furman, apresentador do programa Cinelab, exibido no Universal Channel; o ator Felipe Folgosi, que também é autor de quadrinhos e escreveu a HQ de terror Comunhão; o músico Angelo Arede, compositor e vocalista da lendária banda de saravá metal Gangrena Gasosa; e o ator Wolf Warren, criador de personagens de terror como o Palhaço Klinty e o policial Spectro (que assina um conto com Paulo G. Marinho).
Há ainda autores que se destacam no cenário independente, como Cláudia Lemes (Eu Vejo Kate e Um Martini com o Diabo), Fábio Fernandes (Os Dias da Peste e tradutor de inúmeros livros de terror e scifi), Duda Falcão (autor de Treze, Mausoléu e Comboio de Espectros), Oscar Nestarez (Horror Adentro e Bile Negra), Tiago Toy (série Terra Morta), Márcio Benjamin (Maldito Sertão e Fome), Geraldo de Fraga (Histórias que nos Sangram), Melvin Menoviks (A Caixa de Natasha), Glau Kemp (Quando o Mal Tem um Nome), Juliana Daglio (Uma Canção para Libélula e série O Lago Negro), Flávio Karras (Contos Indigestos), Hedjan C.S (Sustos de Bolso), Rodrigo Ramos (HQ Carniça), Aislan Coulter (Cordel de Sangue e Twittando com o Vampiro), Ademir Pascale (O Desejo de Lilith e O Caçador de Demônios), Soraya Abuchaim (A Vila dos Pecados) e Vinícius Lisboa.

UMA NOITE NO CASTELO - CONTOS MAL-ASSOMBRADOS, vários autores. Org. Cida Simka e Sérgio Simka
Este livro, que é a primeira antologia da Editora Selo Jovem, reúne dezenove contos de terror ambientados e/ou inspirados no castelo do renomado músico Robson Miguel.
Com o objetivo de escreverem “contos mal-assombrados”, apropriando-se da atmosfera do lugar, os integrantes do Núcleo de Escritores do Grande ABC produziram obras que trazem, cada uma a sua maneira, um terror que nos faz talvez gritar como que condenados a não ver mais a luz por ação da porta que aos poucos se fecha, mas que também produz algo mais do que propriamente medo, talvez qualquer coisa próxima a uma revelação, ou a uma verdade que se mantinha oculta exatamente pelo medo que a encobria.
Não espere o leitor, porém, um terror sanguinolento, com vísceras à mostra; trata-se de histórias “bem-comportadas”, que beiram o psicológico, por isso, talvez mais assustadoras.
Ah, sim, também aparecem monstros, criaturas diabólicas, seres humanos...
Trata-se, enfim, de um riquíssimo material elaborado por uma plêiade de escritores que, sem exceção, gostam do que fazem e o fazem com dedicação e paixão irrestritas.

OS BRUXOS DE SÃO CIPRIANO, VOL. I, por Ben Oliveira
Os adolescentes Babi, Jess, Leo e Manu estão cansados de viver em São Cipriano, uma cidade minúscula, onde as coisas nunca acontecem. As férias acabaram e mais um ano letivo está prestes a começar. Manu passou as férias inteiras nos universos de fantasia de seus jogos favoritos de RPG. Babi voltou de um festival de música em São Paulo. Leo estava se divertindo em Nova Iorque. Jess ficou morrendo de tédio em casa.

Depois de um sonho com os amigos, Jess sente que as coisas não vão ser as mesmas em São Cipriano.





O CLUBE DE LEITURA DE EDGAR ALLAN POE, por Ademir Pascale
Situado numa sala de um antigo prédio do centro da cidade de São Paulo, o Clube de Leitura de Edgar Allan Poe, apresenta personagens intrigantes e problemáticos, iniciando pelo cofundador, um velho caolho de nome Clay, que não vê mais sentido na vida depois da morte trágica da esposa Virginia. Henrico e Marcelo, irmãos órfãos que tentam levar uma vida pacata em um sebo na garagem de casa, mas que eventos sobrenaturais assolam a vida de um deles, que é atormentado por corvos. Samanta é uma jovem gótica e solitária. Rafael, ex-vocalista da banda Nevermore, sente-se rejeitado pela rica família e vive nas ruas e noites paulistanas tentando encontrar um novo caminho. Bernardo e Kátia, casal que discute a relação entre casar ou apenas morar juntos, vivem aventuras perigosas. Mas, todos com algo em comum: a paixão que nutrem pela vida e obra do inigualável mestre do horror: Poe.


ZUMBIS & TENTÁCULOS, por Hugo Maximo
"Uma história surreal pelos clichês das histórias Trash de Horror do Cinema e da Literatura Pulp Fiction"


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sábado, 21 de outubro de 2017

Em entrevista, Victor Bonini comenta sobre O Casamento, seu novo livro publicado pela Faro Editorial

Victor Bonini - Foto Divulgação
Ele acorda pensando em ideias para crimes perfeitos. Vai dormir lendo ficção policial ou de terror. O catálogo de filmes é quase todo formado por suspenses. E é assim desde criança, quando ele pediu aos pais para que o tema de sua festa de aniversário de sete anos fosse o filme Pânico. Este é Victor Bonini. Ele nasceu em São Paulo, mas mudou-se para Vinhedo, no interior do estado, aos seis anos. Viveu lá até os dezoito, quando voltou a São Paulo para estudar jornalismo. Formou-se e passou a morar e trabalhar na capital paulista. Hoje com 24 anos, ama o jornalismo e a literatura. Acredita que um complementa o outro. E está lançando seu segundo romance policial, O Casamento: uma investigação no meio de uma cerimônia.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Victor Bonini: Consumo romances policiais desde pequeno. Antes, até, eu era o tipo de criança que amava assistir Scooby-Doo, para você ter ideia... Sempre curti mistério. Então, para mim, foi algo muito natural. Quando percebi, já estava pensando nas minhas próprias histórias. Decidi tentar e colocar tudo no papel. Escrevi meu primeiro livro aos 15 anos e embalei outro em seguida. São dois livros whodunits tipicamente ingleses (aqueles em que o leitor tem que descobrir o assassino junto com o detetive). Claro que hoje percebo o quanto essas duas histórias são imaturas. Mas foram ótimas práticas para que, em 2013, eu tivesse fôlego e boa noção para começar a escrever Colega de Quarto, meu primeiro livro, que publiquei em 2015 pela Faro Editorial. 

Conexão Literatura: Você já passou por grandes redações, como a TV Globo (SP), GloboNews e Revista Veja, mas antes disso escreveu para sua conclusão de curso sobre o caso Pesseghini, um crime que chocou o país em 2013. A sua profissão influencia em seus textos?

Victor Bonini: Sim, bastante. Nem muito porque tiro as ideias do trabalho, mas porque, por meio dele, aprendo como as coisas funcionam. O jornalista precisa entender sobre as polícias militar e civil, o ministério público, a defensoria pública, o inquérito policial... Ou seja, corporações e instrumentos que compõem uma investigação. E meus livros tratam de crimes. Nesse sentido, faço questão de ser muito verossímil. O leitor percebe isso e gosta.

Conexão Literatura
: Você é autor do livro “Colega de Quarto” (Faro Editorial). Poderia comentar?

Victor Bonini: Colega de Quarto começou na minha cabeça como um conto. Eu tinha uma trama feita: começo, meio e fim. Calculei que daria uma história de 50 páginas. Eis que, quando dei por mim, já tinha pensado em várias ideias... E eu estava escrevendo algo que daria mais de 250 páginas, definitivamente.
Ele tem um pouco do meu dia a dia. No livro, o estudante Eric Schatz, que mora sozinho em São Paulo, começa a escutar barulhos durante a noite e encontrar evidências no seu apartamento de que tem mais alguém morando com ele. Algo como um colega de quarto invisível. Uma brincadeira? Uma invenção da mente? Ou algo sobrenatural? O mistério se desenrola a partir do momento em que o Eric, totalmente desestabilizado, se suicida.
Acontece que morei por quatro anos na Avenida Paulista, em São Paulo. É uma das mais movimentadas vias da capital paulista. Imagine, então, quantos barulhos eu escutava durante o dia todo. Era curioso e meio sinistro. Daí a inspiração.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Victor Bonini: Os meus dois livros surgiram primeiro na minha cabeça, completos, e depois é que fui pesquisar. Conversei com advogados e policiais (para compor o inquérito policial) e fui a campo. No caso de O Casamento, por exemplo, visitei uma pousada em Joanópolis, às margens da represa Jaguari-Jacareí, com ampla área verde. É uma inspiração para o hotel-fazenda onde o casamento do livro ocorre. Já Colega de Quarto tem várias réplicas de prédios e paisagens de São Paulo.
Mas é bom frisar: pesquisei o necessário para embasar com bastante firmeza a minha história. E só. A partir do momento em que tinha o suficiente, me dei por satisfeito, porque acredito que, quando o autor se perde muito nas pesquisas, corre o risco de reproduzir informações técnicas e genéricas que acabam não tendo nada a ver com a história. O leitor pode se perder. E a história é, sem dúvida, o mais importante.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Victor Bonini: Vou ser sincero: sempre fui muito fã de cenas de morte no romance policial! Nem muito pela violência, e sim pelo mistério. É na hora do crime que o leitor se dá conta de que, de fato, um dos personagens que conhece é um criminoso. É como se o perigo estivesse ali, ao lado, tangível. Então posso dizer que me diverti muito escrevendo especialmente duas cenas em O Casamento. Uma que fecha a parte um, outra que fecha a parte dois. Nelas, os convidados são postos em conjunto – situações extremamente desconfortáveis – e ambas se fecham em inexplicáveis assassinatos. Escrever cenas assim é, no mínimo, especial. Sobe a adrenalina, eu fico animado, tenso, coloco música... É bem intenso!

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Victor Bonini: O Casamento e Colega de Quarto já estão nas lojas! Ambos pela Faro Editorial. Leiam e me deem opiniões, berros, lágrimas, xingamentos... Convido todo o mundo a curtir as minhas páginas e falar comigo por lá.
instagram: boninivictor
facebook.com/victorbonini
twitter: @boninivictor

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Victor Bonini: Opa! Literatura é viciante. Já tenho no mínimo mais dois projetos para o futuro. E, se bem me conheço, sei que os projetos só vão se multiplicar depois disso...

Perguntas rápidas:

Um livro: E não sobrou nenhum/O caso dos dez negrinhos
Um (a) autor (a): Stephen King
Um ator ou atriz: Selton Mello
Um filme: Harry Potter (todos, filmes, livros, tudo)
Um dia especial: Sexta-feira 13! Terminei os meus dois livros, por coincidência, em sextas-feiras 13. E detalhe: existe uma no livro O Casamento!

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Victor Bonini: Sei que muitos aspirantes a escritor estão lendo isto. Gostaria de deixar um recado: siga em frente, se é isso mesmo o que você quer! Falo isso porque há seis anos eu fazia parte (ainda faço, na verdade) de um grupo de Agatha Christie e me lembro que, além de mim, outros dois amigos desse grupo queriam muito entrar nesse mercado que, à época, parecia tão distante. Eles se chamam Raphael Montes e Tito Prates. O Raphael, hoje, é um dos principais expoentes da literatura policial brasileira. O Tito virou um sucesso com seus livros sobre Agatha Christie e suas próprias histórias de mistério. E eu consegui publicar também. Engraçado como parecia impossível... E hoje, estamos trilhando caminhos próprios. Fico muito feliz com isso!

Para saber mais sobre os livros de Victor Bonini, acesse: http://faroeditorial.com.br
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