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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Sobre o romance “Exílio dos Escravos (Giom)”, de Ricardo Vr


"Não haveria dor, não haveria medo, não haveria compaixão. A substância se certificava disso".
— Extraído da apresentação do escritor RicardoVr em sua página no Wattpad, onde a história foi publicada).

Passou-se um século e meio após a Primeira Guerra Mundial, e houve o advento do Novo Regime. E Giom Durivage se tornou um dos muitos dependentes de Metassintéticos (no seu caso, uma droga de nome científico Triunzoatodioxioctamecina), sendo o destino reservado para estes pior que a morte. 

Giom deixara seu pai morrer, devorado em sua frente por um leão, quando ambos participavam de um safári na savana africana. Seus sentidos estavam obliterados por doses aspiradas de Feixe, nome dado pelos usuários a este tipo de Metassintético. A mãe de Giom não o perdoou, nem à droga — ela tinha pleno conhecimento que o filho era viciado. E que ele não fizera nada para salvar o pai do leão, apesar de estar armado no safári, assim como o pai. Era imensa a vergonha que a mãe de Giom sentia pelo que o filho se tornara.

Giom partira de casa, então. Junto com todo tipo de marginais, fora para a Ucrânia. Embarcara para uma jornada sem volta para casa. No caminho, associara-se a um grupo de dependentes químicos. Halyna e Mikhail, seus amigos, conseguiam a droga facilmente — Mikhail possuía um laboratório para a produção da substância química, onde morava, em um conjunto habitacional semidestruído por uma bomba.  

Um dia, Mikhail decidira que eles iriam trocar a maioria da droga que tinham por comida, para a comunidade de usuários aguentar o Inverno da Ucrânia. E, quando Giom soubera por Mikhail o que ele planejava fazer, encostara seu rifle 308 na barriga do velho russo e estivera preparado para mandar o amigo para o Inferno. Somente a intervenção calma de Halyna, que se afeiçoara a Giom, o fizera mudar de ideia. 
Na hora da partida da família Vashenko, quando estes agricultores deixaram a comida e estavam levando as caixas de Feixe, Giom disparou contra todos eles. Era para ser um negócio limpo e honesto, mas... não seria tão honesto assim. Os Vashenko estavam trocando a maioria das caixas que supostamente continham comida, mas havia, ao invés, esterco nelas. Somente esterco, e havia uma ou duas caixas de alimentos, apenas. Tudo por baixo do nariz de Mikhail e Halyna. Mas Giom não era tolo... Depois da matança, Giom e seus amigos decidiram se alimentar dos cadáveres congelados dos Vashenko. Afinal, a comida que restara acabaria muito cedo.

Depois, chegaram tropas de fuzileiros do Regime do Novo Poder e mataram todos, menos Giom. Halyna recebera, assim como Mikhail, Pylyp e os outros dependentes, tiros de armas RAM de aceleração magnética, que abriam um buraco do diâmetro de um limão nos corpos e, ao mesmo tempo, cauterizavam a ferida aberta. Giom era um membro de uma família abastada e sua mãe o estava procurando. As tropas de fuzileiros tinham uma missão: levar Giom para a Ilha do Exílio, onde os dependentes químicos de “Metas” eram tratados. E assim aconteceu. Após uma viagem de dias a bordo de um encouraçado do Novo Poder, chegaram à Antártida, onde a Ilha fora construída. Uma superestrutura titânica, um muro de contenção de duzentos metros de altura, cercava a Ilha por completo. Havia prédios nela, onde Alas de recuperação de viciados abrigavam centenas deles. Giom fizera amizade com Elizabete, sua “madrinha”, que se dispusera a ajudá-lo. E sabia como se defender: em uma das sessões, onde Giom se reunira com os outros “Metas” para ouvi-los discursar, Elizabete dobrara uma outra viciada, Perera, que a desafiara, citando as cinco regras de convivência dos doentes na Ilha dos Exilados. E vencera.

Giom chorava o tempo todo, por sua vez, e sua intenção era de que ninguém, jamais, ouvisse a história de sua vida.

RicardoVr, “nickname” que Ricardo tem no Facebook, é o escritor desse drama muito humano e sensível que publicou em duas partes na plataforma Wattpad de contos, poesias e romances oferecidos pelos mais variados escritores de todo o mundo. No Wattpad, este escritor em início de carreira pode ser encontrado sob o pseudônimo de RicardoVr5. Ele também publicou este romance na gigante Amazon. Ricardo aborda o problema da dependência química com capacidade e inteligência. Sabe criar uma história com personagens e situações verossímeis.

Em uma grande maioria dos casos, um dependente de substâncias lícitas — como os “remédios de farmácia” — e o álcool não apresenta diferença dos viciados em drogas ilícitas e proibidas pela lei, como a cocaína, a heroína e a metanfetamina. Não há diferença visível no efeito deletério final que tais drogas provocam no usuário, a dependência. Mas em casos de drogas como o “crack”, a dependência é completa desde a primeira tragada, e, somente com a ajuda de profissionais muito competentes, o paciente tem condições de largar o vício. Além de tudo, o “crack” é certamente a segunda mais destruidora droga que o homem já criou: destrói a mente e o físico das pessoas dependentes em pouquíssimo tempo. 

Há somente uma droga mais destruidora do que o “crack”, a heroína, a cocaína, o ópio ou qualquer outra substância, incluindo o álcool: o “krokodill”. Heroína sintética surgida no início do Século XXI, segundo autoridades brasileiras já está sendo disseminada em nosso país. Essa droga, uma mistura de formol, fósforo (o tipo de produto químico encontrado nas pontas dos fósforos de acender cigarros) e outros produtos químicos reunidos e preparados quimicamente em laboratórios caseiros, é injetada diretamente na veia. Seu efeito é muito semelhante ao da heroína, com a “vantagem”, para o dependente de heroína, de ser muitíssimo mais barata, em relação à heroína comum. E é devido justamente ao preço baratíssimo do “krokodill” que os já viciados em heroína comum o procuram. Para terem como sustentar o vício, estando eles em condições financeiras já muito precárias.

Mas os efeitos do “krokodill” são infinitamente mais nocivos e dolorosos que qualquer outra droga. Mortal, a princípio transforma a aparência da pele do usuário em couro de crocodilo, escamosa. Causando extrema dependência, com o uso contínuo provoca a necrose da pele e dos músculos na região em que é aplicada, seja nos braços, seja nas pernas, ou em qualquer outro lugar. Em três anos ou menos, sobrevém a morte, terrível e torturante, uma vez que os músculos e a pele nesses locais se desprendem dos ossos. No final, só restam ossos.

A realidade é pior do que a ficção? No romance “Naked Lunch” (“Almoço Nu”), de William S. Burroughs, toma-se contato com uma comunidade de usuários de morfina. É um romance baseado na vida de Burroughs, sendo, portanto, um retrato da verdadeira face da dependência de morfina. Em “Almoço Nu”, são descritos dois modos pelos quais a morte advém do uso desse produto como droga. Quando se injeta morfina na veia, o dependente químico pode desmaiar — devido ao efeito anestésico da droga — e deixar a seringa presa ao braço. Isso causa perda de sangue, que escoa para dentro da seringa e para fora do braço. O usuário é levado a uma situação que pode levá-lo à morte, caso haja uma septicemia, ou infecção generalizada do organismo. Que também pode ser adquirida pelo compartilhamento da mesma seringa pelos usuários. E, por esse meio, o dependente pode contrair uma série de doenças transmissíveis pelo contato com o sangue de outros, mesmo a AIDS, que levará o dependente a precisar consumir remédios para evitar doenças trazidas a partir dessa Síndrome, pelo resto da vida.

O fato é que vivemos em um mundo no qual, devido a problemas sociais, como a criminalidade, ou problemas de saúde, como a depressão, pode-se facilmente se tornar um dependente químico. Duas formas de se combater de forma eficaz e duradoura o vício de drogas são a aplicação simultânea de remédios que combatam os efeitos da dependência e o acompanhamento médico de um profissional competente da área da Psiquiatria, por vezes por anos sem interrupção.

Quando pensamos nos males que as drogas e o álcool trazem à nossa sociedade, é que pensamos que os dezoito bilhões de dólares que os Estados Unidos pretendem gastar em 2019 para desenvolver armas dotadas de Inteligência Artificial poderiam ser muito mais bem utilizados se voltados para o problema da saúde, em particular, no problema da dependência das substâncias químicas legais — as disponíveis em farmácias ou no mercado negro — ou do álcool e dos produtos químicos ilícitos, como a cocaína, a heroína e o “crack”.

Mas o problema do uso indiscriminado da droga vai além: a curiosidade e a vontade de experimentar sensações novas levam também a pessoa a consumir um narcótico. E, nesse caso, somente com o uso maciço da educação pode-se evitar que a dependência se espalhe ainda mais pela sociedade.

Para adquirir o livro: clique aqui.


*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem.

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
Pelo site da Amazon: Clique aqui.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Ricardo Varriano Rizzo de Almeida e o livro “O Exílio dos Escravos”

Ricardo Varriano Rizzo de Almeida - Foto divulgação
Ricardo Varriano Rizzo de Almeida (28 anos) mora em Garça-SP, onde trabalha como consultor terapeuta em uma clínica para dependentes químicos. Filho do comerciante/empresário Ricardo Rizzo e designer de moda/blogueira Monica Varriano (blog Cats, Beavers & Ducks), Ricardo teve uma infância feliz e uma vida adulta... complicada. Aficionado em literatura fantástica, filmes, vídeo games e seus mundos imaginários, seu maior prazer estava em escapar para outros universos, o que o levou a um certo redemoinho chamado alcoolismo. Sóbrio há dois anos, Ricardo agora encontrou novo júbilo em uma outra forma de visitar esses universos: escrevendo sobre eles.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?


Ricardo Varriano: Devo tudo à minha mãe Monica que, quando eu era bebê, lia para mim gibis da Turma da Mônica (hehe) todas as noites, sem falta. A partir disso, sempre tive facilidade, talvez não com a palavra em si inicialmente, mas com a imaginação. Digo por experiência própria: o que muitos pais hoje em dia acreditam ser um momento de sono ou descanso perdido, na verdade representa tudo na alfabetização e construção de identidade de seus filhos pequenos.

A cultura de ficção sempre esteve presente em minha vida, de uma maneira ou outra. Da alta fantasia medieval à violência gratuita e sombria de um apocalipse zumbi, minhas paixões caminharam junto comigo e foram se transformando à medida que eu vivia coisas novas (boas e terríveis). Tudo culminou num amálgama de gêneros prediletos, com a ficção científica no topo.

Eis que decidi escrever sobre esse amálgama. Preferi escrever um livro sobre esse caos sistemático, o sobe-desce que é a vida, e tudo dizia que uma ficção científica seria a melhor maneira de fazê-lo.

Conexão Literatura: Você é autor da obra “O Exílio dos Escravos”, publicado pelo KDP na Amazon. Poderia comentar?


Ricardo Varriano: O Exílio é uma ficção científica escrita, como os gringos diriam, “by the seat of my pants”. Comecei a escrevê-lo dentro da clínica em que fiquei (e onde hoje trabalho e tem minha eterna gratidão!), devido ao meu problema com o álcool, sem a mínima ideia de onde a trama iria parar. É a velha metodologia Stephen King de escrita: andar de mãos dadas com o enredo. Fiquei feliz com o resultado após meses de insegurança e edição. A narrativa e personagens do Exílio têm tudo a ver com o que vivi dentro e fora de meu tratamento (exceto as partes violentas, é claro).

Eu o escrevi, inicialmente, sem levar a sério. Sempre me sentava em algum canto diferente da clínica, e logo meus companheiros de tratamento criaram o jogo “onde o Ricardo está escrevendo hoje?” Era o meu modo de passar o tempo, apesar das variadas atividades terapêuticas que tínhamos. Criei o universo que eu queria, o moldei, dei vida aos personagens, sem se importar muito com a trama. Foi então que alguns dos outros pacientes se interessaram pelo que eu passava horas fazendo, e resolveram dar uma pincelada nas páginas manuscritas à caneta. Algumas sobrancelhas se ergueram ao lerem o início do Exílio e, com um encorajamento extra, era hora de levar a coisa um pouco mais a sério. A diversão, porém, não poderia faltar no processo, e o leitor certamente a encontrará no diálogo lúdico e enredo dinâmico, com personagens dissecados sem dó em suas emoções e sensibilidade.

Lembra de Lego? Esse livro sou eu brincando de Lego, só que as peças são figuras de linguagem e referências sutis (e outras não tão sutis).

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Ricardo Varriano:  Ah, pesquisas... Foi por pura sorte, mas, mesmo internado e sem acesso a certas mídias, eu tinha tudo o que eu precisava para escrever uma ficção científica. Grande parte das descrições e usos das tecnologias, presentes no livro, eu devo a um grande engenheiro e pesquisador da MIT que, para minha felicidade, encontrava-se em tratamento comigo. Usei e abusei do conhecimento desse camarada a ponto que, quando percebíamos, estávamos viajando sobre aplicações de consciências coletivas na criação de, por exemplo, uma Inteligência Artificial totalmente humana (e falha como a própria). A obra é extensa, e levou um ano para ser terminada, mas, sozinho, eu não teria saído do prólogo.

É claro que não poderiam faltar inspirações. Combustíveis como Júlio Verne, Aldous Huxley, Alfred Bester, John Scalzi são de altíssima octanagem quando me faltava aquela motivação para botar a bunda na cadeira e escrever.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Ricardo Varriano: “É assim que o mundo sempre foi”.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Ricardo Varriano: O Exílio dos Escravos está disponível, no momento, somente na Amazon em formato E-Book por R$ 9,99. https://www.amazon.com.br/dp/B07J56FNCQ

Estará impresso em breve também, em janeiro ou fevereiro.

Quanto a mim, estou no Facebook (https://www.facebook.com/ricardo.vrno), Instagram (ricardo_varrizzo) e Twitter (@RicardinVarr, criado recentemente).

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Ricardo Varriano:  Me encontro focado no trabalho e faculdade no momento, mas àqueles que preferem assim (conheço vários), o Exílio estará em breve disponível em inglês. Também já iniciei o segundo volume, O Exílio dos Escravos: Ala 7, mas esse vai demorar um pouco mais!

Perguntas rápidas:

Um livro: The Last Ringbearer (fanfic russa de Senhor dos Anéis)
Um (a) autor (a): Maurício de Sousa. Minhas sobrancelhas não chegam aos pés das dele, mas espero que minha paixão pelo trabalho criativo um dia chegue!
Um ator ou atriz: Matthew McConaughey; Carrie Fisher
Um filme: O Homem da Terra
Um dia especial: Ah, qualquer dia meio frio está ótimo!

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?


Ricardo Varriano:  Olha só, sendo recém-chegado no nicho da escrita de ficção, fiquei surpreso em ver como o apoio é enorme entre autores brasileiros! A prática predatória que vemos em qualquer outro tipo de mídia é praticamente inexistente no universo da Ficção Científica aqui. Espero que isso sirva de encorajamento a futuros autores. O país precisa de vocês!
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