JÁ DISPONÍVEL: Jornal em São Camilo da Maré, novo livro de Ademir Pascale (Mafra Editions)

  Três jovens interligados vivenciam as feridas que a nossa sociedade perpetua: violência, injustiça e bullying, numa comunidade carente do ...

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quinta-feira, 26 de maio de 2022

ENTREVISTA COM SEYED MORTEZA HAMIDZADEH, EDITOR E AUTOR DO LIVRO “GUERRA AO NASCER” (PARADISE OCEAN BOOKS)


Conexão literatura: Você poderia contar aos nossos leitores sobre seu início no mundo literário?

Autor: Comecei a escrever poesia em 2004, mas com mais seriedade em 2008 quando comecei a publicar meus poemas em revistas literárias internacionais, escolhendo revistas americanas de diferentes países para publicar meus poemas, a maioria das quais afiliadas à Universidade de Wisconsin, Universidade de Michigan, Universidade de Denver, Universidade de Santa Clara, dentre outras. Durante esse período, meus poemas apareceram em várias publicações, como: WAF Anthology, eFiction, Zouch, Vivimus, Five Poetry, Maudlin House, the Literati Quarterly, Denver Quarterly, Santa Clara Review, Blackbird Journal e eu fui indicado para o prêmio Pushcart 2020, representando a Revista Santa Clara da Universidade de Santa Clara. 

Conexão literatura: Você é autor de um livro de poesias em Língua Portuguesa, poderia comentar?

Autor: Sempre pensei que meus poemas seriam publicados em diferentes idiomas do mundo, e estou tão feliz que meus poemas foram traduzidos para o português por Jamila Mafra, uma amiga e parceira. Devo dizer também que as poderosas traduções de Negar Emrani para o inglês tornaram este evento importante em minha vida literária.

Conexão literatura: Como foi o processo de escrita do trabalho e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Autor: Tenho cerca de 600 poemas inéditos, e esses poemas foram escritos durante 12 anos. Então meus poemas já estavam prontos e só precisavam ser traduzidos primeiro para o inglês e depois para o português.

Conexão literatura: Você poderia destacar um trecho que você considera especial em seu livro?

Autor: Gosto muito de três poemas meus cujos nomes são: “Nadia”, “Morte dos Mísseis” e “Juan! Venha para o Mar”.

Conexão literatura: Como o leitor interessado deve proceder para adquirir seu livro e conhecer um pouco mais sobre você e sua obra literária?

Autor: Sou um autor oficial na Amazon.com.br, então os leitores interessados podem ver meus livros neste site e comprá-los.

Conexão literatura: Há novos projetos na agenda?

Autor: Claro, em breve meu novo livro de poemas chamado “Dança das Fronteiras” será publicado pela Paradise Ocean Books.

Perguntas rápidas:

Um livro: “Além do Bem e do Mal” de Friedrich Nietzsche

Um autor: Friedrich Nietzsche

Um ator ou atriz: Jean Reno

Filme: Stalker (1979) dirigido por Andrei Tarkovsky

Um dia especial: Dia de Nowruz (ano novo persa)

Conexão literatura: Gostaria de encerrar com mais comentários ou mensagem aos leitores?

Autor: Desejo muita saúde e sucesso para todas as pessoas no mundo, e nosso objetivo com a “Paradise Ocean Books" é apoiar artistas iranianos e artistas internacionais criando assim uma ponte entre os artistas iranianos e todas as pessoas do mundo.

Biografia do Autor

Seyed Morteza Hamidzadeh é um poeta iraniano nascido em 31 de agosto de 1991 em Mashhad, Irã. Sua poesia pode ser encontrada em revistas de todo o mundo, como WAF Anthology, eFiction, Zouch, Vivimus, Five Poetry, Maudlin House, Literati Quarterly, Denver Quarterly, Santa Clara Review e Blackbird Journal.


SINOPSE E LINK DO LIVRO

Guerra ao Nascer é uma coletânea de poemas que tocam a alma e o coração, escritos pelo jovem poeta e editor iraniano

Seyed Morteza Hamidzadeh. Há muitos anos Seyed luta pela paz no mundo por meio de seus versos sensíveis e ao mesmo tempo de significados profundos. Sua escrita retrata de maneira única a dor de pessoas inocentes que tentam sobreviver em meio às guerras e conflitos recorrentes no Oriente Médio.

A obra nos apresenta os sentimentos e reflexões intensas de alguém que enfrenta diariamente a ameaça da violência, da

dor e das incertezas, mas que também mantém a esperança de um futuro melhor. Poemas impactantes como “Morte dos Mísseis”, nos fazem pensar sobre como a guerra pode transformar as nossas vidas e fazer desaparecer tudo que há de mais importante ao nosso redor.

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domingo, 24 de abril de 2022

Entrevista com Shokoofeh Jabbari, Poeta Iraniana e Autora da Obra “Eu Não Sou Um Anjo” (Paradise Ocean Books)


Nascida no Irã, na cidade de Shiraz, no Irã, em 2 de maio de 1986, e crescida na cidade de Yazd, Jabbari é graduada na área de Artes Gráficas, diretora de cinema e Mestre em Literatura Dramática pela Universidade de Tarbiat Modares. 

Em 2011, ela foi uma das dez melhores poetas da Fundação Jaleh Esfahani de Londres, tendo feito dois curtas-metragens com o nome "Bell (2013)" e "The Food Is Prepared (2014)".

            Além disso, seus poemas são publicados em várias revistas, incluindo: Straylight, Literati Quarterly, A Narrow Fellow & Artifact Nouveau (San Joaquin Delta College).

Sinopse:

             De uma forma delicada, mas também forte e contundente, através do uso de palavras incisivas, Shokoofeh Jabbari vem mostrar, através de sua poesia, as percepções distintas da vida moldadas, sobretudo, pelas experiências individuais em meio a um grande emaranhado de sentimentos oriundos do mundo e de outras pessoas, que ora se entrelaçam, ora se repelem.

             Nesta coletânea de poemas, a autora trata, mesmo que, às vezes, de forma subentendida, da formação da identidade de uma pessoa, especialmente da mulher, cuja força é retratada e bastante vívida em seus versos. As cicatrizes de diferentes formas de amor são mescladas com a arte do cotidiano e com seus sentimentos de liberdade. Grande expressão dessa linha artística está nas imagens e artes gráficas da própria autora, que também fazem parte deste livro, deixando sua leitura, além de visual, tátil, de uma maneira que só a arte da poesia feita com todas as forças e todos os sentidos é capaz de fazer.

Conexão literatura: Você poderia contar aos nossos leitores sobre seu início no mundo literário?

Autora: Desde que me lembro, sempre fui fascinada por artes cênicas e livros. Eu também era obcecada em manter um diário quando era criança. Foi uma maneira saudável de expressar meus sentimentos e me conhecer, revelando meus medos, pensamentos e emoções mais íntimos. Além disso, me deixou curiosa sobre como escrever histórias analisando livros, e consegui publicar meu primeiro romance aos 18 anos e me tornei a primeira jovem escritora em um pequeno município onde meu pai trabalhava como fazendeiro em terras ao redor. Meu interesse inato por Drama, Literatura e Arte me levou a estudar cinema e literatura dramática em meu bacharelado e mestrado. Em 2011, fui uma das dez melhores poetas da Fundação Jaleh Esfahani (Londres). Além disso, meus poemas  foram publicados em várias revistas, incluindo “Straylight, Literati Quarterly, A Narrow Fellow e Artifact Nouveau (San Joaquin Delta College)”. Enfim, a literatura sempre me faz entender cada caminhada da minha vida e aprender sobre quem eu sou e quem eu quero ser. 

Conexão literatura: Você é autora de um livro de poesias em Língua Portuguesa, poderia comentar?

Autora: A coleção de poesias “Eu Não Sou um Anjo” vem das alegrias e garras de uma mulher que precisa iluminar sua identidade feminina. Todo mundo sempre quer que eu seja uma dama perfeita, mas eu não me importo de ser um anjo para os outros. Eu preciso de uma mulher com uma voz. Muitas mulheres dizem que é difícil ser mulher, mas para mim é melhor acender uma vela, amar e perder tudo, dançar com nossas sombras até o último suspiro só por gostar de ser mulher por dentro e por fora. Este livro foi traduzido em Língua Portuguesa por Jamila Mafra, uma escritora admirada e talentosa. Eu amo seus livros e atitude sobre a vida. Devo mencionar que sou membro da equipe artística do Paradise Ocean que é liderada pelo poeta Seyed Morteza Hamidzadeh.

Conexão literatura: Como foi o processo de escrita do trabalho e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Autora: Vocês devem saber que a maioria dos poetas costuma passar por diferentes etapas na produção de uma obra de poemas e que o processo raramente é rápido. Para mim, acho que levei dois anos para terminar meu livro. Quando tenho inspiração, gosto de pintar com palavras. Eu planejo minha abordagem, escolho minhas cores, escolho minhas ferramentas e materiais, tento contar uma história e expresso minhas emoções. Se o material não me convence, eu o coloco de lado. Então tento descobrir sentimentos que perdi e encontrei. Concordo com a ideia de que um poema deve fazer o leitor sentir algo profundamente, não dizendo a ele o que sentir, mas evocando o sentimento diretamente.

Conexão literatura: Você poderia destacar um trecho que você considera especial em seu livro?

Autora: Bem, a poesia sempre me trouxe crescimento pessoal, e acho que a Poesia é uma  busca e nos ajuda a encontrar nossa voz interior. Como uma mulher iraniana que cresceu na cultura tradicional, experimentei algumas limitações que me forçaram a expressar diferentes significados de mim mesma em minhas atividades diárias. Então, eu sempre uso palavras para curar e ser um pássaro azul livre. Meus poemas mostram meu mistério interior para mulheres que querem ser elas mesmas e serem amadas. Adoro atuar como uma fotógrafa que quer saber onde ficar e evitar que um momento fuja. Adoro poder desfocar meus olhos e olhar para mim mesmo a 30 metros de distância, e quero que os leitores experimentem isso também.

Conexão literatura: Como o leitor interessado deve proceder para adquirir seu livro e conhecer um pouco mais sobre você e sua obra literária?

Autor: Eles podem comprar a edição Kindle na Amazon. Se os leitores quiserem saber mais sobre mim e minha experiência de trabalho, eles podem visitar meu site "www.shokoofehjabbari.com". Adoro receber seus e-mails e opiniões sobre meu livro e suas emoções lá. Gosto de ver o dia em que todos nos sentamos em nossos tapetes mágicos e percorremos um milhão de quilômetros para ver nossos rostos nas janelas que queremos. Agradeço todo o apoio, orientação e incentivo.

Conexão literatura: Há novos projetos na agenda?

Autora: Estou pesquisando para descobrir como nosso corpo fala. Pretendo escrever sobre os papéis mais importantes que desempenhamos com nossos corpos para dar sentido ao mundo, porque estou ansiosa para descobrir elementos que nos ajudem a nos sentir presentes, prazerosos, seguros e no controle de nossos corpos. Estou determinada a estudar dramaterapia e aprender maneiras de estar em paz com nossos corpos. Na minha opinião, nossos corpos são história. Eles contêm histórias e canções; escrevemos a partir de suas experiências vividas. Assim, meus novos poemas serão o mundo mágico que será criado entre minha alma e meu corpo.

Perguntas rápidas:

Um livro: “Mulheres que Correm Com os Lobos” de Clarissa Pinkola Estés

Um autor: Anton Tchekhov

Um ator ou atriz: Sophia Loren e Marcello Mastroianni

Filme: “Um Dia Especial” de Ettore Scola

Um dia especial: O primeiro dia da primavera

Conexão literatura: Quer encerrar com mais comentários ou mensagens aos leitores?

Autora: Obrigado por ser tão paciente e pela oportunidade que você me concedeu de conversar com os leitores. Espero que os leitores gostem de ler meu livro. Ler poemas de mulheres em todo o mundo nos ajuda a descobrir como as mulheres foram definidas naturalmente por culturas e sociedades. Não só é útil para os homens saberem como amar uma mulher, mas também abre o coração das mulheres para amar um homem. E isso é a vida. Amar e ser amado. Não é mesmo?

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terça-feira, 5 de abril de 2022

Entrevista com Negar Emrani, Poeta Iraniana e Autora da Obra “Algum Lugar Entre O Mundo e o Espelho” (Paradise Ocean Books)


Biografia da autora

Negar Emrani, nasceu em Mashhad, Irã, formou-se em Biotecnologia. Após anos de carreira na ciência, devido à crise econômica no Irã, ela encontrou a oportunidade de se especializar em Literatura e na Arte da poesia, que eram seus interesses pessoais há anos. Algumas de suas obras na forma de poesia contemporânea foram publicadas em jornais não-iranianos, como "Asymptote Journal Tinge Magazine" "Tinderbox", "The Literati Quarterly". Suas canções e letras também foram publicadas em coleções como "Khorasaneh" (o livro de letras da província de Khorasan), às vezes com música ou apenas por escrito. 

Sinopse e link do livro

Usando uma mistura da linguagem direta com a linguagem emocional subentendida, Negar Emrani traz, em Algum Lugar Entre o Mundo e o Espelho, diversos aspectos que permeiam não apenas vivências pessoais, mas aquelas que, de certa forma, mesmo sendo privadas, são os revérberos de toda uma sociedade. Neste conjunto de poemas veremos o destrinchar dos mais profundos e – às vezes – controversos sentimentos da consciência humana perante seu ambiente e suas contrariedades, que ora fazem com que o leitor se identifique, ora fazem com que se aprofunde numa cadeia de misteriosas conotações sobre a solidão, a luta, a guerra, a força feminina, a sombra familiar e os reflexos da mente e, principalmente, do coração. Afinal, seriam esses reflexos emocionais, muitas vezes invisíveis para uns, e até mesmo abstratos demais para serem transformados em palavras concretas, mas tratados de forma rica e singela pela autora, justamente o que há entre o mundo e o espelho? 

Conexão literatura: Você poderia contar aos nossos leitores sobre seu início no mundo literário?

Negar Emrani: Desde criança me interesso por Literatura, mas por causa do meu campo de estudo - que é Biotecnologia e Ciências Naturais - não tive tempo para me dedicar a isso. Então, a primeira chance apareceu quando me formei no mestrado em 2012 e decidi parar os estudos de doutorado porque eu não via um futuro brilhante para isso no Irã. Naquela época, eu me deparava com muito tempo livre e um vasto mundo à minha frente. Lembro que comecei a escrever em grupos de poesia no Facebook. A primeira vez que minhas palavras foram vistas, foi em uma página do Facebook chamada “Poetas Sem Fronteiras”. Este foi um marco em minha vida. Depois disso, comecei a ler mais, estudar e receber cada vez mais opiniões de críticos profissionais, tanto na Internet quanto em encontros regulares semanais e mensais de poetas. Demorou cerca de dois anos até que minha primeira poesia fosse publicada nas páginas de um jornal de arte. Enquanto isso, minhas letras de música receberam mais atenção, sendo que algumas foram usadas por músicos. Mas tudo isso foi apenas no Irã. A primeira vez que um dos meus poemas foi publicado fora do Irã foi quando conheci o Sr. Seyed Morteza Hamidzadeh em 2016 e o ​​Sr. Kaveh Akbar em 2017. Desde então, graças a Deus, meu trabalho foi lido em todo o mundo. 

Conexão literatura: Você é autora de um livro de poesias em Língua Portuguesa, poderia comentar?

Negar Emrani: Puxa, ainda é inacreditável. Quer dizer, é uma necessidade fundamental para qualquer ser humano ser ouvido e visto por outros indivíduos. Eu nunca poderia ter sonhado com isso, ser lida em outros idiomas que não o farsi e o inglês, ser lida por mais pessoas ao redor deste nosso lindo mundo. Agora, eu sei que há mais pessoas neste universo com quem eu tive a chance de falar, é claro, não diretamente, mas mesmo desta maneira significa muito para mim e eu gostaria de poder ler ou ouvir comentários de pessoas que me leram, seja em inglês ou português. Essa chance maravilhosa que tive me fez sentir menos solitária. 

Conexão literatura: Como foi o processo de escrita do trabalho e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Negar Emrani: Ah... As poesias que estão publicadas no livro “Algum Lugar Entre o Mundo e o Espelho” não estão realmente relacionadas entre si. Eles são o resultado de todos e quaisquer eventos que aconteceram comigo na vida real, em todos esses anos, de 2012 até 2018. Por isso são tão pessoais, românticas principalmente. Cada uma delas foi escrita devido às minhas experiências pessoais na vida. 

Conexão literatura: Você poderia destacar um trecho que você considera especial em seu livro?

Negar Emrani: Isso é como pedir a alguém para escolher um filho favorito entre seus filhos. Eu realmente não posso fazer isso porque eu tenho sentimentos por todos eles, já que todos eles nasceram com verdadeiros sentimentos palpáveis ​​na minha vida real. Então, me perdoe, mas, não, eu não posso. 

Conexão literatura: Como o leitor interessado deve proceder para adquirir seu livro e conhecer um pouco mais sobre você e sua obra literária?

Negar Emrani: Bom, o livro está publicado em português e pode ser encontrado na Amazon em Língua Portuguesa. Além disso, tenho um perfil no Skoobs e Goodreads. Então, acredito que qualquer pessoa que queira conhecer meu trabalho pode me seguir lá. E, claro, sempre há o Instragram e ficarei feliz em entrar em contato pessoalmente com os leitores (Dedos cruzados, pois o governo do Irã está muito ansioso para restringir a Internet). 

Conexão literatura: Há novos projetos na agenda?

Negar Emrani: Ultimamente não tenho conseguido escrever muito, embora tenha lido mais, principalmente navegando nos campos da psicologia e da filosofia. Mas acredito que algumas poesias minhas serão publicadas em uma antologia e estou trabalhando em um novo livro. Tudo depende da gentileza do meu querido editor em publicá-las ou não. 

Perguntas rápidas:

Um livro: “Sin: Selected Poems of Forugh Farrokhzad”, traduzido e editado por Sholeh Wolpé, 2007.

Um autor: Arthur Schopenhauer

Um ator ou atriz: É muito difícil escolher um. Há muitos. Daniell Day-Lewis, Nicole Kidman, Anthony Hopkins, Denzel Washington, Meryl Streep ...

Filme: O Paciente Inglês

Um dia especial: O dia em que pudemos construir e abrir uma escola para meninas com problemas de visão em Mashhad, Irã, em nome do meu falecido pai. Observar os alunos e sua paixão foi a coisa mais alegre que me aconteceu desde então. 

Conexão literatura: Quer encerrar com mais comentários ou mensagens aos leitores?

Negar Emrani: Agradeço essa chance que a revista me concedeu. A vida é cheia de surpresas, sejam alegres ou dolorosas, todas elas têm lições para mostrar a todos nós. Não quero parecer uma pregadora. Só quero dizer o quanto sou grata por ter tido a chance de experimentar as maiores surpresas da vida e, ultimamente, tenho conseguido abraçar todas elas. Desejo o mesmo para todos, ver além de cada experiência e descobrir o verdadeiro sentido da vida. Os sonhos podem se tornar realidade mesmo que você ainda os tenha apenas sonhado.

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terça-feira, 22 de março de 2022

Entrevista com a escritora Iraniana Fatemeh Kalantari, autora do Livro “Alma das Mulheres”


Biografia da Autora

Fatemeh Kalantari nasceu em 19 de setembro de 1978, em Teerã, Irã. Ela é graduada em Contabilidade, tendo também formação acadêmica em escrita de roteiro. Fez cinco curtas-metragens e publicou quatro livros de poesia no Irã.

Sinopse e link do livro 

https://www.amazon.com.br/Alma-das-Mulheres-Fatemeh-Kalantari-ebook/dp/B08CN81VJM/ref=sr_1_9?crid=2Z2XCKNUN6LM0&keywords=paradise+ocean+books&qid=1647891589&sprefix=paradise+ocean%2Caps%2C318&sr=8-9

É com a intenção de dar vazão às mais diferentes e intrínsecas reflexões sobre a alma feminina que a iraniana Fatemeh Kalantari traz, nessa reunião de poesias, pontos de vista, experiências e reminiscências acerca do vínculo das mulheres com o mundo contemporâneo no que diz respeito aos laços familiares e à experiência de diversas formas de amor, entre elas a maternidade.

Suas palavras também carregam o peso da guerra e de seus efeitos, da crueldade de um mundo confuso e em conflito, da influência da religião e da esperança, além do toque não só abstrato, como também impiedoso do fim da vida.

Suas poesias são entremeadas com o trabalho do artista plástico brasileiro Sandro Braga, cujas ilustrações, através de suas cores, formas e singeleza, nos mostram momentos de essência vital em um mundo atordoado pela correria moderna.

ENTREVISTA

Revista Conexão Literatura: Você poderia contar aos nossos leitores sobre seu início no mundo literário?

Fatemeh Kalantari: Tenho interesse em escrever desde o ensino fundamental. A primeira vez que escrevi algo como um poema remonta à minha quinta série. Cada vez que me lembro dessa época, vejo uma garotinha com uma velha mala marrom deixada pelo pai, uma garotinha que mirava a foto desse pai depois que ele faleceu. A mala continha papel e caneta para escrever. Devo dizer que as primeiras sementes de minha ligação com o mundo da imaginação e da abstração foi a chama de uma vela na qual eu tentava encontrar a imagem do meu pai e me sentava em diálogo com ele, os quartos vazios da minha infância tornaram-se para mim uma página em branco, na qual escrevia com meus próprios olhos sobre a família, os amigos e o mundo. Acabei o ensino médio, e a caneta passou a ser minha única companheira constante, até que iniciei minhas atividades literárias no campo da poesia em 2001, participando de associações de poesia e participando de congressos literários. Sem dúvida, as palavras e a linguagem atingem a maturidade ao longo da trajetória de vida e os primeiros anos são uma espécie de prática da escrita e, em sentido mais amplo, toda a vida da escrita de um artista é uma prática da linguagem e das palavras de acordo com sua visão de mundo. Publiquei livros no campo da poesia, cada um dos quais foi uma experiência do processo de viver e estar profundamente deslumbrada em mim mesma, nos outros e no mundo. A publicação de quatro coleções de poesia no Irã, uma coleção de poemas na Plataforma Amazon e a publicação de um romance em persa e inglês são, até hoje, exercícios de uma mulher que quer continuar vivendo no mundo da poesia e da escrita. Porque eu nunca fui capaz de imaginar um mundo sem poesia e sem palavras desde minha infância.

Revista Conexão Literatura: Você é autora do livro “Alma das Mulheres”, uma obra poética publicada pela Paradise Ocean Books, poderia comentar?

Fatemeh Kalantari: O livro "Alma das Mulheres", publicado em português pela Paradise Ocean Books, contém poemas que refletem a vida interior e social de uma poetisa que tenta entregar a si mesma e seu corpo ao nascimento eterno com a arma da poesia através dos órgãos e tecidos de seu corpo.

Revista Conexão Literatura: Como foi o processo de escrita do livro e quanto tempo levou para concluí-lo?

Fatemeh Kalantari: Um café chamado "Nafas" na esquina da rua Vesal Shirazi em Teerã, capital do Irã, foi meu altar altar para a escrita que abrigou minhas palavras todos os dias por oito anos. Os poemas deste livro também nasceram naquele altar, um nascimento na multidão de orientações e despedidas, lágrimas e risos que emanavam das mesas espalhadas pelo café, das pessoas que ora deixavam os lábios nas mesas e ora as mãos permaneciam na xícara fria de chá. Depois de me despedir, minhas palavras removiam o restante das mesas e as ligavam à poesia no papel. Meus poemas não eram "meus" poemas, pertenciam a milhares de "eus" que se reproduziam nas camadas do meu ser. Foi assim que palavra por palavra foi se somando e o livro “Alma das Mulheres” nasceu misturado ao fluxo de cafés expressos, latte e bolos com sabores diversos, ora com cafés amargos, ora doces. 

Revista Conexão Literatura: Você poderia destacar um trecho que você considera especial em seu livro?

Fatemeh Kalantari: O destaque mais importante dentre os poemas do livro “Alma das Mulheres” é o constante desafio entre os três pontos de nascimento, vida e morte, estação em que a poetisa entra pela primeira vez na carroça do parto e se pergunta constantemente: O que é aniversário? Que pergunta: esta faca que esfaqueia bolos de aniversário quer responder, e o poeta grita para um oceano no meio do pântano da vida, movendo-se para ele palavra por palavra, e sabe que a morte é o nascimento evaporativo de um sol ardente? Raios em uma lagoa fluem em suas palavras.

Revista Conexão Literatura: Como o leitor interessado deve proceder para adquirir seu livro e conhecer um pouco mais sobre você e sua obra literária?

Fatemeh Kalantari: O livro "Alma das Mulheres" foi publicado pela Paradise Ocean Books e os interessados podem baixá-lo acessando o site da Amazon e pesquisando o nome do livro.

Revista Conexão Literatura: Há novos projetos na agenda?

Fatemeh Kalantari: Estou compilando uma coleção de poemas e escrevendo um romance que espero que seja publicado internacionalmente em um futuro próximo.

Perguntas rápidas:

Um livro: Em busca do tempo perdido

Um autor: Adeline Virginia Woolf

Um ator ou atriz: Kevin Spacey

Filme: A Redenção de Shawshank

Um dia especial: Dia Mundial da Poesia

Revista Conexão Literatura: Você gostaria de encerrar com mais algum comentário ou mensagem para os leitores?

Fatemeh Kalantari: Obrigada por me dar seu tempo, espero que a poesia e as palavras sejam como uma ponte eterna de comunicação com o público, artistas e amantes da palavra em todo o mundo, para que o amor, paz e amizade sejam palavras comuns e que não exista limites que separem os seres humanos.

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domingo, 20 de fevereiro de 2022

Shahrzad Emadi, Fotógrafa e Autora na Antologia "Viver Sem Fronteiras" (Paradise Ocean Books)


Shahrzad Emadi nasceu em Mashhad, Irã (em 24 de Setembro de 2004). Ela estuda Design Gráfico. É fotógrafa e autora na Antologia "Viver Sem Fronteiras" publicada pela Paradise Ocean Books em fevereiro de 2022.  

Sinopse da Antologia:

Nos dias de hoje, muitas vezes, as imagens tem o poder de passar as mensagens de maneira mais simples e precisa para o público do que as palavras. "Viver Sem Fronteiras" é uma antologia fotográfica através da qual os leitores podem acessar conceitos de maneira rápida e concisa ao mesmo tempo que se conectam à natureza apresentada. Assim, admite-se que as imagens desempenham um papel importante no pensamento humano profundo.

Neste livro, fotos selecionadas de nove fotógrafos iranianos, foram tiradas de diferentes lugares de cidades iranianas. O leitor tem a oportunidade de conhecer a diversidade cultural e natural no Irã. 

A obra ainda conta com a participação especial do artista plástico brasileiro Sandro Braga que retrata de maneira impecável e sensível as paisagens do Brasil. Os nove fotógrafos iranianos autores da obra são: Elahe Beigi, Amin Dehghan, Mohammad Ali Mirzaei, Hannaneh Hadipour, Shahrzad Emadi, Hamid Pourmousa Kouhkamar, Fatemeh Varzandeh, Yasaman Mahdizadeh e Sara Moghaddam.

PARA ADQUIRIR OU SABER MAIS: CLIQUE AQUI.

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domingo, 13 de fevereiro de 2022

"Mohammad Ali Mirzaei, Fotógrafo e Autor na Antologia “Viver Sem Fronteiras” (Paradise Ocean Books)"


Mohammad Ali Mirzaei
nasceu em Teerã, Irã (8 de agosto de 1982). Seu bacharelado é na área de Fotografia Jornalística pela Universidade de Cultura e Arte de Isfahan. Ele participou de vários festivais no Irã, tendo várias colocações como: Primeiro lugar no "Festival Nacional do Povo Iraniano", Escolhido do 4º Festival "Mulheres e Vida Urbana", Vencedor de Melhor Coleção no "Festival de Cinema e Photo Young Cinema”, Escolhido no Prêmio Fereshteh (Teerã 2015). Suas fotos também foram publicadas no Midway Journal, TAYO, Columbia Journal, Hawai'i Review, Oxford, The Missing Slate, Silk Road Review e The Adroit Journal.

Sinopse

Nos dias de hoje, muitas vezes, as imagens tem o poder de passar as mensagens de maneira mais simples e precisa para o público do que as palavras. “Viver Sem Fronteiras” é uma antologia fotográfica através da qual os leitores podem acessar conceitos de maneira rápida e concisa ao mesmo tempo que se conectam à natureza apresentada. Assim, admite-se que as imagens desempenham um papel importante no pensamento humano profundo.
Neste livro, fotos selecionadas de nove fotógrafos iranianos, foram tiradas de diferentes lugares de cidades iranianas. O leitor tem a oportunidade de conhecer a diversidade cultural e natural no Irã. A obra ainda conta com a participação especial do artista plástico brasileiro Sandro Braga que retrata de maneira impecável e sensível as paisagens do Brasil. Os nove fotógrafos iranianos autores da obra são: Elahe Beigi, Amin Dehghan, Mohammad Ali Mirzaei, Hannaneh Hadipour, Shahrzad Emadi, Hamid Pourmousa Kouhkamar, Fatemeh Varzandeh, Yasaman Mahdizadeh e Sara Moghaddam.

PARA SABER MAIS OU ADQUIRIR O LIVRO:

https://www.amazon.com.br/Viver-Fronteiras-Paradise-Ocean-Books-ebook/dp/B09S3DVSC6/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=3BPL2LE869QGE&keywords=viver+sem+fronteiras&qid=1644694969&sprefix=viver+sem+fronteiras%2Caps%2C1183&sr=8-1

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Conheça a obra "Nós e o olhar", da autora Hannaneh Hadipour (Paradise Ocean Books)


Em "Nós e O Olhar" Hannaneh nos presenteia com inesquecíveis fotografias de paisagens e retratos do Irã.




Hannaneh Hadipour nasceu em Rasht, Irã (15 de setembro de 1982). Ela é engenheira elétrica.

Devido ao seu interesse por fotografia, ela tem feito cursos profissionalizantes na área e também já participou de várias exposições do gênero.

PARA SABER MAIS: CLIQUE AQUI

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terça-feira, 31 de agosto de 2021

Já está disponível a nova edição da Revista Conexão Literatura (Setembro/2021)


EDITORIAL

A nossa edição de setembro destaca Amin Dehghan, autor, fotógrafo e montanhista iraniano que conquistou o topo do Everest. Confira nas páginas da revista a entrevista bilingue que fizemos com ele. Agradecimentos especiais aos autores e editores Jamila Mafra e Seyed Morteza Hamidzadeh, da Paradise Ocean Books e também para a escritora Negar Emrani.

Além das dicas de livros, o leitor poderá conferir entrevistas com autores, contos, crônicas e poesias, inclusive uma do autor italiano Antonio Di Bianco.

Tenha uma ótima leitura!

Participe da nossa edição de outubro, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!

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segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Mahtab Takbiri e a obra "Luta Contra o Vírus" (Paradise Ocean Books)


Mahtab Takbiri
nasceu em 29 de novembro de 1998, na cidade de Teerã, Irã. Ela é uma aluna de bacharelado na área de Artes Gráficas na Sooreh University. Suas fotos foram selecionadas entre as 10 melhores fotos da Giti Tires Company, em Cingapura.

SINOPSE:

2020 foi, sem sombra de dúvida, um ano atípico para todo o mundo. Poucas vezes na História o planeta, como um todo, ao mesmo tempo, precisou enfrentar um inimigo comum. A pandemia do coronavírus se alastrou por todos os continentes, independentemente de raça, cor, cultura, religião ou qualquer aspecto que não fosse o único que todos nós compartilhamos: somos seres humanos. E, como é típico do ser humano em situações adversas, precisamos enfrentá-las e/ou saber lidar com elas.

Mahtab Takbiri, nessa coleção de fotografias, mostra como a pandemia afetou seu país, Irã, especialmente a capital Teerã. Seus registros fotográficos são o retrato daquilo que se repete no mundo: uma sociedade enfrentando como pode o temor de um inimigo invisível. A fotógrafa expões situações cotidianas, novos hábitos, adequações e desafios que seu povo precisou enfrentar nesses tempos, mostrando, também, as armas que podemos usar para responder a esse momento. Acima de tudo, retrata como nós, humanos, em qualquer parte do mundo, somos completamente idênticos em uma guerra: há quem se adapte, há quem não resista, há quem não saiba usar corretamente as armas de que dispõe e há quem lute bravamente.

PARA ADQUIRIR A OBRA: CLIQUE AQUI.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Seyed Morteza Hamidzadeh and his book "War in the Birthplace" (Paradise Ocean Books)


Seyed Morteza Hamidzadeh was born on August 31st, 1991 in Mashhad, Iran. His poetry can be found in magazines all around the world such as the WAF Anthology, eFiction, Zouch, Vivimus, Five Poetry, Maudlin House, the Literati Quarterly, Denver Quarterly, Santa Clara Review and Blackbird Journal. He is founder of "Paradise Ocean Books publishing house" with great partner with name Jamila Mafra (Brazilian Writer). He is author of four books, titled: War in the Birthplace (Paradise Ocean Books, 2020), Guerra ao Nascer (Portuguese Edition of War in the Birthplace) (Paradise Ocean Books and Mafra Editorial, 2021), Eyes of the Middle East (Olhos do Oriente Médio) (Paradise Ocean Books, 2020), and Exile Me (Maudlin House, 2015). In 2020  Seyed Morteza Hamidzadeh was nominated for the Pushcart Prize, a important american  literary award, representing the Santa Clara Review.

literary award, representing the Santa Clara Review.

Synopsis

Seyed Morteza Hamidzadeh, influenced by the tensions of his country - Iran - transforms into words all the moral, spiritual and psychological aspects of a war, often drawing on historical and philosophical comparisons and analogies. Through his poems, he mixes the crudity of the human being with the serenity expected from a world in pursuit of peace.

Author absorb the external circumstances to form his inner self. This is nothing more than human contextualization: an alternation of emotions and reactions.

War in the Birthplace is a collection of poetry that touches the soul and heart, written by the young Iranian poet Seyed, who has been fighting for peace in the world for many years through his deep and sensitive words. His literature deals with the pain of innocent people trying to survive in the midst of the wars and conflicts faced in the countries of the Middle East.

This book brings a profound reflection about the need to be strong in the face of life difficulties, including the confrontation of violence in all its forms. Special and touching are the poems "Breathing Under Water" that portrays the moment when the human being is forced to adapt to the difficult situations imposed by reality. The book addresses in an intense way the most challenging moments of a war to be faced by the population.

Seyed is a poet of love and a soldier of peace, he proclaims respect for all peoples and religions. He is a young author with a humble and determined heart, he is a true warrior, strong and courageous, friend and companion, of those who are with us at all times, until the end.

The book also presents the photographic works by Fatemeh Varzandeh, Mahtab Takbiri and Mohammad Ali Mirzaei, three important photographers who, through images, express sensitivity and various Eastern landscapes.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Alireza Farzaneh e a obra "Vem Comigo" (Paradise Ocean Books)


Alireza Farzaneh
nasceu em 10 de setembro de 1987 (Teerã, IRÃ). Sua formação foi na área de Arquitetura na Azad Universidade Islâmica.

Vem Comigo

É nítida a intencionalidade da união da condição humana com seu ambiente nos registros de Alireza Farzaneh. Nesta coletânea de fotografias do autor, vemos entrelaçada a presença, muitas vezes solitária, do ser humano com os elementos da natureza. E isso não ocorre por mera ambientação. Ao olho perspicaz, fica clara a sensação de júbilo e paz de alguém fotografado de forma solitária, quando na presença de todo o esplendor que só a natureza é capaz de proporcionar. Até os mais reclusos se tornam mais vívidos, como se acompanhados de uma presença invisível às lentes, mas processada na mente e no coração.

É essa sensação de euforia e contemplação que Alireza é capaz de trazer à tona através de suas fotografias. Tiradas em diferentes regiões do Irã, elas mostram um mundo de cores, algo de beleza ímpar e exuberante, um universo de sensações apaziguadoras, cintilantes e que se mesclam com maestria ao amor, sentimento tão fortemente abordado nesta coleção. De forma geral, mostra quão mais belo o ser humano se torna conectado à natureza, à sua verdadeira essência.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Autora Yasaman Mahdizadeh e a Obra "As Luzes do Oriente" (Paradise Ocean Books)


Há algo mágico na luz. Na luz em si e, principalmente, na incidência dela sobre os arredores. Essa é a visão que os olhos bem atentos podem ter ao se depararem com os registros de Yasaman Mahdizadeh nesta coleção de fotos. Retratando regiões do Irã, sua terra natal, a fotógrafa tem nas luzes sua principal inspiração. Ela aparece em sua forma visível e também em meio a cenas que acendem nossa imaginação, nossa perspicácia, nossa busca por sentido. Não é essa a nossa luz interior, aquela que ilumina nossas decisões e a visão que temos do mundo?

As fotografias de Yasaman são plenas de expressões de fé e religiosidade, além da sua ótica cultural, passando pela música, arquitetura, ritos e cerimônias tradicionais. Mas ela também faz questão de retratar o cotidiano, as ações corriqueiras, a vida simples, o comércio, a correria das ruas, a simplicidade das crianças. Tudo se mistura em um mundo de cores. Todavia, cientificamente e espiritualmente, só podemos ver as cores na presença da luz. Que As Luzes do Oriente Médio sirvam como lentes para a experiência de se ver toda a expressividade de um povo envolto em uma cultura tão rica.

SOBRE A AUTORA:

Yasaman Mahdizadeh nasceu em 5 de abril de 2004 em Mashhad, IRÃ. Ela é estudante e adora Fotografia e Artes Visuais.

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terça-feira, 3 de agosto de 2021

Lançamento da Obra "Guerra ao Nascer" do Autor Seyed Morteza Hamidzadeh (Paradise Ocean Books & Mafra Editorial)

Guerra ao Nascer é uma coletânea de poemas que tocam a alma e o coração, escritos pelo jovem poeta e editor iraniano

Seyed Morteza Hamidzadeh. Já há muitos anos Seyed luta pela paz no mundo por meio de seus versos sensíveis e ao mesmo tempo de significados profundos. Sua escrita retrata de maneira única a dor de pessoas inocentes que tentam sobreviver em meio às guerras e conflitos recorrentes no Oriente Médio.

A obra nos apresenta os sentimentos e reflexões intensas de alguém que enfrenta diariamente a ameaça da violência, da

dor e das incertezas, mas que também mantém a esperança de um futuro melhor. Poemas impactantes como “Morte dos Mísseis”, nos fazem pensar sobre como a guerra pode transformar as nossas vidas e fazer desaparecer tudo que há de mais importante ao nosso redor.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Revista Conexão Literatura no Irã

 


Nossa revista Conexão Literatura mencionada no Irã.

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domingo, 1 de agosto de 2021

Autora Fatemeh Kalantari e a Obra "Alma das Mulheres"


Fatemeh Kalantari
nasceu em 19 de setembro de 1978 (Teerã, IRÃ).  Seu bacharelado foi em contabilidade e roteiro de cinema. Ela produziu cinco curtas-metragens e publicou quatro livros de poesia no Irã.

É com a intenção de dar vazão às mais diferentes e intrínsecas reflexões sobre a alma feminina que a iraniana Fatemeh Kalantari traz, nessa reunião de poesias, pontos de vista, experiências e reminiscências acerca do vínculo das mulheres com o mundo contemporâneo no que diz respeito aos laços familiares e à experiência de diversas formas de amor, entre elas a maternidade.

Suas palavras também carregam o peso da guerra e de seus efeitos, da crueldade de um mundo confuso e em conflito, da influência da religião e da esperança, além do toque não só abstrato, como também impiedoso do fim da vida.

Suas poesias são entremeadas com o trabalho do artista plástico brasileiro Sandro Braga, cujas ilustrações, através de suas cores, formas e singeleza, nos mostram momentos de essência vital em um mundo atordoado pela correria moderna.

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sexta-feira, 23 de julho de 2021

Autor Sandro Braga e a obra Pelos Cantos da Vida (Paradise Ocean Books)


Sandro Braga nasceu em São Paulo, cidade do Brasil em que vive e ama de paixão, em 17 de Abril de 1965. Cursou Artes Plásticas na Universidade Mackenzie e é Pós-graduado em Arte-educação. Estudou Astrofísica na USP - Universidade de São Paulo, História do Cinema na PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e completou seus estudos na Escola da Vida. Desde criança adora desenhar, ler, pintar, inventar e descobrir histórias, convivendo com muitos livros e filmes, levando sempre que possível, sua alma para passear por aí. É pintor, Ilustrador, professor e escritor.

Sinopse: 

Será possível sentir uma ampla sensação de nostalgia por determinados momentos sem mesmo tê-los experienciado? Sandro Braga mostra que sim. E não é justamente essa a intenção de se fazer arte: proporcionar ao espectador uma sensação abstrata diante de algo concreto e vice-versa?

A reunião de pinturas disposta nesse livro tem como principal objetivo, como já sugere seu subtítulo, permear o real e o sonho, o físico e o abstrato. Não se trata apenas de mesclar a calmaria das pequenas vilas com a agitação da capital, tampouco retratar a modernidade em meio aos vestígios do passado; a arte de Sandro Braga cria, acima de tudo, uma “nova vida” em suas paisagens. Esse conceito só será compreendido por quem, de fato, observar minuciosamente como cada pintura, mesmo que pacata e, às vezes, solitária, desperta pensamentos tão vívidos. Mais do que isso, desperta a tal nostalgia, e ainda saudades do que talvez nem tenha sido vivido ainda.

Pelos Cantos da Vida é uma mistura de distintas e complementares cores: da natureza ao lado do progresso, da calmaria trazida pela água, dos momentos corriqueiros desapercebidos com a rotina e de rostos expressivos e atentos.

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terça-feira, 20 de julho de 2021

Autor Seyed Morteza Hamidzadeh e a Obra "Olhos do Oriente Médio" (Paradise Ocean Books)

Seyed Morteza Hamidzadeh - Foto divulgação

Em meio às turbulências pelas quais passa o Oriente Médio, o poeta Seyed Morteza Hamidzadeh procura, acima de tudo, com grande destreza e emoção, retratar o que há de mais importante em jogo: a vida humana. Com um olhar crítico, mas ao mesmo tempo delicado e tocante, o iraniano expõe os sentimentos de um povo que vive em meio a confrontos recorrentes, à insegurança e à incerteza. Dotada de grande profundidade, sua escrita leva à mente do leitor o retrato fiel dos inocentes que tanto perdem em uma região ainda dominada pela instabilidade.

Seyed, através de sua poesia, expõe os sentimentos conflitantes não apenas de um povo, no sentido coletivizado, mas de cada alma, de cada ser humano, perante as intempéries da guerra. Grande defensor do respeito e da tolerância, o poeta também almeja a busca incessante pela paz, pelo caminho que um dia poderá guiar o mundo à tranquilidade e à esperança. Olhos do Oriente Médio fornece não uma visão externalizada, com a qual o mundo está acostumado, mas uma visão pelos próprios olhos de seu povo.

Olhos do Oriente Médio é uma coletânea de poesias que tocam a alma e o coração, escritas pelo jovem poeta iraniano Seyed Morteza Hamidzadeh, que já há muitos anos luta pela paz no mundo através de suas palavras profundas e ao mesmo tempo sensíveis. Sua literatura trata da dor de pessoas inocentes que tentam sobreviver em meio às guerras e conflitos enfrentados pelos países do Oriente Médio.

A obra traz uma profunda reflexão sobre a necessidade de ser forte diante das dificuldades da vida, dentre estas o enfrentamento da violência em todas as suas formas. Especiais e tocantes são as poesias "O Peixe", que retrata o momento em que o ser humano é obrigado a se adaptar à difíceis situações impostas pela realidade, e "Riso Sacrificado", que aborda de maneira intensa os momentos mais desafiadores de uma guerra a serem encarados pela população.

Seyed é um poeta do amor e um soldado da paz, proclamando o respeito a todos os povos e religiões. É um jovem autor de coração humilde e decidido, forte e corajoso, amigo e companheiro, daqueles que estão conosco em todos os momentos, até o fim.

O livro ainda apresenta as obras fotográficas de autoria de Fatemeh Varzandeh e de Mohammad Ali Mirzaei, dois importantes fotógrafos que, através das imagens, expressam sensibilidade e várias paisagens do Oriente.

BIOGRAFIA DO AUTOR:

Seyed Morteza Hamidzadeh nasceu em 31 de agosto de 1991 em Mashhad, Irã.  Sua poesia pode ser encontrada em revistas de todo o mundo, como WAF Anthology, eFiction, Zouch, Vivimus, Five Poetry, Maudlin House, Literati Quarterly, Denver Quarterly, Santa Clara Review e Blackbird Journal.  O autor fundou a editora Paradise Ocean com a grande parceira, escritora brasileira, Jamila Mafra. 

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terça-feira, 13 de julho de 2021

Elahe Beigi e o livro "Terra Esquecida" (Paradise Ocean Books)

 


Elahe Beigi nasceu em 5 de abril de 1992, na cidade de Sanandaj, Irã. Ela possui formação acadêmica nas áreas de fotografia e arquitetura. A autora participa de exposições no Irã e no Iraque.

Sinopse: 

Nessa coletânea de dezenas de fotos capturadas por Elahe Beigi, a fotógrafa revela as cenas cotidianas do povo curdo que habita a região do Irã, no Oriente Médio. No entanto, estes não são meros registros ocasionais; muito pelo contrário, todas as imagens envolvem o espectador de uma forma completamente humana, fazendo-o transpassar a fotografia e encontrar-se quase que em contato direto com os personagens e lugares. Mais do que isso, em contato com sua história.

A região habitada pelos curdos, embora atualmente seja uma terra esquecida pelo poder público e por outros grupos étnicos e nações, é fortemente relembrada aqui, porque sua memória, ainda que estática em uma foto, é móvel aos olhos de quem vê. E por falar em olhos, é nos olhos desse povo que se encontra sua história, essa que jamais será esquecida.  

Para saber mais ou adquirir a obra "Terra Esquecida": Clique aqui

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sexta-feira, 9 de julho de 2021

Autora Fatemeh Varzendeh e a obra Linhas da Vida


Fatemeh Varzandeh
nasceu em 27 de setembro de 1995 (Teerã, IRÃ). Seu bacharelado foi na área de Arte e Arquitetura. Também participou de dois curtas-metragens, atuando em um deles com o nome “A Simple Problem”, e “Death to Death” selecionado no festival Armenia High fest. Ela é uma fotógrafa profissional. Suas fotos foram publicadas na revista Camas (inverno de 2019) e na West Trade Review.

SOBRE A OBRA:

As linhas da vida, por esta não seguir uma receita calculada, não são de todo retas. Muito pelo contrário, as linhas que formam toda a existência física e abstrata são um emaranhado de curvas, voltas, arestas e, em muitos casos, infinitas. É esse o âmago presente nessa coleção de fotografias de Fatemeh Varzandeh.

Registradas no Irã – e algumas poucas na Armênia –, as imagens de Linhas da Vida são um retrato das intermináveis ramificações da vida como nós a conhecemos. Ela está presente na humanidade, mas também na natureza, na cultura e na singeleza e mistério que unem todos esses elementos.

A artista, com uma rica mistura de cores, sombras e luz, traz ao observador uma leitura muito mais que cultural de sua região: também retrata a amizade, a beleza natural de seus modelos, a graça e aventura das jornadas em meio à vastidão da natureza, as práticas religiosas e a vida social carregada de significado de um povo envolto com obstinação em sua própria essência.

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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Shokoofeh Jabbari e o livro "Eu Não Sou Um Anjo" (Paradise Ocean Books)


Nascida no Irã, na cidade de Shiraz, no Irã, em 2 de maio de 1986, e crescida na cidade de Yazd, Jabbari é graduada na área de Artes Gráficas, diretora de cinema e Mestre em Literatura Dramática pela Universidade de Tarbiat Modares.

Em 2011, ela foi uma das dez melhores poetas da Fundação Jaleh Esfahani de Londres, tendo feito dois curtas-metragens com o nome "Bell (2013)" e "The Food Is Prepared (2014)".

Além disso, seus poemas são publicados em várias revistas, incluindo: Straylight, Literati Quarterly, A Narrow Fellow & Artifact Nouveau (San Joaquin Delta College).

Sinopse do livro "Eu Não Sou Um Anjo": 

De uma forma delicada, mas também forte e contundente, através do uso de palavras incisivas, Shokoofeh Jabbari vem mostrar, através de sua poesia, as percepções distintas da vida moldadas, sobretudo, pelas experiências individuais em meio a um grande emaranhado de sentimentos oriundos do mundo e de outras pessoas, que ora se entrelaçam, ora se repelem.

Nesta coletânea de poemas, a autora trata, mesmo que, às vezes, de forma subentendida, da formação da identidade de uma pessoa, especialmente da mulher, cuja força é retratada e bastante vívida em seus versos. As cicatrizes de diferentes formas de amor são mescladas com a arte do cotidiano e com seus sentimentos de liberdade. Grande expressão dessa linha artística está nas imagens e artes gráficas da própria autora, que também fazem parte deste livro, deixando sua leitura, além de visual, tátil, de uma maneira que só a arte da poesia feita com todas as forças e todos os sentidos é capaz de fazer.

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