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terça-feira, 18 de agosto de 2020

O escritor PEDRO BANDEIRA concede entrevista EXCLUSIVA à revista Conexão Literatura, por Cida Simka e Sérgio Simka

Pedro Bandeira
O querido escritor PEDRO BANDEIRA respondeu com exclusividade a duas perguntas dos colunistas da revista Conexão Literatura. Acompanhem.

Nascido em Santos, São Paulo, em 1942, Pedro Bandeira mudou-se para a cidade de São Paulo em 1961. Trabalhou em teatro profissional como ator, diretor e cenógrafo. Foi redator, editor e ator de comerciais de televisão. Como escritor, sua carreira iniciou com primeiras histórias infantis publicadas em revistas de banca da Editora Abril, em 1972. A partir de 1983, tornou-se exclusivamente escritor, com o livro O dinossauro que fazia au-au. Sua obra, direcionada para crianças, jovens e jovens adultos, reúne contos, poemas e narrativas de diversos gêneros.
Em 1984, Bandeira lança o livro A droga da obediência, que deu início à sua série de maior sucesso: Os Karas. 

Você é autor exclusivo da Editora Moderna. Como se deu esse processo? Pode-se dizer que se trata de um reconhecimento?

Há poucos anos, a Editora Moderna teve a iniciativa de reunir em seu selo o que eles chamam de “campeões” da Literatura infantojuvenil. Trouxe a Eva Furnari como a mais querida da Educação Infantil, a Ruth Rocha como a campeã do Fundamental 1, eu para o pessoal da Fundamental 2 e o Walcyr Carrasco como o grande adaptador de clássicos mundiais. Foi um reconhecimento sim, e nossa relação tem sido muito produtiva.

Você publicou mais de 100 livros e vendeu mais de vinte milhões de exemplares. Você se considera um escritor realizado?

Acho que só me sentirei “realizado” quando morrer, pois a profissão de escritor não implica “aposentadoria”... Enquanto houver lucidez, a gente não para. Tatiana Belink só começou a deixar saudades às vésperas de fazer 95 anos, Ruth Rocha e Ziraldo continuam trabalhando com quase 90 (o querido Ziraldo ainda se esforça para escrever depois de ter sofrido 3 enfartes) e eu continuo dedilhando o computador com quase 80. É gostoso contar histórias e continuar recebendo de volta o carinho dos meus amados leitores. Eu os acompanho ao longo dos anos. Há leitores que se tornaram meus amigos há quase 40 anos e já estão com filhos grandes (meus novos leitores, é claro!).

Aquele abraço do velho Pedro

Veja link:

Veja outra entrevista com Pedro Bandeira:


CIDA SIMKA
É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros: Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Colunista da Revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA
É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e colunista da Revista Conexão Literatura. Seu mais novo livro se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020).

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Entrevista exclusiva com o escritor PEDRO BANDEIRA, por Sérgio Simka e Cida Simka

Pedro Bandeira - Foto divulgação
A Revista Conexão Literatura tem a honra e o privilégio de apresentar a entrevista com Pedro Bandeira, um dos mais renomados escritores do país, que vendeu mais de 20 milhões de exemplares de livros infantis e juvenis.
O livro “O fantástico mistério de Feiurinha”, publicado em 1986, rendeu a ele o famoso prêmio Jabuti. Aliás, sua obra tem ganhado diversos prêmios, como Adolfo Aizen, APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Nesta entrevista, Pedro Bandeira fala de sua estreia na ficção adulta com o romance intitulado “Melodia mortal”, em coautoria com o médico Guido Carlos Levi.

ENTREVISTA:

Pedro Bandeira: Há décadas sou amigo do médico Guido Levi, um amante da música e da Literatura que, em nossas conversas, falou-me de suas pesquisas sobre as verdadeiras causas da morte de alguns compositores clássicos à luz da medicina moderna e seu desejo de escrever sobre isso em publicações de medicina. Ele fizera descobertas incríveis, como o fato de Beethoven ter sido um belo dum pinguço, capaz de consumir seis garrafas de vinho vagabundo por dia! Morreu de cirrose hepática, é claro, agravada pelos sais de chumbo utilizados para conservar esses vinhos de péssima qualidade. E também revelações sobre a homossexualidade de Tchaikovsky e as perseguições de que ele foi vítima devido a sua condição. Ah! Além da descoberta de que Chopin, ao contrário de tudo que se fala até hoje, não ter morrido de tuberculose. E Mozart, então? Foi ou não foi assassinado por Salieri? Por tudo isso, propus-lhe que fizéssemos um livro para o público em geral e acabamos por decidir que eu seria seu parceiro nessa empreitada. Em seguida, para redigir a ideia com humor e alegria, lembrei-me de que havia um médico da Literatura que era muito amigo e biógrafo de um famoso detetive. Pronto! Assim nascia “Melodia mortal – Sherlock Holmes investiga as mortes de famosos compositores”, tudo escrito na primeira pessoa por John H. Watson M.D., como ocorreu com todas as aventuras desse personagem clássico da Literatura policial. Foi uma delícia! O Guido criou um grupo de 12 médicos ingleses aristocráticos e meio malucos, que discutem na atualidade as mortes de famosos compositores, isso em meio a jantares fabulosos, regados a vinhos da melhor qualidade. E eu me pus a pesquisar sobre a Londres da época de Holmes, e inventei aventuras desse detetive sempre semelhantes às mortes de algum compositor que seria destrinchada em seguida pelos tais médicos. E daí a coisa enveredou por tão fantásticos caminhos, que até Bernard Shaw e Freud acabaram fazendo parte das histórias, além de Sherlock meter-se com o IRA e o assassinato de seu principal líder. É um livro que mistura História geral, História da música, gastronomia, medicina, tudo com aventuras misteriosas e bem-humoradas. Espero que os leitores se divirtam tanto quanto eu me diverti escrevendo essa história!

*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2106), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017).
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