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sexta-feira, 9 de abril de 2021

Conto "O que diriam se você contasse isso?", por Roberto Fiori


A primeira viagem a Saturno e seus anéis, tripulada. Com a conquista de Marte e suas duas luas, além dos satélites jovianos, o próximo passo era a passagem rápida por Saturno e a permanência de uma base espacial em Titâ, lua principal do gigante gasoso.

A nave encontrava-se em órbita terrestre, onde fora construída em uma doca espacial. Seu combustível, uma combinação de deutério e trítio. A forma de propulsão, fusão nuclear a 20 milhões de graus Kelvin, a temperatura do centro do Sol.

Os astronautas, dois. Evitava-se falar nesse assunto tão delicado. A viagem poderia ser um desastre completo, com a perda de vidas humanas. Em Titâ, somente três cientistas de alto escalão e os pilotos sabiam, detectara-se formas de vida que poderiam ser hostis.

A nave rompeu a barreira da metade da velocidade da luz, “c”, nos limites do Sistema Solar, avançando até chegar a noventa por cento dela, em um mês de uma aceleração progressiva que não matasse os astronautas. Eles deixaram-se ficar em seus assentos, ora acordados, ora dormindo, enquanto a nave viajava sem trepidação ou ruído. 

A partir desse mês, desligaram os motores e a inércia tomou conta da viagem. A noventa por cento de ”c”, havia pouco o que se fazer, além de checar três vezes por dia os instrumentos. E, de fato, as próximas duas semanas seriam entediantes, mas os dois homens eram enxadristas, tão bons enxadristas como o pouco tempo livre deles permitia que treinassem. 

— Escolha — Conway falou, estendendo as mãos, os pulsos cruzados e as mãos, punhos fechados.

Carson apontou para a mão da esquerda. Ficaria com as brancas.

— Eu tenho uma ideia, rapaz — ele disse. Era o capitão, o que significava uma diferença cronológica de cinco anos à frente de Conway e pelo menos dez anos de avanço em conhecimento teórico e prático. O jovem sacudiu a mão, dando permissão para o capitão continuar, à vontade. — Vamos fazer um megacampeonato de xadrez, que termine em duas semanas.

Ótima maneira de passar o tempo, pensou o “velho”. Tinha trinta e cinco anos, mas participara de 82 missões no espaço. Com esta viagem, tornar-se-ia o número um entre os viajantes espaciais. Ele dispôs o tabuleiro portátil, imantado, sobre a mesa de jantar.

Da primeira partida à vigésima daquele dia, os dois empataram. Havia decorrido cerca de três horas e meia. Os instrumentos acusaram choques com meteoritos, mas a nave possuía blindagem tão resistente, que poderia suportar uma explosão nuclear de quinze megatons detonada a cinco quilômetros de distância.

O relógio na parede acusou vinte e duas horas. Era o primeiro turno de Carson, de doze horas. Seria melhor que ele tomasse conta da nave primeiro pois, nos treinos em órbita da Terra fora quem aguentara ao máximo o período de privação de sono. Ficara acordado com os sentidos alertas por trinta e seis horas, até que perdeu a concentração por três vezes em dez minutos, desse momento em diante.

Conway deitou-se no compartimento contíguo ao do módulo de comando, interligado a ele por uma comporta dupla. A cama estava confortável e ele sabia que existiam poucos colchões tão macios e repousantes na Terra como aquele no qual ele dormiria pelo resto da jornada.

Carson ligou o sistema de som na seção de controle e escolheu algo apropriado. A Sétima Sinfonia de Beethoven seria conveniente. Era suave, com momentos épicos e solenes, e ao mesmo tempo atemporal. O capitão possuía o filme “Zardoz”, de John Boorman, em sua holoteca de filmes em três dimensões, com o “Allegretto”, da sinfonia executado ao final do filme. Olhou pela última vez pelo painel de controle construído de tal maneira intuitivo e simples, e constatou que tudo corria bem. Recostando-se na poltrona junto à mesa de jantar, recomeçou a leitura de “2001, Uma Odisseia no Espaço”, de onde havia parado, há dois meses, quando fora chamado para a missão.

O capitão estava chegando na parte em que o supercomputador HAL-9000 mata o colega de voo de Dave Bowman, lançando-o pelo espaço com o tubo de oxigênio de seu traje espacial cortado. Então, com o canto dos olhos, viu o movimento. Uma peça de xadrez estava fora de seu lugar. Eles haviam deixado o jogo preparado para o dia seguinte, mas Carson tinha memória boa, tão boa que conhecia de cor os circuitos e peças que formavam a estrutura vital da nave, bem como sabia como repará-los. E o peão do rei branco avançara duas casas. Disso ele tinha certeza absoluta.

Haviam trazido um pequeno arsenal, para que se armassem quando saíssem para a atmosfera de Titâ. Duas pistolas de raios gama para cada um e duas armas “laser” de alta potência, essas armas podendo fazer estragos consideráveis em objetos os mais densos e resistentes, como quatro esferas de titânio maciço, que nos treinos para autodefesa dissolveram-se perante um disparo de cada arma, um para cada esfera.

Carson, porém, planejava evitar qualquer tiro no interior da nave. O casco aguentaria sem problemas, mas os instrumentos de voo, os controles de suporte de vida e o computador, estes seriam vaporizados, sob os disparos daquelas armas.

Carson abaixou o livro de bolso que segurava, deixou-o na mesa de jantar e fitou o tabuleiro de xadrez. Apanhou o peão que se movera e analisou-o. Era uma peça de xadrez sofisticada, herança de seu pai, esculpida em marfim e plástico, com um pequeno imã circular de ferro na base. O tabuleiro possuía uma tampa de plástico, basculante. 

Queria deixar o jogo intacto, mas sabia como desmontar e montar qualquer dispositivo que as centenárias Nasa e Space X lhe apresentassem para testá-lo. Lembrou-se do computador quântico que haviam mostrado a ele na órbita da Terra e pensou do prazo de cinco horas que lhe tinham concedido, para desmontá-lo. E disseram que teria quatro horas para reconstruí-lo, peça por peça, depois de ser bem-sucedido ao desmontar o aparato.

Ele conhecia computadores quânticos. Uma vez, observara, durante seis horas, uma equipe montar, a partir do zero, de peças pré-fabricadas, um dos computadores quânticos que ele julgara ser um tanto simples, em comparação com o da nave. Ele era de última geração, capaz de executar tantos cálculos simultâneos quanto fossem o número de planetas, estrelas, cometas, asteroides e grãos de areia que existiam nos planetas do Sistema Solar e exoplanetas de fora do Sistema.

Seria fácil desmontar um jogo de xadrez computadorizado de bolso, tendo ele tido êxito completo no teste com o computador da Nasa. Em meia hora, conseguiu desmontar e montar o aparelho. Bateu com o punho na mesa, ao terminar de verificar a última microvoltagem que corria entre dois tensores e pensou:

“Nada! Nem um defeito na miserável placa microcondutora do jogo! Os circuitos de refrigeração estão em ordem e os de Inteligência Artificial estão funcionando”!

Ele foi até o painel de comando e testou todos os dispositivos eletromagnéticos por dentro da carcaça de pilotagem. Havia um perigo maior de a nave passar por um campo magnético de um asteroide desgarrado ou de um cometa eletrificado do que haver uma irregularidade no eletromagnetismo gerado por componentes que formavam seu centro de controle.

Pensou no computador da nave. Poderia ser ele... as flutuações nos “spins” dos elétrons eram improváveis, mas eles tendiam a variar um tanto, por vezes. Levou oito horas para desmontar o computador, tomando o devido cuidado de ativar um dispositivo de “backup” paralelo, antes de desligar as peças e circuitos a serem examinados. 

“Droga! É inexplicável”, pensou ele, vociferando com sua mente prodigiosa.

Conway entrou, nesse momento, na comporta estanque, fechou o acesso do dormitório a ela e premiu um controle, destravando a segunda passagem, que levava ao centro de controle. 

— Sonhei que você fazia uns barulhos metálicos, na nave.

— Estava certo, estou tentando identificar a causa de um fenômeno não explicável pelas leis da física, tal como as conhecemos — Carson respondeu à pergunta feita de modo enfático.

— Qual o problema? — o outro olhava boquiaberto para os aparelhos de medição que se encontravam sobre a mesa de jantar.

— Um peão resolveu passear pelo tabuleiro, há oito horas.

— As peças são imantadas. Poderiam ter se movido, devido a uma flutuação do campo eletromagnético dos instrumentos.

O capitão abanou a cabeça. Fez sinal para ele sentar-se.

— Digamos que desmontei e remontei tudo o que existia nessa nave, o computador, o painel de controle e o jogo de xadrez.

Conway fez um “hummm” bastante prolongado. Apanhou o tabuleiro e disse:

— Onde estamos, capitão? Perto do cinturão de asteroides, acima da eclíptica?

— Acabamos de passar pelo cinturão. Há oito horas, sobrevoávamos Ceres.

— Há uma base nossa em Ceres, Carson. Talvez tenha havido uma descarga de eletricidade colossal ou uma variação magnética de grande intensidade, no asteroide. Não custa nada contatar a base.

Carson olhou para o copiloto com desconfiança. Falou, entredentes:

— O giroscópio termiônico teria enlouquecido, para dizer o menor dos efeitos de tal explosão de energia. O instrumento é sensível, eu teria percebido isso.

— Bom, resta esquecer o incidente, capitão — ele balançou os ombros, concluindo: — Sem explicação!

Mesmo sem haver uma teoria convincente, Carson ficou de olho em todo ambiente, à medida que se afastavam do campo de asteroides e seguiam pelo espaço profundo. Tinha a impressão de que a explicação estava na ponta de seu nariz, mas perdera por uma fração de milímetro a causa. Poderia ser tanto física, como um problema biológico de seus sentidos. E, com relação a este último item, havia sombrias previsões na mente do capitão.

A nave era um mundo à parte. Possuía provisões de alimentos, espaço para até quatro pessoas conviverem por um ou dois anos no espaço, sem virem a apresentar alguma depressão ou psicose devido a um confinamento porventura claustrofóbico que fosse insuportável, ou mesmo havia um perigo zero de que colidissem com um corpo celeste, como um meteoro de boas proporções. A viagem havia sido computada de forma que havia pouca chance de isso ocorrer.

Chegaram em duas semanas a um ponto em que era possível avistar uma mancha cor de areia nas profundezas do espaço. Os anéis estavam invisíveis, daquele ponto em que a nave se encontrava, mas seriam vistos em um dia, no máximo. A tela de grafeno do computador e resolução em 20 K permitia que, na ampliação máxima, conseguissem enxergar Saturno com boa margem de exatidão.

— O que haverá em Titã, Carson?

— “O que nos é dado a saber”. Humpf, isso eu li aos nove anos de idade, de um escritor do século XX, se não me falha a memória.

— Pode ser algo mortal. Não se preocupa com isso?

— Você está falando asneiras, piloto. Como não detectamos algo hostil e belicoso, até o início dos preparativos para esta viagem? Como nossas estações espaciais de observação de Marte fizeram dessa descoberta algo assustador, com tanto atraso? E justo agora?

— Você está suando um pouco, capitão. Não está fazendo calor.

— Isso não é importante, Conway. Transpiro o dia inteiro, tenho propensão a perder líquidos. — o capitão virou a cabeça para o copiloto. — Você sabe disso. Viu meus relatórios médicos, como examinei os seus. Questão de segurança!

— Notei que você está com a gola do traje espacial manchada. 

— É o suor, Conway, tenho de lhe explicar tudo?

— Por que a raiva, capitão? Estamos prestes a descobrir se há vida no Sistema Solar ou se o que há em Titã é só um engano dos computadores astronômicos de Marte e da Terra. É motivo de festa, de alegria! Vamos abrir uma bebida.

Eles tinham algumas garrafas de champagne e de espumante italiano, no freezer. Conway bebeu à vontade, mas Carson conhecia seus limites. Era o de uma garrafa de vinho de sobremesa alemão, de baixa concentração de álcool. Mas o que bebiam provocaria sono irresistível, se eles se aproximassem da metade de uma garrafa de vinho.

— Ahh! Chega, Conway — reclamou o “velho” astronauta, quando o companheiro começava a entornar mais álcool em sua taça.

— Esse é um champagne da Francônia, Carson. A mais sofisticada bebida que nossas vinhas podem dar. O “terroir” é inigualável...

— Quero me manter acordado, Conway. Ei, você vai acabar com a garrafa? — notou o astronauta experiente — Temos de permanecer alertas, quando a nave chegar a cem mil quilômetros de Saturno!

Mas o copiloto de levantou da cadeira acolchoada de copiloto e andou, trôpego, até uma parte da parede, encostou a mão espalmada na reentrância e, do nicho que se abriu, tirou uma das armas de raios gama.

— Não se atreva, homem! Está sob custódia, largue essa arma! — gritou o capitão, pondo-se de pé e saltando. Segurou o punho do outro, no momento em que um disparo acinzentado atingia a poltrona de Carson, desfazendo-a como se fosse feita de areia e água. Um montinho viscoso restou da cadeira projetada para suportar e absorver acelerações de 20 Gs.

— Acabou, Conway, está acabado, tudo, para você! — falou com voz apertada o capitão, batendo o punho armado do companheiro de viagem na parede três vezes, até que ele soltou a pistola.

— Você não vai sobreviver a Titâ, capitão. Há “coisas” maldosas e letais, no satélite, que vivem de metano líquido e vivem de canibalismo entre sua espécie. Eu iria dar-lhe a chance de escapar a este mausoléu voador com dignidade. O que acha que farão conosco?

— Você verá. Agora, venha até o segundo dormitório, você vai passar uma temporada naquele lugar. — Carson empurrou o outro pela primeira comporta, passou pelo dormitório de Conway e entrou no seu próprio dormitório, entre o acesso aos dois dormitórios e a porta blindada de entrada no reator de fusão. Empurrou o homem perturbado para cima da cama, trancou o acesso entre os dois ambientes e voltou ao comando, passando pelo dormitório de Conway, onde dormiria na viagem de volta.

Ocorreu-lhe algo. Voltou ao antigo dormitório do homem tresloucado e revistou a bagagem pessoal do companheiro de viagem. Encontrou um aparelho em formato de ímã circular. Havia um interruptor na parte interna do círculo imantado, que o capitão tinha uma ideia para que servia. No controle, apontou o dispositivo para o jogo de xadrez e pressionou o interruptor. O peão do rei branco moveu-se duas casas à frente. Carson sorriu.  

Sentia calor, mas isso era mais obra da bebida, do que da luta. Ele era forte, aguentaria dez brigas como aquela sem reclamar. Mas tinha de guardar a garrafa e esquecê-la.

Saturno se aproximou a cinquenta mil quilômetros, ao fim de um dia. A nave seguiu a trajetória programada, desviando-se dos anéis por baixo e seguindo para Titâ. Ele é que era importante, o ponto no qual se deveria investir pesado. Era outro Marte, uma etapa extra a se conquistar.

O satélite de Saturno apareceu sob a nave, ao fim de uma aproximação de três horas. Não pareceu grande coisa para Carson, era mais uma rocha plantada na imensidão do Cosmos, que era e continuaria a ser vazio. Entre os espaços vazios, uma galáxia, uma nebulods, coisa de somenos.

Destravou as garras que mantinham a nave auxiliar presa à parte inferior da nave mãe. Colocou o capacete e abriu a comporta lateral entre o comando e o primeiro dormitório, e entrou na nave auxiliar, que permanecia junto ao casco da nave principal, sem encostar nele. 

Era um bólido compacto, mas funcional. Em seu módulo de controle, abriu o acesso ao lado de fora da nave e desligou o sistema de levitação supercondutora que mantinha o pequeno engenho afastado das paredes. A navezinha sacudiu-se, um veículo de exploração leve e ágil, e desceu. O espaço estava iluminado pela luz refletida de Saturno em Titâ. Carson precisava esperar dez minutos ou nem tanto. A programação da nave auxiliar a guiava de modo automático pela órbita da lua e, em minutos, o engenho cruzava a atmosfera do grande satélite.

Pousou em uma elevação, ao lado de um lago de metano líquido, e vasculhou os arredores. Não havia sinal de octópodes ou monstros siberianos que viriam do lago, nem de pterodáctilos de Titâ, atacando pelo ar em uma onda mortal. Carson poderia ter utilizado os instrumentos de detecção da nave mãe, mas uma boa olhada na superfície era adequada, muito mais.

Havia vento, mas pouco, no exterior. Carson abriu a comporta de saída e deu um passo no solo do planeta. Era areia pura, mas havia outros elementos em maior abundância que na Terra e outros em menor concentração. Voltou-se para o lago de metano. Caminhou até as margens e pousou a mão enluvada na superfície. O traje fora elaborado de tal forma que o líquido super-resfriado não afetou a mão do capitão. Ele levantou a vista para a imensidão líquida e voltou a cabeça para a nave auxiliar.

Entrou pela comporta e levantou voo. Não havia nada para se ver no satélite. Ele subiu até a atmosfera superior e entrou em órbita. Entrou na comporta de acesso da nave mãe e fechou-a, com um toque em uma tecla de acionamento do painel da navezinha. Saiu pela comporta, a nave auxiliar se estabilizando em ambiente levitacional, e ele entrou na comporta lateral. Penetrou no comando e acionou os retrofoguetes. Saiu de órbita, deixando Titâ e começando a acelerar a nave até quase a velocidade da luz. 

No satélite de Saturno, um tentáculo tateou as margens do lago de metano. A forma colossal tinha rastreado o visitante, mas o ser maciço era lento. Deixara Carson sair do planeta, ileso, pois fora incapaz de chegar até as margens a tempo. Afundou com lentidão, a superfície se abrindo e fechando com suavidade, bolhas subindo para a superfície.

O que se passava na mente de Conway era um desequilíbrio nas proporções das substâncias químicas que o compunham. O capitão, observando-o dormir no segundo dormitório, pensava como alguém de talento, na engenharia espacial, no posto de piloto e até em jogos de xadrez, seria capaz de matar. 

Isso ele deixaria para os médicos dissecadores de cérebro da Terra tirarem uma conclusão. 

“Assim vai para o Além mais um louco descontrolado... a Terra não precisa deles. Eles é que precisam da Terra”, concluiu Carson, ativando o jogo computadorizado de xadrez. Jogaria contra ele, nos períodos em que ficaria acordado. Olhou para os restos do assento acolchoado de Conway. “Teria sido eu, ou esta poltrona. Pois é, nem tudo sai conforme o previsto”, ocorreu-lhe, e começou a jogar a primeira partida, dessa vez acionando o controle de tempo do computador enxadrista.


*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
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