O Grande Gênio Tim Burton, por Ademir Pascale

Por Ademir Pascale Timothy William Burton (Tim Burton), nasceu em Burbank, na Califórnia, no dia 25 de agosto de 1958. Burton foi um garoto...

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sábado, 26 de junho de 2021

Um papo com Manoel Baruque, autor do livro "Como vencer sem vencer a preguiça"


Manoel Baruque é viajante de longa estrada. Mas não é caminhoneiro. Trabalha há muitos anos como Avaliador de Penhor da CAIXA. Também é desenhista gráfico, profissão que está em segundo plano, atualmente. Escreve prosa e verso desde sempre, mas escreveu o primeiro livro em 2012, intitulado “EU ROUBEI A JULES RIMET, A HISTÓRIA COMO DEVERIA SER”. Após, lançou uma segunda edição, mais completa. Com a mesma receita “humor crítico”, temperada com poesia, publicou, agora, “COMO VENCER SEM VENCER A PREGUIÇA”. Em sua profissão, avalia metais nobres, diamantes... mas os seus verdadeiros tesouros são a esposa Anélia e o filho Gabriel. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Manoel Baruque: O meu início no meio literário foi em minha adolescência. Mas não publiquei nada. Está tudo guardado. Um dia, quem sabe, darei uma chance àquele adolescente. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Como vencer sem vencer a preguiça". Poderia comentar? 

Manoel Baruque: Difícil comentar a própria obra. Em suma, o livro mostra a importância do preguiçoso e da preguiça na vida de todos nós, para frear o mundo em que vivemos, que vai desgovernado. É uma salada crítica, com o sal do humor e o açúcar da poesia. Diversos temas são abordados, incluindo política, espiritualidade, força do pensamento positivo... 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Manoel Baruque: O livro foi escrito em pouco tempo. Talvez, dois meses. Depois, fiz revisões e acrescentei detalhes. Por sinal, o livro mostra que estão nos detalhes as respostas e que o preguiçoso, por ir devagar, consegue observar e refletir sobre os detalhes. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Manoel Baruque: Difícil destacar. Mas vou colocar um trecho que coloquei na orelha do livro: “O preguiçoso freia o tempo com o próprio tempo, da mesma forma que freia os contratempos com os próprios contratempos. Não se pode evitar a passagem do tempo ou dos contratempos. Mas se pode frear”. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Manoel Baruque: Por ora, o livro pode ser adquirido no próprio site da editora: www.autografia.com.br/produto/como-vencer-sem-vencer-a-preguica , e nos links das livrarias no final da entrevista. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Manoel Baruque: Sim, pretendo lançar uma terceira edição do livro “Eu roubei a Jules Rimet - A história como deveria ser”, acrescentando final surpreendente... 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Comédias da Vida Privada

Um (a) autor (a):  Luis Fernando Veríssimo

Um ator ou atriz: Woody Allen

Um filme: O Dorminhoco

Um dia especial: 30/02/2021 (Onde tudo pode acontecer...) 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Manoel Baruque: A preguiça é a nossa força propulsora. 

PARA ADQUIRIR O LIVRO, ACESSE:

https://www.submarino.com.br/produto/3326991861?pfm_carac=3326991861&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page 

https://www.americanas.com.br/produto/3326991861

https://www.amazon.com.br/Como-vencer-sem-pregui%C3%A7a/dp/6559435865/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=9786559435869&qid=1623761143&sr=8-1

https://www.autografia.com.br/produto/como-vencer-sem-vencer-a-preguica/

OBS.: o link do ebook estará disponível a partir do dia 07/07 no site da livraria Autografia http://www.autografia.com.br

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quarta-feira, 7 de abril de 2021

Descubra quais são as vantagens e desvantagens dos livros de autoajuda


Muita gente se pergunta sobre as vantagens e desvantagens dos livros de autoajuda. Os livros da categoria surgem como instrumentos poderosos na evolução dos aspectos sentimentais, profissionais e até mesmo no lado físico da vida de alguém. Já que são recomendados para elevar autoestima e o bem-estar. 

Os textos possuem expressões fortes, envolventes, que estimulam a transformação de hábitos que antes causavam estagnação. Esta superação de obstáculos culmina em certa independência financeira, afetiva, social e etc. Com a quarentena em vigor, quadros de ansiedade e depressão pioraram. Algumas pessoas viram a vida mudar após perdas familiares, falta de dinheiro e questões de saúde.

Frente ao cenário, o ano de 2020 indicou que os títulos de autoajuda foram os mais vendidos em todo o Brasil. Entre as obras mais solicitadas aparecem: "Ágape" (Padre Marcelo Rossi), “O Milagre da Manhã” (Hal Elrod), “Decida Vencer” (Eduardo Volpato), entre outras. 

Mas, será que este tipo de leitura produz mecanismos úteis a médio e longo prazo? Que efeitos positivos e negativos tem a escrita que dita o autoconhecimento? Descubra quais são as vantagens e desvantagens dos livros de autoajuda.

O que é um livro de autoajuda?

Estamos falando de um dos gêneros de literatura mais consumidos no país. E, embora isso tenha se intensificado no último ano, a venda dos livros de autoajuda já sinalizava a busca por títulos confiáveis que forneçam práticas mais saudáveis.

Isso porque o livro de autoajuda é uma narrativa que provoca reflexões profundas sobre temas contemporâneos. Apontando um conjunto de estratégias direcionadas ao contexto de quem lê. A partir disso, os autores promovem a própria experiência na escrita para mostrar como seus conselhos podem ser úteis. 

As referências de mudança geralmente se relacionam com elementos centrais da experiência humana. Como no âmbito profissional, sentimental, vida social, espiritual e econômica. Cabe ao leitor efetivar as propostas do livro, acreditando na filosofia, nas técnicas de psicologia explícitas e na experimentação de quem escreveu. 

No entanto, até que ponto o guia de autoajuda pode trazer sucesso? Quais são as vantagens e desvantagens desses livros? Confira!

Vantagens dos livros de autoajuda

Visualizar novas trajetórias

Na maioria dos casos, o leitor pretende vencer seus desafios pessoais ao adquirir um exemplar. Já que vê em seu caminho problemas complexos que requerem apoio de especialistas. Ou apenas conselhos para aprimorar suas habilidades.

Os livros de autoajuda oferecem novas trajetórias para que o indivíduo recalcule suas atitudes. A fim de reproduzir os métodos que funcionaram na descoberta do escritor, isto é, diminuindo suas dores de batalha. O que é muito bom na hora de superar as adversidades.

Encontrar o lugar a que pertence

É normal se sentir perdido em áreas específicas, como a profissional, a emocional ou espiritual. Sempre haverá alguém que não sabe qual profissão escolher, qual disciplina priorizar, como se comportar perante outras pessoas ou como lidar com suas crenças. Seja no campo da amizade, relacionamento conturbado, desentendimento familiar, etc.

Encontrar o lugar a que pertence pode ser mais difícil do que se imagina. Por este motivo, os títulos propõem uma jornada de autoconhecimento, esclarecendo as principais dúvidas do ser humano. Com o intuito de “validar” sua passagem pelo mundo, aproximando-se da realização individual.

Iniciar o processo terapêutico

Os quadros mais graves de ansiedade e depressão devem ser tratados junto a profissionais de saúde, como os psicólogos. Alinhado ao que prescrevem, os livros de autoajuda contribuem para iniciar o processo terapêutico de cura.

A leitura por si só já é considerada um escape para reduzir estresse, crise de ansiedade, desânimo e transtornos. Se tratando de obras especializadas nestes assuntos, o leitor procura auxílio imediato através da literatura.

Desvantagens dos livros de autoajuda

Exagerar na confiança em cima dos escritores

Nunca se esqueça: os escritores também são seres humanos propensos ao erro. Obviamente, as dicas apresentadas nos livros podem ser úteis no contexto em que o leitor se encontra. Porém, vale ressaltar que assim como alguns passos podem levar à vitória, outros caracterizam fracassos inesperados.

Até mesmo autores de guias financeiros tendem a falir em algum momento. Nas variadas conjunturas da vida, tudo pode acontecer. Sendo assim, mesmo executando novas práticas, não renuncie ao bom senso.

Levar tudo ao pé da letra e não reconhecer limites

Superar os medos que a existência humana impõe não significa passar por cima de tudo. Muito menos de qualquer maneira. O grande erro de quem lê autoajuda é levar tudo ao pé da letra, não reconhecendo alguns limites.

Para ser invencível você não precisa se colocar em altíssimo risco por livre e espontânea vontade. Uma pessoa que deseja ser mais forte, mais resistente, não deve reagir a um assalto, por exemplo. Tampouco pular de paraquedas sem qualquer tipo de instrução apenas tentando dominar o medo de altura. Ter conhecimentos específicos também é fundamental para realizar certas atividades.

Por isso, lembre-se sempre: a literatura de autoajuda tanto pode ajudar como pode atrapalhar. Vença de maneira consciente, sem ignorar todo tipo de consequência.

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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Queridinhos da Quarentena: livros de autoajuda lideram o ranking de leitura

Plataforma de e-books mostra que brasileiro está em busca de autoconhecimento e esperança

Se existe um hábito que se fortaleceu ainda mais durante o período da pandemia é o da leitura. O Skeelo, maior plataforma de e-books do país, comprova essa movimentação em números. Em março, período que marcou o início do isolamento social, o aplicativo registrava um pouco mais de 10 milhões de assinantes. Em julho o número de usuários ultrapassou a casa dos 21 milhões.

No ranking dos e-books mais baixados estão os títulos de autoajuda. “Acredito que esses conteúdos conquistaram seu espaço pois muitos leitores enxergaram no livro um verdadeiro aliado da saúde mental”, afirma Rafael Lunes, sócio do Skeelo.

Confira o ranking dos 10 e-books mais baixados:

    “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg (Companhia das Letras)
    “A História do Mundo para quem tem Pressa”, de Emma Marriot (Valentina)
    “Mindset: A nova psicologia do sucesso”, de Carol Dweck (Companhia das Letras)
    “Agir e Pensar como um Gato”, de Stéphane Garnier (Valentina)
    “Escravidão – volume I: Do primeiro leilãode cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares”, de Laurentino Gomes (Globo Livros)
    “Desbloqueie o poder da sua mente”, de Michel Arruda (Gente)
    “O dilema do porco-espinho”, de Leandro Karnal (Planeta)
    “Sonhos e disciplina: Transforme seus projetos em realidade”, de Augusto Cury (Gold 360)
    “Proteja sua emoção: Aprenda a ter a mente livre e saudável”, de Augusto Cury (Gold 360)
    “Clássicos do Mundo Corporativo”, de Max Gehringer (Globo)

O Skeelo atualmente é disponibilizado como benefício aos clientes de telefonia pós-paga das operadoras Claro, TIM, Oi, Nextel e Algar Telecom e também tem parceria com o Banco do Brasil e empresas de TV por assinatura. O grande diferencial é que a ferramenta oferece um título best-seller a cada 30 dias, sendo possível a troca prévia, de acordo com o interesse pessoal de cada leitor. O catálogo inclui mais de 1000 títulos disponíveis.

Serviço
Plataforma de e-books Skeelo - www.skeelo.app
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Lançamento do livro "A Gente Vai Morrer Mesmo", de Jeferson Biela e Maria Formosinho

Jeferson Biela e Maria Formosinho - Foto divulgação
A Gente Vai Morrer Mesmo é uma verdade suprema, indiscutível e libertadora. Uma filosofia poderosa que transforma vidas banais em aventuras emocionantes. Junto com a Maria, a minha fiel companheira de loucuras, mandamos tudo às favas para mergulhar de cabeça nesse delírio.

A obra trata disso: da forma como os autores Jeferson Biela e Maria Formosinho conseguiram se libertar de tudo o que já não era mais útil em suas vidas. Ambos venderam o que tinham, largaram seus empregos, casa, conforto, segurança... Deram um grande adeus à velha vida e abraçaram com toda a força as novas e incríveis experiências que surgiam.

Assim, alguns anos e aventuras depois, nasceu este livro, que está longe de ser um simples diário de viagens ou algo do gênero "auto-ajuda". Ele também não trata das grandes verdades da vida e muito menos te mostrará o caminho exato a seguir. Como os próprios autores comentam:

"Fizemos tudo o que deu vontade de fazer. Todas as viagens, todas as experiências e aventuras loucas. Tudo o que vinha à mente. Tudo mesmo. Sem medo. Sem a preocupação de reservar hotéis ou comprar passagens com antecedência. Cada decisão tomada era fruto de um devaneio momentâneo. Olhar uma placa na rodovia com uma vaca era um "sinal" de que "deveríamos" ir para a Índia, assim como perceber uma figura de um canguru na mochila de alguém era um "chamado" para ir morar na Austrália. Víamos "sinais" em qualquer coisa. Tudo era um pretexto para pegar a estrada."
Jeferson Biela e Maria Formosinho - Foto divulgação
Seja em rituais com as tribos indígenas da Amazônia, perdendo as unhas no Caminho de Santiago de Compostela, meditando e testando os anticorpos no caos da Índia, sofrendo os efeitos do ar rarefeito em uma montanha no Chile ou ainda experimentando um jejum prolongado de quase um mês em uma ilha deserta no Brasil, foram seis anos vividos intensamente, sempre arriscando tudo. Mas confiantes de que definitivamente ninguém morre antes da hora.

A Gente Vai Morrer Mesmo está disponível para venda nos sites:
www.a-gente-vai-morrer-mesmo.webnode.pt
www.jefersonbiela.com
www.aconchego.online
 

* Faz parte da coleção os ebooks Ayahuasca – o Chá Sagrado, Aconchego Divino, Aconchego Criativo, Alegre Seu Dia e este, A Gente Vai Morrer Mesmo, além de alguns outros conteúdos e links com fotografias.
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Em entrevista, Olivério Borges comenta sobre o livro "Faça Valer a Pena" (Drago Editorial)

Oliverio Borges de Lima Neto, nasceu em 14 de Junho de 1964, em Terra Roxa que fica no oeste do estado do Paraná. Filho de pequenos agricultores, sempre foi um sonhador e está sempre em busca de conhecimentos. Apaixonado por orquídeas, tem uma pequena coleção. Hoje Oliverio mora em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba PR. Exerce a função de Gerente Administrativo e sua leitura preferida são os livros de autoajuda.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Olivério Borges: Sou uma pessoa que gosta muito de ler e acredito que foi isso que me levou a escrever. Comecei a escrever aos 49 anos de idade, e quando falei para minha família e amigos que meu sonho era escrever um livro, eles riram e não acreditaram, este gesto fez com que eu me enchesse ainda mais de coragem para ir em busca do meu sonho. Eu sabia que queria escrever sobre o ser humano, mas não sabia por onde deveria começar. Eu queria escrever um livro do qual se as pessoas não gostassem não precisaria lê-lo inteiro, foi onde optei a escrever por temas. Abordei trinta e quatro temas voltados ao ser humano e caso a pessoa prefira poderá pular para outro capítulo e ler outro tema que lhe chame mais atenção.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Faça valer a pena” (Drago Editorial). Poderia comentar?

Olivério Borges: "Faça Valer a Pena" é um livro de autoajuda que escrevi com muito carinho para todos que gostam de ler um bom livro e tirar algum proveito para sua vida. Nele falo das mudanças do mundo atual, o que está acontecendo com o ser humano, com a família, a falta de ética das pessoas, que não devemos ficar parados no tempo, não devemos deixar de sonhar, dentre outros temas que tenho certeza que o leitor vai gostar.  

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Olivério Borges: cada tema abordado eu escrevia o que pensava sobre o assunto, ou algumas coisas que já tinha lido em alguns livros, e depois pesquisava na internet para ver se o que eu tinha escrito era correto e com isso sempre descobria algo bom do qual tinha escrito e que serviria para concluir os meus pensamentos.
    Devido meu trabalho, meu tempo para escrever é pouco, então foram quase três anos para deixar o livro totalmente pronto.   

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do qual você acha especial em seu livro?

Olivério Borges: fica difícil colocar apenas um trecho do livro, devido ele ser escrito por vários temas e cada um tem aquele momento que o assunto fica mais interessante, mas um que eu gosto está no segundo tema “Família” que diz: “Hoje a família está distante. O diálogo entre pais e filhos, esposa e marido quase não acontece mais, devido a grandes mudanças. O computador, o celular, o vídeogame e a televisão têm mais valor que as pessoas da casa. Elas estão embaixo do mesmo teto, mas distantes entre si.”

Este também: “O importante não é vencer todos os dias, mas é preciso lutar para vencer a si próprio, e essa será a sua maior vitória.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir um exemplar do seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Olivério Borges: A distribuição e comercialização da Obra pela EDITORA dar-se-á em território nacional e internacional, através das maiores lojas virtuais do Brasil e do mundo (Livraria da Travessa, Martins Fontes, Livraria Cultura, Livrarias Curitiba, Saraiva, Casas Bahia, Ponto Frio, Extra, CDiscount, Walmart, Shoptime, Americanas, Submarino, Amazon, Amazon Kindle, Google Play, Apple, Kobo etc...). 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Olivério Borges: Sim, já estou na vigésima nona página do segundo livro, cuja o nome será “Família - O pilar de sustentação”

Perguntas rápidas:
Um livro: O Vendedor de Sonhos (Augusto Curi)
Um (a) autor (a): Mario Sergio Cortela
Um ator ou atriz: Antonio Fagundes
Um filme: O Amor é Contagiante (Patch Adams)
Um dia especial: São dois 09/12/91 e 21/06/2000, o nascimento dos meus filhos

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Olivério Borges: Sim, uma frase minha, que diz; “existe um ditado popular que diz: a cruz que carrego é muito pesada, mas todas as cruzes da humanidade tem o mesmo peso, você é quem precisa saber como carregar a sua”.

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