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domingo, 8 de dezembro de 2019

Cepe ganha 3 prêmios de design


Jornal literário Pernambuco, editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), recebeu três prêmios Brasil Design Awards 

A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), através de seu jornal literário Pernambuco, abocanhou pela primeira vez três prêmios na nona edição do Brasil Design Awards 2019. Realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), trata-se da maior e mais importante premiação do design nacional, considerada referência para profissionais do setor. 

O Suplemento Pernambuco foi premiado na categoria Design Editorial pelas capas Vidas Secas (setembro), Nordeste, Onde? (março), e Por que Ler Juntos? (janeiro). "A publicação vem ganhando projeção nacional pela qualidade do conteúdo. Ganhou novo projeto gráfico desde que passou a ser comercializado à parte do Diário Oficial do Estado, e é editado mensalmente por uma equipe muito boa de diagramadores", diz o diretor de produção e edição da Cepe, Ricardo Melo. O Suplemento Pernambuco foi criado em 2007. Para Ricardo, as premiações configuram mais um reconhecimento pelo trabalho que a editora vem desenvolvendo em seus periódicos e livros. 


"Essa premiação mostra a preocupação do Suplemento Pernambuco com o design, que é uma das nossas marcas desde o início. A valorização do designer, do fotógrafo e do ilustrador é um ponto central para a gente. Sem isso, estaríamos contando a história pela metade", esclarece o editor do Pernambuco, Schneider Carpeggiani. 

Metade das cerca de 36 páginas do Suplemento Pernambuco são dedicadas às ilustrações. "Muitas vezes abordamos os mesmo assuntos de formas diferentes, em edições distintas, pois a abordagem é diferente. E o que diferencia graficamente é a arte, o design. A literatura é subjetiva; e a ilustração também tem que ser. A imagem não vem para apoiar o texto. Ela é independente do texto", declara a diagramadora Hana Luzia.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Da20 Cenografia conquista Prêmio Mauricio de Sousa

Fabiane Maimone, Mauricio de Sousa e André Cruz - Foto divulgação
Empresa leva estatueta com o projeto Pac Man para a Game XP, primeiro gamepark do mundo, na categoria Design

A Da20 Cenografia foi uma das vencedoras do Prêmio Mauricio de Sousa, na categoria Design, com a atração Pac Man, projeto realizado para o primeiro gamepark do mundo. O resultado foi divulgado durante o Adibra International Networking, evento da Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra), que contou com o apoio do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), realizado no dia 19 de novembro, no Hard Rock Cafe, em Orlando, na Florida (USA). A Da20 Cenografia levou uma estatueta, criada pelo desenhista Mauricio de Sousa, e um certificado de participação.

Divertida e interativa, a atração vencedora é uma reprodução em tamanho real do jogo queridinho dos anos 80 (Pac Man), e foi o cenário perfeito para os fãs viverem as aventuras como Pac Man e, claro, como fantasminha também. Uma série de lâmpadas circulares foram instaladas ao longo do circuito com programação tecnológica para apagarem ao entrarem em contato com a pulseira do Pac Man. Enquanto os participantes comem as vitaminas ao apagar as lâmpadas, os fantasminhas correm atrás do Pac Man, num grande jogo de pega-pega! Luzes de led azuis e vermelhas se alternam no topo do circuito, por meio dos sensores RFID presos aos coletes dos participantes, e denunciam quando os fantasminhas vencem. Tudo isso é acompanhado pelo grande público por um telão, o que torna o jogo ainda mais animado! “A DA20 sente-se orgulhosa em ter conquistado esse prêmio porque reforça a qualidade do trabalho executado pela nossa empresa”, revela o sócio diretor da empresa, André Cruz.

Prêmio Mauricio de Sousa

Idealizado pela Adibra, com o apoio da Mauricio de Sousa Produções, e com um total de quatro categorias -, Criatividade, Design, Inovação e Projeto Inédito –, o prêmio foi criado com o objetivo de incentivar e reconhecer o desenvolvimento e a implantação de atrações e os produtos com conteúdo e visual de qualidade em parques de diversões e Family Entertainment Centers (FEC´s) brasileiros.

A análise dos trabalhos foi realizada por um grupo de jurados, formado por renomados e talentosos profissionais do setor de comunicação, o publicitário Luiz Iria, o designer Glauco Diógenes e o desenhista e artista plástico Vermelho Steam, que se manifestaram orgulhosos com a qualidade dos projetos apresentados.

Sobre a DA20

A DA20 foi fundada em 2000 em Salvador por André Cruz, um baiano multifacetado, considerado a enciclopédia viva da cenografia. Dono de um repertório inacreditável de técnicas e possibilidades de materiais, André propõe soluções inusitadas e apaixonantes.

Em 2014 o encontro profissional entre André Cruz e Fabiane Maimone, também baiana, responsável por contratar a Da20 para um projeto com a Mauricio de Sousa, resultou em um casamento perfeito que ultrapassou a relação de contratante x contratado; juntos encararam a missão de construir o Parque da Mônica e mudar de vez a empresa da Bahia para São Paulo.

A partir daí, outras forças foram somadas à equipe e Amanda da Mota também arrumou as malas e mudou-se de vez para a terra da garoa – aumentando a cota de dendê da firma. Formado o time de técnicos, foi escalado uma equipe de primeiríssima linha com pintores de arte, marceneiros, serralheiros, escultores, cenotécnicos e laminadores que dão conta de executar todo e qualquer tipo de cenário. A DA20 não só executa, mas planeja e cria brilhantemente os projetos.

Sobre a Adibra

A Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra) foi criada em 1989 com o apoio e o incentivo da IAAPA - International Association of Amusement Parks and Attractions - e hoje reúne os mais importantes parques do Brasil. Atuam voluntariamente no Conselho Administrativo da Adibra profissionais do ramo que objetivam fortalecer o setor, sustentando o crescimento do entretenimento nacional. Outras informações sobre a entidade podem ser obtidas pelo site www.adibra.com.br.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Clementina Duarte: a joia brasileira do design mundial

Clementina Duarte, Brasília, 2005. Foto Tico Fonseca
A Cepe Editora, em nome do governo de Pernambuco, presta homenagem à artista com lançamento do livro Clementina Duarte: 50 anos de Arte e Design, dia 6 de dezembro, no Museu do Estado (Mepe)

Grande nome do design de joias brasileiro, Clementina Duarte é conhecida e reconhecida no mundo inteiro por suas criações inovadoras produzidas há cinco décadas.  Em homenagem ao trabalho da pernambucana radicada em São Paulo, a Cepe lança o livro-catálogo Clementina Duarte: 50 anos de Arte e Design, dia 6 de dezembro, às 19h, no Museu do Estado, nas Graças.

Com 344 páginas, a obra bilíngue traz mais de 200 fotografias das preciosas, premiadas e famosas criações de Clementina, expostas no mundo inteiro, encomendadas e usadas por anônimas, princesas e rainhas. Já criou joias de casamento da Princesa de Abu-Dhabi; para a então primeira-dama da França, Danielle Miterrand; para a Rainha Elizabeth II; para a primeira-dama da Rússia Lyudmilla Putin; e para a senadora Hillary Clinton. Mas a maioria das clientes da designer são suas conterrâneas.

Por isso a turnê brasileira de lançamento do livro começa no Recife, com direito a exposição de fotos das joias, sob curadoria da crítica de arte paulistana Ana Cristina Carvalho, que também escreve no livro, ressaltando a incessante busca de Clementina pela pesquisa de técnicas e materiais e pelo apuro e rigor do design. "Essa produção internacional e atemporal expressa a elegância e a tradição da ideia de beleza clássica do seu requintado trabalho e procura responder aos desejos e sonhos das princesas e rainhas do imaginário das mulheres do mundo", define Ana Cristina.

O livro também traz bibliografia, cronologia e textos selecionados pelo marido de Clementina, Nelson dos Anjos, escritos por especialistas e escritores como Gilberto Freyre, a jornalista americana Cynthia Unninayar, editora-chefe da publicação americana International Jeweler Magazine, e dos arquitetos Oscar Niemeyer e Charlotte Perriand - criadora do mobiliário de Le Corbusier. Esses dois últimos inspiraram e incentivaram Clementina a se tornar designer de joias e a se inspirar no Modernismo quando ainda era estudante de Arquitetura, profissão que deixou de lado para se dedicar à joalheria. 

Nascida no Recife em 1941, já desenhou mais de seis mil joias, sendo a maioria delas exclusivas. Graduada e pós-graduada em Arquitetura, Clementina descobriu o Barroco nas igrejas e o Modernismo em Brasília.  "Em 1966, viajei para a França com uma bolsa de estudo do Governo Francês, para estagiar nas cadeiras de Estética, História da Arquitetura Medieval e Design. Este foi o curso mais importante para minha formação", confessa a designer, que também se inspira na cultura francesa e na exuberante natureza brasileira

E assim brincos, colares, aneis, broches, pulseiras e até joias de vestir têm adquirido formas ora ousadas, ora delicadas, feitas com fios de ouro, prata, diamantes, turquesas, ouro branco, amarelo, rubis, topázio, pérolas, tanzanita, rubelita e morganita. Em 1967, o estilista Pierre Cardin já tinha caído de amores pelas obras de Clementina e, pela primeira vez, a joia moderna se aliava à moda. 
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