Resenha da série Altered Carbon (NetFlix), baseada no livro de mesmo título, por Ademir Pascale

SOBRE O LIVRO: Carbono alterado é o eletrizante thriller de ficção científica que inspirou a série da Netflix. No século XXV, a humanidade ...

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Ligia Camolesi e seu trabalho como ilustradora e designer, por Cida Simka e Sérgio Simka

Ligia Camolesi - Foto divulgação

Fale-nos sobre você.

Meu nome é Ligia Camolesi, tenho 23 anos e moro em São Paulo. Me formei em Design pela ESPM em 2020, e atualmente trabalho como ilustradora free-lancer, além de designer em uma startup de saúde. O desenho e as histórias sempre foram uma parte especial da minha vida, pois quando era criança já adorava escrever e ilustrar meus próprios livrinhos à mão. Os anos se passaram e continuo fazendo a mesma coisa... :)

ENTREVISTA: 

Fale-nos acerca dos livros que ilustrou e sobre o seu livro. O que a motivou a escrevê-lo? 

O livro mais recente que ilustrei, "Me chamem de Daniel, porque Daniel é o meu nome", foi escrito pela autora Elizângela Teixeira e publicado pela editora Bambolê. O livro conta a história de Daniel, um menino autista de 14 anos, que nos traz diversas reflexões sobre as coisas que nos definem, e aquelas que não nos deveriam definir. Sobre as pequenas coisas da vida, que muitas vezes nos parecem simples, mas que têm um grande significado para Daniel. O livro "O menino pescador e o dragão", lançado pela editora Polo, também conta com minhas ilustrações. 

Além destes, tenho um livro ilustrado de minha autoria, mas não publicado, chamado Vovó. Inspirado na minha própria infância, ele conta a história do laço de amizade entre uma menina e sua avó, que vivem muitos momentos especiais juntas, mas que em um momento têm que se despedir. O livro pode ser conhecido aqui: https://www.ligiacamolesi.com/livro-vovo

Você é ilustradora e designer. Fale-nos sobre seu trabalho.

Como ilustradora, minha especialidade são as técnicas tradicionais: aquarela, lápis de cor, pastel, colagem, paper cutting, entre outras. A área que eu mais gosto de ilustrar é a de literatura infantojuvenil. Adoro histórias que envolvem fantasia, imaginação, aventuras, amor e natureza. Já ilustrei dois livros que foram publicados, e atualmente estou trabalhando no terceiro, que será publicado pela Saíra Editorial. Desenvolvi também outros livros, que ainda não foram publicados: o "Meu Livro de Poesias", o "Vovó”, o "Qual animal você mais gosta" e o "Willodhy e o Cristal Encantado"

Criei também capas de livros clássicos em paper cutting, que podem ser vistas aqui: https://www.ligiacamolesi.com/capas-de-livros-papercut.  

E uma série de capas de livros para a coleção "O Mundo de Jane Austen", que será publicada pela editora Novo Século este ano. 

Como designer, eu crio projetos gráficos para livros (entre eles, posso citar o livro "Me chamem de Daniel, porque Daniel é o meu nome"), faço diagramações, crio artes para redes sociais, embalagens, identidades visuais, cartazes, materiais corporativos, entre outros. Você pode conhecer meu trabalho de design aqui: https://www.ligiacamolesi.com/design

O que tem lido ultimamente?

Atualmente estou lendo o livro "O Caminho do Artista" de Julia Cameron, que é um guia para estimular a criatividade.  Recentemente, li também a bela graphic novel "A Chegada" do autor e ilustrador Shaun Tan, que narra com lindas imagens a história de vários imigrantes que se veem obrigados a fugir para um país desconhecido. Li também recentemente "O Príncipe Feliz", um belo conto infantil de Oscar Wilde, ilustrado por Maisie Paradise Shearring. 

Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho? 

O livro "Me Chamem de Daniel, porque Daniel é o meu nome" pode ser adquirido neste link:

https://linktr.ee/editorabambole

Para saber mais sobre mim e sobre o meu trabalho, você pode acessar meu site: https://www.ligiacamolesi.com/, ou visitar meu instagram: https://www.instagram.com/ligiacamolesi/


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020) e O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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terça-feira, 27 de março de 2018

Instituto Sergio Rodrigues lança livro que reúne artigos e crônicas do mestre em revistas dos anos 50 e 60

Foto divulgação
A publicação revela uma faceta pouco conhecida de Sergio Rodrigues, a de escritor, abordando também suas criações como arquiteto

O Instituto Sergio Rodrigues lança, no início de abril, o livro bilíngue Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues. A obra, a primeira publicação independente do Instituto, é fruto de uma vasta pesquisa em seu acervo, com foco na produção intelectual produzida pelo próprio Sergio, que revela uma faceta pouco conhecida da sua personalidade: a de pensador e cronista. Com número limitado de edições impressas, a versão digital do livro será disponibilizada gratuitamente para download no site da instituição a partir do dia 31 de março.

A coletânea reúne textos selecionados, publicados nas revistas Módulo e Senhor nas décadas de 50 e 60, em que Sergio se expressa com descontração e informalidade. Ele começou a escrever para a Módulo em 1958 – especializada em arquitetura e artes plásticas, a revista contava com ninguém menos que Oscar Niemeyer como diretor-responsável. Nela, Sergio traça alguns caminhos que marcaram o surgimento de uma reflexão conceitual inovadora na junção de arquitetura e de design. Alguns anos mais tarde, o designer e arquiteto foi convidado a contribuir regularmente para a Senhor, periódico que reunia os maiores nomes da cena cultural daquela época, onde teve o desafio de atrair o interesse do público masculino, através de crônicas bem-humoradas, para a arquitetura de interiores – expressão que Sérgio preferia, por considerar mais abrangente que o termo decoração.

A obra tem curadoria de Afonso Luz, membro do Conselho-Curador do Instituto, filósofo e crítico de arte, que também assumiu a tarefa de contextualizar o recorte de tempo para a composição do livro, apresentando referências, notas e ensaios críticos, que acrescentam uma visão atualizada sobre o alcance das crônicas de Sérgio Rodrigues e o apresenta como uma figura que vai além do modernismo, sendo de grande importância no cenário cultural do Brasil. Já a apresentação ficou a cargo de Fernando Mendes, designer e presidente da instituição.

O volume traz ainda fotografias históricas e reproduções de croquis de mobiliário e arquitetura de interiores de Sergio Rodrigues, publicados nas respectivas revistas, que são sinalizados com a localização dos arquivos originais dentro do Instituto Sergio Rodrigues e abertos para consulta pública. A expressão “Fortuna Crítica”, aliás, foi escolhida por fazer jus ao livro: é um termo acadêmico para a compilação de textos críticos de terceiros ou do próprio autor sobre sua obra.

Além dos textos, o livro apresenta encartado um fac-símile do catálogo da exposição que Sergio Rodrigues fez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1960, chamada "Casa individual pré-fabricada", em que apresentou um dispositivo habitacional flexível e de livre composição espacial - uma ideia revolucionária para a época -, que deveria ser customizado pelo morador. Com texto crítico do jornalista e crítico de arte Mario Pedrosa e projeto gráfico do designer Goebel Weyne, figuras expoentes à época, o formato quadrado do catálogo histórico serviu de base para a versão impressa do livro Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues.

Segundo Fernando Mendes, o propósito da publicação é estimular diversas ações institucionais ligadas à difusão e à compreensão da obra de Sergio: “trata-se de alguém que nos deixa um legado muito maior que o do designer elogiado e premiado como criador da poltrona Mole”.

SERVIÇO:
Fortuna Crítica | Sergio Rodrigues
Realização: Ministério da Cultura
Patrocínio: Itaú
Apoio: Itaú Cultural
Organização: Instituto Sergio Rodrigues
Curadoria: Afonso Luz
Design visual: Sonia Barreto
Bilíngue – português/inglês
341 páginas
Preço: R$100 – disponível na sede do Instituto Sergio Rodrigues e nas livrarias Blooks, do Rio de Janeiro e São Paulo.

Download gratuito do livro em PDF no site: www.institutosergiorodrigues.com.br

Sobre o Instituto Sergio Rodrigues:
Fundado em outubro de 2012 no Rio de Janeiro, sediado no estúdio onde Sergio trabalhou entre 1972 e 2014, o Instituto Sergio Rodrigues é uma associação sem fins lucrativos que tem por objetivo preservar o acervo do arquiteto-designer e disponibilizar o conjunto de sua obra para o público em geral e para estudantes e profissionais dessas áreas, bem como promover e incentivar o conhecimento e o diálogo sobre a arquitetura e o design brasileiros.

Com o patrocínio do Itaú e realização do Ministério da Cultura inúmeros desenhos, projetos e documentos relativos à vida e obra de Sergio Rodrigues foram tratados, catalogados e digitalizados. Até o fim de 2017 foram inventariados cerca de 30 mil itens, um acervo que inclui ainda obras inéditas, croquis pouco conhecidos e referências que revelam e explicam a dimensão de seu trabalho. Todo esse tesouro, tirado de gavetas e desenrolado dos canudos, está disponível gratuitamente através do site do Instituto Sergio Rodrigues e de um banco de dados para pesquisadores: www.institutosergiorodrigues.com.br
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