Stephen King e Stanley Kubrick: livro e filme "O Iluminado" (The Shining), por Ademir Pascale

Jack Nicholson O nome de um é Stanley Kubrick, do outro Stephen King, o título do longa é "O Iluminado". Com o nome destes...

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sábado, 27 de outubro de 2018

Tempo, saudade e privacidade na era das fake news no novo livro de Sadi Nunes

Sadi Nunes - Foto divulgação
O professor, advogado e radialista toledano Sadi Nunes, lançou  recentemente o seu terceiro livro de poesia, “Tempo em Palavra” (All Print Editora)”,  após ter sido empossado na  Academias de Letras de Toledo em 2017. A obra, “Tempo em Palavra”, depois da publicação de “Distâncias Nuas (1990), e Fogo Verde (1997”, traz poemas inéditos, vários premiados em concursos e traz principais poemas das duas obras anteriores, que seguindo ele, não tiveram tanta divulgação na época. 

Segundo  o autor, o livro retrata  seus 30 anos de poesia e  por isso os poemas refletem os vários momentos históricos vividos neste período. Os poemas mais recentes trazem a reflexão sobre o efêmero, a ânsia da exposição nas mídias sociais e no caso recente da polêmica das fake news, para que sejam “um grito ao retorno as coisas simples da vida, no seu exato momento, mas sem a  obsessão pelo espetáculo e pelo instantâneo, a insana marca do presente”.   

A obra encontra-se a venda a R$ 15,00 com o  autor mas pode se adquirida pelo internet na Editora All Print e demais editoras do país. Leia a entrevista: 

- Por que o título “Tempo em Palavra?

Sadi Nunes - E o título  de um dos poemas. Acho que tem dois significados, o primeiro, porque o livro traz poemas  dos últimos 30  anos, desde meados dos anos 80,  e os  textos sempre trazem, reflexão sobre o momento histórico. Então traz uma leitura daquele momento histórico com suas  respectivas tensões. De outro lado, o mundo  mudou drasticamente nessas três décadas, notadamente em se tratando das ferramentas da informação e com isso veio fragilização da privacidade, consentida ou não, e o desejo de escancarar o que fazemos em tempo real, lemos e compartilhamos sem checar a veracidade dos fatos, veja a  polêmica das fake news na campanha eleitoral . Queremos viver o instantâneo, somos todos tentados a isso, mas estamos nos  esquecendo das coisas simples da vida, do passado, enfim deixamos de ter saudade daquilo que nos foi importante, para vivermos perigosamente o presente.

- O livro publica uma Carta da Helena Kolody. Qual sua relação com a poeta paranaense?

Sadi Nunes - Eu fui um dos 30 vencedores do I Concurso de Poesia da Secretaria de Estado da Cultura em 1989, que homenageou  a poeta, sendo publicada uma antologia e iniciou-se o mapeamento da poesia produzida no Paraná. Ela era muito receptiva e, após este prêmio,  passei a me corresponder com ela, publiquei artigos sobre sua poesia, e  foi ela quem prefaciou meu livro de estreia, em 1990 (Distâncias Nuas”. É  mais uma homenagem a ela, que identificou a minha poesia como de  sintonia com o momento presente.

- Você foi empossado recentemente eleito à Academia  de Letras  de Toledo. Qual a importância de fazer parte dela.

Sadi Nunes - Fui indicado ano passado pelos escritores e acadêmicos  jornalista Luiz Alberto Costa e Bruno Radunz. A academia tem sido importante na discussão da literatura e da cultura no âmbito de Toledo e com propostas interessantes de integração com a educação. Por exemplo, o Projeto a “Academia vai a escola”, mostrando autores locais, e até mesmo ensinando as crianças a produção literária,  como tem ocorrido  com oficinas de haicais nas escolas,  trabalho desenvolvido com excelência pelas acadêmicas  Lucrécia e Ana Welter. Como educador, me sinto privilegiado de estar envolvido neste trabalho, pois os resultados logo aparecerão.

- Como administra o tempo entre as suas  atividades profissionais e literatura?
 
Sadi Nunes - A poesia sempre foi uma atividade paralela, não toma meu tempo.  Administro com tranquilidade  minhas atividades profissionais, sou essencialmente educador, professor, diretor  de escola, cumprindo dois períodos diários de 8h, mas reservo o período da tarde para a advocacia, cuja arte de escrever e de se comunicar também é importante no âmbito do Direito. No radio, é um tempo curto, meia hora diária no começo da manhã,  na Rádio União.  E importante administrar bem o tempo, com momentos para  trabalho e para estar com a família.

- Alguma nova obra em vista?

No momento não. O ato de escrever faz parte da minha vida, como comunicador, educador e advogado. Mas quando houver poemas ou até mesmo outros gêneros literários concluídos, com certeza ocorrerão  novas publicações, mas não sei quando. Destaco  por fim  que  para aquisição da obra,  se  não nos sites das editoras, pode ser solicitado pelo e-mail sadinunes@uol.com.br.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Palestra sobre “fake news”, com o jornalista e escritor Pedro Dias, por Sérgio Simka e Cida Simka

Você já ouviu falar, mas sabe mesmo o que são “fake news”?

Alguém que você conhece já acreditou, curtiu e compartilhou notícias falsas pelas redes sociais e foi prejudicado ou prejudicou alguém por causa delas? Sabe que produzir e divulgar informações falsas é crime e seu responsável pode ser punido?
A divulgação e o compartilhamento eletrônico de “fake news” ou notícias falsas que parecem verdadeiras a respeito de assuntos importantes para o nosso dia a dia, está aumentando cada dia que passa e pode ter consequências graves. 

Para ajudar a não acreditar em tudo que se lê na internet, a Biblioteca Nair Lacerda recebe o jornalista Pedro Dias para uma palestra sobre “fake news”, no próximo sábado, 27 de outubro, às 10 horas.
Estima-se que esse ‘mal’ se espalha 70% mais rápido que as notícias verdadeiras, pois elas são produzidas com o objetivo de fazer a maioria das pessoas acreditar nelas sem discutir.
Pedro Dias é formado pela Universidade São Judas Tadeu, especialista em Jornalismo Literário pela Faculdade Vicentina de Curitiba. Editor e revisor na Editora Pumpkin, autor de “Exílios”, e-book independente que concorreu ao Prêmio Kindle de Literatura em 2017.
Confira a programação:
Parte I – fake news = notícias falsas
– O que é uma notícia?
– Como se escreve uma notícia?
Parte II – Produção de fake news
– Quem produz notícias falsas e por quê?
– Onde essas notícias são veiculadas?
– Produzir/divulgar notícias falsas é crime?
Parte III – Recepção de fake news
– Por que acreditamos em notícias falsas?
– Como verificar se a notícia é verdadeira?
– O que fazer ao descobrir que uma notícia é falsa?
Parte IV – Propagação de fake news
– O que devemos compartilhar?
– Quais as consequências da disseminação de notícias falsas?
– Como melhorar nossa educação digital?

SERVIÇO:
Data: Dia 27 de outubro de 2018, às 10h
Local: Biblioteca Nair Lacerda| Praça IV Centenário, s/nº – Centro – Santo André/SP
Entrada gratuita
*Com Redação da Secretaria de Cultura / Prefeitura de Santo André


*Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a coleção Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.
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