Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de março de 2021

Luiz Pinheiro lança livro e vídeo-poema-musicado


O músico e poeta Luiz Pinheiro, depois dos CDs "Cássia Secreta", em parceria com Hermelino Neder, "Decompor" e "3,1415...", volta à cena com o lançamento de um novo trabalho. Trata-se de um livro intitulado "Poemas que Dormem Comigo", com selo da editora Patuá, além de um vídeo-poema-musicado, dirigido por Robson Catalunha. Ambos realizados com recursos da Lei Aldir Blanc. 

O livro reúne poemas criados em vários períodos da vida de Luiz Pinheiro. Em vários deles, o artista preza pelas formas sintéticas e econômicas. Para ele "do poema enxuto, curto, quase matemático, podem ser extraídas múltiplas leituras". O poeta trafega com versatilidade por temas amorosos, filosóficos, psicanalíticos e sociais.

Vários dos poemas já foram musicados pelo próprio artista e, também, por compositores(as)/cantores(as) como Cássia Eller, Hermelino Neder, Luiz Gayotto, Vanessa Bumagny, entre outros. Além dessas parcerias, Luiz Pinheiro também colocou poesia na música de Arrigo Barnabé e "Façanhas", canção de sua autoria, deu título a um disco do compositor da Vanguarda Paulista. 

Nas páginas em que constam poemas já musicados e gravados há um QR code para que o leitor possa acessar a canção nas plataformas digitais, durante a leitura.

Além disso, a obra escrita foi adaptada em forma de vídeo sob a direção de Robson Catalunha e com direção de arte de Thiago Capella Zanotta. O vídeo foi concebido a partir do que se costuma chamar de poesia expandida. Já há muito tempo o catalão Joan Brossa concebia o poema para além do literário, usando recursos visuais, que foram muito explorados pelos concretistas, aqui no Brasil. 

Com o lançamento do livro "Caixa Preta" nos anos 1970, que Augusto de Campos escreveu com o artista plástico Julio Plaza, Luiz diz que para ele o "céu passou a ser o limite no fazer poético". O livro de Campos é uma espécie de caixa e contém poemas visuais e escritos em módulos para serem montados formando estruturas geométricas cúbicas. O poema, então, sai da folha do livro e vai se inscrever em objetos. Para Luiz, "hoje em dia, até as palavras podem ser dispensadas em um poema, sendo este apenas um objeto ou uma imagem".

A direção do trabalho em formato vídeo, todo em preto e branco, remete às oposições, à dualidade e aos contrastes contidos nos poemas. Catalunha e Zanotta criaram um cenário a partir de luzes de LED, formando estruturas geométricas próprias para cada músico, em um diálogo com o fazer poético quase matemático do poeta.

Os diretores criaram imagens que, juntamente com o texto e as melodias feitas para os poemas, compõem um todo que levou-os a denominar o trabalho de "vídeo-poema-musicado".

Acompanham Luiz nas canções gravadas os músicos que trabalham com ele de longa data, como Valter Gomes, Luciano Nogara e Sandro Prêmmero, além da participação especial do violonista Jef de Lima e de Arrigo Barnabé, que interpreta juntamente com Luiz a música "Rebanho". Além destes, o trabalho ainda conta com a participação de Laerte Késsimos (responsável pela identidade visual do livro), Hermelino Neder, Ivam Cabral, Vanessa Bumagny, Luiz Gayotto, André Sant´Anna e Ronaldo Cagiano.

O vídeo-poema-musicado será lançado no site (luizpinheiroartista.com.br) e nas redes sociais do autor, em três partes, nos dias 1º, 8 e 15 de março. Já o livro, no dia 20 de março de 2021, às 17h, na plataforma Zoom, quando o artista falará sobre o trabalho.

Luiz Pinheiro - Foto: André Stéfano
LUIZ PINHEIRO POR OUTROS AUTORES:

Sua canção, tanto na letra quanto na música e na sua interpretação retratam com força e novidade uma saga e denúncia social. Gostei muito. (Jorge Mautner, cantor e compositor, que participa de uma das faixas do "CD 3.1415..." sobre a canção "Nômade Urbano", um dos poemas musicados).

Artista profundamente antenado com as emergências de seu tempo e as demandas do ser, Luiz Pinheiro fez da letra e da música espaço em que – dialogando com seus pares, com outras obras e autores, seja na literatura ou na música - tudo o que é humano o interessa. (Ronaldo Cagiano, escritor e poeta)

E se é um grande prazer ouvir a poesia que mora nas melodias criadas para os poemas, o Luiz Pinheiro nos dá o privilégio de criarmos nossas próprias melodias, nosso próprio ritmo, ao lermos a partitura de palavras impressas. Ou seja, os poemas do poeta são duplamente poesia e por isso duplamente música. (André Sant´Anna, escritor e músico)

SOBRE LUIZ PINHEIRO


Luiz Pinheiro é psicanalista e compositor e foi cantor da banda Football Music, liderada por Hermelino Neder, nos anos oitenta, e lançada no Teatro Lira Paulistana.


Dirigiu o show de lançamento da trilha sonora, composta por Hermelino Neder, do filme "A Dama do Cine Shangai" de Guilherme de Almeida Prado, ganhadora de vários prêmios.


Foi gravado por Vânia Bastos (música Kitsch ) no seu primeiro LP.


Foi gravado por Arrigo Barnabé, música que deu o título ao CD Façanhas.


Foi gravado por Cássia Eller, sendo seu parceiro em duas composições: "Eles" e "O Marginal", no segundo disco da cantora intitulado O Marginal, nos anos noventa. Teve outras canções suas interpretadas  em shows pela cantora.


É parceiro de Arrigo Barnabé, Hermelino Neder, Luiz Gayotto, Adriana Caparelli e Vanessa Bumagny.



Lançou, juntamente com Hermelino Neder, o grupo "Sociedade Secreta" em 1994, com show dirigido por Elias Andreato, tendo como integrantes do grupo o músico Ricardo Breim e a cantora Zuleika Walther.



Participou do projeto Satyricas Musicais no Teatro Sátyros, com show lítero-cênico-musical,   juntamente com Vanessa Bumagny, Luiz Gayotto, Estevan Sinkovitz e André Sant'Anna em 2003 e 2004.


Compôs, juntamente com Hermelino Neder, a canção tema da peça "Kasper ou a Triste História do Pequeno Rei do Infinito Arrancado de Sua Casca de Noz", que estreou no festival de Curitiba e seguiu temporada no Teatro Satyros, com direção de Rodolfo Vasquez , tendo feito a direção musical .


Apresentou no Teatro Satyros, em 2004 o show "Decantar", onde interpretava compositores consagrados da MPB, tendo como participações especiais o compositor Hermelino Neder e a cantora Vanessa Bumagny.

Apresentou o show "Decantar", sob direção de Sebastião Apollonio, no Teatro União Cultural, em São Paulo em junho de 2005.


Tem seus poemas citados e analisados no livro "Cássia Eller – Canção na Voz do Fogo", de Beatriz Helena Ramos Amaral (Editora Escrituras- 2002- págs. 78, 79,80 e 122).


Tem seu trabalho com a Cássia Eller comentado no livro "A História de Cássia Eller – Apenas uma Garotinha", de Ana Claudia Landi e Eduardo Belo (Editora Planeta – 2005- cap.11, pags.165-182; cap.19, pag.277)


Lançou, em 2005, na livraria Fnac, o CD "Cássia Secreta" (Tratore), com composições suas e do Hermelino que a Cássia já havia gravado e/ou cantado em shows, dando a elas uma nova interpretação.


Teve alguns de seus poemas publicados na Folha de S.Paulo online na coluna de Hermelino Neder Diário, Depressão e Fama em maio de 2006.


Teve poemas seus publicados no jornal O Avesso da cidade de Ourinhos, em 2006 e 2007.


Apresentou o show "Decompor", com composições suas e em parceria, no Villaggio Café, em São Paulo, em junho e novembro de 2007.  


Apresentou o show poético-musical "Decompor" na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, no dia 12 de Abril de 2008.


Apresentou o show "Decompor" no Teatro X, em 27 de junho de 2008, quando gravou um DVD, com participação das cantoras Vânia Bastos e Vanessa  Bumagny.


Apresentou o show "Decompor" no Villagio Café, em 1º de novembro de 2008.


Apresentou o pocket-show "Decompor" em outubro de 2009 no evento "Satyrianas", na Praça Roosevelt, em São Paulo.


Lançou o CD "Decompor" (Tratore, selo Espaço Musical) em 2011, seu primeiro solo, com composições próprias e releitura de compositores consagrados, com show no Sesc Vila Mariana.

Participou da "Exposição coletiva de poetas", em um projeto da Secretaria de Cultura de Ourinhos, em 2011. Outdoors com poemas dos contemplados foram instalados pela cidade.


Lançou o CD "3,1415...", em 2014, com composições suas e de parceiros, tendo feito shows de lançamento no Mube, no Teatro Sérgio Cardoso, no evento Satyrianas , na Capital, em teatros do interior de São Paulo e no Festival de Teatro de Ourinhos

(show de encerramento).


Realizou com a psicóloga Izabel Abrahão, no período de 2008 a 2016 , um trabalho com usuários da Unidade de Saúde Mental da prefeitura  (Caps Perdizes), que consistia em aproveitar as experiências subjetivas dos pacientes para a confecção de letras e melodias e apresentação do trabalho grupal em locais públicos, bibliotecas e centros de cultura, visando a inclusão e socialização dos integrantes. Esse trabalho venceu um concurso de seleção de projetos de arte, cultura e renda na Saúde Mental, realizado em 2010 pelo Ministério da Saúde.  Por ocasião do encerramento do grupo, realizou-se um CD, "Ternos da Madrugada", com composições dos usuários, executadas pelos próprios, sob a direção de Luiz, de Izabel e do produtor musical Valter Gomes, em parceria com o Centro Cultural da Juventude.

Fez parte do show "Phedras por Phedra", no Teatro Oficina, juntamente com Maria Casadevall , Paula Cohen e Cléo de Paris, com direção de Gero Camilo e Robson Catalunha, em 2016. Esse show foi apresentado posteriormente no Teatro Satyros e na Virada Cultural.

Realizou recentemente, com o músico Valter Gomes, o show "Acústico", no formato voz e violões, em que apresentava canções de seus três discos e novas composições.

SERVIÇO

Lançamento do 

Vídeo-Poema-Musicado

Quando: Parte I- 1º de março

Parte II- 8 de março

       Parte III- 15 de março 

Onde: no site (www.luizpinheiroartista.com.br).youtube e no facebook (luizpinheiro-pi)


Lançamento do livro "Poemas que Dormem Comigo"

Quando: Dia 20 de março às 17h

Onde: Plataforma Zoom https://us04web.zoom.us/j/6409466277?pwd=N0wvNFB1bFFuUVlkMTlzYzRtL3FlQT09 

Compartilhe:

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Neuropsicóloga baiana lança livro "Refém do medo"

 


Live será transmitida no canal da Literare Books International no YouTube

O livro “Refém do medo: identificando sintomas, melhorando o sofrimento e quebrando preconceitos”, publicado pela editora Literare Books International, terá o seu lançamento on-line no dia 23 de fevereiro. A obra é de autoria de Suzana Lyra, neuropsicóloga clínica, perita, especialista em dificuldades de aprendizagem, comportamento e demências, investigação forense e perícia criminal.

O lançamento acontecerá às 20h, no canal da Literare Books International no YouTube. A live de lançamento também poderá ser assistida posteriormente no mesmo canal e no perfil da editora no Instagram (@literarebooks).

O medo talvez seja a mais primitiva das emoções. Pode nos congelar, nos impelir a fugir e, em casos extremos, nos preparar para nos defender. É comum as pessoas relatarem que sentem medo e isso é altamente saudável. Senti-lo também é algo positivo, para as questões psiquiátricas e psicológicas.

Na obra de Suzana Lyra você encontra não só métodos para praticar no seu dia a dia e afugentar o medo, mas também palavras, situações, experiências que levarão a refletir sobre a necessidade de mudança comportamental para construir um emocional mais equilibrado, controlando seus pensamentos e, desse modo, poder aproveitar melhor a vida.

Suzana Lyra - Divulgação



A live será um bate-papo mediado pela jornalista e assessora de comunicação da editora, Débora Luz. Após abordar os tópicos do livro, os espectadores poderão participar do lançamento por meio de perguntas para a escritora. 

SERVIÇO
Lançamento do livro: "Refém do medo: identificando sintomas, melhorando o sofrimento e quebrando preconceitos"
Data: 23 de fevereiro de 2021

Horário: 20 horas
Onde: canal da Literare Books no YouTube (https://bit.ly/literareaovivo)

Compartilhe:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Conheça "Nunca Falhas. Sempre Lições", novo livro da autora Aline Basztabin


Não há sinopse, mas há relatos de uma menina que aprendeu muito em pouco tempo.
Sara é uma jovem perdida e com muitos problemas, amigos, namorados e inclusive familiares.
Só Deus na causa.
É um livro diferente, relatos de dores, amores que não deram certo, mas que no final valeu cada coisa ruim passada. Sabe porquê? Porque Sara precisava dessas lições.
Sara precisava amadurecer. Venha, que e eu te conto o porquê!

Sobre a autora:
Aline Basztabin, bob o signo de câncer e ascendente em touro, Aline é de personalidade forte, porém, possui uma doçura inconfundível como seu nome. Espírita, e é daí que encontra força para vencer os obstáculos da vida. Gosta de rezar e de ler sobre histórias. Meio nerd. Autora dos livros A indiscutível forma de Amar e a Essência da Dor, publicados em 2016.
Graduada em Pedagogia. Atualmente vive no estado da Flórida, USA.

LEIA ENTREVISTA COM A AUTORA
: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2021/01/aline-basztabin-e-seu-novo-livro-nunca.html

PARA ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI

Compartilhe:

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Aline Basztabin e seu novo livro “Nunca falhas, sempre lições” (Editora Pod)

Aline Basztabin - Foto divulgação

Quem é Aline Basztabin? Ela é descendente de poloneses que imigraram para o Rio Grande do Sul. Ela gosta de filmes antigos e tudo o que é relativo aos anos 50. Adora uma boa risada em meio a taças de vinho ou tequila. Gosta de ser quem ela é. Não, ela não é casada como a sociedade impõe, não possui filhos e nem marido  mas vive o sonho Americano o qual provavelmente você gostaria de estar vivendo. Aline Basztabin é independente emocionalmente.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: O livro “Nunca falhas, sempre lições” foi publicado em 2018 pela editora Pod. O livro narra experiências de uma menina–mulher chamada Sara. Poderia contar para os nossos leitores como surgiu a ideia de escrever o livro?

Aline Basztabin: Sara é uma adolescente que se sentia perdida e sozinha como a maioria dos jovens da nova geração. Se achava a dona da verdade e gritava alto para todos saberem que ela havia chego no lugar. A personagem Sara é muito querida, o problema é que como ela era muito sozinha e sem suporte da família, precisou passar por algumas experiências não tão legais para amadurecer e entender a vida como ela é, ou seja, saber lidar com dores emocionais. O que me inspirou em escrever a personagem Sara é saber que existe milhares de adolescentes na mesma situação, talvez as experiências dela com namorados e crescer sem o suporte dos pais. Ou seja, o mesmo que algum adolescente por aí esteja passando. É um livro de autoajuda e romance.  

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Nunca falhas, sempre lições”. Poderia comentar o que mais gosta na personagem Sara e o que você diria a ela daqui uns 10 anos?

Aline Basztabin: Eu gosto muito da força de vontade que ela possui apesar de ser bem sozinha e não conseguir entender as coisas. Gosto da inocência dela em termos de não guardar nenhum rancor e pedir ajuda. Gosto da humildade dela. Ela consegue no desenrolar do livro tirar valiosas lições em cada dor emocional que ela vivenciou.
O que eu diria a Sara, fica tranquila que vai dar tudo certo! hehehe

Conexão Literatura: Como foram as suas expectativas em publicar algo tão diferente e quanto tempo levou para concluir sua obra?

Aline Basztabin: Realmente escrever sobre amadurecimento e dores emocionais geram expectativas porque são fases da vida que todos nós passamos. Minhas expectativas são compartilhar essas vivências de Sara e alguém dizer “ei, eu entendo a Sara, já passei por isso”. Esse livro foi escrito com muito carinho e dedicação, mas claro que tudo que é feito com dedicação leva um certo tempo para ficar pronto, o qual me tomou 1 ano para que finalmente Sara tivesse pronta para ser lida.  

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Aline Basztabin: Existe vários trechos mas o qual eu mais gosto é quando ela descobre que tem crises de ansiedades e vai buscar ajuda profissional.

“Um dia eu fui na biblioteca da faculdade. Procurei desesperadamente livros contendo assuntos sobre os sintomas iguais aos meus. – isso só pode ser psicológico. – pensei. Achei um livro. “Como lidar com ansiedade e Crises de pânico”. Aquele livro salvou minha vida. Lembro bem de uma frase que me chamou muito a atenção: “pare de ficar dormindo no ponto e busque ajuda profissional se você estiver sentindo esses sintomas”. – Claro! – pensei. – Se eu não consigo comigo mesmo, devo buscar quem possa me ajudar. E foi o que eu fiz. Uma conhecida minha me indicou uma psicóloga muito boa. Não estava sabendo lidar com aquela situação sozinha e aquelas crises de sei lá o que na época, me impedia de sair com o pessoal da faculdade, de dirigir o carro, de ir no cinema e de até pegar um elevador. Sim, meu caro eleitor, eu fiz tudo sozinha. Eu tinha que me virar pois eu não tinha ajuda de ninguém. Eu não tinha tempo para esperar alguém me socorrer de mim mesma. Eu deveria visitar essa psicóloga o quanto antes. Criei coragem e liguei para a tal da psicóloga e longo
agendei uma consulta. Nunca me importei com que as pessoas poderiam pensar sobre pessoas que vão em psicólogos. Mas claro, não contei para ninguém que iria visitar uma psicóloga, nem ao menos ao Diego. Eu só queria me curar e me sentir bem de novo”.

Conexão Literatura: Você também é autora de outros romances, poderia comentar?

Aline Basztabin: Meu primeiro lançamento foi o livro “ A Indiscutível forma de Amar” o qual esta atualmente passando por revisão. Gosto muito desse trabalho pois esse romance é praticamente uma forma diferente de amor. O Segundo lançamento foi o livro ‘ A Essência da Dor”  o qual é baseado em fatos reais de um sobrevivente da segunda Guerra mundial e com certeza é um dos meus favoritos. Ambos podem ser encontrados no site da editora Baraúna.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro “Nunca falhas, sempre lições” e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Aline Basztabin: o livro está disponível no site da editora Pod.

Conexão Literatura: O que você aprendeu em escrever esse livro?

Aline Basztabin: Que a personagem Sara é uma guerreira independente das situações. Sempre há o que aprender.

Perguntas rápidas:

Um livro: Atualmente lendo Mnay lives, many Masters – Brian L. Weiss.
Um (a) autor (a):  Brian L. Weiss.
Um ator ou atriz: Kevin Kart.
Um filme: Twilight Zone – Tv show.
Um dia especial: Todos os dias que tem sol !!!!! sol é vida!

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Aline Basztabin: Comprem meu livro! Hahah, estou brincando mas estou falando sério viu… também agradeço pela oportunidade de estar com vocês hoje.

Compartilhe:

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Entrevista com Rozz Messias, autora do livro Poetizando

Rozz mora em Colombo no Paraná. É antologista, contista e poeta. Autora dos Planos de Aula da Revista Nova Escola, “Papai, tem monstro?”, Entrelaçados, Poetizando e Ao seu encontro. Premiada duas vezes no Concurso Literário de Colombo e pela Rede Conectando Saberes com o Projeto Cordel Extraordinário. Participa de 40 Antologias de contos e poesias. Responsável pela organização da trilogia Lendas pelo mundo, pela Dark Books.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Rozz Messias: Escrevo poesia desde os 15 anos, mas foi somente em 2018 que tomei coragem para me inscrever nas primeiras antologias. Com as aprovações me senti mais segura para participar de saraus, grupos literários e iniciar a escrita do meu primeiro livro solo. Eu não conhecia ninguém do meio literário, não tinha recomendação de nenhuma editora, então foi uma sequência de acertos e decepções literárias.   

Conexão Literatura: Você é autora do livro “Poetizando”. Poderia comentar? 

Rozz Messias: Poetizando é a junção de parte de meus poemas, de 2018 até 2020. São poemas que falam sobre amor, saudade, esperança, chegadas e partidas, sonhos. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Rozz Messias: Qualquer acontecimento me inspira. Uma frase solta ouvida ou lida. Uma música, um sentimento ou emoção. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Rozz Messias:  Desnuda

… 

Então meu corpo foi teu

Cada ínfimo pedaço 

Escravo dos teus laços e abraços 

Dominada por teus beijos 


Tornei-me apenas desejo

Tua voz fez-me demente 

Tornou-me quente, ausente de razão 

Tudo virou loucura, paixão crua 

Pura emoção 


Agora sou navegante, 

Flutuo errante 

Nesse mar de sensação 

Procuro a cada instante 

Teu olhar vigilante 

Para de novo estar desnuda

Despida, derretida 

Sob o calor de tuas mãos...

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Rozz Messias: Poetizando está disponível na UICLAP: https://loja.uiclap.com/titulo/ua2340/

Para conhecer meu trabalho literário: 

https://rozemarmessias.wixsite.com/website-1

https://www.facebook.com/rozemar.messiascandido

https://www.instagram.com/rozz_messias/

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Rozz Messias: Recomendo que escrevam muito, se possível que participem de antologias e façam bons cursos de escrita. Sejam cuidadosos na escolha das editoras, nem todas tem a preocupação mínima com a qualidade literária. Busquem recomendações, tenha uma rotina de escrita e façam amizades literárias. Em parceria tudo é mais fácil. O autor não sobrevive sozinho. 

Para publicação de livro solo fiquem atentos nos contratos, valor a ser pago (se não for publicação tradicional), direito a quantos volumes, há mínimo de livros a serem vendidos na pré-venda. Prepare-se para a publicação independente. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Rozz Messias: Muitos. Meu foco no momento é literatura infantil e poesia. Tenho uma trilogia em processo de publicação: Um galo lá em casa, Mais galos lá em casa e A fuga da galinha. 

Poetize-se será o próximo livro a ser lançado, todos como publicação independente. 

Filha da Tempestade é um conto que virou livro solo e está em processo de finalização. 

Como antologista trabalho na organização do livro de poesias Idílico Concílio, pela editora Edições e Publicações. 

Perguntas rápidas:

Um livro: Contos de Grimm

Um ator ou atriz: Viola Davis

Um filme: Coração Valente

Um hobby: fazer caminhadas

Um dia especial: dois: quando meus filhos nasceram

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Rozz Messias: Só deixar o convite aos leitores para que conheçam meu trabalho e de outros tantos autores nacionais maravilhosos. Leia, deixe sua avaliação, apoie, divulgue. A literatura brasileira precisa de apoiadores. 

Compartilhe:

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Imersão de 7 horas marca o lançamento da edição comemorativa do livro Fitoenergética



O evento que seria presencial, será totalmente on-line por conta da pandemia e deve reunir mais de 5 mil pessoas ao vivo


A pandemia trouxe uma nova realidade para todos os tipos de eventos. O que antes era realizado em auditórios, casas de shows, passarelas e estádios, agora ganham espaço nas salas virtuais. Exemplo disso é a imersão Jardim Secreto da Alma, promovido pela Luz da Serra. A vivência era feita todos os anos durante o Encontro Brasileiro de Fitoenergética, porém, esse ano devido ao distanciamento social, o evento será 100% on-line e, segundo os organizadores, deve reunir cinco mil pessoas simultaneamente.
No curso, que ocorre no sábado, 22 de agosto, das 9h30 às 16h30, os pesquisadores em Fitoenergética, com 15 anos de experiência no assunto, Patrícia Cândido e Bruno Gimenes, vão orientar as pessoas, de forma dinâmica e divertida, a realinhar a natureza interna para proporcionar equilíbrio e bem-estar com práticas conduzidas, meditações, exercícios inéditos e técnicas avançadas de Fitoenergética. Neste evento, também será lançado a nova edição comemorativa do livro best-seller Fitoenergética, que apresenta o padrão vibracional das plantas e o poder que elas possuem.
A Fitoenergética é um sistema de cura e equilíbrio, que utiliza a energia oculta das plantas para o tratamento das causas emocionais das dores do corpo e da alma. Ela foi recentemente reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma das práticas integrativas de saúde. Além de todo conhecimento e práticas inéditas que serão ensinadas, os alunos que participarem do curso também receberão essa edição comemorativa do livro Fitoenergética.

SERVIÇO
O quê: Jardim Secreto da Alma – Lançamento do Livro da Fitoenergética
Quando: 22/08, 9h30 às 16h30
Onde: 100% on-line
Quanto: R$ 247 (individual) R$ 347 (família) – Livro incluso
Inscriçõeshttps://fitoenergetica.com.br/jsa-pgv-liv
Link de pré-venda do livrohttps://bit.ly/2Y3dIXQ
Compartilhe:

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Livro aborda a capacidade das crianças em imaginar e criar histórias


"Não é uma caixa, mamãe!" é um lançamento da Catapulta Editores recheado de ilustrações

A imaginação das crianças pode fazer com que uma caixa de papelão se torne o mundo inteiro. Com o lançamento “Não é uma caixa, mamãe!”, a Catapulta Editores explora a criatividade dos pequenos ao mostrar diversos cenários criados pela pequena Mila, personagem principal da narrativa.

Com 40 páginas totalmente ilustradas, a história leva as crianças para conhecer desde o universo e seus planetas até o fundo do mar. A pequena Mila explora e se surpreende com os diferentes ambientes possíveis dentro da caixa de papelão.

Uma das propostas da narrativa é mostrar aos adultos como as crianças têm capacidade para criar e imaginar histórias com objetos simples. A história traz, ainda, a importância de incentivar tais habilidades nos pequenos frente ao ceticismo dos adultos.

O livro é recomendado para crianças a partir de cinco anos e tem preço sugerido de R$ 39,90. Além de estar presente nas principais livrarias do país, em lojas físicas e online, a obra já está disponível no nosso e-commerce. Acesse pelo site https://www.catapultalivros.com.br
Compartilhe:

sexta-feira, 6 de março de 2020

Desembargador André Andrade lança obra sobre liberdade de expressão e discurso de ódio


“Liberdade de Expressão em Tempos de Cólera” é um livro da atualidade, retrata novos conceitos como o “hate speech” e o “cyberbulling”. A obra é resultado da tese de doutorado do autor, André Gustavo Corrêa de Andrade, magistrado, jurista e coordenador da mais renomada escola de juízes do Brasil, a EMERJ.

O que é o discurso de ódio? Qual a resposta constitucionalmente adequada para esse tipo de discurso? Esses e outros questionamentos são levantados pelo autor, que a partir do exame dos fundamentos filosóficos e oferecendo exemplos da história, ilumina o caminho para quem deseja compreender a dimensão, nos dias de hoje, do conceito de liberdade de expressão.

O lançamento do livro “Liberdade de Expressão em Tempos de Cólera” será no dia 11 de março, às 17 horas, no Foyer do Tribunal de Justiça do Rio, 10º andar, localizado na Lâmina I da Av. Erasmo Braga 115, centro.

O livro:
A partir do exame de fundamentos filosóficos e exemplos históricos, o diretor-geral da EMERJ relaciona a liberdade de expressão e de imprensa a outros direitos fundamentais como a honra, a imagem e a vida privada.

“A ideia de que o discurso de ódio deva ser punido ou restringido independentemente das consequências que possa produzir significa afastar uma liberdade fundamental para o indivíduo e que constitui condição de possibilidade para a democracia: a liberdade de expressão”, destaca o autor.

O jurista Gustavo Binenbojm assina a apresentação da obra: “Conheci André Gustavo Corrêa de Andrade há muitos anos, quando ainda promotor de Justiça e posteriormente magistrado de carreira. Ao longo desse tempo, aprendi a admirá-lo e a respeitá-lo como juiz e figura humana, conhecido por inúmeras virtudes, dentre as quais destaco a inteligência generosa, o humor refinado e a irresistível gentileza. A presente obra é reflexo não apenas das convicções intelectuais, mas da prática diuturna do autor”. 

O autor:
André Gustavo Corrêa de Andrade é mestre em Direito pela UNESA (2003) e doutor em Direito pela UNESA (2018). Foi promotor de Justiça e tomou posse como juiz em 1990. Em 2007, promovido à desembargador. Professor de Processo Civil no Curso de Pós-Graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e professor da EMERJ desde 1993, André Andrade já coordenou diversos cursos de iniciação para magistrados. Também é autor do livro “Dano Moral e Indenização Punitiva” e organizador do livro “A Constitucionalização do Direito – A Constituição como locus da hermenêutica jurídica”. Tem assento efetivo na 7ª Câmara Cível. É convidado para palestras sobre liberdade de expressão em diversas instituições no Brasil e no mundo.
Compartilhe:

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Léo Bueno e o livro As canções do asfalto sem fim, por Cida Simka e Sérgio Simka

Léo Bueno - Foto divulgação
Fale-nos sobre você.

Nasci em Porto Rico e sou brasileiro: meus pais, brasileiros, estavam se refugiando da ditadura. Mas sou um cidadão do ABC paulista desde que me lembro. Tenho 46 anos, sou jornalista e pós-graduado em Comunicação Social. Trabalhei na Rádio Jovem Pan, no jornal Diário do Grande ABC e fui assessor de imprensa do prefeito Celso Daniel (Santo André-SP). Fui premiado em 2005 no Mapa Cultural Paulista – em segundo lugar – pelo conto Déjà-vu. Mas nunca mais publiquei nada de literatura até agora, com este As Canções do Asfalto sem Fim, na verdade o meu primeiro livro solo.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o seu livro. O que o levou a escrevê-lo?

Eu já arriscava alguns versos desde antes dos dez anos de idade, mas agora é a primeira vez que componho uma série de poemas em torno de um tema comum. A inspiração começou em 2013, durante a convulsão social brasileira, e aumentou em 2016, com o golpe, a maldade e a violência que ele envolveu. Depois das eleições de 2018, levei um ano escrevendo esse livro; era uma forma de, senão exorcizar, pelo menos equacionar essa violência social, que é muito semelhante à dos fascismos europeus do século XX. É um livro político, sem dúvida, mas todos os temas mais comuns à literatura – o amor e a morte, principalmente – também estão nele.

Como analisa a questão da leitura no país?

Ela gira em torno de um paradoxo.
Antonio Candido, o grande crítico, nos lembrava de que a literatura brasileira nunca foi páreo para outras grandes escolas – a russa, a francesa e a inglesa, por exemplo –, mas era ela que nos definia enquanto nação, um país que começou colônia e escravagista e que não resolveu esses aspectos ainda.
E qual é o paradoxo? É que a leitura no Brasil hoje é ao mesmo tempo muito ruim e muito boa.
É impossível negar que, no aspecto comercial, a situação beira a tragédia. Grandes editoras fecharam as portas nos últimos anos, grandes livrarias também – ou entraram em crise – e o e-book não substituiu os livros escritos como se esperava. Ao mesmo tempo, analisando os livros mais vendidos, a gente percebe que a literatura não está na lista: são livros de autoajuda, volumes motivacionais para as pessoas enriquecerem e, por sorte, um ou outro livro infantil. Então basicamente isso, como dizia Candido, nos define como nação hoje: um país iletrado e, consequentemente, filisteu. Por menos que o presidente e o ministro da Educação mereçam o nosso respeito, é preciso reconhecer que eles representam, sim, esse Brasil. Quando diz que os livros são ‘um amontoado de coisa escrita’, o presidente fala em nome de um Brasil que não lê, que não quer ler e que se ofende com o outro país, o que lê. Quando escreve ‘imprecionante’, o ministro da Educação manda a mensagem de que a língua portuguesa e a leitura estão longe de ser prioridade para as pessoas que o colocaram no poder.
Só que tem o seguinte: nós somos o país de Machado de Assis, de Castro Alves, de Graciliano Ramos e Manuel Bandeira, de Guimarães Rosa e Cecília Meireles. Não é tão fácil destruir uma tradição tão enraizada na nossa cultura. Por isso ainda temos grandes escritores neste momento, grandes produtores de literatura, tanto na prosa quanto no verso. E por isso grande parte da resistência a esse país iletrado vem justamente das artes, como a própria literatura.

O que tem lido ultimamente?

Procuro sempre ler livros tanto clássicos quanto contemporâneos, prosa e verso. E sou jornalista, por isso leio muita não ficção. Acabo de ler ‘Estado de Exceção’, do filósofo italiano Giorgio Agamben, um livro que recomendo com ênfase, porque muito do que ele diz parece referir-se ao Brasil. Estou lendo A História da Primeira Guerra Mundial, de David Stevenson, uma obra grandiosa, mas muito técnica e pouco narrativa. E acabei de concluir uma leitura cuidadosa de Doutor Fausto, de Thomas Mann, para um romance que vou escrever. No campo de versos, acabo de ler A Poesia da Recusa, do Augusto de Campos.

Que dica pode fornecer a quem deseja ser um escritor?

Tenho 46 anos e estou lançando meu primeiro livro – eu provavelmente sou a pior pessoa para dar uma dica nesta área (risos). Mas o que eu posso dizer é que a essa altura não adianta procurar grandes editoras: é preciso publicar, publicar sempre, publicar mais e melhor, por isso acho que quem deseja ser um escritor precisa se dedicar muito, buscar editoras independentes e não esperar grandes retornos. É uma forma muito precisa de combater a barbárie, principalmente no Brasil, mas poucos conseguirão viver dela.

Quais são os seus próximos projetos?

Gotas de Mim pelo Chão será lançado ainda este trimestre, também pela editora Terra Redonda. É um livro com cinco contos, todos em forma de diálogo e todos mais ou menos inseridos na tradição do realismo fantástico latino-americano. Tem a história de uma mulher que fala sobre suas várias personalidades a um psiquiatra – mas o psiquiatra não está lá para tratá-la; um estudante de arte cujo corpo crucificado aparece no portão da universidade; um homem que busca um algoritmo para contar a história de seu amor por meio do número Pi; dois amigos conversando num bar, quando um deles conta um segredo que envolve poder e medo; e um menino que entra de bicicleta numa rua, e essa rua nunca acaba.
Depois desse livro, se der certo, vem aí uma trilogia de romances baseados na filosofia de Theodor Adorno, os três mais ou menos inseridos no gênero de terror.

Lançamento do livro:

Data - 14/01/2020 (3ª. feira)
Horário - Das 20h às 23h
Local - Livraria Tapera Taperá
Galeria Metrópole
Av. São Luís, 187 - 2o andar - Loja 29
Centro
São Paulo/SP


CIDA SIMKA
É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019) e O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020). Organizadora dos livros: Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020) e Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC e colunista da Revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA
É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin, integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC e colunista da Revista Conexão Literatura.
Compartilhe:

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Projeto realizado na Penitenciária Feminina da Capital lança livro com textos e imagens produzidas durante laboratórios de criação

Foto divulgação
Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural e desenvolvido pelas artistas Beatriz Cruz, Leticia Olivares, Sandra Ximenez e Vânia Medeiros, levou para a PFC atividades que abordaram corpo, gênero e encarceramento, partindo do processo de criação de narrativas pessoais, gráficas e corporais. O livro é a finalização do projeto e apresenta um compilado das experiências durante os encontros. No dia do lançamento, acontece um bate-papo sobre encarceramento feminino no Brasil

No dia 15 de dezembro, às 16h, é lançado no Itaú Cultural o livro Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento, finalização do projeto de mesmo nome, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2017-2018, dando continuidade ao trabalho de formação e criação artística desenvolvido na Penitenciária Feminina da Capital (PFC) junto às mulheres em situação de cárcere. Esta é uma parceria entre Beatriz Cruz e Sandra Ximenez, do Coletivo Dodecafônico, Leticia Olivares, do Coletivo Rubro Obsceno, e Vânia Medeiros, da Conspire Edições. O volume é um compilado de todo o processo, com textos e imagens produzidas ao longo dos diversos laboratórios e Escambo Poético, realizados dentro e fora da Penitenciária. No dia, o público é convidado para um bate-papo sobre a condição das mulheres em situação de cárcere e este trabalho.

Desenvolvido pelo grupo de artistas desde 2016, nesta edição, o projeto realizou quatro laboratórios de criação em diferentes linguagens artísticas para as mulheres na PFC: Lab_Performance, Lab_Caderno de Campo, Escambo Poético e Lab_Culinária, conduzido pela chef convidada Govinda Lalamrita. Todas as linguagens foram abordadas sob o mesmo guarda-chuva temático: corpo, gênero e encarceramento, partindo do processo de criação de narrativas pessoais gráficas e corporais.

Foto divulgação
O Escambo Poético colocou em contato mulheres que estão dentro e fora do sistema penitenciário. A atividade proporcionou, a partir de um jogo de perguntas, uma troca de correspondência entre as participantes de dentro e de fora da PFC, produzindo materiais como cartas, ilustrações e pequenos cadernos para intercambiar experiências, desejos e ideias. O intuito da atividade é criar uma rede de troca de informações intra e extra muro, gerando uma espécie de rede de sororidade, exercitando a empatia entre mulheres.

O conteúdo do livro engloba toda a experiência e a edição final foi feita pelas artistas em colaboração com as participantes do projeto, em reuniões coletivas. No momento do lançamento, o público participa de conversa com Dina Alves, advogada, atriz, ativista pelos Direitos Humanos, pesquisadora e doutoranda em Antropologia Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/ SP); e com Cleude de Jesus, advogada, sócia no escritório Jesus, Leme & Zambel, militante nas áreas de Direitos Humanos, Direitos de Família e nas questões que envolvem gênero e raça.

Ambas falarão sobre a participação em Mulheres Possíveis e sobre o encarceramento feminino no Brasil, abordando os assuntos tratados na entrevista que com Dina Alves, também presente no livro e sobre a experiência de Cleude de Jesus na troca de cartas com uma das mulheres encarceradas, durante o Escambo Poético.

Sobre o Rumos Itaú Cultural
Um dos maiores editais de financiamento de projetos culturais do país, o Programa Rumos, é realizado pelo Itaú Cultural desde 1997, fomentando a produção artística e cultural brasileira. A iniciativa recebeu mais de 64,6 mil inscrições desde a sua primeira edição, vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,4 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 7 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos foram examinados, em uma primeira fase, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país. 

Em seguida, passaram por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 21 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição. Foram selecionados 109 projetos, contemplando todos os estados brasileiros.

SERVIÇO:
Rumos Itaú Cultural 2017-2018

Lançamento do livro Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento
Dia 15 de dezembro
De 16 às 20h
Sala Vermelha
70 lugares
Entrada gratuita
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: 1 hora antes do espetáculo (com direito a um acompanhante)
Público não preferencial: 1 hora antes do espetáculo (um ingresso por pessoa)
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
Acesso para pessoas com deficiência
Ar condicionado
Compartilhe:

Baixe a Revista (Clique Sobre a Capa)

baixar

E-mail: ademirpascale@gmail.com

>> Para Divulgação Literária: Clique aqui

Curta Nossa Fanpage

Siga Conexão Literatura Nas Redes Sociais:

Receba nossas novidades por e-mail (você receberá um email. Basta confirmar ):

Posts mais acessados da semana

Anuncie e Divulgue Conosco

CLUBE DO LIVRO UNIÃO

LIVRO: O CLUBE DE LEITURA DE EDGAR ALLAN POE

LIVRO DESTAQUE

FUTURO! - ROBERTO FIORI

SROMERO PUBLISHER

Leitores que passaram por aqui

Labels