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quinta-feira, 19 de maio de 2022

Uma história que começa com a morte e termina com a vida

O lançamento de Becca Mackenzie, jovem autora brasileira, promete ao leitor uma fantasia repleta de emoções, reviravoltas e um enredo inesquecível


Você com certeza já leu uma história em que o protagonista perde a memória. Mas, imagine se a falta de lembranças fosse, na verdade, a falta de um passado? É com essa premissa intrigante que Becca Mackenzie inicia o livro Se Pudesse Contar as Estrelasuma ficção cristã inspirada em Peter Pan.

A história da Alison começa com a garota acordando de um afogamento, sem saber quem é ou o que aconteceu. Ao ser resgatada por um grupo de crianças, Alison precisa encarar uma verdade dolorosa: ela está na Terra do Nunca, lar dos que nunca nasceram. Porém, enquanto a menina tenta aceitar o fato, ela descobre algo que não deveria e que a faz questionar tudo o que já lhe disseram. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso e cada decisão terá consequências irreversíveis.

Somente anos depois eu entendi que Loyenn estava errada.
Contar-nos a verdade naquele dia não tinha arrancado o tal
espinho, ele continuaria cravado em minha alma por muito tempo.
Ninguém era capaz de arrancá-lo. Exceto uma pessoa.
(Se Pudesse Contar as Estrelas)

Publicado inicialmente no Wattpad, o livro arrebatou mais de um milhão e meio de leituras. Agora, a nova versão disponível na Amazon conta com cenas inéditas, mais representatividade PCD e a mesma dose de fortes emoções.

Becca Mackenzie (pseudônimo) nasceu em Brasília, 1993, mas foi criada pelos pais em Guiné-Bissau, na África. Desde cedo, gostava de ler e imaginar histórias, então ninguém ficou surpreso quando, aos dezoito anos, ela iniciou a carreira de escritora. Hoje, Rebecca mora em Brasília, também é bancária e vive com a cachorrinha Pimpone, uma vira-lata idosa.

Ficha Técnica:
Título
: Se Pudesse Contar as Estrelas
Autora: Becca Mackenzie
Páginas: 697 páginas
Preço: R$ 14,50 (Kindle)
Link para leitura: Amazon

Sinopse: E se a sua falta de memória fosse, na verdade, a falta de um passado? Alison tinha apenas 9 anos de idade quando acordou se afogando em um lago, sem memória de quem é ou do que aconteceu. Resgatada por um grupo de pessoas que prometem ajudá-la, a garota terá de confiar no que eles dizem, mesmo que isso seja muito difícil. Enquanto tenta aceitar os fatos, Alison descobre algo que não deveria. Algo que a faz questionar tudo o que já lhe disseram sobre quem ela é e o motivo de estar ali. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso. E a sua decisão terá consequências irreversíveis.

Sobre a autora: Becca Mackenzie nasceu em Brasília, 1993, e começou a escrever ainda na infância, embora sua carreira de escritora tenha começado bem mais tarde, só na faculdade. Seu primeiro passo na escrita foi publicar no Wattpad, onde conquistou mais de 3 milhões de leituras, um prêmio Wattys e o selo de Star.

Se Pudesse Contar as Estrelas é a sua estreia na Amazon, uma ficção cristã fantástica inspirada em Peter Pan. Hoje, ela mora em Brasília com a cachorrinha Pimpone. Rebeca ama dias nublados, brigadeiro e sonhar acordada; afinal, dizem que o céu é o limite, mas há um universo depois dele.

Redes Sociais:
Instagram:
 https://www.instagram.com/becamackenzie/
TikTok: https://www.tiktok.com/@becamackenzie
Twitter: https://twitter.com/becamackenzie


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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Conheça o livro O Jogo dos Zeros, da autora NSMoraes


Esta é a história de uma garota aparentemente comum, que tem o sonho de juntar dez mil reais para dar como entrada em uma casa só dela. Isso não é nada fácil quando se é uma artista circense no Brasil dos anos noventa, que foi criada em uma família russa. Para piorar, ela não tem nenhuma educação financeira em sua juventude e comete todos os “pecados mortais” com o pouco dinheiro que ganha. Mas tudo muda da noite para o dia, em um evento inesperado. Mal sabia ela que seu vício em videogames de RPG moldaria sua maneira de enxergar as finanças. Acompanhe as peripécias e o amadurecimento financeiro de uma menina que traçou um caminho tortuoso até se entender com as finanças. A história da garota chamada Natalia é mais uma prova da importância da educação financeira na vida das pessoas no Brasil e no mundo. Veja como uma circense nascida na União Soviética se tornou uma autora brasileira e investidora na Bolsa de Valores.

SAIBA MAIS, ACESSE: https://nsmoraes.com.br/pre-venda-do-livro-o-jogo-dos-zeros-com-frete-gratis/

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sexta-feira, 25 de março de 2022

A educação é o pilar do mundo contemporâneo, por Helena Blavatsky de Magalhães

 


A educação e a família são fundamentais para a formação do indivíduo como cidadão ativo na sociedade

A educação pode ser a chave para um mundo melhor? A educação não se restringe à transmissão de saberes intelectuais. Ela é essencial para a formação de indivíduos conscientes de seus direitos e deveres, como afirma Helena Blavatsky, formada em Psicologia pela FMU de São Paulo e em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Em um novo livro educacional, a psicóloga trata sobre a educação e seu vínculo com a sociedade – protetora e organizadora da vida humana – e a família – a primeira sociedade em que o ser humano vive.  “A parceria entre escola, família e sociedade é fundamental para o desenvolvimento dos indivíduos, seu preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho”.

Helena Blavatsky é coautora do livro intitulado “Algumas Visões, Muitas Ideias”, que será lançado no dia 30 de março de 2022 e a publicação será feita pela editora Laços. O evento de lançamento será na Livraria Martins Fontes, localizada na Av. Paulista, 509, às 18h30. O exemplar faz parte do Projeto Livro em Série, organizado pela IBET Escola de Formação. É uma colaboração entre dez autores e cada um abordará um tema central dentro da educação em cada capítulo, confira os demais temas:

“Educação, família e sociedade” por Helena Blavatsky;

“Educação e saúde” por Vanini Mandaj;

“Educação, sexualidade e gênero” por Júlio César Oliveira;

“Educação e autoconhecimento” por Gislaine Rossi;

“Educação e tecnologia” por Kendi Sakamoto;

“Educação financeira e empreendedorismo” por Leda Yoshida;

“Educação corporativa” por Regina Braghittoni;

“Educação inclusiva” por Arlete Salimene;

“Educação envelhecimento e intergeracionalidade” por Ana Macedo;

“Desafios da educação” por Maria da Penha. 


Serviço: Helena Blavatsky de Magalhães

Professora, Psicóloga clínica, Neuropsicóloga, Especialista em Educação

(11) 99396-4433

helblamaboa@gmail.com


Lançamento do livro “Algumas Visões, Muitas Ideias sobre a Educação”

Data: 30 de março de 2022

Hora: às 18h30

Local: Livraria Martins Fontes

Endereço: Av. Paulista, 509.

Estacionamento: Rua Manoel da Nóbrega, 88.

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quarta-feira, 23 de março de 2022

Jornalista Maria Clara Parente lança segundo livro de poesias, 'Empurrar o Chão'

 


Sessão de autógrafos acontece dia 26/3, na Livraria Janela, a partir das 17h

Empurrar o chão (7letras) é um convite para outros tipos de movimento durante a paralisia de tempos difíceis. Alguns temas como morte, refúgios, falha e "lentidão" como alternativa dentro de um mundo que funciona 24/7 são temas do livro de poemas escrito ao longo de 2021 pela jornalista, documentarista, atriz e pesquisadora socioambiental Maria Clara Parente. Para este segundo livro (o primeiro foi 'nas frestas das fendas', publicado em 2020 também pela 7letras), haverá lançamento presencial, com sessão de autógrafos, dia 26/3, sábado, às 17h, na Livraria Janela, no Jardim Botânico.


A orelha de Empurrar o chão é do poeta Carlito Azevedo e a capa, da artista visual Joana Uchôa. Para Carlito, a autora "não cansa de investigar o que significa ser e estar aqui e agora, em meio a essa devastação, grandeza, esperança, desesperança, espanto, e a naturalização do espanto".


A escrita de Maria Clara é atravessada por esse exaustivo modus operandi atual, que força tudo a ser cada vez mais rápido e paradoxalmente nos deixa cada vez mais "sem tempo". Pensando a partir daí, os poemas de Empurrar o chão se comprometem com processos mais lentos, investigando outros tipos de movimento. "E a poesia é um ótimo lugar para experimentar esses outros movimentos, esses outros modos de encontrar com os mundos possíveis", diz.


Entre o repertório de temas de Empurrar o chão está a saudade daquela dimensão existencial que só o encontro coletivo, a festa, a reunião presencial, o amor e a amizade e o carnaval proporcionam. A escrita de Maria Clara Parente, diz Carlito Azevedo, é capaz de associações livres, quase surrealistas, que produzem um choque no leitor, estimulando a ousadia interpretativa: "girafas com letreiros neon guardam drive-ins abandonados / no porão envidraçado, as montanhas me relatam sobre a ecologia /  erótica das algas e dos polvos / lotados do lodo das epígrafes ficcionais", e capaz também da fala mais direta e sem rodeios: "para onde vão todas essas pessoas fingindo que sabem para onde /  estão indo?". Isso não dá conta do humor da autora: "um nanoacontecimento para deus é como uma formiga revolucionária".

Uma das principais influências de Maria Clara, a filósofa e bióloga feminista Donna Haraway, tema de sua presente pesquisa de mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio também inspira alguns dos poemas do livro como "arqueologia do delírio" e está na epígrafe de um do poema" chtuluceno": "penso que nosso trabalho é (...) cultivar, uns com os outros e em todos os sentidos imagináveis, épocas possíveis, capazes de criar refúgios".


E uma curiosidade: você também pode encontrar o poema do livro, "eztetyka do pós-antropoceno", no livro-catálogo de 300 páginas contendo textos, poemas, ilustrações, críticas e muito conteúdo entre clássicos e contemporâneos da mostra Ecos de 1922 - Modernismo no Cinema Brasileiro, que depois de passar pelo CCBB São Paulo, chegou semana passada no CCBB Rio(depois segue para CCBB Brasília). A mostra vai até o dia 11/04,


Sobre a autora:


Maria Clara Parente nasceu no Rio de Janeiro. É jornalista, atriz, documentarista

e mestranda em Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio. É autora do livro Nas frestas das fendas, também pela 7Letras.


Serviço:


Lançamento com sessão de autógrafos

Empurrar o chão¸ de Maria Clara Parente

Quando: 26 de março, sábado, 17h

Onde: Livraria Janela (Maria Angélica, 171 - loja B - Jardim Botânico, Rio de Janeiro)


Páginas:72 páginas 

Formato:21 x 14 x 1 cm

Preço: 47 reais 

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sexta-feira, 4 de março de 2022

Em comemoração da semana de Arte Moderna, a autora Katia Canton lança livro infantil "ANA E A SEMANA" sobre os vieses do movimento

 Em centenário da Semana de 1922, a premiada autora Katia Canton lança pela VR Editora livro infantil sobre os vieses do movimento

O centenário da Semana de Arte Moderna, um dos principais eventos da arte brasileira, ganha um novo sentido para o público infantil com o lançamento de Ana e a Semana: Pequena história do modernismo de 1922. PhD em artes interdisciplinares pela New York University, a escritora premiada pelo Jabuti Katia Canton apresenta ao leitor o João, um menino entediado que vive em 2022, e Ana, uma garota que conferiu cada detalhe do evento em 1922.

No lançamento da VR Editora, os 100 anos que separam os dois não impossibilitam o encontro por meio de uma foto. Enquanto passeiam pelo Theatro Municipal de São Paulo do início do século XX, a menina apresenta ao novo amigo a exposição de artes plásticas, com obras de Anita Malfatti, pinturas de Di Cavalcanti e Zita Aita. Os nomes de Oswaldo de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Heitor Villa-Lobos e Tarsila do Amaral também são perfilados durante a aventura das crianças.

A informação de que, apesar de ser chamada de Semana de Arte Moderna, na verdade, foram três dias de evento, é um dos detalhes revelados por Ana durante a narrativa.  A menina também apresenta ao leitor Paulo Prado, grande investidor do encontro, que nutria o desejo de tornar São Paulo o centro da modernidade brasileira.

Ele quer que a cidade concorra com o Rio de Janeiro, a capital do país. No Rio, a cultura sempre esteve atrelada aos desejos da família real, que se instalou ali em 1808 e ficou até a Proclamação da República, em 1889. Já São Paulo quer a novidade. A cidade até pouco tempo era quase totalmente rural e não tinha expressão cultural. Então, inspirados nas semanas de artes francesas, o Sr. Prado e a esposa, Marinette ajudaram a promover o evento. (Ana e a Semana, p.7)

Professora de estética e história da arte da Universidade de São Paulo, Katia trabalhou no departamento de arte-educação do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA. Publicou mais de 60 livros e recebeu por três vezes o prêmio Jabuti. Ana e a Semana é ilustrado pela artista plástica Mariana Zanetti, que já expôs em feiras internacionais.

Ficha técnica:
Título: Ana e a Semana: Pequena história do modernismo de 1922
Autora: Katia Canton
Ilustradora: Mariana Zanetti
Número de páginas: 40
ISBN: 978-65-86070-72-9
Editora: VR Editora
Formato: 23 x 23 cm
Preço: R$ 59,90 
Link de venda: VR Editora

Sinopse: João encontra uma caixa no escritório de sua mãe com fotos antigas. De uma delas, não consegue tirar os olhos. É a imagem de uma menina e um homem em frente à escadaria de um grande teatro. De repente, ela diz: “Olá, muito prazer, sou a Ana”.

Acompanhe Ana e João numa viagem no tempo até fevereiro de 1922, quando foi realizado um dos mais importantes eventos das artes brasileiras, a Semana de Arte Moderna. Conheça a cidade de São Paulo do início do século XX, percorra os corredores do Theatro Municipal e maravilhe-se com a vida e a obra revolucionária dos grandes modernistas brasileiros.

Sobre a autora: Katia Canton nasceu em São Paulo e viveu em Paris, Nova York e Lisboa. É professora de estética e história da arte na pós-graduação da Universidade de São Paulo. É PhD em artes interdisciplinares pela New York University, com pós-doutorado em artes e contos de fadas. Trabalhou no departamento de arte-educação do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA. Desde 1987, suas pesquisas relacionam as artes e as narrativas dos contos de fadas e dos contos maravilhosos. Atualmente, como psicanalista em formação, investiga seus usos na educação e na saúde. Publicou mais de 60 livros em português, inglês, espanhol e francês, e recebeu inúmeros prêmios, entre eles, por três vezes, o Jabuti.

Sobre a ilustradora: Mariana Zanetti é ilustradora e artista plástica formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo. Foi finalista em 2017 do prêmio Jabuti e suas obras foram exibidas em feiras internacionais de livro e quadrinhos e em exposições coletivas. Além de seu trabalho artístico, tem lecionado e dado workshops, no Brasil e na Europa.

 

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Lançamento do livro “A Menina que Rima”


Sexto título da coleção Conte uma História ensina as crianças a rimar

Marina é uma menina que só fala rimando. Até o dia em que ela conhece Bambino, um menino muito fino, que fazia todo tipo de barulho com a boca. Juntos, a dupla começa a fazer música, e até o sorveteiro entra na brincadeira.

Essa é sinopse de “A menina que rima’, terceiro livro criado pelo escritor e ilustrador Pedro de Luna com a sua filha Lívia, de apenas 11 anos. É dela inclusive o desenho da capa, pintado com aquarela. 

Ao escolher a rima como tema da obra, os autores ensinam de forma divertida e desafiam os pequenos leitores a inventarem rimas com os nomes de seus familiares. O livro em preto e branco também permite que as crianças pintem depois de ler.

“A menina que rima” pode ser adquirida com dedicatória por R$ 45 pelo e-mail ilustrecomunicacao@gmail.com ou pela página @colecaoconteumahistoria no Facebook e Instagram.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Dia 29/01, em São Paulo: lançamento do livro "O Sapinho e o Bumbum", de Graziela Barduco


No próximo dia 29/01 (sábado), acontecerá o lançamento do livro "O Sapinho e o Bumbum", segundo infantil de Graziela Barduco, das14h. às 17h., na Livraria PanaPaná, especializada em literatura infantil.

" O Sapinho e o Bumbum" surgiu a partir de uma ideia que a autora teve, durante os cuidados com seu bebê, em seus primeiros meses de vida. Ele foi todo escrito em formato de poesia, utilizando a métrica da embolada, que é uma forma muito utilizada na poesia popular brasileira. 

A história aborda as divertidas constatações de um sapinho muito curioso, que, ao cair sentado no chão, percebe uma nova forma de brincar e de enxergar o seu arredor.

O livro foi feito pela editora Historinhas pra Contar e conta com ilustrações da Miriam Kass. 

Graziela Barduco é atriz, escritora, mãe do Davi e mestre em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena. É também autora dos livros "Na Rima da Menina" (editora Versejar), "Lutei Contra 100 Leões - Todos os 100 eram Jumentos" (editora Feminas) e "A Menina e o Pé" (editora Guismofews).

Leia entrevista com a autora: clique aqui.

A Livraria PanaPaná fica na Rua Leandro Dupré, 396, Vila Clementino, São Paulo-SP.

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domingo, 28 de novembro de 2021

Autora lança livro com histórias, memoráveis, de sua relação com o grande empresário Henry Maksoud


História de Georgina Célia resgata violência e opressão sofrida por mulheres que desejavam viver em liberdade e ir contra o machismo.

Escrito em primeira pessoa, autora relata casos curiosos, viagens inusitadas, encontros e desencontros da infância, adolescência e vida adulta. Georgina é filha, mãe e mulher. Ela descreve momentos de sua vida,  onde a representação e o comportamento de uma época foi marcada pelo machismo brasileiro. Uma história de vida real, com escolhas difíceis, dores, amores e frustrações.

Georgina Célia Maksoud nasceu no início dos anos 50 no Guarujá, onde cresceu acalentando o sonho de ser livre para escolher o próprio destino. Filha de um pai machista e opressor, ela foi impedida de estudar assim que concluiu o ensino fundamental. Trocou os lápis e cadernos por panos de chão e detergente, pois apreender o serviço doméstico era fundamental para se “conseguir um bom casamento”. 

Mas havia um lugar onde Georgina era livre: nos seus pensamentos. Era lá, nas fantasias juvenis, que a menina se refugiava da rotina hostil que vivia. Até que, inconformada com a vida sem graça e sem cor reservada às mulheres da época, aos 13 anos ela se formou como manicure e passou a ganhar o próprio dinheiro com seu trabalho. Assim foi dado o primeiro passo para a sua tão sonhada liberdade. 

Ainda na adolescência, conheceu o primeiro marido, de quem foi vítima de violência e ameaças de morte que a obrigaram a fugir para São Paulo quando o casamento acabou. Foi na “terra da garoa” que a oportunidade de trabalhar como manicure na Hidroservice, uma grande empresa de engenharia, trouxe ares de conto de fadas à história de Georgina. A paixão avassaladora que viveu com Henry Maksoud em 1980, com direito a  show privativo de Frank Sinatra no hotel mais luxuoso da capital paulista e viagens pelo mundo, compõe os capítulos escritos ao longo de 30 anos de uma "love history" da vida real que parece ter sido retirada de um roteiro de cinema.

LANÇAMENTO

Livro: Sem Medo de Viver.

Autora: Georgina Célia Maksoud 

Loja: Livraria da Vila - JK Iguatemi 

Quando: dia 30 de Novembro, às 19h.

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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Lançamento: Obra póstuma sobre o Mosteiro da Luz

Após enfrentar muitos desafios, inclusive o falecimento do autor, Benedito Lima de Toledo, a KPMO Cultura e Arte presenteia São Paulo com a publicação Mosteiro da Luz. O lançamento marcado no Museu de Arte Sacra de São Paulo, ocorrerá no dia 2 de outubro, às 10 horas.

A união do renomado arquiteto, urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, Benedito Lima de Toledo, com os apoios do arquiteto e diretor de arte, Marcello de Oliveira, e Suzana Alessio de Toledo, bibliotecária e esposa do autor, resultou em rica pesquisa com textos cuja narrativa é acompanhada por uma extensa iconografia e curadoria fotográfica primorosa.

O livro inédito e póstumo relata a história do importante conjunto arquitetônico colonial inserido no bairro da Luz, região central da cidade de São Paulo. O Mosteiro da Luz preserva até hoje as características de sua técnica construtiva em taipa de pilão e de sua arquitetura de caráter religioso. Frei Antônio de Sant'anna Galvão, o São Frei Galvão, responsável pela construção do Mosteiro da Luz, faleceu em 1822 e seu corpo encontra-se sepultado na igreja erguida em homenagem a Nossa Senhora da Luz.

Lançamento: Data: 02 de outubro de 2021, às 10h da manhã

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo

Endereço: Avenida Tiradentes, 676, bairro da Luz – São Paulo/SP

Metrô: Estação Tiradentes

Estacionamento no local

Ficha Técnica:
Edição: KPMO Cultura e Arte
Autor: Benedito Lima de Toledo
Coordenação geral: Suzana Alessio de Toledo
Prefácio: Gabriel Frade
Orelha: Lúcio Gomes Machado
Direção de arte: Marcello de Oliveira
Ensaio fotográfico: Maíra Acayaba
Apoio Cultural: AnimaCasa, Pitá e Refúgios Urbanos
Ano: 2021
Número de páginas: 180
Medidas: 22×25 cm

 

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quarta-feira, 14 de julho de 2021

O Real Resiste será lançado em livro

 


Obras criadas para a intervenção urbana de artistas

nas ruas do Rio são reunidas em livro.

Publicação será lançada na última semana da exposição O REAL RESISTE na
Galeria Mul.ti.plo, no Leblon, em 20 e 21 de julho.

Impresso em risografia e litografia, com texto de Felipe Scovino, edição traz todos os 30 trabalhos assinados por Arnaldo Antunes, Antonio Bokel, Cabelo, Carlos Vergara, Carolina Kasting, Elana Paulino, Joyce Piñeiro, Marcos Chaves, Raul Mourão, Saulo Nicolai, Walter Carvalho, entre outros.

Iniciativa é mais um desdobramento do projeto que reafirma a arte e a vida em tempos de demolição da cultura, negacionismos, aumento da violência policial e má gestão da pandemia. 

O movimento O REAL RESISTE ganha registro em livro. A publicação reúne os 30 cartazes do tipo “lambe-lambe” criados por artistas de diferentes linguagens, poéticas e de distintas áreas da cidade, concebidos para uma intervenção urbana realizada nas ruas do Rio em 2020. A publicação será lançada na Mul.ti.plo Espaço Arte, no Leblon, nos dias 20 e 21 de julho, das 12h às 18h. A ação integra a mostra de mesmo nome em cartaz na galeria até 30 de julho.

Com 48 páginas, o livro de artista foi produzido a partir de um processo misto de impressão gráfica: as capas foram impressas em litografia e, o miolo, em risografia. Estão lá os trabalhos de Ana Calzavara, Carlito CarvalhosaChelpa Ferro, Josiane Santana, Leo Gandelman, Marcelo Macedo, Marina Wisnik, Omar Britto, Saulo Nicolai, entre outros. O texto crítico é Felipe Scovino e a apresentação é da arquiteta e urbanista Manuela Müller, uma das idealizadoras do projeto ao lado de Maneco Müller, sócio da Mul.ti.plo. A tiragem é de 300 exemplares, com valor de venda de R$ 76.

O Real Resiste foi inspirado em uma música de mesmo nome de Arnaldo Antunes, que participou da ação dos lambe-lambes em agosto de 2020. Depois, o projeto seguiu por meio da dança. Em novembro, cinco grupos formados por 50 bailarinos e coreógrafos cariocas realizaram intervenções em espaços públicos da cidade – Rocinha, Méier, Brás de Pina, Cinelândia e Praça Mauá –, numa reflexão sobre o confinamento do corpo. Tanto a música como as coreografias foram criadas exclusivamente para a ação. Filmado, o ato depois virou um trabalho de videoarte, que foi lançado em janeiro deste ano.

Em 22 de abril, os cartazes elaborados para a primeira intervenção urbana foram expostos na Galeria Mul.ti.plo. Na mostra em cartaz na galeria Mul.ti.plo até 30 de julho, os trabalhos ganharam forma de gravuras, de 33 cm X 48 cm, impressas em litografia e em papel Hahnemuhle, em edições numeradas de 12 exemplares. “Os lambe-lambes que habitaram momentaneamente os muros da cidade e sofreram as ações do tempo e da exposição nas ruas perpetuam-se em novo formato. Do grito ao registro, mantendo a potência do gesto”, diz Maneco Müller.

ARTISTAS

Ana Calzavara, Anderson Valentim, Antonio Bokel, Arnaldo Antunes, Bernardo Vilhena, Cabelo, Carlito Carvalhosa, Carlos Vergara, Carolina Kasting, Catarina Lins, Chelpa Ferro (Luiz Zerbini, Barrão e Sergio Mekler), Clarice Rosadas, Criola, Elana Paulino, Elvis Almeida, Gabriela Marcondes, João Sánchez, Josiane Santana, Joyce Piñeiro, Leo Gandelman, Marcelo Macedo, Marcos Chaves, Maria Flexa, Marina Wisnik, Mateo Velasco, Omar Britto, Pedro Sánchez, Rafael Gomes, Raul Mourão, Saulo Nicolai, Walter Carvalho

SERVIÇO

Lançamento de livro de artista
O Real Resiste
Data: 20 e 21 de julho
Hora: 12h às 18h
Local: Mul.ti.plo Espaço Arte
End.: Rua Dias Ferreira, 417, 206 - Leblon - Rio de Janeiro
Tel.: +55 21 2259-1952
Entrada franca
Novo horário: segunda a sexta-feira, de 11h às 18h. Ou agende uma visita em qualquer outro dia e hora, pelo WhatsApp: +55 21 2042-0523
Pede-se respeitar as regras de uso de máscara durante a visita.
www.multiploespacoarte.com.br

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domingo, 7 de março de 2021

Luiz Pinheiro lança livro e vídeo-poema-musicado


O músico e poeta Luiz Pinheiro, depois dos CDs "Cássia Secreta", em parceria com Hermelino Neder, "Decompor" e "3,1415...", volta à cena com o lançamento de um novo trabalho. Trata-se de um livro intitulado "Poemas que Dormem Comigo", com selo da editora Patuá, além de um vídeo-poema-musicado, dirigido por Robson Catalunha. Ambos realizados com recursos da Lei Aldir Blanc. 

O livro reúne poemas criados em vários períodos da vida de Luiz Pinheiro. Em vários deles, o artista preza pelas formas sintéticas e econômicas. Para ele "do poema enxuto, curto, quase matemático, podem ser extraídas múltiplas leituras". O poeta trafega com versatilidade por temas amorosos, filosóficos, psicanalíticos e sociais.

Vários dos poemas já foram musicados pelo próprio artista e, também, por compositores(as)/cantores(as) como Cássia Eller, Hermelino Neder, Luiz Gayotto, Vanessa Bumagny, entre outros. Além dessas parcerias, Luiz Pinheiro também colocou poesia na música de Arrigo Barnabé e "Façanhas", canção de sua autoria, deu título a um disco do compositor da Vanguarda Paulista. 

Nas páginas em que constam poemas já musicados e gravados há um QR code para que o leitor possa acessar a canção nas plataformas digitais, durante a leitura.

Além disso, a obra escrita foi adaptada em forma de vídeo sob a direção de Robson Catalunha e com direção de arte de Thiago Capella Zanotta. O vídeo foi concebido a partir do que se costuma chamar de poesia expandida. Já há muito tempo o catalão Joan Brossa concebia o poema para além do literário, usando recursos visuais, que foram muito explorados pelos concretistas, aqui no Brasil. 

Com o lançamento do livro "Caixa Preta" nos anos 1970, que Augusto de Campos escreveu com o artista plástico Julio Plaza, Luiz diz que para ele o "céu passou a ser o limite no fazer poético". O livro de Campos é uma espécie de caixa e contém poemas visuais e escritos em módulos para serem montados formando estruturas geométricas cúbicas. O poema, então, sai da folha do livro e vai se inscrever em objetos. Para Luiz, "hoje em dia, até as palavras podem ser dispensadas em um poema, sendo este apenas um objeto ou uma imagem".

A direção do trabalho em formato vídeo, todo em preto e branco, remete às oposições, à dualidade e aos contrastes contidos nos poemas. Catalunha e Zanotta criaram um cenário a partir de luzes de LED, formando estruturas geométricas próprias para cada músico, em um diálogo com o fazer poético quase matemático do poeta.

Os diretores criaram imagens que, juntamente com o texto e as melodias feitas para os poemas, compõem um todo que levou-os a denominar o trabalho de "vídeo-poema-musicado".

Acompanham Luiz nas canções gravadas os músicos que trabalham com ele de longa data, como Valter Gomes, Luciano Nogara e Sandro Prêmmero, além da participação especial do violonista Jef de Lima e de Arrigo Barnabé, que interpreta juntamente com Luiz a música "Rebanho". Além destes, o trabalho ainda conta com a participação de Laerte Késsimos (responsável pela identidade visual do livro), Hermelino Neder, Ivam Cabral, Vanessa Bumagny, Luiz Gayotto, André Sant´Anna e Ronaldo Cagiano.

O vídeo-poema-musicado será lançado no site (luizpinheiroartista.com.br) e nas redes sociais do autor, em três partes, nos dias 1º, 8 e 15 de março. Já o livro, no dia 20 de março de 2021, às 17h, na plataforma Zoom, quando o artista falará sobre o trabalho.

Luiz Pinheiro - Foto: André Stéfano
LUIZ PINHEIRO POR OUTROS AUTORES:

Sua canção, tanto na letra quanto na música e na sua interpretação retratam com força e novidade uma saga e denúncia social. Gostei muito. (Jorge Mautner, cantor e compositor, que participa de uma das faixas do "CD 3.1415..." sobre a canção "Nômade Urbano", um dos poemas musicados).

Artista profundamente antenado com as emergências de seu tempo e as demandas do ser, Luiz Pinheiro fez da letra e da música espaço em que – dialogando com seus pares, com outras obras e autores, seja na literatura ou na música - tudo o que é humano o interessa. (Ronaldo Cagiano, escritor e poeta)

E se é um grande prazer ouvir a poesia que mora nas melodias criadas para os poemas, o Luiz Pinheiro nos dá o privilégio de criarmos nossas próprias melodias, nosso próprio ritmo, ao lermos a partitura de palavras impressas. Ou seja, os poemas do poeta são duplamente poesia e por isso duplamente música. (André Sant´Anna, escritor e músico)

SOBRE LUIZ PINHEIRO


Luiz Pinheiro é psicanalista e compositor e foi cantor da banda Football Music, liderada por Hermelino Neder, nos anos oitenta, e lançada no Teatro Lira Paulistana.


Dirigiu o show de lançamento da trilha sonora, composta por Hermelino Neder, do filme "A Dama do Cine Shangai" de Guilherme de Almeida Prado, ganhadora de vários prêmios.


Foi gravado por Vânia Bastos (música Kitsch ) no seu primeiro LP.


Foi gravado por Arrigo Barnabé, música que deu o título ao CD Façanhas.


Foi gravado por Cássia Eller, sendo seu parceiro em duas composições: "Eles" e "O Marginal", no segundo disco da cantora intitulado O Marginal, nos anos noventa. Teve outras canções suas interpretadas  em shows pela cantora.


É parceiro de Arrigo Barnabé, Hermelino Neder, Luiz Gayotto, Adriana Caparelli e Vanessa Bumagny.



Lançou, juntamente com Hermelino Neder, o grupo "Sociedade Secreta" em 1994, com show dirigido por Elias Andreato, tendo como integrantes do grupo o músico Ricardo Breim e a cantora Zuleika Walther.



Participou do projeto Satyricas Musicais no Teatro Sátyros, com show lítero-cênico-musical,   juntamente com Vanessa Bumagny, Luiz Gayotto, Estevan Sinkovitz e André Sant'Anna em 2003 e 2004.


Compôs, juntamente com Hermelino Neder, a canção tema da peça "Kasper ou a Triste História do Pequeno Rei do Infinito Arrancado de Sua Casca de Noz", que estreou no festival de Curitiba e seguiu temporada no Teatro Satyros, com direção de Rodolfo Vasquez , tendo feito a direção musical .


Apresentou no Teatro Satyros, em 2004 o show "Decantar", onde interpretava compositores consagrados da MPB, tendo como participações especiais o compositor Hermelino Neder e a cantora Vanessa Bumagny.

Apresentou o show "Decantar", sob direção de Sebastião Apollonio, no Teatro União Cultural, em São Paulo em junho de 2005.


Tem seus poemas citados e analisados no livro "Cássia Eller – Canção na Voz do Fogo", de Beatriz Helena Ramos Amaral (Editora Escrituras- 2002- págs. 78, 79,80 e 122).


Tem seu trabalho com a Cássia Eller comentado no livro "A História de Cássia Eller – Apenas uma Garotinha", de Ana Claudia Landi e Eduardo Belo (Editora Planeta – 2005- cap.11, pags.165-182; cap.19, pag.277)


Lançou, em 2005, na livraria Fnac, o CD "Cássia Secreta" (Tratore), com composições suas e do Hermelino que a Cássia já havia gravado e/ou cantado em shows, dando a elas uma nova interpretação.


Teve alguns de seus poemas publicados na Folha de S.Paulo online na coluna de Hermelino Neder Diário, Depressão e Fama em maio de 2006.


Teve poemas seus publicados no jornal O Avesso da cidade de Ourinhos, em 2006 e 2007.


Apresentou o show "Decompor", com composições suas e em parceria, no Villaggio Café, em São Paulo, em junho e novembro de 2007.  


Apresentou o show poético-musical "Decompor" na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, no dia 12 de Abril de 2008.


Apresentou o show "Decompor" no Teatro X, em 27 de junho de 2008, quando gravou um DVD, com participação das cantoras Vânia Bastos e Vanessa  Bumagny.


Apresentou o show "Decompor" no Villagio Café, em 1º de novembro de 2008.


Apresentou o pocket-show "Decompor" em outubro de 2009 no evento "Satyrianas", na Praça Roosevelt, em São Paulo.


Lançou o CD "Decompor" (Tratore, selo Espaço Musical) em 2011, seu primeiro solo, com composições próprias e releitura de compositores consagrados, com show no Sesc Vila Mariana.

Participou da "Exposição coletiva de poetas", em um projeto da Secretaria de Cultura de Ourinhos, em 2011. Outdoors com poemas dos contemplados foram instalados pela cidade.


Lançou o CD "3,1415...", em 2014, com composições suas e de parceiros, tendo feito shows de lançamento no Mube, no Teatro Sérgio Cardoso, no evento Satyrianas , na Capital, em teatros do interior de São Paulo e no Festival de Teatro de Ourinhos

(show de encerramento).


Realizou com a psicóloga Izabel Abrahão, no período de 2008 a 2016 , um trabalho com usuários da Unidade de Saúde Mental da prefeitura  (Caps Perdizes), que consistia em aproveitar as experiências subjetivas dos pacientes para a confecção de letras e melodias e apresentação do trabalho grupal em locais públicos, bibliotecas e centros de cultura, visando a inclusão e socialização dos integrantes. Esse trabalho venceu um concurso de seleção de projetos de arte, cultura e renda na Saúde Mental, realizado em 2010 pelo Ministério da Saúde.  Por ocasião do encerramento do grupo, realizou-se um CD, "Ternos da Madrugada", com composições dos usuários, executadas pelos próprios, sob a direção de Luiz, de Izabel e do produtor musical Valter Gomes, em parceria com o Centro Cultural da Juventude.

Fez parte do show "Phedras por Phedra", no Teatro Oficina, juntamente com Maria Casadevall , Paula Cohen e Cléo de Paris, com direção de Gero Camilo e Robson Catalunha, em 2016. Esse show foi apresentado posteriormente no Teatro Satyros e na Virada Cultural.

Realizou recentemente, com o músico Valter Gomes, o show "Acústico", no formato voz e violões, em que apresentava canções de seus três discos e novas composições.

SERVIÇO

Lançamento do 

Vídeo-Poema-Musicado

Quando: Parte I- 1º de março

Parte II- 8 de março

       Parte III- 15 de março 

Onde: no site (www.luizpinheiroartista.com.br).youtube e no facebook (luizpinheiro-pi)


Lançamento do livro "Poemas que Dormem Comigo"

Quando: Dia 20 de março às 17h

Onde: Plataforma Zoom https://us04web.zoom.us/j/6409466277?pwd=N0wvNFB1bFFuUVlkMTlzYzRtL3FlQT09 

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