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sexta-feira, 23 de julho de 2021

Conheça "Sansão na ótica da literatura", novo livro do autor André Casagrande


Sansão é um dos personagens mais conhecidos da Bíblia. É difícil encontrar alguém que não tenha ouvido falar a respeito do jovem herói hebreu cuja força descomunal provinha dos cabelos de sua cabeça. Sua figura, sem dúvida, continua viva no imaginário ocidental. Ainda assim, a história de Sansão permanece envolta em mistérios, sendo uma das narrativas mais polêmicas, complexas e controversas do cânon bíblico. Como compreender a história desse sujeito lendário que mais parece um super-herói das telas dos cinemas do que um personagem das Sagradas Escrituras? Sansão na ótica da literatura propõe uma leitura de Juízes (13-16) lançando mão de recursos próprios das Teorias Literárias, as quais, na concepção do autor, auxiliam a olhar para essa narrativa bíblica com maior clareza e nitidez.

PARA ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI. 

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

Um papo com André Casagrande, autor do livro "Sansão na ótica da literatura"


André Casagrande é doutor em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e mestre em Ciências da Religião pela mesma instituição. Estudou teologia no centenário Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, licenciando-se, posteriormente, em Letras. Casado com Marcela, a quem conheceu no curso de Letras, cujo nome foi eternizado na literatura por Machado de Assis. Além disso, é um leitor voraz de literatura brasileira contemporânea. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

André Casagrande: Minha primeira publicação foi Jesus na ótica da literatura (2011), um ensaio sobre o Cristo presente na literatura brasileira contemporânea. Após um interregno de cinco anos, publiquei A utópica Teresevile (2016), romance histórico que retrata a implantação de uma cidade solidária no interior do Paraná em meados de 1847, por Jean-Maurice Faivre, médico francês da corte do imperador Dom Pedro II. Em 2017, por ocasião das comemorações dos quinhentos anos da Reforma Protestante, escrevi Uma outra herança reformada (em co-autoria), o livro traz reflexões a partir de Sébastien Castellion, a quem o escritor Stefan Zweig denomina “o apóstolo da tolerância”. Meu trabalho mais recente é Sansão na ótica da literatura (2021), uma tentativa de ler a Bíblia com as ferramentas das Teorias Literárias. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Sansão na ótica da literatura". Poderia comentar? 

André Casagrande: Este livro surgiu da constatação de que praticamente inexiste bibliografia disponível sobre Sansão no Brasil. Embora seja um personagem que continue vivo no imaginário ocidental, a narrativa sansoniana permanece envolta em mistérios, sendo uma das histórias mais polêmicas, complexas e controversas do cânon bíblico. O livro lança luzes sobre aquela, que, possivelmente, seja uma das narrativas mais estranhas da Bíblia. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

André Casagrande: Enfatizo aquilo que torna Sansão tão complexo e, ao mesmo tempo, tão especial, quando comparado às demais personagens bíblicas: “Não há nas Escrituras Sagradas, pensando-se aí tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, história paralela e similar a essa. Sansão é único. Não há nos registros bíblicos outro personagem com façanhas lendárias como a dele. O escritor russo Wladimir Jabotinsky, no romance Sansão, propõe constatação semelhante à que fazemos, quando, em determinado momento da narrativa ficcional, um dos príncipes filisteus diz a Sansão: ‘Conta-nos lendas de Creta e de Troia, sobre heróis que talvez tenham sido seus irmãos. Mas nunca se ouviu falar de tais homens na tribo de sua mãe ou nas tribos de Israel’” (pg. 22). 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

André Casagrande: O livro pode ser adquirido pelo site da Editora Reflexão. Segue o link para aquisição: https://www.editorareflexao.com.br/teologia/pre-venda-sansao-na-otica-da-literatura. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

André Casagrande: A leitura e a escrita caminham de mãos dadas. À medida que leio, escrevo. Quero escrever mais ficção. Esse foi, inclusive, o conselho que Frei Betto me deu quando lhe entreguei em mãos meu primeiro romance: “André, não pare de escrever ficção”. Tenho formação protestante. Nasci em uma família protestante. Tornei-me pastor protestante. Existe, no Brasil, a meu ver, falta de romancistas de raiz e tradição protestantes. Talvez, o único seja Josué Montello (1917-2006), escritor maranhense, cujo romance Os degraus do Paraíso estou lendo.    

Perguntas rápidas:  

Um livro: A arte de semear estrelas (Frei Betto)        

Um (a) autor (a): Miguel Sanches Neto e Raduan Nassar

Um cantor ou cantora: Oswaldo Montenegro

Um dia especial: Todos os dias são especiais 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

André Casagrande: Agradeço a oportunidade concedida pela revista Conexão Literatura para divulgação de meu trabalho literário. Desejo sucesso e vida longa a esse importante veículo de disseminação da literatura brasileira.

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quinta-feira, 1 de julho de 2021

Baixe a nova edição da Revista Conexão Literatura (Julho/2021)

EDITORIAL

"Leia um livro e abra as portas para o conhecimento", frase que destaca a nossa capa de julho. Os livros exercitam a nossa mente, além do entretenimento. Por isso, sempre que puder, leia um livro e incentive os seus amigos e familiares a fazerem o mesmo.

Como sempre, o leitor poderá conferir excelentes dicas de livros, crônicas, contos, entrevistas e dicas para participação em antologias de contos e poemas.

Participe da nossa edição de agosto, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


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terça-feira, 22 de junho de 2021

Há 182 anos nascia Machado de Assis, um dos maiores nomes da literatura brasileira

 


Há 182 anos nascia Machado de Assis, um dos maiores nomes da literatura brasileira.

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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Saiu a lista dos selecionados da antologia NO REFÚGIO DOS CORVOS. Confira.


CONFIRA A LISTA DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA "NO REFÚGIO DOS CORVOS":

01 - José Júnior - O Escolhido
02 - Gilson Salomão Pessôa - A Expedição Kaipang
03 - Cristiane de Mesquita Alves - Três corpos erguidos
04 - Roberto Schima - Entre Corvos e Morcegos
05 - William F. Eugênio - Contêiner Sombrio
06 - Danilo Seraphim - O necrotério
07 - Roberto Minadeo - Sono Maldito
08 - José Martino - Delírio
09 - Ney Alencar - “Nia-Gwahe-hi-gowa” e “O Espectro do Castelo de Morande”
10 - Vinicius Leal - A morte

PARABÉNS AOS SELECIONADOS. 

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.
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segunda-feira, 14 de junho de 2021

Alcançamos hoje mais de 2 milhões de acessos


O site da Revista Conexão Literatura completou hoje (15/06/2021) + de 2 milhões de acessos. Isso é motivo para comemorarmos, pois trabalhamos com cultura e lutamos muito pelo incentivo à leitura, com notícias diversas sobre literatura, lançamentos de livros, eventos literários, entrevistas com autores (novos ou não), dicas de livros, etc. Fazemos tudo isso porque amamos livros e além de tudo, porque queremos um país com mais leitores, pois sabemos que é somente através da leitura e da educação que conseguiremos um Brasil melhor.

Sobre a história da Revista Conexão Literatura:

Tudo começou com uma ideia do escritor Ademir Pascale, em julho/2015, sendo lançada de forma experimental a edição de nº 01, tendo como destaque o escritor Oscar Wilde. A Revista Conexão Literatura tornou-se um grande canal digital de entretenimento e informação para autores, leitores, editores, blogueiros e profissionais do meio literário e cultural. Foram entrevistados e passaram pelas edições da revista autores como Conceição EvaristoElisa LucindaMartinho da VilaEduardo SpohrJosé Xavier CortezJoão ScortecciPedro Bandeira, Paula PimentaClóvis de Barros FilhoArthur Haroyan e Mario Sergio Cortella, além das plataformas Amazon KDP e Skoob. Nossas matérias, entrevistas e postagens são bem elaboradas e super divulgadas nas redes sociais, gerando atenção até de grandes nomes, como a do escritor, professor e filósofo Mario Sérgio Cortella: Clique aquiaqui e aqui, também  do músico e escritor Martinho da Vila: Clique aqui, da Elisa Lucinda, escritora, poetisa e atriz de várias novelas da Rede Globo: Clique aqui, da Irene Ravache, também atriz de várias novelas da Rede Globo: Clique aqui e até da própria Amazon KDP: Clique aqui, além de ser mencionada por várias editoras, como a Editora Melhoramentos: Clique aqui, Editora Malê: clique aqui, Editora Unesp: Clique aqui e sites, como o da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais): Clique aqui e UNIESP: Clique aqui. Somos parceiros das assessorias de imprensa do Itaú Cultural e Maurício de Sousa Produções. Algumas de nossas postagens chegam a gerar milhares de compartilhamentos, visualizações e centenas de curtidas, como a da edição com a escritora Conceição Evaristo: Clique aqui. ou mesmo com memes sobre literatura, arte ou cultura, confira: clique aqui. 
Confira um estudo elaborado por alunos de pós-graduação da UFTM, referente a uma de nossas capas de 2017: Linguagem Verbal e não verbal manifestando sentidos: análise da capa da Revista Conexão Literatura - 2017: Clique aqui.

A pontualidade, seriedade e profissionalismo da equipe da Revista Conexão Literatura, permitiram que suas edições chegassem até milhares de internautas por meio das redes sociais Facebook e Instagram, que somam quase 190.000 seguidores. Nossas edições são mensais. Os leitores poderão baixar e ler a revista digital gratuitamente: clique aqui

Fica aqui o nosso agradecimento aos queridos leitores e aos colunistas/colaboradores Elenir Alves, Rafael Botter, Sérgio Simka, Cida Simka, Gian Danton e Mayanna Velame.

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terça-feira, 1 de junho de 2021

Revista Conexão Literatura, nº 72 - Junho/2021 - Baixe a sua


EDITORIAL

Nossa edição de junho destaca José M. S. Freire, autor da incrível série Tamara Jong, tendo lançado recentemente A Guerra de Rarzok. Confira nas páginas da revista a entrevista exclusiva que fizemos com ele. 

O leitor também poderá conferir excelentes dicas de livros, crônicas, contos, entrevistas e dicas para participação em antologias de contos e poemas.

Participe da nossa edição de julho, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 72: CLIQUE AQUI.

Ademir Pascale - Editor-Chefe

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sexta-feira, 14 de maio de 2021

Seção "LEITORES INDICAM", da Revista Conexão Literatura


PARTICIPE DO PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA DA REVISTA CONEXÃO LITERATURA E INDIQUE UM LIVRO:

Tire uma foto com o livro que você está lendo ou que deseja indicar a leitura. Autores também poderão tirar fotos com seus próprios livros. *REGRAS PARA PARTICIPAR:* - Envie uma foto sua com o livro (bem nítida). - No e-mail que mandar a foto anexada, mande no corpo do e-mail o título do livro e autor, mande seu nome e estado onde reside. Diga também que autoriza a publicação da sua foto. - Mande tudo para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - aos cuidados de Ademir Pascale
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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Seção "LEITORES INDICAM", da Revista Conexão Literatura


PARTICIPE DO PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA DA REVISTA CONEXÃO LITERATURA E INDIQUE UM LIVRO:

Tire uma foto com o livro que você está lendo ou que deseja indicar a leitura. Autores também poderão tirar fotos com seus próprios livros. *REGRAS PARA PARTICIPAR:* - Envie uma foto sua com o livro (bem nítida). - No e-mail que mandar a foto anexada, mande no corpo do e-mail o título do livro e autor, mande seu nome e estado onde reside. Diga também que autoriza a publicação da sua foto. - Mande tudo para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - aos cuidados de Ademir Pascale
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sexta-feira, 30 de abril de 2021

Revista Conexão Literatura, nº 71 - Maio/2021 - Baixe a sua


EDITORIAL

Nossa edição de maio destaque a youtuber Lívia Corbellari, do canal Livros por Lívia. Confira nas próximas páginas a entrevista exclusiva que fizemos com ela. 

O leitor também poderá conferir dicas de livros, crônicas, contos, poemas, entrevistas e dicas para participação em antologias de contos e poemas.

Participe da nossa edição de junho, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 71: CLIQUE AQUI.

Ademir Pascale - Editor-Chefe

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segunda-feira, 5 de abril de 2021

Canal no YouTube promove a literatura produzida no Espírito Santo

 

Lívia - Foto divulgação

O projeto "Livros por Lívia" lança nova temporada com foco em livros de escritores e escritoras capixabas 

Há 8 anos, o projeto literário "Livros por Lívia" trabalha com a divulgação da literatura produzida no Espírito Santo por meio de resenhas, eventos e conteúdos para internet. No último ano, o projeto deu novo passo e criou um canal no YouTube para a divulgação de vídeos com resenhas opinativas e informativas sobre livros que apontam a literatura dos dias de hoje. Conheça: www.youtube.com/livrosporlivia

 

Para a nova temporada deste ano, o canal preparou um conteúdo especial, que foi premiado com recursos da Lei Aldir Blanc para a produção de uma websérie de 4 episódios comentando e apresentando 4 obras de escritores e escritoras capixabas.

 

O 1º episódio aborda a literatura fantástica no livro de contos "Lama" (2019 - Editora Pedregulho), de Marília Carreiro. Já o 2º episódio fala sobre a poética indigena e afrobrasileira no livro "Terra Sem Mal" (2015 - Editora Patuá), de Waldo Motta. O 3º episódio discute as relações humanas e a natureza no livro "Labirinto mínimo" (2019 - Editora Pedregulho), de Fernanda Tatagiba. E o 4º episódio é sobre dramaturgia e literatura na coletânea "Outras Tramas" (2019 - Editora Maré), organizado por Nieve Matos.

 

"Um dos pontos mais importantes do projeto é fazer o conhecimento acerca da literatura circular e criar um intercâmbio entre autores e editoras do Espírito Santo e fazer com que esse circuito se fortaleça. Os quatro episódios propostos abordam diferentes temáticas e gêneros da literatura capixaba, como a ficção, a poesia, o teatro, o experimental, mostrando a diversidade e a qualidade das obras produzidas no estado", explica Lívia Corbellari, jornalista e escritora idealizadora do projeto.

 

Você confere a temporada completa aqui: www.youtube.com/livrosporlivia

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sexta-feira, 26 de março de 2021

[Resenha] História da Primeira Guerra Mundial – Vitória Na Frente Ocidental

Título Original: Victory On The Western Front

Autor: Martin Marix Evans

Editora: M.Books

Páginas: 216

Ano Lançamento: 2014

Este livro traz o relato das batalhas na França no último ano da Primeira Guerra Mundial, em uma narrativa envolvente com depoimentos vívidos das trincheiras e dos campos de batalha feitos pelos soldados e oficiais de todas as nações, que participaram da guerra. À medida que os exércitos opostos avançavam e recuavam em meio a batalhas em lugares inóspitos e em circunstâncias adversas, Martin Evans mostra a importância dos progressos técnicos e das novas estratégias para derrotar o inimigo.

Impressões:

Editora M.Books apresenta mais um extraordinário livro histórico do qual abrange uma parte do conflito na Primeira Guerra Mundial, mostrando seus principais aspectos que abalaram o Mundo.

O conflito foi marcado por colocar homens contra máquinas, o início dos aviões para fins militares e de alto poder de destruição contra os soldados no campo de batalha.

Martin Evans busca levar para os leitores mais leigos no assunto, os pontos principais da Primeira Guerra, com uma escrita fluída e acessível para qualquer tipo de leitor que tenha curiosidade em entender um pouco mais.

Um dos pontos que merece ser destacado é o uso das primeiras máquinas de guerra para enfrentar o inimigo em qualquer terreno e região. O autor da uma ênfase maior para os primeiros veículos blindados da época.

A obra conta com relato de soldados e oficiais que combateram nas trincheiras, relatos esses do qual parece ter saído de filmes de terror por conta de toda brutalidade.

Trabalho gráfico como um todo está impecável, Editora M.Books mais uma vez apresentando uma obra excepcional para os leitores, possuindo fontes adequadas e bons espaçamentos. Nota 10!

Uma leitura que abrange o último ano do conflito, trazendo capítulos que seguem uma linha histórica, abordando principais campanhas que moldaram todo o Mundo toda economiza mundial.

O leitor que busca conhecer à respeito do tema, essa obra cumpre o seu papel, sendo uma leitura rápida tendo apenas 216 páginas que coloca o leitor nos fatos e acontecimentos de cada batalha.



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quinta-feira, 4 de março de 2021

Publique contos, poemas, crônicas, resenhas e ensaios nas edições da Revista Conexão Literatura


PUBLICAÇÃO DE TEXTOS NA REVISTA DIGITAL CONEXÃO LITERATURA (CONTOS, CRÔNICAS, ENSAIOS, ETC):


A taxa de submissão de textos, sendo conto, crônica, ensaio, poesia, resenha e textos sobre Linguística, Letras, Artes, Filosofia e temas multidisciplinares de caráter opinativo para publicação na Revista Conexão Literatura, sendo até 03 páginas (Times ou Arial, tamanho 12)  é de R$ 50,00. Portugal e países da Europa (10 Euros, via PayPal). O depósito deverá ser realizado no Banco Bradesco, agência 1449-4, conta poupança 1006770-7, em nome de Ademir Pascale. Via Pix, solicite chave pelo e-mail. Enviar cópia ou informação do comprovante de pagamento com a  submissão do texto para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - Para participar da edição nº 70 (abril/2021), enviar o comprovante de depósito no máximo até o dia 10/03/21.

VEJA NOSSA EDIÇÃO DE MARÇO: CLIQUE AQUI

 

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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Já está disponível a nova edição da Revista Conexão Literatura (Março/2021). Baixe a sua.


EDITORIAL

Chegamos em março com mais uma edição especial para os leitores apaixonados por livros. Desta vez destacamos em nossa capa a escritora Marília Arnaud, autora de O Pássaro Secreto, obra vencedora da 5ª edição do prêmio Kindle de Literatura. Confira nas páginas da revista a entrevista exclusiva que fizemos com a Marília. 

O leitor também poderá conferir dicas de livros, crônicas, contos, poemas, entrevistas e dicas para participação em antologias de contos e poemas.

Participe da nossa edição de abril, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 69: CLIQUE AQUI.

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Ademir Pascale - Editor-Chefe
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domingo, 31 de janeiro de 2021

Já está disponível a Revista Conexão Literatura, nº 68 (Fevereiro). Baixe a sua.


EDITORIAL

“Pratique o hábito da leitura, seja com livros impressos ou digitais”, frase que está em destaque em nossa capa. A leitura nos faz sonhar, viajar e ter mais conhecimento e certamente é uma das melhores ferramentas para o ser humano. Leia, pratique e exercite a sua mente.

Nas páginas da revista o leitor encontrará dicas de livros, crônicas, contos, entrevistas e muito mais.

Participe da nossa edição de março, seja com conto, crônica ou poema. Você também poderá divulgar o seu livro ou editora. Saiba como: clique aqui.

Tenha uma ótima leitura!


Para baixar a edição da Revista Conexão Literatura nº 68: CLIQUE AQUI.

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Ademir Pascale - Editor-Chefe
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

8x Hilda: projeto reúne obra teatral de Hilda Hilst em ciclo de leituras online


A obra teatral completa de Hilda Hilst (1930-2004) é apresentada em 8x Hilda, ciclo de leituras online com participação dos atores Lavínia Pannunzio, Joca Andreazza, Flávia Couto e Kiko Rieser, entre os dias 7 de fevereiro e 28 de março. A curadoria é de Fábio Hilst e a direção se alterna, semanalmente, entre os próprios atores.

 

A transmissão é ao vivo e grátis, aos domingos, às 18 horas, pelo canal YouTube/CuradoriaHilst. As sessões serão gravadas e disponibilizadas com tradução em Libras no mesmo canal, sempre na quarta-feira seguinte a cada leitura, às 20 horas.

 

8x Hilda comemora os 90 anos de nascimento da escritora paulista, completados em 2020, trazendo à cena suas oito peças, escritas entre os anos de 1967 e 1969: A Empresa (A Possessa) (7/2), O Rato no Muro (14/2), O Visitante (21/2), Auto da Barca de Camiri (28/2), As Aves da Noite (7/3), O Novo Sistema (14/3), O Verdugo (21/3) e A Morte do Patriarca (28/3).

 

O projeto propõe um jogo cênico virtual que celebra e explora a dramaturgia hilstiana, criada em pleno período da ditadura militar brasileira. Segundo o idealizador Fábio Hilst, “a dinâmica consiste no mergulho dos quatro atores/encenadores  no universo de Hilda, desvendando os textos - e subtextos - e os mais de 60 personagens da obra, para mostrar ao público o processo de estudo de uma peça e o início da construção de personagens e cenas”. A ideia de encenar o teatro completo de Hilda Hilst é uma iniciativa que Fábio, pela produtora Três no Tapa, já havia colocado em andamento, em 2020, com a montagem de As Aves da Noite, cuja estreia foi adiada em decorrência da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus.

 

A produção dramatúrgica de Hilda Hilst - criada no momento em que o teatro e os artistas viviam sob os mandos e desmandos da censura do regime militar - é considerada um ensaio para sua obra em prosa da década de 1970, mais livres nos artifícios da linguagem e nas tramas do cotidiano. Seus textos teatrais traduzem a atmosfera claustrofóbica de opressão e os questionamentos ao sistema, representado pela igreja, pelo Estado ou pela ciência, para se comunicar com as pessoas de forma "urgente" e "terrível". Os personagens, vítimas ou algozes, aparecem em situações limite, presos às estruturas que escravizam e alienam - celas, porões, colégios religiosos ou locais de julgamento e execução de prisioneiros. As máscaras sociais (juiz, carcereiro, monsenhor, papa, madre superiora) são arrancadas por Hilda, que mostra também personagens dotados de almas, tolhidas do seu verdadeiro voo.

 

As primeiras encenações ocorreram na cena universitária, na Escola de Artes Dramáticas, com O Rato no Muro e O Visitante, no final dos anos 60. O Verdugo teve a primeira montagem profissional, em 1973, sendo a única peça hilstiana editada na época. As quatro primeiras peças de Hilda Hilst foram publicadas, em 2000, pela Editora Nankin (Teatro Reunido). Em 2008, quatro anos após sua morte, a Editora Globo publicou seu teatro completo em volume único.

 

FICHA TÉCNICA: Textos: Hilda Hilst. Curadoria / idealização: Fábio Hilst. Elenco / direção: Lavínia Pannunzio, Joca Andreazza, Flávia Couto e Kiko Rieser. Produção: Três no Tapa Produções Artísticas. Assistência de produção: Fernanda Lorenzoni. Técnico de transmissão: Gustavo Bricks e Henrique Fonseca. Design / gerenciamento de mídia: Ton Prado. Sinopses: Hilda Hilst - Teatro Completo (L&PM / Leusa Araujo). Realização: ProAC Expresso LAB, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. As leituras contam com participação de atores convidados, conforme a demanda de personagens de cada texto.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Ciclo de leituras: 8x Hilda

Quando: 7 de fevereiro a 28 de março/2021

Horário: Domingos, às 18h

Onde: Youtube/CuradoriaHilst

Grátis. Duração estimada: 120 min. Classificação: 14 anos.

Com tradução em Libras (gravado): 10/02 a 31/03 – Quartas, às 20h

 

7 de fevereiro: A Empresa (A Possessa)

A Empresa (inicialmente, A Possessa) foi o texto de estreia de Hilda Hilst na dramaturgia, em 1967. Trata-se de uma crítica ao trabalho alienado, com o qual se busca mais a eficiência que a criatividade. América é uma adolescente questionadora que se rebela contra a tradição representada pelo colégio religioso e terá de prestar contas ao Monsenhor e ao Superintendente. Esse inconformismo é medido por certos “robôs eletrônicos" (personagens Eta e Dzeta) criados pela própria América que, depois, são utilizados pela instituição para conter as “asas do espírito” e a imaginação. Ou seja, os dirigentes do colégio/empresa impõem às Postulantes e a América um trabalho alienante, o que desencadeia a morte da protagonista. 7 personagens. Direção: Flávia Couto.

 

14 de fevereiro: O Rato no Muro

O ambiente do colégio religioso, recorrente na obra da autora, aparece em O Rato no Muro (1967) ainda mais estreito. Tudo se passa numa capela, onde a Superiora está cercada por nove irmãs, identificadas por letras de A a I. Estão ajoelhadas, e ao lado de cada uma delas, o “chicote de três cordas”. Cada uma das religiosas expressa visões diferentes, a partir de pequenos abalos ao austero cotidiano do claustro. Irmã H (alter ego da autora) é a mais questionadora e lúcida. Tenta em vão mostrar às outras a necessidade de libertação, representada pelo desejo de ser o rato, único capaz de ultrapassar os limites do muro da opressão e do pensamento único. 10 personagens. Direção: Kiko Rieser.

 

21 de fevereiro: O Visitante

Peça mais poética de Hilda Hilst, O Visitante (1968) gira em torno do conflito entre Ana e Maria – mãe e filha. Ana, encantadora e meiga, descobre-se grávida. Mas a filha, estéril e parecendo mais velha, levanta suspeitas sobre a paternidade, já que seu marido, genro de Ana, é o único homem da casa. A chegada de um visitante, o Corcunda, provoca uma distensão sem, no entanto, apagar o conflito que, de um lado tem o apelo da vida, do sexo e do amor e, do outro, a aspereza de um mundo sem prazer. 4 personagens. Direção: Lavínia Pannunzio.

 

28 de fevereiro: Auto da Barca de Camiri

Baseado em fatos reais, Auto da Barca de Camiri é a quarta peça de Hilda Hist, escrita em 1968. Em julgamento encontra-se o revolucionário argentino Ernesto Che Guevara, morto em Camiri, na Bolívia - ainda que seu nome não seja mencionado e que sua figura, na peça, seja confundida com a de Cristo. Sob a tensão permanente dos ruídos de metralhadora soando do lado de fora e com o desconforto do cheiro dos populares que desagradam os julgadores, Hilda introduz elementos grotescos e inovadores. A severidade da Lei é representada pelos juízes (vistos de ceroulas antes de vestirem as togas com abundantes rendas nos decotes e mangas). Há também o Prelado e o Agente. A condenação está decidida, a despeito do depoimento do Trapezista e do Passarinheiro que, assim como os demais humildes, serão executados pelas metralhadoras. 7 personagens. Direção: Joca Andreazza.

 

7 de março: As Aves da Noite

Escrita em 1968, As Aves da Noite é baseada na história real do padre franciscano Maximilian Kolbe, morto em 1941, no campo nazista de Auschwitz. Ele se apresentou voluntariamente para ocupar o lugar de um judeu pai de família sorteado para morrer no chamado “porão da fome” em represália à fuga de um prisioneiro. No porão da fome, a autora coloca em conflito os prisioneiros – o padre, o carcereiro, o poeta, o estudante, o joalheiro –, visitados pelo comandante da SS, pela mulher que limpa os fornos e por Hans, o ajudante da SS. O processo de beatificação do padre Maximilian Kolbe, iniciado em 1968, resulta na canonização em 1982, pelo papa João Paulo II. Hoje São Maximiliano é considerado padroeiro dos jornalistas e radialistas e protetor da liberdade de expressão. 7 personagens. Direção: Kiko Rieser.

 

14 de março: O Novo Sistema

O Novo Sistema, escrita em 1968, volta ao tema da privação da liberdade e da criatividade por regimes totalitários. O personagem central, o Menino prodígio em física, não se conformará com a execução dos dissidentes em praça pública nem com a opressão – desta vez exercida pela ciência – à evolução espiritual do indivíduo. Assim como em A Empresa, é evidente a afinidade com a literatura distópica de George Orwell e Aldous Huxley. 12 personagens. Direção: Joca Andreazza.

 

21 de março: O Verdugo

O Verdugo foi escrito em 1969 e, no mesmo ano, recebeu o prêmio Anchieta. Conta a história do carrasco que se recusa a matar o Homem, um agitador inocente, condenado pelos Juízes e amado por seu povo. Temendo reações contrárias, os Juízes tentam - em vão - subornar o verdugo para que este realize a tarefa o mais rápido possível. Apenas o jovem filho entende a recusa do pai. A mulher, ao contrário, aceita a oferta em dinheiro e toma o lugar do marido ao pé do patíbulo, com a concordância da filha e do genro. No final, o verdugo reaparece, desmascara a mulher e conta ao povo o que se passara após sua decisão. O povo reage violentamente matando a pauladas o carrasco e o Homem. O filho sobrevive e foge com os Homens-coiotes, símbolos de resistência. 10 personagens. Direção: Flávia Couto.

 

28 de março: A Morte do Patriarca

Em A Morte do Patriarca (1969) podemos reconhecer o humor ácido e o tom de escárnio de Hilda. Um Demônio com “rabo elegante” e de modos finos discute os dogmas da religião e o destino humano com Anjos, o Cardeal e o Monsenhor, ante a visão dos bustos de Marx, Mao, Lenin e Ulisses, de uma enorme estátua de Cristo e da tentativa do Monsenhor de colocar asas na escultura de um pássaro. O Demônio seduzirá o Cardeal a tomar o lugar do Papa; posteriormente, o próprio Papa é morto pelo povo. 9 personagens. Direção: Lavínia Pannunzio.

 

PERFIS

 

Hilda Hilst (1930-2004, Jaú/SP) – Hilda Hilst foi ficcionista, cronista, dramaturga e poeta, considerada uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX, com traduções em países como Itália, França, Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e Argentina. Iniciou sua produção literária em São Paulo, com o livro de poemas Presságio (1950). Em 1965, mudou-se para Campinas e iniciou a construção de seu porto de criação literário, a Casa do Sol, espaço que a abrigou durante a realização de 80% de sua obra. Autora de linguagem inovadora, na qual atemporalidade, realidade e imaginação se fundem, a estreia de Hilda na dramaturgia foi em 1967 e, três anos depois, na ficção com Fluxo-floema. Em cerca de 50 anos, ela escreveu mais de 40 títulos, muitos com edições esgotadas, incluindo poesia, teatro e ficção, que lhe renderam prêmios literários importantes no Brasil. Em sua obra nos deparamos com a fragilidade humana que nos surpreende com personagens em profundos questionamentos na viagem de entender e descobrir o essencial. A partir dos anos 2000, a Globo Livros reeditou sua obra completa e, em 2016, os direitos de publicação foram para a Companhia das Letras. Mais recentemente, a L&PM Editores lançou em livro toda a sua dramaturgia. O acervo deixado pela escritora encontra-se na Sala de Memória Casa do Sol e no Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulálio da Unicamp.

 

Lavínia Pannunzio (atriz) - Atriz e diretora formada pela UNICAMP, Lavínia acumula importantes prêmios no currículo como APCA, Coca-Cola/Femsa, Shell e Mambembe. Foram mais de 50 trabalhos realizados apenas em teatro, em parte deles acumulando a função de diretora. Entre os principais trabalhos, destacam-se: A Vida é Cheia de Som e Fúria e Temporada de Gripe, com direção de Felipe Hirsch; Esperando Godot e O Mambembe, com direção de Gabriel Villela; Cacilda! com direção de Zé Celso; além de outros dirigidos por José Possi Neto, Silney Siqueira, Mário Bortolotto, Regina Galdino, Eric Lenate, Márcio Aurélio etc. Como diretora, destacam-se Pelos Ares (vencedor do 14º Festival Cultura Inglesa), A Serpente (de Nelson Rodrigues) e Era uma Vez um Rio (vencedor dos prêmios APCA e Coca-Cola/Femsa). No audiovisual, atuou no clip Gouts Dripping (de Gui Cicarelli, direção de Willians Mezzacappa), Pérola (adaptação de Murilo Benício para a peça de Mauro Rasi), O Quarto (de Luna Grimberg), Boleiros 2 – Vencedores e Vencidos (de Ugo Giorgetti), Tudo que é Sólido Pode Derreter (de Rafael Gomes) e Cama de Gato (de Alexandre Stockler). Na TV participou de: Éramos Seis, Aruanas, Ligações Perigosas e Sandy & Junior (Rede Globo); Samantha! (Netflix); Beleza S/A (O2 Filmes); Psi (HBO); 9mm (Fox); Descolados (MTV); Além do Horizonte e Dois Apês (TV Cultura); Dance, Dance, Dance (Band), As Pupilas do Senhor Reitor, O Direito de Nascer e Chiquititas (SBT).

 

Joca Andreazza (ator) - Joca atua há mais de 20 anos como ator, diretor, mascareiro, aderecista e professor. Formado em Artes Cênicas pela Unicamp, onde docente por dois anos, e na UNISO - Universidade de Sorocaba - trabalhou como docente por três anos. Foi bolsista do FAP-Funcamp (Fundação de Apoio à Pesquisa de Unicamp), onde desenvolveu o projeto de pesquisa Um Estudo da Comédia do Renascimento Italiano. Ganhou o prêmio APCA de melhor ator com as peças A Bilha Quebrada, de H. von Kleist, e  A Ilusão  Cômica, de Pierre Corneille com direção  de Márcio Aurelio, e Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro de melhor elenco por Anatomia Frozen, de Bryony Lavory. Integrou por 25 anos a Cia. Razões Inversas, atuando nos premiados Agreste e Anatomia Frozen, apresentados no Brasil inteiro e exterior. Atuou em A Estrada e Protocolo Volpone (direção de Johana Albuquerque), Assim É se lhe Parece (de L. Pirandello, direção de Marco Antônio Pâmio), ganhador de vários prêmios, e A Língua em Pedaços (direção de Elias Andreato). Atuou na série O Caçador (direção de José Alvarenga) e Felizes para Sempre (direção de Fernando Meirelles), ambas na Rede Globo. Integrou a série Escola de Gênios (Gloob), além de participar de O Escolhido (Netflix).

 

Flávia Couto (atriz) - Atriz e produtora, doutoranda no Programa de Artes da Cena na linha Poéticas e Linguagens da Cena da Unicamp, mestre em Pedagogia do Teatro e bacharel em Interpretação Teatral. Em 2020, dirigiu e atuou no experimento cênico online O Amor e a Peste, em parceria com o ator Pedro Guilherme e participou do Tablado Lírico de Hilda Hilst (online) da Biblioteca Mário de Andrade. Em 2019, pela Bolsa Aprimoramento do ProAC, realizou o Workshop/Formação Intensiva Teatro Total  com A Dança das Intenções (de Roberta Carreri, do Odin Teatret) e Alquimia Corpo/Texto (com Fábio Ezechiele Sforzini, do Théâtre des Grands Chemins). Como atriz destacou-se nos solos Anaïs Nin à Flor da Pele (direção Aline Borsari, do Théâtre du Soleil) e Floema (de Hilda Hilst, direção de Donizeti Mazonas) e em Hamlet-ex-machina (direção de Érika Bodstein), A Casa de Bernarda Alba (leitura dramática musical, Itaú Cultural, Ocupação Laura Cardoso), Vestir o Pai (de Mário Viana), Selvagens - Homem de Olhos Tristes (direção Hugo Coelho) e O Unicórnio (de Hilda Hilst, direção Christina Trevisan). No cinema participou dos longas Amador e À Procura de Borges, ambos com direção de Cristiano Burlan, e da série A Vida Alheia, da TV Globo.

 

Kiko Rieser (ator) - Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, Kiko dirigiu Capitu, Olhos de Mar (autoral), Na Cozinha com a Autora (com Adriana Londoño e Camila dos Anjos), Amarelo Distante (autoral, baseado em Caio Fernando Abreu), A Dama da Noite (de Caio F. Abreu, com André Grecco), A Vida Útil de Todas as Coisas (autoral - indicações ao Prêmio Aplauso Brasil) e os infantis Braguinha - Sons, Canções e Histórias (parceria com Cristiano Tomiossi, Sesc’s Ipiranga e Pinheiros, Quatro indicações ao Prêmio São Paulo) e O que Fica das Pessoas que Vão (autoral). Produziu todos esses espetáculos (exceto A Dama da Noite), além de Cabarezinho (por dois anos no CIT-Ecum), Gardênia (em cartaz por seis anos), Consertando Frank (indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA), Volpone (Teatro MuBE), Moinhos e Carrosséis (infantil), A Cabala do Dinheiro (direção de Clarice Niskier e André Aciolli), Esperando Godot (Grupo Garagem 21, indicado ao Prêmio Shell 2017 de Melhor Figurino), O Quarto Estado da Água (com Anderson Di Rizzi e Kiko Pissolato) e Brian ou Brenda? (direção Yara de Novaes e Carlos Gradim). Em 2012, foi um dos vencedores do concurso Dramaturgias Urgentes, do CCBB, com a peça Desassossego. É autor de Lapsos (poemas, Editora Patuá, 2017) e Átimo (romance, Editora Instante, 2018).

 

Fábio Hilst (produtor e curador) - Produtor teatral há mais de 15 anos, Fábio Hilst assina a produção executiva de vários espetáculos de sucesso, recomendados pela crítica. Ao lado de nomes como Jarbas Homem de Mello, Henrique Benjamin, Sandro Chaim e Alexandra Golik, entre outros, realizou os seguintes trabalhos nos últimos anos: Forever Young (comédia musical, há três anos em cartaz) e Musical Popular Brasileiro, ambos com direção de Jarbas Homem de Mello; os infantis O Jovem Príncipe e a Verdade (direção Regina Galdino, vencedor de editais da Petrobrás e Caixa Cultural) e O Corcunda Quaquá (clássico da literatura adaptado para o público infantil com foco na acessibilidade); Bola de Ouro (direção Marco Antonio Braz, com Celso Frateschi, Walter Breda e outros); Selvagens - Homem de Olhos Tristes (direção Hugo Coelho), O Terraço (de Jean-Claude Carrière, direção Alexandre Reineck); A Graça do Vira (com Paulinho Serra, Guilherme Uzeda e outros, direção Alexandra Golik); Vovó Delícia (infantil adaptado do livro de Ziraldo, com Anna Karolina Lannes). Atualmente, está à frente da produção de As Aves da Noite (de Hilda Hilst, direção Hugo Coelho, com Marco Antônio Pâmio, Marat Descartes e Genézio de Barros) e do infantojuvenil Hora do Recreio (escrito e interpretado por Fernando Lyra Jr.). É proprietário da Três no Tapa Produções Artísticas.

 

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