Jane Austen: Livros e Filmes

Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18 Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das...

Mostrando postagens com marcador literatura infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador literatura infantil. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Como incentivar as crianças a ler?

 


Confira dicas para contribuir para a criação do hábito de leitura nos pequenos

A leitura traz inúmeros benefícios para as pessoas: além de desenvolver o aprendizado, a criatividade e áreas do cérebro, ela contribui também para o desempenho acadêmico. Além disso, há estudos que provam que, devido a exemplos dados pelos personagens, a leitura contribui para a formação de uma sociedade com menos preconceitos relativos a raça, orientação sexual e gênero. 

E isso prova que há a necessidade de criar o hábito de leitura desde a infância, por meio de obras de literatura infantil, que são acessíveis para esse público e contribuem com a curiosidade para que o costume de ler continue por toda a vida.

Mas, em meio a um mundo cada vez mais tecnológico, onde crianças são cada vez mais distraídas por telas de computadores, tablets e celulares, incentivar a leitura pode ser algo difícil. Felizmente, existem algumas maneiras de fazer com que os pequenos larguem as telas para dar preferência às páginas.

Confira agora dicas para apresentar a literatura para crianças e fazer com que elas criem o hábito de leitura.

Desligue televisão, celulares e outras telas que possam ser distrações

O estudo Retratos da Leitura no Brasil do Instituto Pró-Livro, que analisa os hábitos de leitura dos brasileiros, mostrou que 85% dos brasileiros preferem assistir à TV ou se distrair com outros aparelhos eletrônicos em seu tempo livre, enquanto apenas uma pequena porcentagem prefere livros e outras fontes de leitura. 

Desligar esses aparelhos contribui para a diminuição de distrações que podem ser causadas por eles e para a criação de um espaço vazio que pode ser preenchido com um momento para leitura. 

Ofereça livros antes da época de alfabetização

Não é porque crianças não sabem ler que elas não devem ter contato com livros. Criar intimidade com obras literárias, mesmo que elas sejam usadas para outras brincadeiras, é fundamental para incentivar o hábito de leitura. 

Há obras apropriadas para todas as idades, como aquelas com texturas sensoriais para bebês a partir dos seis meses, e outras com figuras, letras e números coloridos, que chamam atenção de crianças maiores. 

Quadrinhos e adaptações com personagens famosos de filmes infantis também podem ser usados para criar essa relação. 

Frequente livrarias e bibliotecas

Livrarias e bibliotecas não são espaços exclusivos para adultos. Nelas, geralmente acontecem eventos com autores e contadores de histórias e debates sobre as mais variadas obras que incentivam a participação do público.

Com isso, é fundamental visitar tais espaços junto das crianças para que elas criem intimidade e boas memórias envolvendo esses locais e as obras oferecidas por lá.

Fale sobre os autores para a criança

A identificação com os escritores contribui para o interesse dos pequenos na leitura de suas obras. Por isso, fale sobre o autor para a criança, contando histórias sobre a vida dele e procurando pontos em comum que suas histórias podem ter com a do pequeno.  

Além disso, muitos autores mantêm canais de comunicação com seu público e ficam felizes em mandar mensagens para seus pequenos leitores. Assim, fica mais fácil criar a identificação com o escritor e incitar a leitura de outras obras.

Crie momentos de leitura

Momentos em família para ler alguns capítulos ou apenas conversar sobre a história, como um clube do livro familiar, são fundamentais para a criação do hábito de leitura. Assim, é possível que a criança crie opinião própria sobre as leituras, percebendo que há diferenças entre as obras existentes e definindo o que gosta ou não de ler. 

Também é importante criar um cantinho de leitura em um ambiente silencioso, bem iluminado e confortável, com livros à mão, ou seja, que possam ser alcançados e lidos a qualquer momento. 

Seja exemplo 

Acima de tudo, é fundamental dar o exemplo para as crianças. Elas costumam observar e imitar comportamentos e hábitos de adultos importantes em suas vidas, então, não adianta falar que é importante ler se você mesmo não possui esse costume.

Compartilhe:

quinta-feira, 26 de março de 2020

AEILIJ divulga finalistas do III Prêmio de Literatura Infantil e Juvenil

clique sobre a imagem para ampliá-la
A Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) divulga os livros finalistas do III Prêmio AEILIJ de Literatura 2019. Segundo a presidente da entidade, Rosana Rios, "foram semanas de tensão e nosso Júri teve muita dificuldade para a seleção, dada a qualidade literária dos participantes; recebemos livros de todo o Brasil, de editoras pequenas, grandes e independentes. Foi um concurso tremendamente democrático e as obras sensacionais ficaram de fora da lista de finalistas, apenas pela matemática: trabalhamos com pontuação, o que facilitou a escolha final com base nos números".
Além dos 5 finalistas em cada categoria, há em Literatura Juvenil, um Prêmio Hors Concours. Todos receberão, em breve, um Certificado, que terá de ser virtual, por força das circunstâncias.
  
III Prêmio AEILIJ de Literatura Infantil e Juvenil – 2019
Resultado oficial

FINALISTAS
Literatura INFANTIL
* Deu Limerique na casa do bicho– texto de Alex Gomes / Ilustrações de Cris Alhadeff / Ed. Cortez
* Festança– texto de Edith Chacon / ilustrações de Fran Junqueira / Ed. Biruta
* Minha família Enauenê – texto de Rita Carelli / ilustrações de Anabella López – Ed. FTD
* O Acordeão Vermelho – texto de Kátia Gilaberte / ilustrações de Luciana Grether / Ed. Caleidoscópio
* Ora Bolas – texto e ilustrações de Paula Taitelbaum / Ed. Piu

Literatura JUVENIL
* HORS CONCOURS: Trago na boca a memória do meu fim– texto de Ricardo Azevedo / Ed. Ática

* A Roda da Vida –texto de Manuel Filho / Ed. Original (Panda Books)
* Caleidoscópio de vidas – texto de João Anzanello Carrascoza/ Ed. FTD
* Estou aqui se quiser me ver – texto de Tânia Alexandre Martinelli / Ed. Moderna
* Traços– texto de Liz Quintana / Ed. Metamorfose
* Vlado– texto de Kuri (Maria Beatriz F. De Souza) / Ed. Caleidoscópio

CONJUNTO de ILUSTRAÇÕES
* A menina e a planta – ilustrações de Andréia Vieira / Ed. Madrepérola
* Cadê o livro que estava aqui? – ilustrações de Jana Glatt / Ed. FTD
* Cascudinho – o peixe contador de histórias– ilustrações de Luciana Grether / Ed. do Brasil
* Motosblim, a incrível enfermaria de bicicletas – Ilustrações de Marcelo Velasco / Ed. Entrelinhas
* O filho querido de Olokun – ilustrações de Clara Zúñiga/ Ed. Pallas
Compartilhe:

segunda-feira, 9 de março de 2020

Guilherme Bucco, um Papai Atípico, e o livro Cachinhos Lisos

Guilherme Bucco - Foto divulgação
Formado em Desenho Industrial em 2007, migrou para a área do audiovisual, onde trabalha como editor de vídeo e motion designer desde 2012. Apesar de contar histórias através de vídeo, foi só depois do nascimento da filha, em 2018, que se sentiu mais à vontade para se expressar por meio de palavras, devido à condição de sua pequena: ela tem paralisia cerebral e epilepsia de difícil controle. Desde então, criou o Papai Atípico para lidar com suas vivências e se comunicar com outros pais e famílias de crianças com desenvolvimento atípico. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? Sua mãe o incentivou a ler desde pequeno.

Guilherme Bucco: Tudo começou com o nascimento de Dora, minha filha, em 2018. Ela teve uma hipóxia neonatal, ou seja, faltou oxigenação no cérebro durante o parto. Isso a deixou com paralisia cerebral e epilepsia infantil de difícil controle.

Então eu fui pouco a pouco entrando num estado de muita frustração e angústia, decorrente das expectativas criadas durante a gravidez.

Como eu via poucos relatos de homens pais de criança com deficiência, resolvi criar o Papai Atípico para expressar meus sentimentos em relação aos desalentos e desafios que enfrento em casa e na sociedade. Esse projeto também tem intuito de ser um canal de comunicação e apoio para outros homens pais de criança com deficiência. Uma voz bem pouco vista nos meios de comunicação.

E nesse processo, também escrevi Cachinhos Lisos.

Curiosamente, meus pais pouco me incentivaram a ler. Para ser sincero, não lembro de um momento em que lemos juntos, ou discutimos sobre um mesmo livro. 

Conexão Literatura: Você é autor dos livros “Cachinhos Lisos e Papai Atípico”. Poderia comentar?

Guilherme Bucco: Sou idealizador do Papai Atípico, oriundo da grande transformação da minha vida: me tornar pai. Não só escrevo sobre minha paternidade, como também compartilhei meu relato sobre como foram os 7 primeiros meses de vida da minha filha. (do nascimento em maio até dezembro do mesmo ano, quando resolvi criar o Papai Atípico). Lancei esse relato no formato de podcast, assim como entrevistas com outros pais.

Porém, antes de criar o projeto em si, eu escrevi Cachinhos Lisos.
Dora tinha 2 meses e já sabíamos da paralisia cerebral. Então eu comecei a imaginar como seria, dentro da cabecinha dela, essa jornada de desenvolvimento que ela iria enfrentar. Dessa imaginação, surgiu Cachinhos Lisos, uma história de fantasia, aventura e autoconhecimento.

A história teve leitura crítica, edição e revisão do Daniel Zanella, idealizador do Jornal RelevO, um jornal de literatura que é enviado para o país inteiro.

E foi ilustrada pela Andrea Martau, uma artista que fez um trabalho sensacional ao transpor a história para traços e cores.

Conexão Literatura: Quanto tempo levou para concluir seus livros?

Guilherme Bucco: O Papai Atípico é um projeto de vida. Tenho várias ideias para ele, então penso que será bem duradouro.

Cachinhos Lisos levou pouco mais de 1 mês. Porém passou por algumas versões e só nos demos por satisfeitos com o texto depois de 6 meses.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seus livros? 
  
Guilherme Bucco: Uma passagem que gosto muito é um final de diálogo em que uma das personagens pede para ver através do olhos de Cachinhos Lisos:
  
Antes de se despedir, a guia da floresta fez um pedido: “Cachinhos Lisos. Seus olhos são a coisa mais fascinante que eu já vi. Queria poder ver através deles”.
“Se te der meus olhos, não poderei contemplar sua floresta. Mas, para agradecer sua ajuda, prometo contar tudo o que eu vir. Assim será como se você estivesse lá comigo.” Vagalumosa achou a proposta muito graciosa. 
Cachinhos Lisos e Lola estavam, enfim, chegando ao seu destino.

Para podermos ver através dos olhos de outra pessoa, precisamos exercitar a escuta. E ao nos permitirmos ouvir outras pessoas, somos transportados para suas histórias como se estivéssemos lá com elas. Assim, temos contato com outros universos, tão verdadeiros quanto os nossos próprios. É um caminho para entendermos as dores e alegrias alheias.  Um exercício difícil, porém muito recompensador.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho?

O Papai Atípico pode ser encontrado no instagram.com/papaiatipico e no site papaiatipico.com.br.
Os podcasts podem ser ouvidos no agregador de podcast favorito dos leitores da Conexão Literatura. Ou no youtube. Só procurar Papai Atípico que já acha.

Guilherme Bucco: O livro Cachinhos Lisos está somente na versão digital. Dividido em 6 capítulos, que serão lançados semanalmente no medium.com/cachinhoslisos.
  
Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta?

Guilherme Bucco: Sim. Para o Papai Atípico, estou produzindo uma temporada onde abordarei diferentes tipos de paternidade atípica e como elas me ajudam a entender minha própria paternidade. É algo bem pessoal, mas acredito que ajudará muitas pessoas, não só quem convive com a deficiência.

Para a Cachinhos Lisos, temos ideia de um livro físico interativo, com atividades e estimulação. E também já tenho rascunho para uma segunda história.

Perguntas rápidas:

Um livro: Guia do Mochileiro das Galáxias
Um (a) autor (a): Gabriel García Marquez
Um ator ou atriz:
Um filme: O Labirinto de Fauno
Um dia especial: O dia do ultrassom quando pude ouvir o coração da minha filha. Foi quando ser pai passou de ideia para realidade.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Guilherme Bucco: Gostaria de agradecer a Revista Conexão Literária pelo espaço e dizer a todos os pais de criança com deficiência que vocês não estão sozinhos. Nossa paternidade é como qualquer outra.
Compartilhe:

sexta-feira, 29 de março de 2019

Festa pela Literatura Infantil no Rio de Janeiro

Lançamento de “Meu querido vovô Romano”, dia 14/4, às 16h, marca aniversário de dois anos da Lago de Histórias com atividades para a criançada e avós vivos e eternizados

Em abril comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil (18/4), na data de nascimento do escritor Monteiro Lobato, e também o Dia Internacional dessa categoria literária (2/4). Não poderia faltar uma festa para celebrar o gênero do encantamento e do prazer, e daquele que traz para os pequenos, e os grandes, a chance de reparar o mundo e as suas infinitas possibilidades.

No dia 14/4, a partir das 16h, a Editora e a Casa Cultural Lago de Histórias (www.lagodehistorias.com.br), na Urca, comemoram dois anos de vida com música, contação de histórias, oficina de papeis de carta e, claro, lançamento de livro novo.

Uma história de delicadezas em forma de letra cursiva, que viajava entre Rio de Janeiro e Guarapari para encurtar distância e para diminuir a saudade que vovô Romano e a neta sentiam um do outro. As cartas que trocavam estão em Meu querido vovô Romano, de Thais Velloso, com ilustrações de Luciana Grether, e foram a maneira que descobriram de desfrutar tanto quanto podiam o tempo que tinham juntos, ainda que só se vissem uma vez por ano, nas férias.

- Quando a gente gosta muito de uma coisa, quer logo contar para o mundo. É dessa forma que sinto com as minhas memórias vividas e inventadas, as lembranças e saudades de quando eu era criança e trocava cartas com o meu avô. E hoje poder compartilhá-lo com outras pessoas é eternizar meu querido vovô Romano ainda mais no meu coração (e quem sabe nos corações daqueles que se deixarem levar por essa história). E é isso que espero desse livro: tocar as pessoas com afeto, imaginação e poesia. Os livros são as nossas experiências mais pessoais numa roupagem de fantasia que pode tudo... divertir, emocionar, inspirar, curar, conta a autora.

E se a neta guardou cheiros, sons, imagens e sensações dos  momentos vividos com o avô, bastando fechar os olhos para ver o monte de areia branca repousando à frente da casa de seu querido vovô Romano, o leitor também é convidado a reviver, levando os avós fisicamente ou em lembranças, para somar alegrias nesta tarde de festa e atividades na Lago de Histórias.

Meu querido vovô Romano é uma das tantas demonstrações de resultados já comprovados até pela Ciência: na relação entre avós e netos dois lados se beneficiam. Para os avós, a conexão permite contato com uma geração muito mais nova e uma abertura às novas ideias. Para os netos, os idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a vida – e esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas crianças quando elas se tornam adultas.

A Editora
A Editora Lago de Histórias foi fundada em novembro de 2016 no Rio de Janeiro, na mesma noite de lançamento dos livros Mais felizes do que sempre, Bia sem pressa, Os medos de Bel, e Soldado. Em 2017, o catálogo ganhou reforço de Olga e do título Grande ou pequena?

Ainda em 2017, reforçaram o catálogo: A Moça Artista do Topo do Morro e Vicky, todos de autoria da escritora e pedagoga Helena Lima.

Em agosto de 2018, chegou ao mercado editorial pela Lago o bilíngue Todos os pais do mundo / All the dads in the world, do professor e músico André Tavares, seguido de Bilica Chorona, de autoria da educadora Isabelle Borges, vencedora da I Seleção de Originais da Lago de Histórias. Ainda no segundo semestre daquele ano vieram: Contos de Encantar o Céu, de Helena Lima e Angela Leite Souza, e Um cachorro para Maya, de Roseana Murray.

No ano passado, a Lago de Histórias inscreveu, pela primeira vez, dois livros, dos doze que tem publicados, no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). E colheu a escolha de ambos pelo Programa: Soldado e A Moça Artista do Topo do Morro levarão afeto às crianças de escolas do Oiapoque ao Chuí em 2019.

Com Olga, a história de uma cobra de óculos, Helena Lima levou o 3º lugar do Prêmio da Biblioteca Nacional, na categoria infantojuvenil. Ainda em 2018, essa cobra danada e Soldado foram selecionados para fazer parte do acervo básico FNLIJ.

Para 2019, a Lago tem algumas novidades, entre elas, a chegada ao mercado do selo adulto, que receberá, não por acaso, o nome de Lago Baikal, o lago mais profundo do mundo.

A Casa Cultural
Na Casa Cultural Lago de Histórias acontecem oficinas de escrita criativa e poética, oficinas de ilustração e contação de histórias. Lançamentos de livros, encontros de escritores e saraus.

Nas visitas literárias para alunos de todas as idades, a editora Helena Lima conta como se dá todo processo de produção de um livro, descobrindo as etapas envolvidas: criação da história, escolha do ilustrador, trabalho do editor junto ao autor e ao ilustrador, envio do material às gráficas e o produto final. Fazem parte do encontro apresentação dos livros e contação de histórias e o ingresso para a vivência é a compra de um livro da editora.

Outra possibilidade é a Lago ir às escolas: Helena apresenta os livros para crianças de idades variadas, conta histórias e promove conversas com os alunos. Entre suas ações está uma conversa sobre processo criativo e o funcionamento de uma editora.

Há ainda participação da Lago de Histórias em feiras literárias e outros eventos da escola e no calendário anual do mercado editorial nacional.

SERVIÇO:

Meu querido Vovô Romano
Editora: Lago de Histórias
Formato: 23x28cm // Páginas: 32 // Preço: R$ 39,90
Autora: Thaís Velloso
Ilustradora: Luciana Grether

Sessão de autógrafos (com música, contação de histórias e oficina de papéis de carta)
14 de abril – sábado // 16h // Casa Cultural Lago de Histórias (R. Marechal Cantuária, 18 – Urca / Rio de Janeiro)

SOBRE A AUTORA:
Thaís Velloso é professora formada em Letras pela PUC-Rio. Seu primeiro livro foi “A baleia que carregou o oceano”.
Compartilhe:

sábado, 30 de junho de 2018

Editora do Brasil lança a coleção Janela, Janelinha

A nova coleção lançada pela Editora do Brasil é uma abertura inteligente, criativa e estimulante para iniciar os pequenos leitores no universo dos livros e aproximá-los do cotidiano de seu crescimento

Os três títulos da coleção – Como é o seu dia, pelicano?, De que jeito sou eu? E Só tem círculos? -, embora sejam narrativas simples, são o ponto de partida para ajudar os novos leitores a compreender temas como meio ambiente, diversidade cultural e relacionamento humano, com os quais terão de conviver no mundo real.

Os três livros são da autora e ilustradora, Bia Villela, que nos presenteia com um verdadeiro show de design, resultado de seus traços modernos e inteligentes, colocando cada figura de seus personagens em uma conexão com o mundo infantil, apresentando narrativas divertidas, cheias de cores e formas diferentes.

A obra “Como é o seu dia, pelicano?” Facilita o início ao mundo da literatura, ensinando ao mesmo tempo a entender e a enfrentar – sem medo e de forma divertida -, as mudanças climáticas.

A cada página, nosso destemido pelicano está pronto para aproveitar melhor o seu dia, seja em qual tempo for, sol chuva, vento... Uma oportunidade aos pais para ensinar os filhos que começam a questionar e a conviver com as forças da natureza. Inspiradas pelo pelicano, elas podem compreender as nuances do tempo e a escolher as melhores atividades para aproveitarem o dia.

“Calor, frio, chuva, vento... São fatores que determinam as atividades diárias, tais como brincadeiras, a quantidade de roupas, os passeios e muito mais”, diz a autora e ilustradora Bia Villela. “O livro se passa num ambiente marinho e, faça chuva ou faça sol, o pelicano sempre apresenta uma solução para a sua diversão”, comenta Bia, forma em Veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) e em Design Gráfico no Rocky Mountain College of Art and Design, Estados Unidos. Ela usou seu talento e o amor pelos animais para costurar as narrativas baseadas na pluralidade cultural e na amizade.

O livro “De que jeito sou eu?” trata de um jeito inteligente, leve e bonito, a diversidade cultural, um tema recorrente na sociedade moderna. As descobertas de um simpático coelhinho sobre seu corpo são o gancho para ajudar as crianças a compreenderem melhor as diferenças e semelhanças com seus amiguinhos e o mundo em que vivem. Tudo depende de um ponto de vista, não importando se o outro é alto ou baixo, rápido ou lento. No final, o que importa mesmo é a amizade e a alegria de conviver com os amigos.

Segundo a autora, a intenção é atrair os pequenos leitores e ajuda-los a se inserir na discussão do tema. “A utilização de animais para discutir esse tema facilita a compreensão e estimula o debate”, diz. “O livro promove a discussão sobre o igual ou o diferente e procura derrubar rótulos”, afirma a autora. “Somo de um jeito só o tempo todo?” – provoca.  A abordagem temática recebe a fina ajuda das ilustrações cuidadoras e modernas, com cores de beleza estonteantes, que encantam até os adultos e amantes da arte gráfica. Melhor que isso, ajuda os pais e educadores a explicarem melhor o tema aos pequenos.

No livro “Só tem Círculos?” as formas geométricas e seus diferentes usos e cores são atrações para os pequenos leitores. Por meio de círculos e suas variações, a autora apresenta a este público alguns animais, em um jogo divertido de cores e sons.

“... Só tem Círculos? Mostra como é possível criar qualquer animalzinho utilizando formas geométricas”, dia Bia Villela, que destaca a capacidade da obra de manter o interesse do leitor. “Cada página traz novidades; divertindo e incentivando a imaginação.”

Com o cenário de ilustrações coloridas e texturas, o livro traz uma ligação direta da narrativa com o leitor iniciante, possibilitando o entendimento do seu universo com o mundo exterior.

Sobre a autora:

Bia Villela é forma em design gráfico pela Rocky Mountain College of Art and Design (EUA) e em veterinária pela Universidade de São Paulo (USP). Cria e desenha livros infantis, utilizando muitas cores e inventando figuras com formas geométricas.

Sobre a Editora do Brasil:

Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca na oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização na loja virtual da Editora Brasil (www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo-SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal-RN).



Compartilhe:

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Mauricio de Sousa e sua Turma chegam às livrarias em uma edição do clássico “Alice no país das maravilhas”

Com o texto original de um dos maiores clássicos da literatura infantil, a Turma da Mônica mergulha na toca do coelho e leva a turminha do Limoeiro para o mundo mágico de Alice

“Um coelho apressado, de colete, olhando as horas no relógio de bolso? Aquilo, sim, era bem esquisito. Ela ficou olhando e viu quando ele entrou numa toca logo mais à frente. Levantou-se depressa e saiu correndo atrás dele. Alice pulou e, já dentro da toca, percebeu que caía numa espécie de poço.”

Uma história que conquistou e conquista gerações de leitores de todas as idades, que inspirou centenas de livros, filmes e animações ganha uma nova edição reinterpretada pela dentucinha mais amada do Brasil e seus amigos. Sim, a Turma da Mônica caiu na toca do coelho e chega às livrarias em setembro, pela Girassol Brasil, com lançamento especial durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Com o texto original da obra de Lewis Carroll, numa versão assinada pela ensaísta e tradutora Márcia Lígia Guidin, Mauricio de Sousa escalou a turminha para reviver Alice no país das Maravilhas.

Mônica se transforma em Alice, uma menina com uma imaginação enorme, uma curiosidade que a mete em muitos problemas e uma inocência que enche os nossos corações. Depois de perseguir um coelho, nesse caso o Cebolinha, Alice acaba num mundo novo e completamente maluco, onde vai aprender sobre amizade, respeito, humildade, justiça, família e sonhos.

Nesta edição especial, capa dura, com ilustrações em cores e movimentos que dão mais “realidade” as cenas icônicas de Alice e seus personagens, Mauricio e sua equipe conseguiram dar uma nova vida ao clássico, escalando um “elenco” de diversas histórias do universo Turma da Mônica. Rolo, Pipa, Louco, Magali e até o Mingau mergulharam nessa história e vão conquistar os leitores.

O lançamento oficial do livro vai acontecer durante a 18ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, com a presença de Mauricio de Sousa e a Turma da Mônica, nos dias 3 e 9 de setembro, no estande da Livraria Saraiva.

E como diria o Rei de Copas, comece pelo começo, vá lendo e, quando chegar ao fim... fique maravilhado!!!

“Para mim e para toda a turminha do bairro do Limoeiro, foi uma honra oferecer uma nova roupagem (bem ao nosso estilo) para uma obra tão clássica. Fizemos tudo com aquele carinho que nossos leitores conhecem há tanto tempo, para que a sua experiência seja, literalmente, uma maravilha”  - Mauricio de Sousa

Ficha Técnica:
Título: Alice no país das Maravilhas
Formato: 23,5 x 30,5 cm
Nº de págs: 80 (Capa dura e miolo colorido)
Preço: R$69,90

Sobre os autores:
Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países

Lewis Carrol, o autor, chamava-se de fato Charles Lutwidge Dodgson. Ele nasceu em 1832 em Cheshire, na Inglaterra. Estudou em casa até os 12 anos e então foi para a Rugby School, em Warwickshire, e a seguir para o Christ Church College, em Oxford, onde cursou matemática. Quando se formou, passou a lecionar essa matéria na Universidade de Oxford. Lewis Carroll não teve filhos, mas contava histórias para os filhos de seus amigos, e as crianças adoravam ouvir os acontecimentos estranhos de Alice em um mundo mágico. A história original de Alice no País das Maravilhas foi publicada em 1865. O autor continuou a contar histórias até o fim da vida. Ele morreu em 1898, na casa da irmã, em Surrey, na Inglaterra.

Márcia Lígia Guidin, a tradutora, nasceu em São Paulo em 1950. É mestre e doutora em Letras pela USP, ensaísta e tradutora. É professora titular aposentada de Literatura Brasileira, Teoria Literária e Edição de Texto. Membro titular da Academia Paulista de Educação (cadeira 6), exerce na APE o cargo de Diretora de Comunicação. É autora de obras críticas de literatura, palestrante para as áreas de Educação e Literatura, e resenhista do Jornal Rascunho. Foi responsável pelo programa “Que tal seu português?” da Rádio USP, onde gravou mais de 100 miniaulas. Foi membro do Conselho Curador do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro por dez anos. Faz parte da Associação de Amigos e Patronos da Biblioteca Mário de Andrade. Atualmente dirige a Miró Editorial, que oferece assessoria e coaching para editores e escritores. Mas um de seus trabalhos favoritos é traduzir e adaptar obras infantis e juvenis.

Sobre a editora:
Fundada no ano 2000, a Girassol Brasil nasceu com o objetivo de levar a crianças e jovens leitores livros com altíssima qualidade editorial e gráfica, que pudessem despertar o interesse pela leitura, além de também proporcionar momentos de diversão. A cada página, uma viagem inesquecível ao mundo da imaginação, um desafio a ser resolvido, um desenho para pintar, uma emoção a ser vivida.  Referência no mercado editorial nos dias atuais, tem mais de três mil livros publicados ao longo de sua história.

Compartilhe:

Baixe a Revista (Clique Sobre a Capa)

baixar

E-mail: ademirpascale@gmail.com

>> Para Divulgação Literária: Clique aqui

Curta Nossa Fanpage

Siga Conexão Literatura Nas Redes Sociais:

Posts mais acessados da semana

ANTOLOGIAS LITERÁRIAS

POEME-SE

CONHEÇA A REVISTA PROJETO AUTOESTIMA

LIVRO: O CLUBE DE LEITURA DE EDGAR ALLAN POE

LIVRO DESTAQUE

CEDRIK - ROBERTO FIORI

Leitores que passaram por aqui

Labels