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segunda-feira, 23 de maio de 2022

Sejamos todos perplexos

 Livro de crônicas socialmente provocantes dá sequência à trilogia da "Leveza" e é a 10ª obra do professor Sacolinha

Será que nós ainda sabemos ouvir? Ou estamos muito mais preocupados em gritar sobre as nossas próprias ideias? Onde estavam os meus olhos? – Ainda sobre Leveza, do autor Sacolinha, é um livro provocante e ao mesmo tempo suave, que traz alívio em meio à sociedade caótica em que vivemos. Ele dá sequência à trilogia da Leveza, após o sucesso de “Dente-de-leão: a sustentável leveza de ser”.

Composta por 15 crônicas, a obra foi inteiramente escrita a partir do conceito “skin in the game”, ou seja, o autor viveu o que registrou. O resultado não poderia ser melhor. Com 20 anos de carreira e 10 livros publicados, Sacolinha encanta com uma visão de mundo provocativa e com fortes críticas sociais. O livro trata também de temas como naturopatia e educação financeira. 

Onde estavam os meus olhos? – Ainda sobre leveza é também uma obra repleta de frases e trechos marcantes para destacar e reproduzir:

“Acredito que é um privilégio ser mortal. Seria um tédio viver pra sempre. O bom mesmo é viver com qualidade o máximo possível, porque a vida é movimento, pulsação e abundância. Sem isso ela não existe. Além de tudo, intensidade é fundamental. Tem gente que vai completar noventa anos, mas não vai ter vivido quarenta e cinco. Logo, não é sobre viver muito, mas viver bem a idade que se tem.
(Onde estavam os meus olhos?, p. 86 )

Um livro escrito por um romancista, contista e cronista experiente, mas, acima de tudo, por alguém que sabe ouvir. Perfeito para desacelerar, refletir e se impactar.

“Sejamos todos perplexos e não deixemos que o futuro mecanize nossas vidas”. (Onde estavam os meus olhos?, p.110)

Autor da Global e Todavia, Sacolinha também realiza o projeto “Literatura e paisagismo – Revitalizando a quebrada”, que viabiliza por meio da venda dos livros intervenções em espaços públicos com literatura, grafite e o plantio de árvores.

Você, leitor, está preparado?

Ficha técnica
Título: Onde estavam os meus olhos – Ainda sobre leveza
Autor: Sacolinha
Editora:
 Vasto Mundo
ISBN/ASIN: 978-65-5854-552-1
Formato: físico
Dimensões: 14x21
Páginas: 144
Preço: R$ 40
Link de venda: Escritor Sacolinha

Sobre o autor: Sacolinha (Ademiro Alves de Sousa) nasceu em 9 de agosto de 1983 na cidade de São Paulo e é formado em Letras pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). É escritor, autor de romances e livros de contos. Em sua trajetória já esteve em programas de televisão como Jô (TV Globo), Provocações, Metrópolis e Manos e Minas (TV Cultura). Trabalhou na secretaria de cultura do município de Suzano por oito anos (2005 a 2012), onde desenvolveu centenas de projetos de incentivo à leitura e de divulgação dos novos escritores, com destaque para o 1º Salão Internacional do Livro de Suzano. Trouxe para a cidade escritores como Ariano Suassuna, Marcelo Rubens Paiva, Ignácio de Loyola Brandão, Moacyr Scliar, Paulo Lins, Antônio Skármeta, Fernando Gabeira, entre outros.

Ganhou vários prêmios por seus livros e seus projetos. Nos últimos anos, tem viajado pelo país fazendo palestras e ministrando oficinas, principalmente em lugares vulneráveis e não muito comuns para eventos literários, tal como cadeias, penitenciárias federais, favelas, morros e associações de moradores. Nos anos de 2010, 2011 e 2012 prestou serviços para a UNESCO e para o Ministério da Justiça no projeto “Uma janela para o mundo – Leitura nas Prisões” nas Penitenciárias de Segurança Máxima Federais. Desenvolve ainda uma palestra por semana nas escolas públicas do estado de São Paulo. Lançou recentemente o livro “Onde estavam meus olhos? – Ainda sobre leveza”. Atualmente se dedica às comemorações dos seus 20 anos de carreira, que serão completados em dezembro de 2022.

Redes sociais
Site: www.escritorsacolinha.com
YouTube: Escritor Sacolinha
Facebook: @escritorsacolinha
Instagram: @escritor.sacolinha


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sexta-feira, 20 de maio de 2022

Entrevista com Victor Garcia Preto, autor do livro Os Brasucas e outras aventuras


Nascido e criado em Ribeirão Preto-SP, com formação acadêmica em administração e ciências contábeis, atualmente atua em ambas as áreas. Paralelamente desenvolveu seu prazer pela escrita, e seu prazer por contar histórias, criando o perfil textosinceros, atualmente com perfil no Instagram, página no face e canal no YouTube. Também colaborador do portal “papisher”.

Sempre buscando variar as temáticas e estrutura narrativa.

Os Brasucas e Outras Aventuras é sua terceira publicação, o segundo livro físico. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Victor Garcia Preto: Eu sempre gostei do processo criativo. Desde criança gostava, porém, não era tão ligado a literatura. Lia poucos livros, na infância praticamente só li gibis e três ou quatro livros. Na adolescência continuei lendo pouco, mas já escrevia bastante. Na escola eu e alguns amigos fazíamos letras de rap ou espécie de paródias com os amigos.

Com o passar do tempo fui desenvolvendo poesias, tentativas de letras de músicas em outros estilos. 

Com mais de vinte anos é que de forma natural decidi escrever um romance. Era uma história fantasiada de um grupo de amigos, que desde a adolescência autodenominados “Os Picuricos”, mas ainda não me via como um escritor profissional. Era apenas um hobby. Praticamente uma terapia. 

Desde então busquei me aprimorar, escrevi com cada vez mais frequência e ambição de um dia ser lido por um número maior de pessoas. Foi então que entendi a necessidade de ler diariamente, e progredir na atividade. 

Em 2016 criei o perfil no Instagram chamado “Textosinceros” publicando pequenos textos de minha autoria. Atualmente há canal no YouTube e página no face com o mesmo nome. Em 2019 publiquei um e-book na Amazon chamado “O Luau do Silêncio” que se trata de um compilado de textos que escrevi em momentos diferentes da vida, com as mais diversas estruturas. De poemas a crônicas. 

Em 2020 publiquei meu primeiro romance e meu primeiro livro físico, “Come-Fogo, o Maior Clássico – Era pra ser um ano comum”. E em 2022 o segundo livro físico. 

Hoje escrever é uma necessidade, independentemente de ser lido ou não. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Os Brasucas e outras aventuras”. Poderia comentar? 

Victor Garcia Preto: Se trata de um livro de contos. Em resumo, a ideia de contos se iniciou entre o final de 2019 e início de 2020. Nunca me imaginei escrevendo contos, em minha mente sempre idealizava longas histórias, sagas épicas. Porém a leitura, a imersão do universo da literatura me fez naturalmente aprimorar outras formas de escrever. 

Admiro muito os contos de Machado de Assis, e me instigou a escrever contos. Obviamente não me julgo no mesmo nível, mas é interessante lembrar que foram suas obras primas que me despertaram o desejo dos contos. 

Timidamente iniciei o processo de escrita. “A Modelo Perfeita” foi o primeiro conto do livro que inicie a escrita e um dos últimos a finalizar. Quando a pandemia se iniciou, com mais tempo em casa, naturalmente meu processo criativo se desenvolveu. Algumas ideias pouco amadurecidas na mente se materializaram e em três meses escrevi 80% da obra. 

São contos independentes um do outro. Não necessariamente seguem o mesmo tema ou conceito. O conto “Os Brasucas” (que escolhi para dar título a obra), é uma homenagem a vários escritores, obras literárias e figuras importantes do Brasil. Mistura realidade e fantasia. Os heróis “Picuricos” passam por uma jornada por todo o território do país, evidenciando a cultura, elementos geográficos, biomas, flora e fauna. Enfrentam inúmeros seres do folclore brasileiro, participam de tradições, da gastronomia dos mais diversos pontos do país. 

Há também inspiração e homenagem a obra “Os Lusíadas” de Camões. 

As demais obras possuem propostas diversas. Dos mais variados temas. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Victor Garcia Preto: Em geral cada texto tem uma inspiração especifica. Creio que no geral surge de incômodos e brincadeiras. O incomodo quando há a sensação de que um tema precisa ser explorado. Um exemplo está no conto “Os Brasucas”, onde uma das inspirações foi o desejo de junta um alto número de criaturas do folclore brasileiro no mesmo ambiente. Isso era incomodo, uma inquietação sanada após concluir a obra. 

Mas muitas das histórias surgem mesmo como brincadeiras. Seja nos meus ciclos de amizade ou reflexões de algumas situações. 

Escrevi o primeiro original do livro “Come-Fogo, O Maior Clássico” em 2015, a ideia surgiu de modo involuntário. Em um final de semana escrevi tudo. Hoje, analisando, sei que usei muito das minhas observações e vivências na temática, porém, quando escrevi foi tudo muito inconsciente. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Victor Garcia Preto: Vou destacar trecho do conto “A Modelo Perfeita”. 

Ter tudo que uma pessoa desejaria não torna ninguém feliz. Porque a gente não sabe o que deseja. No fundo eu trocaria tudo por outra vida. Onde as coisas fizessem sentindo. Onde algo significasse algo especial. Poder olhar ao redor e sentir alguma relação sincera, alguém que me apoie sem pensar no status que terá por ter amizade com uma modelo. Um homem que um dia me passe um abraço sincero, sem fazê-lo só pra sentir meus seios ”. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Victor Garcia Preto: Para saber mais sobre meu trabalho pode seguir o perfil no Instagram e o canal no YouTube, os dois estão como TEXTOSINCEROS.

Para adquirir o livro, pode entrar em contato direto comigo, pelo perfil no Instagram ou pelo site da editora: https://www.editorafrutificando.com.br/os-brasucas-e-outras-aventuras 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Victor Garcia Preto: Pode parecer um clichê, mas ler é muito importante. Sofri as consequências de ler pouco no início. Além de sempre escrever e procurar melhorar. Buscar informações, novas técnicas de escritas, opiniões diferentes. A prática é muito importante. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Victor Garcia Preto: Existem. Alguns ainda estão muito no começo, para serem desenvolvidos a longo prazo. Mas a próxima obra está bem encaminhada. Será um romance. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus

Um ator ou atriz: Emma Stone

Um filme: Mal Nosso, de Samuel Gali, uma produção ribeirão-pretana de ótima qualidade.

Um hobby: Caminhadas e exercícios físicos.

Um dia especial: Para mencionar algo recente, o dia do lançamento do último livro, em maio de 2022, foi muito especial. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Victor Garcia Preto: Agradeço a oportunidade da entrevista. E desejo que a literatura no Brasil esteja cada vez mais forte. Que mais projetos de desenvolvimento da cultura sejam criados, abrindo mais oportunidades.

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ENTREVISTA COM ESCRITOR: Leonardo José Dutra Campos e o livro Maria José Santos Stein: o brilho perene de sua luz, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.
 

Me chamo LEONARDO JOSÉ DUTRA CAMPOS, sou morador de Santo André-SP há mais de trinta anos, natural de São João Nepomuceno-MG, registrado em Leopoldina-MG. Sou graduado e pós-graduado em Gestão de Políticas Públicas e produzi vários artigos, textos teatrais e poesias para diversas revistas, jornais e, contando com a minha recém-obra: “Maria José Santos Stein: o brilho perene de sua luz”, já publiquei mais sete livros: “Um trilhar poético; “No trilhar de uma vida”; “A liberdade de Laura”; “Irradiando no tempo”; “Economia Solidária: o que é isso?”; “Padre José Mahon: uma voz em defesa dos pobres e trabalhadores”; e “Ecos de minhas memórias”. Com Nelsa Felix do Nascimento publiquei o livro “Capela Nossa Senhora da Caridade: na história avançando para águas mais profundas” e, com Jerônimo de Almeida Neto, organizei o livro “Desvendando a Economia Solidária”. Atualmente coordeno o projeto Poemas da Cidade, Antologia Poética e FELISA Poética, ambos da Editora COOPACESSO, onde atuo como arte-finalista. 

ENTREVISTA: 

Fale-nos sobre o livro. O que motivou a escrevê-lo? 

Minha maior motivação é a própria história da Maria José Santos Stein que perpassa por uma atuação militante, toda ela voltada para a defesa da classe trabalhadora e da luta por igualdade entre mulheres e homens, bem como da garantia de uma saúde pública humanizada e com acesso a todas as pessoas. São questões e temas que muito me inspiraram. 

É um livro que vem retratar algumas das muitas memórias dessa mulher forte e marcante, a partir da sua militância social e política que inicia aos catorze anos de idade, no chão da fábrica, em 1956, na Fiação Vitória LTDA, passando pelo movimento da Juventude Operária Católica-JOC; pelo movimento sindical; pelo partido político (Partido dos Trabalhadores-PT); e pelos movimentos sociais (igreja, saúde, mulheres, entre outros). Penso que o leitor e a leitora vão gostar da leitura dessa história. 

Como os leitores poderão conhecer mais sobre o seu trabalho literário? 

Tenho algumas inserções na internet e que facilmente as pessoas podem me encontrar. No Facebook estou como “Leonardo Campos”; no YouTube, como “Escritor Leonardo J. D. Campos”; e tenho um blog que traz também um pouco desse meu trabalho literário no seguinte endereço: https://leonardocamposescritor.blogspot.com/.  

Como é ser escritor em um país como o nosso? 

Desafiador. Falta incentivo, falta reconhecimento e faltam políticas públicas que valorizem e motivem uma maior produção literária. Se por um lado somos um país que lê pouco, igualmente somos uma nação de muitos talentos escondidos justamente, não apenas, mas fundamentalmente, por esta falta do incentivo necessário para contribuir com o despertar das pessoas para novos autores(as) e novos leitores(as). 

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder. 

Não. Estou satisfeito com as questões e muito feliz pelo espaço e por esta oportunidade de falar um pouco sobre meu trabalho. Gratidão! 

Outra entrevista: Leonardo Campos, seus livros e a Editora Coopacesso:

http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2019/11/leonardo-campos-seus-livros-e-editora.html 

 

CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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quinta-feira, 19 de maio de 2022

Uma história que começa com a morte e termina com a vida

O lançamento de Becca Mackenzie, jovem autora brasileira, promete ao leitor uma fantasia repleta de emoções, reviravoltas e um enredo inesquecível


Você com certeza já leu uma história em que o protagonista perde a memória. Mas, imagine se a falta de lembranças fosse, na verdade, a falta de um passado? É com essa premissa intrigante que Becca Mackenzie inicia o livro Se Pudesse Contar as Estrelasuma ficção cristã inspirada em Peter Pan.

A história da Alison começa com a garota acordando de um afogamento, sem saber quem é ou o que aconteceu. Ao ser resgatada por um grupo de crianças, Alison precisa encarar uma verdade dolorosa: ela está na Terra do Nunca, lar dos que nunca nasceram. Porém, enquanto a menina tenta aceitar o fato, ela descobre algo que não deveria e que a faz questionar tudo o que já lhe disseram. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso e cada decisão terá consequências irreversíveis.

Somente anos depois eu entendi que Loyenn estava errada.
Contar-nos a verdade naquele dia não tinha arrancado o tal
espinho, ele continuaria cravado em minha alma por muito tempo.
Ninguém era capaz de arrancá-lo. Exceto uma pessoa.
(Se Pudesse Contar as Estrelas)

Publicado inicialmente no Wattpad, o livro arrebatou mais de um milhão e meio de leituras. Agora, a nova versão disponível na Amazon conta com cenas inéditas, mais representatividade PCD e a mesma dose de fortes emoções.

Becca Mackenzie (pseudônimo) nasceu em Brasília, 1993, mas foi criada pelos pais em Guiné-Bissau, na África. Desde cedo, gostava de ler e imaginar histórias, então ninguém ficou surpreso quando, aos dezoito anos, ela iniciou a carreira de escritora. Hoje, Rebecca mora em Brasília, também é bancária e vive com a cachorrinha Pimpone, uma vira-lata idosa.

Ficha Técnica:
Título
: Se Pudesse Contar as Estrelas
Autora: Becca Mackenzie
Páginas: 697 páginas
Preço: R$ 14,50 (Kindle)
Link para leitura: Amazon

Sinopse: E se a sua falta de memória fosse, na verdade, a falta de um passado? Alison tinha apenas 9 anos de idade quando acordou se afogando em um lago, sem memória de quem é ou do que aconteceu. Resgatada por um grupo de pessoas que prometem ajudá-la, a garota terá de confiar no que eles dizem, mesmo que isso seja muito difícil. Enquanto tenta aceitar os fatos, Alison descobre algo que não deveria. Algo que a faz questionar tudo o que já lhe disseram sobre quem ela é e o motivo de estar ali. Mas, na Terra do Nunca, questionar é perigoso. E a sua decisão terá consequências irreversíveis.

Sobre a autora: Becca Mackenzie nasceu em Brasília, 1993, e começou a escrever ainda na infância, embora sua carreira de escritora tenha começado bem mais tarde, só na faculdade. Seu primeiro passo na escrita foi publicar no Wattpad, onde conquistou mais de 3 milhões de leituras, um prêmio Wattys e o selo de Star.

Se Pudesse Contar as Estrelas é a sua estreia na Amazon, uma ficção cristã fantástica inspirada em Peter Pan. Hoje, ela mora em Brasília com a cachorrinha Pimpone. Rebeca ama dias nublados, brigadeiro e sonhar acordada; afinal, dizem que o céu é o limite, mas há um universo depois dele.

Redes Sociais:
Instagram:
 https://www.instagram.com/becamackenzie/
TikTok: https://www.tiktok.com/@becamackenzie
Twitter: https://twitter.com/becamackenzie


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terça-feira, 10 de maio de 2022

Lições do apocalipse pelo ponto de vista de um zumbi

Lançamento do escritor Diego Rates mostra que os mortos-vivos têm muito a ensinar sobre como vive

The Walking Dead, A Noite dos Mortos-Vivos e Resident Evil são produções que moldaram a imagem popular das criaturas conhecidas como zumbis. Focadas na luta por sobrevivência, estas obras ignoram uma pergunta que ecoa há muito tempo sem resposta: afinal, o que se passa na cabeça de um moribundo?

O jovem escritor Diego Rates desvenda este mistério em As Últimas Memórias de um Morto-Vivo. O livro apresenta o dia a dia do zumbi Joe em sua jornada de autoconhecimento repleta de humor e situações absurdas durante o apocalipse.

Pensada como uma homenagem ao “morto-vivo” que existe em cada pessoa, a história conta com uma trama envolvente e um narrador que, apesar de meio-morto, é repleto de carisma. Lutando contra a tentação de se alimentar de carne humana para evitar a dependência, Joe desenvolve o hábito de escrever sobre suas lembranças na intenção de restaurar a memória perdida e compreender os eventos que culminaram com sua conversão em um zumbi pensante.

"Devido ao meu excelente bom humor nesse dia em específico, irei expor um pouco mais de minha intimidade com você. E estar de bom humor, dadas todas as circunstâncias, pode ser considerado um grande evento. Existem pouquíssimos dias bons no fim do mundo. Porém aconselho que você não vá se sentindo muito próximo de mim. Se você, por acaso, ou descuido, chegar perto demais, posso involuntariamente morder o seu nariz."
(As Últimas Memórias de um Morto-Vivo, pg. 7)

Em As Últimas Memórias de um Morto-Vivo, Rates cria um universo palpável e, em certa medida, assombroso, que contextualiza as mudanças sociais e ambientais causadas pelo apocalipse. O sumiço do brilho das estrelas, o levante de bestas selvagens, a morte de todas as corujas e a criação de uma hierarquia zumbi são alguns dos efeitos devastadores retratados na obra.

Ao longo das páginas, o zumbi Joe quebra a quarta parede em diversos momentos para conversar diretamente com o leitor. Com tiradas ácidas sobre a vida e a morte, ele instiga reflexões relacionadas aos desejos normalizados no “mundo dos vivos” que perdem o sentido quando as regras sociais e padrões de comportamento são aniquilados e você passa para o “outro lado”.

Ficha técnica

Título: As Últimas Memórias de um Morto-Vivo
Autor: Diego Rates
Editora: Viseu
ISBN/ASIN: 9786525412474
Páginas: 83
Preço: R$ 35,09
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor

Técnico de Informática, Diego Rates, 22 anos, é um apaixonado por literatura. Inspirado pela obra de Machado de Assis, especialmente “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, escreveu seu primeiro livro “As Últimas Memórias de um Morto-Vivo”. A história segue os passos de Joe, um morto-vivo que adquire consciência e parte em uma jornada de autoconhecimento. Diego Rates possui ainda outros dois livros finalizados com lançamentos previstos para este ano. 

Redes sociais do autor

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quinta-feira, 5 de maio de 2022

Novo romance de Marcela Dantés é lançado pela Autêntica Contemporânea

 


João Maria Matilde, obra resultado de residência literária em Portugal, será publicada em maio; livro é o quarto lançamento do novo selo do Grupo

“– Procuro Matilde, a filha do João Maria.

Sim, Matilde sou eu, mas filha de quem? Eu não entendo o que esse homem está me dizendo, ele fala rápido, e é estranho, a minha língua que não é a mesma. [...] Ele me pede um endereço de e-mail, e essa agora sou eu: alerta, estática, quase catatônica, sentada à frente do computador, atualizando a tela inicial a cada cinco ou seis segundos. Quando a mensagem chega, ela diz a mesma coisa, que procuravam a filha do João Maria e eu ainda não sabia que era eu.” 

IMAGENS EM ALTA RESOLUÇÃO: Marcela Dantés – crédito Rafael Motta  +  João Maria Matilde – crédito Estúdio Tertúlia

É com um telefonema que a escritora mineira Marcela Dantés, finalista dos Prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2021, abre seu novo romance, João Maria Matilde, lançamento da Autêntica Contemporânea. Resultado da residência literária em Portugal, no FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos) de 2016, o livro é uma das quatro obras selecionadas para inaugurar o selo, que vai se dedicar a autores contemporâneos de ficção nacionais e estrangeiros, com especial atenção aos latino-americanos. 

João Maria Matilde estará disponível para venda exclusiva na Livraria Dois Pontos entre os dias 1 e 10 de maio. A partir de 11 de maio, poderá ser adquirido em livrarias e e-commerces de todo o país. O primeiro lançamento presencial acontecerá em Belo Horizonte, cidade natal da autora, em 4 de junho, às 11h, na Livraria da Rua (R. Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte/MG). 

A HISTÓRIA

João Maria Matilde conta a história de Matilde, uma mulher forte e independente que pensava ser filha de pai desconhecido e, perto dos quarenta anos, recebe um telefonema que desorganiza sua vida. O português João Maria é seu pai, já está morto e deixou um testamento, a ser lido com data e hora marcada em uma pequena vila além-mar. 

Deixando no Brasil o namorado, Abel, e Beatriz, a mãe, que sofre com um Alzheimer precoce, a protagonista, já em Portugal à espera da leitura do testamento, faz um mergulho tão inesperado quanto solitário em seu passado desconhecido. Psicologicamente fragilizada, Matilde se vê obrigada a enfrentar seus maiores medos, síndrome do pânico e alguns delírios que insistem em aparecer quando ela mais precisa de lucidez. Na busca por suas origens, é na terra do pai que ela encontra uma versão surpreendente, emocionante e transformadora de si mesma e de sua história.

A batalha interna da protagonista é um dos pontos que a escritora destaca na obra. O outro é o espaço, que funciona quase como um personagem devido à sua importância na narrativa. “Matilde entra em uma cidade com pouquíssimos habitantes, que tem uma muralha à sua volta. Isso tem um impacto na mente dela, de estar ‘aprisionada’. À medida em que ela deixa a muralha, ela faz descobertas. A cidade é uma metáfora para o que ela está passando”, explica a autora.


A ORIGEM

João Maria Matilde nasce da residência literária que Marcela fez em Portugal, em 2016. A escritora passou três meses na cidade de Óbidos, como parte do programa do FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos), a convite do escritor José Eduardo Agualusa, curador daquela edição. “Quando eu cheguei lá, ainda não sabia o que ia escrever, mas a ideia apareceu muito cedo. Tive um modelo de trabalho que, acho, é o sonho de todo escritor: ao contrário da rotina que tenho na minha casa, que envolve levar o filho na escola, passear com o cachorro, arrumar a casa, enfim, uma rotina em que escrevo quando dá tempo, em Óbidos eu pude pensar única e exclusivamente nesse romance, tive uma imersão completa, o que foi uma experiência muito rica. O livro tem um aspecto que eu gosto muito: são as descrições dos lugares, das comidas, das coisas que são muito características de Portugal e acabam por ser, de alguma forma, uma homenagem ao que vivi lá”, conta a escritora.

De volta ao Brasil, Marcela trabalhou por dois anos no livro, até engavetá-lo esperando um momento melhor para escrever sobre questões psicológicas e psiquiátricas, retomando e finalizando-o no ano passado, quando se sentiu pronta para enfrentar temas tão profundos. Foi também em 2021 que a carreia de Marcela Dantés deu um salto: a autora foi finalista de duas das mais prestigiadas premiações literárias brasileiras, Prêmio Jabuti e Prêmio São Paulo de Literatura, com o romance de estreia Nem Sinal de Asas (Editora Patuá).

O novo selo Autêntica Contemporânea marca o 25º aniversário da casa editorial de renomada tradição na publicação de clássicos com um projeto inteiramente dedicado à literatura contemporânea. Junto a Marcela Dantés, outros três escritores terão livros publicados neste mês: o francês Olivier Bourdeaut, o argentino Federico Falco e a equatoriana Mónica Ojeda. “A Autêntica é uma casa que eu sempre admirei, e o mercado está precisando de editoras que tenham um recorte contemporâneo. Então, ter sido convidada para esse selo e, principalmente, fazer parte do grupo de lançamento de uma seleção tão cuidadosa é uma honra muito grande. Esse livro é muito especial para mim e fico emocionada ao vê-lo em uma casa editorial tão consistente e de tanta qualidade. Acredito que esse selo chegará muito forte ao mercado, com livros potentes, narrativas muito interessantes e fico mais uma vez honrada por estar tão bem acompanhada neste grupo de escritores”, comenta Marcela.

SOBRE A AUTORA

Marcela Dantés nasceu em Belo Horizonte, em 1986. Estudou Comunicação Social na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é pós-graduada em Processos Criativos em Palavra e Imagem, pela PUC Minas. Pela PUC Rio Grande do Sul, cursou a Oficina de Escrita Criativa de Luiz Antônio de Assis Brasil. É autora da coletânea de contos Sobre pessoas normais (2016), obra semifinalista do Prêmio Oceanos 2017. Nem Sinal de Asas, seu primeiro romance, foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2021 e do Prêmio São Paulo de Literatura. 

JOÃO MARIA MATILDE

Autoria: Marcela Dantés

Páginas: 160

Formato: 14 x 21 cm
Acabamento: Brochura

ISBN: 978-65-5928-151-0 

LANÇAMENTO

Com sessão de autógrafos

Data: 4 de junho, às 11h

Local: Livraria da Rua (Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte)

Crédito das imagens:

Marcela Dantés – crédito Rafael Motta

João Maria Matilde – crédito Estúdio Tertúlia

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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Entrevista com Joyce Viana, autora do livro "Florescer”


Joyce Viana Silveira
, quase 30 anos, mineira de Belo Horizonte, autora, produtora e gestora de conteúdo.

É bacharel em Direito, pós graduada em Direito Penal, nas horas vagas estuda Teologia e possui um semestre cursado de Jornalismo.

É cristã e possui uma fé inabalável, apaixonada pelos animais, por poesias, Clarice Lispector e por vinhos.

Literalmente uma camaleoa, se precisar muda de opinião quantas vezes for preciso, pois, entende que amadurecer é florescer sem perder suas raízes.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Joyce Viana: Desde criança, fiz da escrita minha melhor amiga e nunca mais parei.

Sempre escrevia cartinhas para os namorados das minhas amigas como se fossem elas, por saber escrever poesias e textos mais bonitos. 

Na faculdade de Direito, participei de uma coletânea de poesias com outra autora mas infelizmente não vingou por dar prioridade para a faculdade.

Depois disso, comecei a ser chamada para escrever para sites jurídicos e eu amava conciliar o Direito e a Escrita. Hoje entendo que juntos formamos um time de peso!

Mas, foi só ao término da faculdade e inicio de 2020 que finalmente comecei no meio literário com o meu primeiro livro publicado.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Florescer”. Poderia comentar? 

Joyce Viana: O livro Florescer nasceu para mim no inicio de 2020 em meio a crise mundial e ao novo vírus. Ele é meu primeiro livro e por isso também é o mais especial.

No meio de um isolamento assustador, eu, juntamente com outra autora tivemos a ideia de escrevermos um livro juntas falando sobre a saúde mental impactada pelo isolamento, porém, entendemos mais a frente que nosso projeto precisaria se dividir em dois e cada uma seguiu o seu caminho.

Neste processo, entendi que eu precisava falar sobre saúde mental, comportamento humano e fé e que essa seria a minha linha, mas nunca parei para escrever o livro. Ele veio como um presente de Deus nos meus sonhos. Sempre acordava de madrugada e tinha todas as mensagens do livro prontas em minha mente apenas para passar para o papel.

Florescer é mais que um livro de autoajuda, é um livro de autoconhecimento, isso pois, nele eu não busco ajudar alguém a sair de um momento de angústia, mas, a entender a razão pela sua angústia. Ele veio para mim como uma resposta de Deus para aliviar sentimentos guardados que tinha há anos e, talvez, para responder perguntas de pessoas que eu nem mesma conheço.

E através dele, quero que as pessoas se divirtam; chorem; sintam saudades; se apaixonem; deem gargalhadas; busco uma conexão profunda, de almas e que juntos possamos chegar a algum lugar.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Joyce Viana: Como eu disse anteriormente, o isolamento social me forçou a escrever sobre o comportamento das pessoas e o impacto na saúde mental delas. Minhas pesquisas foram basicamente pautadas em conversas com familiares, amigos e pessoas conhecidas e em como eles foram impactados pelo isolamento.

Além de claro, assistir noticiários e ler bastante sobre o assunto e ver o quanto o número de suicídios aumentou nesta época, além de divórcios e mulheres que eram agredidas pelos companheiros.

Neste período, passei a me questionar se o ser humano deixou de ser humano ou ele passou a ser verdadeiramente humano a partir de agora.

Entre tantos questionamentos, me vi escrevendo sobre todos eles para não surtar literalmente e também nunca me dei muito bem com especialistas em saúde mental pois não gosto muito de falar, prefiro escrever.

Percebi que era o caminho para mostrar ao mundo o que eu sentia e também de alguma forma impactar a vida dessas pessoas.

Neste processo de idas e vindas da escrita, demorei em média 1 ano e meio para deixar o livro pronto para publicação. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

Joyce Viana: “Se as borboletas fossem como nós, se sentiriam incapazes de ser quem nasceram para ser e morreriam sendo lagartas”. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Joyce Viana: Pode acessar minhas redes sociais. Por lá, eu faço postagens diárias sobre o livro além do meu trabalho. O livro está disponível comigo, com a editora Letras Virtuais e também em sites como Magazine Luiza.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Joyce Viana: Sim. Na verdade, existem alguns. Mas, por ora, estou em um projeto solo de um livro de poesias.

Perguntas rápidas:

Um livro: Bíblia Sagrada

Um (a) autor (a): Clarice Lispector

Um ator ou atriz: Meryl Streep

Um filme: O diabo veste prada

Um dia especial: Dia do meu batismo na Igreja.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Joyce Viana: Quero agradecer a oportunidade de mostrar o meu trabalho, pois, acredito ser importante dar cada vez mais espaço para a literatura no Brasil!

Hoje, digo que vivo o meu propósito de vida, vivo pela arte da escrita e me sinto abençoada por isso! Mas, abençoados seriam todos aqueles que pudessem viver pelo que acreditam e assim fazer a diferença no mundo em que vivemos!

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quarta-feira, 20 de abril de 2022

A ascensão do mercado brasileiro na revolução da indústria do streaming

Primeiro livro nacional sobre o tema é escrito por Edvaldo Silva, diretor da ZEFR na América Latina, empresa líder global em Brand Safety no TikTok, YouTube e Facebook

“A revolução do streaming mudou o consumo do entretenimento como um todo e eu vou te contar como chegamos até esse cenário no mundo e no Brasil, além do que você precisa levar em consideração para não deixar novas oportunidades passarem.” É o que afirma Edvaldo Silva, mestre em Artes e Multimeios pela Unicamp, na introdução de Da válvula ao pixel – A revolução do streaming. Com 20 anos de experiência no universo das mídias digitais, o escritor é diretor da ZEFR na América Latina, empresa líder global em Brand Suitability e Brand Safety nas principais plataformas de vídeo do planeta como TikTok, YouTube e Facebook.

Com o apoio de Henry Jenkins e Lúcia Santaella, Edvaldo aprofunda o contexto que abriu espaço para revolução do conteúdo audiovisual e, consequentemente, o surgimento de empresas como a Netflix. Da válvula ao pixel ganha ainda mais força e credibilidade com a experiência única do escritor no universo das mídias digitais: ele começou em 1998 na Editora Peixes (empresa parte do Grupo Abril), época em que foi responsável pelo lançamento de todas as revistas da editora no Uol, maior portal de internet da América Latina.

Aposto que você reconhece essas cenas: na hora do almoço, por exemplo, você recebe uma indicação de um amigo sobre uma série nova que entrou na Netflix ou, no seu feed do Instagram, seu ator favorito posta que o novo filme em que ele atua, já está disponível na HBO Max. Sem pensar muito, imediatamente, você abre outra tela em seu celular, acessa os aplicativos e coloca as duas produções na sua lista para assistir mais tarde, ou no final de semana. (Da válvula ao pixel, p. 19)

Um dos exemplos nacionais da ascensão do streaming no Brasil citados por Edvaldo é a transmissão pela TV Oi, do Rio de Janeiro, da série transmídia “Castigo Final” – a produção concorreu na categoria Internacional Digital na edição dos prêmios de 2010 do Emmy. Outro impacto nacional destacado pelo autor é mudança no tipo de contrato da Rede Globo, que passou a seguir o mesmo tipo de contratação da Netflix.

Netflix, Amazon Prime, HBO, Disney+... para os interessados em saber a origem dos streamings mais queridinhos da modernidade e também para estudantes e profissionais da comunicação: Da válvula ao pixel é registro da transformação digital. Ainda no meio literário, Edvaldo também é co-autor de Mídia Programática, primeiro livro sobre o tema no Brasil e colaborador do livro Avanca Cinema 2011, com as principais teses sobre o setor audiovisual.

Ficha técnica:
Título: Da válvula ao pixel – A revolução do streaming
Autor:
 Edvaldo Silva
Editora: Lisbon Press
Número de páginas: 108
ISBN:  978-989-37-3102-4
Formato: 14 x 22 cm
Preço: R$ 33,00 (físico) R$ 20,00 (eBook)
Link de venda: Martins Fontes

Sobre o autor: Edvaldo Silva é mestre em Artes e Multimeios pela UNICAMP, pós-graduado em Publicidade e Propaganda pela ECA/USP, professor do MBA da Business School São Paulo/Laureate International. Ganhou os prêmios Tela Viva Móvel, em 2009, iBest, em 2005, e foi fundador e Presidente do Comitê de Adtech & Data do Interactive Advertising Bureau (2011-2012). Ocupou cargos de liderança em empresas como FOX TV (hoje Disney), Grupo Abril e atualmente lidera a Zefr na América Latina. A Zefr é uma empresa com sede em Los Angeles/California, líder em Brand Suitability nas maiores plataformas de vídeo do planeta como Tik Tok, Facebook e Youtube.



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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Breve história da arte popular - A cultura subterrânea do Rio de Janeiro no século XX, autor Roberto Salgado de Carvalho


É a partir do “olhar de dentro” – e do ponto de vista dos excluídos – que tem residido a potência da arte popular no Brasil, não entendida apenas como folclore, mas como produção artística de pessoas com pouca ou nenhuma formação acadêmica. Salta aos olhos a grande capacidade da periferia para assimilar influências e transformá-las em uma forma de arte original. Exemplo disso é o Carnaval, que combina artes visuais, música e dança em uma festa popular impregnada de superação e resistência.

É disso que trata o presente livro, no qual Roberto Salgado de Carvalho, não por acaso um artista plástico com reconhecimento internacional, nos chama a atenção para esse olhar dos excluídos que, paradoxalmente, é também privilegiado por estar visceralmente ligado e refletir a realidade das massas populares, que difere das classes média e alta ao não cultivar a importação como regra dominante.

Com foco na cultura subterrânea do Rio, cidade que mais recebeu negros escravizados na Humanidade, o autor encontra na poesia de Noel Rosa, repleta de imagens do cotidiano da então Capital da República, e no artista múltiplo Heitor dos Prazeres – pintor, compositor e instrumentista – as referências ideais para dar dimensão do poder estético e da originalidade da arte urbana brasileira, em geral produzida pela população das periferias, excluída dos padrões colonizados e forçada a viver em comunidades sem acesso às condições básicas. Essa população procurou reafirmar sua dignidade humana por meio de sua cultura.

PARA SABER MAIS OU ADQUIRIR O LIVRO, ACESSE:

https://www.amazon.com.br/Hist%C3%B3ria-Popular-Roberto-Salgado-Carvalho/dp/6586512220

https://clubedeautores.com.br/livro/breve-historia-da-arte-popular

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domingo, 17 de abril de 2022

EM BREVE: Jornal em São Camilo da Maré, novo livro de Ademir Pascale (Mafra Editions)

Três jovens interligados vivenciam as feridas que a nossa sociedade perpetua: violência, injustiça e bullying, numa comunidade carente do litoral de São Paulo, até encontrarem um ex-repórter de guerra que poderá mudar o rumo de suas vidas.

Mais notícias em breve nos sites: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br e https://www.mafraeditions.com
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quarta-feira, 13 de abril de 2022

ENTREVISTA COM ESCRITOR: M. E. Rodrigues e o livro Alice no mundo de Ohnos, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.

Eu era uma criança extremamente curiosa e criativa. Sendo filha única, acho que aprendi desde cedo a viver bem comigo mesma, entende, saber me entreter e reinventar a realidade. Com o tempo fui entendendo também a relevância que o mundo natural tinha para mim, eu via aquele mundo, e queria não apenas recriá-lo através da escrita, mas preservar o original, minha eterna inspiração suprema. Assim, cresci, e rumei para a carreira de bióloga. Atualmente sou mestranda em botânica, professora de educação ambiental infantil e (finalmente, posso dizer) escritora. Acredito que através da educação, unindo ciência e arte em variadas formas, podemos atuar positivamente no mundo, construindo no agora um futuro possível e feliz.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro; o que motivou a escrevê-lo?


Na verdade, isso é curioso. O livro foi escrito em apenas cinco dias, porque a ideia original era enviá-lo para um edital de chamada de livros que eu tinha descoberto, mas que fechava em uma semana. Ou seja, era tudo ou nada, escrever ou não em sete dias. Não custava tentar, então em cinco dias consegui fechar o enredo. A verdade é que acho que esse enredo é muito inspirado por cortes do meu cotidiano, e essa história já me habitava, eu só precisei de fato parar e escrever, e ela ganhou vida sozinha. Bem, o livro não foi selecionado, então eu parei e lapidei ainda mais o original, parei e busquei outras oportunidades. Até que a Sinna abriu o edital de originais e, felizmente, o feedback foi superpositivo e decidimos trabalhar juntos para torná-lo real :)

Qual a sua opinião sobre a questão da leitura no país? O que tem lido ultimamente?

Certamente numa escala geral, em meio à quantidade de entretenimento com o qual somos bombardeados constantemente, a leitura pode ter reduzido sim. Porém, uma coisa que gosto de ressaltar, é que ela é imortal. Você parar e ler um livro, se conectar com um enredo, é um sentimento único, e apreciado por diversos motivos, e mesmo que menos pessoas leiam, é impossível sua extinção. Até porque, parte do gostar de ler também tem a ver com hábitos, e hábitos são passíveis de aprendizado. Além de tudo, o principal fator visto atualmente não é nem a questão da redução de leitores, apenas a mudança no formato de produção, venda e acesso à leitura. A internet mudou isso em todos os setores, não apenas no mundo dos livros, é questão de acharmos o equilíbrio entre o que queremos e o que funciona no ramo atualmente.

Como o leitor poderá conhecer mais sobre seu trabalho? 

Acho que a plataforma que eu mais gosto e utilizo (mesmo que não tanto rs) é o instagram, meu perfil é: @dudaro. Além disso, tenho um site, no qual você pode encontrar mais textos meus e informações: https://escritaduda.wixsite.com/folhasvivas 

Você pode ainda me enviar um e-mail se quiser conversar sobre algo mais específico do meu trabalho, o que é sempre bem-vindo: escrita.duda@gmail.com

O que tem lido ultimamente?

Atualmente estou lendo três livros, cada um com um ritmo/motivo/influência na minha vida.

1. Assinatura de todas as coisas (Elizabeth Gilbert) - um romance intenso, de enredo rico e complexo. Tenho gostado muito, e me ajuda a enxergar outras formas de viver, outras possibilidades, o tipo de leitura de que mais gosto.

2. A vida não é útil (Ailton Krenak) - para me lembrar também da realidade, me fortalecer no que desejo e acredito para o mundo, e lembrar do que é essencial nessa vida.

3. As cem linguagens da criança (Loris Malaguzzi ) -  com o objetivo de me aprimorar pedagogicamente (pensando no meu trabalho como professora de educação ambiental), e estar mais aberta à escuta para as crianças, as verdadeiras peças fundamentais no presente, para um melhor futuro.

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder.

Sempre gosto de pensar em ações que mudam o mundo para algo mais próximo do que eu acredito que é sua melhor versão. Entre os pensamentos, defini alguns pontos, e agora compartilho eles com vocês:

1. Cuide de você mesmo, física e psicologicamente, sua primeira casa existencial. Uma pessoa verdadeiramente mais feliz naturalmente terá efeitos mais positivos no mundo.

2. Seja empático. Desenvolver empatia com o próximo é essencial para construir um caminho de compreensão do coletivo, facilitando o caminho até a empatia ambiental com todos os organismos e a Terra como um todo.

3. Auxilie as pessoas a sua volta, em projetos no seu bairro, cidade, país… Ações locais somadas fazem diferenças globais.

4. Questione tudo e informe-se. A consciência sobre problemas é dura de carregar, mas só assim podemos fazer algo sobre.

5. Não seja materialista. Minimalismo. Coisas são necessárias, mas não o consumo excessivo. Lembre dos 5 Rs (repensar, recusar, reduzir, reutilizar, reciclar). Busque produtos naturais, de procedência confiável, não exploratória de pessoas ou do meio ambiente. Não faz sentido querer mais do que não precisamos quando existem poucos sem o mínimo necessário.

6. Reduza ou pare o consumo animal. As indústrias mais predatórias do planeta.

7. Apoie a ciência. Os cientistas não estão lá inventando fatos e informações, eles literalmente fizeram de sua função de vida investigar a própria vida em toda sua amplitude e buscar formas de preservá-la.

8. Por último mas não menos importante: NÃO acredite no papo de que suas ações individuais não fazem diferença. Um grupo relativamente pequeno de pessoas pelo mundo quer que acreditemos nisso, mas é mentira.

Link para o livro: https://www.editorasinna.com.br/alice-no-mundo-de-ohnos-pre-venda


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021).

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domingo, 10 de abril de 2022

Pré-venda: As Ruínas da Rainha, de Marina Solé Pagot


A autora da trilogia Best-Seller Os 3 Escolhidos, Marina Solé Pagot está de volta apresentando um novo e perigoso universo onde monstros, dragões, demônios, elfos e diferentes seres lutam pela sobrevivência em um cenário digno dos melhores jogos de RPG. Depois de mais de dois anos de intensa pesquisa e escrita, a autora nos apresenta o seu quinto livro, As Ruínas da Rainha, fantasia onde duas protagonistas são apresentadas em uma luta pelo Poder, onde os leitores serão convidados a escolherem apenas um lado dessa incrível jornada!

Dividida em duas partes, os leitores irão explorar o desenvolvimento de personagens dentro de um mundo mágico, onde cada uma das 458 páginas é uma leitura que hipnotiza cada leitor,  marca já reconhecida na escrita de Marina. 

O livro As Ruínas da Rainha está em Pré-venda através do site da CASA Projetos Literários  www.casaprojetosliterarios.com.br/asruinasdarainha até a próxima quarta-feira, dia 13 de Abril e quem comprar até lá, além de receber o livro autografado em edição Premium com capa dura, fita marcadora de cetim, papel amarelo para facilitar a leitura, folha de guarda exclusiva, ilustrações desenvolvidas para a capa pelo artista Carlos Varejão irá receber também brindes especiais como pôster ilustrado e marcadores exclusivos. O valor do livro durante a pré-venda é de R$ 55,00 (cinquenta e cinco reais) mais frete fixo de R$ 12,00 (doze reais). As Ruínas da Rainha sai pelo selo NOVACASA da CASA Projetos Literários em parceria com a Editora Madrepérola.

Natural de Bento Gonçalves/RS, Marina Solé Pagot nasceu em 29 de Abril de 2002 e começou a escrever aos doze anos de idade, tendo sua primeira publicação aos dezesseis. Atualmente cursa a Faculdade de Escrita Criativa na PUCRS. É autora dos livros: "Trilogia Os Três Escolhidos - composta pelos títulos 'Coração de Obsidiana', 'O Cavaleiro Branco', 'Reino de Memórias' ", e do livro de contos e poemas "Somos Todas as Cores". Desde 2017, visita escolas no Rio Grande do Sul divulgando seus livros e batendo um papo com os seus leitores. Foi Patrona da Feira do Livro de Carlos Barbosa em 2019,  além de ter uma cadeira na Academia de Letras Machado de Assis (ALMA) de Porto Alegre.

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sábado, 9 de abril de 2022

Livro "Azul Índigo", de R. C. Nugem


O que Azul Índigo tem de tão especial? É ao mesmo tempo uma narrativa e um romance, uma saga que aborda a relevância do incomum, do não visível, do natural e do sobrenatural que não é especificamente uma coisa ou outra, são ambas. É uma literatura complexa mas não complicada, dentro de uma visão holística de saberes e de experiências que são tratados de forma transversal, permitindo inúmeras reflexões. Como possui uma visão global, os acontecimentos se dão de forma espiral, em ciclos, retomando e avançando na história. Ele narra a construção de um novo mundo, uma Nova Terra. Esse novo mundo é uma realidade ficcional que se expande para além do planeta. Ele mostra todo o processo de construção dessa nova realidade. Talvez seja um mundo impossível, mas sem dúvida ele é um mundo desejado por todos. 

Azul Índigo acontece no ano de 2073, quando a Terra, em seu movimento natural pelo universo (expansão da galáxia), entrou na quinta dimensão. Esse fato desencadeou uma mudança radical, permitindo a humanidade de desenvolver a terceira visão. Nesse momento, todas as pessoas sem exceção, enxergaram os espíritos daqueles que já morreram mas, que por algum motivo, ainda estão presentes. Então, eles se dão conta de que a morte não existe e, que o mundo espiritual sempre esteve presente, só não era possível interagir com ele. A Zona Sombria, local onde dominam os espíritos maléficos e ignorado por todos, começa a expandir os seus domínios. Então, os mestres dos raios de luz, que vigiam a humanidade desde o início dos tempos, se apresentam em suas naves, para organizar e iniciar a Nova Terra. Só que nem todas as pessoas poderão continuar as suas vidas no planeta, pois é chegado o momento de separar o joio do trigo. Nesse cenário cosmopolita, oito personagens iniciam as suas novas vidas, socorrendo os espíritos perdidos e escravizados na Zona Sombria. 

É o livro que dá início à Saga de mesmo nome, Azul Índigo, e a sua sinopse é mostrada a seguir.

A Terra adentrou o espaço da quinta dimensão no seu curso natural pelo universo, modificando a realidade. A população desenvolveu a terceira visão e começou a enxergar e a interagir com o mundo espiritual. Os que eram considerados mortos ou voltaram para as suas famílias ou, vieram realizar a sua vingança. A Zona Sombria, local até então ignorado pela humanidade, é controlado pelos espíritos malignos, que querem estender os seus domínios. O apocalipse é anunciado e no meio ao caos, as naves espaciais dos mestres dos Raios de Luz, que vigiavam a Terra há milênios, se fazem visíveis. Eles vêm ao mundo preparar a Nova Terra, assumindo o comando do planeta. Eles vieram retirar os véus que cobriam os olhos da humanidade em nome da verdadeira liberdade, acabando com as crenças limitantes e libertar o homem de seu karma. Eles são os instrumentos da alquimia universal, dissolvendo todos os condicionamentos mentais e emocionais, para a ampliação da consciência espiritual cósmica baseada nos valores do bem. No entanto, nem todos terão permissão para habitar a Nova Terra, pois é chegado o momento de separar o joio do trigo e muitas pessoas serão exiladas para outros planetas. Enquanto isso, oito personagens agem em suas novas vidas cotidianas em um cenário cosmopolita, adaptando-se à nova realidade e desenvolvendo novas habilidades, de acordo com o desejo do criador do universo.

Para ler o livro é só procurá-lo nos e-books na Amazon (formato de leitura kindle, tablet e celular), no Hotmart e no Google Livros. Os livros impressos em língua portuguesa estão disponíveis em Portugal, Estados Unidos, Canadá, França, Reino Unido, Itália, Holanda, Bélgica, Japão, etc. Em breve estarão disponíveis em francês e em inglês. Para contatar a autora e saber mais a respeito da saga, é só acessar os links abaixo:

Facebook - https://www.facebook.com/R.C.NugemWriter

Amazon - https://www.amazon.com/R.-C.-Nugem/e/B09WYDP3XW

Instagram - https://www.instagram.com/r.nugem/

Hotmart - https://hotmart.com/product/azul-indigo/Y69302709P

E-mail: indigobleu107@gmail.com

Wattpad - https://www.wattpad.com/myworks/306644411-azul-indigo (dois capítulos para leitura livre).

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