51 LIVROS PARA LER ANTES DE MORRER, por Ademir Pascale

  Por Ademir Pascale Alguns livros se destacam pela qualidade, conteúdo e originalidade. Livros que a gente lê e não esquece nunca mais. Liv...

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quinta-feira, 28 de outubro de 2021

51 LIVROS PARA LER ANTES DE MORRER, por Ademir Pascale

 

Por Ademir Pascale

Alguns livros se destacam pela qualidade, conteúdo e originalidade. Livros que a gente lê e não esquece nunca mais. Livros que marcam as nossas vidas. E pensando nisso, fiz uma lista de 51 livros que acredito que todo leitor deve ler. Tem livros de diversos gêneros e para todos os gostos. Espero que gostem :)

51 LIVROS PARA LER ANTES DE MORRER:

01 - A revolução dos bichos - George Orwell

02 - A metamorfose - Franz Kafka

03 - Quarto de despejo - Diário de uma favelada - Carolina Maria de Jesus

04 - Diário de Anne Frank - Anne Frank

05 - Madame Bovary - Gustave Flaubert

06 - Vidas secas - Graciliano Ramos

07 - A hora da estrela - Clarice Lispector

08 - O pequeno príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

09 - Dom Casmurro - Machado de Assis

10 - Cem anos de solidão - Gabriel García Márquez

11 - Dom Quixote - Miguel de Cervantes

12 - 1984 - George Orwell

13 - Orgulho e preconceito - Jane Austen

14 - Frankenstein - Mary Shelley

15 - O médico e o monstro - Robert L. Stevenson

16 - Drácula - Bram Stoker

17 - Hamlet - William Shakespeare

18 - O cortiço - Aluísio Azevedo

19 - Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis

20 - Crime e castigo - Fiódor Dostoiévski

21 - Capitães de areia - Jorge Amado

22 - Iracema - José de Alencar

23 - Memórias de um sargento de milícias - Manuel Antônio de Almeida

24 - Ensaio sobre a cegueira - José Saramago

25 - Moby Dick - Herman Melville

26 - Os três mosqueteiros - Alexandre Dumas

27 - O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde

28 - Macunaíma - Mário de Andrade

29 - Ulisses - James Joyce

30 - Os maias - Eça de Queiroz

31 - O estrangeiro - Albert Camus

32 - Romeu e Julieta - William Shakespeare

33 - Em busca do tempo perdido - Marcel Proust

34 - Anna Karênina - Liev Tolstói

35 - O Velho e o Mar - Ernest Hemingway

36 - Persuasão - Jane Austen

37 - Emma - Jane Austen

38 - O mercador de Veneza - William Shakespeare

39 - Rei Lear - William Shakespeare

40 - Macbeth - William Shakespeare

41 - A megera domada - William Shakespeare

42 - A narrativa de Arthur Gordon Pym - Edgar Allan Poe

43 - Os miseráveis - Victor Hugo

44 - O mágico de Oz - L. Frank Baum

45 - Alice no país das maravilhas  - Lewis Carroll

46 - A Divina Comédia - Dante Alighieri

47 - Auto da Compadecida - Ariano Suassuna

48 - Mar absoluto - Cecília Meireles

49 - Quarup - Antônio Callado

50 - As três Marias - Rachel de Queiroz

51 - O nome da rosa - Umberto Eco

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quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Livro “Pedaços de Mim -Testemunho de um Milagre”, por Leda Gonzaga


Inspirada em fatos reais, a qual a própria autora vivenciou, foram momentos de muito sofrimento. Não existe inspiração maior do que a experiência de quem atravessou o deserto e venceu grandes milagres. A proposta desta autobiografia, é trazer um relato de como foi seus dias em UTI em coma induzido entre a vida e a morte após uma sepse, com pancreatite gravíssima.

A autora vem mostrar que o leitor também é capaz de realizar milagres em sua vida. A cada página, a autora compartilha momentos vividos por ela em uma ala hospitalar, que, somadas aos depoimentos de quem viveu junto a ela proporcionarão ao leitor a certeza que a fé é algo transformador na vida de cada um que se encontra em busca de algo invisível. Creiam, pois ele existe, mesmo que não podemos vê-lo, basta elevar a sua fé.

Este é o propósito dessa autobiografia, ajudar a todos(as) que se encontram em algum sofrimento e tratamento. Acredite sempre.

Existe uma grande força divina, que é “Deus”, o agir de Deus, que nos ama e não nos abandona, que faz o impossível desafiando até mesmo a ciência, dizendo: "filha você ainda tem muito o que fazer por aqui... Levanta-te."

Deixe-se tocar por esta história de fé, resiliência e superação.

*Sobre a autora

Leda Gonzaga

É uma artista da escrita e da palavra. Caçula de cinco irmãos que a chamam carinhosamente de ”Ledinha”, casada, avó de dois seres de luz a qual dedica toda suas escritas. Gosta de estar entre as crianças que lhe traz luz para suas escritas brincando com elas e com as palavras. Escritora, Pedagoga Psicopedagoga, especialista na arte de contar histórias e Mediadora de Biblioterapia, a qual ela ama com paixão essa arte narrativa de estar entre os livros, levando ao próximo o poder da leitura. Acredita que o contato com a literatura a ajudou passar pelo deserto de estar entre a vida e a morte com serenidade, calma, esperança e acima de tudo fé.

Iniciou sua carreira de Escritora e Contadora de Histórias em 2012, com atuação em escolas de Uberlândia e outras cidades e estados.  Na profissão de escritora publicou seu primeiro livro “Davi e a Lua” pela Editora  Gregory /“A saia Mágica de Alice” um resgate as cantigas de roda e brincadeiras do nosso folclore que a consagrou em vários estados em feiras, bienal de Brasília e encontros  nacionais de contadores com 1200 exemplares vendidos em  escolas e eventos literários desde 2017, contemplado  para  nova edição em 2020 com a Lei de incentivo a Cultura da cidade –PMIC. “Cinderelas de calças Jeans – A Linguagem da Borboleta I” /Menina Azul de Toda Cor - Páginas Editoras esgotado 200 exemplares em 5 meses - Mochilas de Histórias e Balaio de Histórias –Páginas editora. Presidente da AUCHB - Academia Uberlandense dos Contadores de Histórias e Brincantes. 

*Contatos

ledagonzagalves@hotmail.com

www.facebook.com/AutoraLedaGonzaga

Facebook: Leda Gonzaga

Instagran: Gonzaga.leda

Vendas:

Livro físico com a própria autora:

55(34)99179-5556 /Uberlândia - MG

E-book:  Seleto Editorial

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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Entrevista com o escritor Obam ɛ Ɛdhuu

Obam ɛ Ɛdhuu - Foto divulgação

Obam ɛ Ɛdhuu
, nascido em 1993 em Makokou (Gabão), é kweléfono, kotáfono, francófono, e estudante gabonês no Brasil. Tem formação em Letras Português-Inglês na Universidade Federal de Pelotas (2016-2019). Atualmente mestrando em Letras (Estudos da Linguagem) na Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Além de escrever poemas em francês, português e inglês, escreve também poemas em línguas africanas para a divulgação do lirismo e das filosofias ancestrais africanos. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Desde a adolescência sempre gostava de transcrever o que eu pensava. Era mais palpável ver meus pensamentos escritos. Mas, naquela época não tinha na mente a ideia de publicar um dia. É na faculdade que entendi a importância de publicar. Por isso, comecei a escrever poesia, primeiro gênero de predileção, nas línguas bekwel e francesa. Minha escolha e necessidade para um lirismo kweléfono e de outros idiomas africanos surge por uma carência bibliográfica autóctone que observei, e um desejo de preencher esse vácuo, isto é, produzir eu mesmo uma literatura que, no futuro, servirá de material de estudo e análise literários e linguísticos das línguas africanas. 

Conexão Literatura: Você já participou como coautor das antologias Poesia ao luar 2, Antologia dos melhores poemas 1 e Coletânea de poemas, além de publicações poéticas em bekwel e francês em revistas, como Revista Njinga e Sepé, Jornal Relevo, Revista Philos, Revista Literatura e Fechadura, Revista Caleidoscópio e The Decolonial Passage. Poderia comentar sobre a importância da participação de um autor em antologias e revistas literárias? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Participar em antologias e revistas literárias permite divulgar o trabalho de um autor e torná-lo accessível a um grande público. O autor descobre outros nomes e trabalhos, e aparece junto com eles nesse espaço literário. Ademais, o público de um certo autor poderá se deparar com o trabalho de outros autores da antologia. Há então laços e conexões feitos, uma rede de autores e leitores. 

Conexão Literatura: Você também é autor do livro de poesia Mɛkwa mɛ mut (Palavras do ser), escrito nas línguas ikota e bekwel, publicado pela Editora Letraria, e vendido em formato ebook no site da Editora. Poderia comentar? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Essa obra poética põe em cena o lirismo africano em línguas africanas, e aborda várias temáticas entre as quais a escrituralidade das línguas africanas e uma intelectualização autóctone. Nessa obra, convido os africanos a dar um valor intelectual e científico a suas línguas e filosofias. E do outro lado, convido o mundo a ver e ouvir nossas vozes como fazemos com as vozes do mundo.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Obam ɛ Ɛdhuu: O trecho que resume a obra seria aquele do poema Simsail ɛ Kama (O filósofo negro), Ɛdjek mɛkana ɛ djoŋ/Aa sa yɔ/Yɛ ɛ ɛsa náá/Nyɛ dik kukuma yɔ (Aprender a filosofia alheia/Sem fazer a nossa/É fazer do outro/Dono de si). É o ponto crucial do desejo de emancipação do eu-lírico, que quer ser autor e consumidor do seu próprio conhecimento, um conhecimento parido a partir de uma auto-referencialidade (referência à ancestralidade).

Conexão Literatura: Você também auxilia e supervisiona autores? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Sim. Meu projeto da elaboração da Literatura Africana em línguas africanas me levou a incluir africanos no processo da emergência dessa Literatura, pois a realidade é que há africanos não letrados nas línguas coloniais, os quais são detentores de filosofias ancestrais na sua forma original. Acho que dar-lhes a oportunidade de expressar esse conhecimento nos seus idiomas respetivos é um passo para a descolonização linguística e literária. Alguns desses autores já participaram de algumas antologias da Revista Conexão Literatura. Nesse cenário, eu sou como uma ponte entre eles e as editoras, um tipo de agente literário. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Tenho contas de Facebook, Instagram, e um canal Youtube (Mɛkana mɛ Kama) onde divulgo meu trabalho. São plataformas mais acessíveis hoje para saber um pouco sobre mim e o que faço. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Em colaboração com oralitários (autores de oralitura), trabalhamos na escrita de contos tradicionais em seus idiomas de partida. Com esse projeto, queremos fazer uma transição da oralidade para a escrituralidade, não com o desejo de apagar a oralidade (uma arte africana), mas para permitir uma coexistência do orador e do escriba ou scriptor. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Tata Nzambi

Um (a) autor (a): Dibombari Mbock

Um ator ou atriz: Viola Davis

Um filme: Fences

Um dia especial: Sábado 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Obam ɛ Ɛdhuu: Agradeço a Nzambe (Criador) e a Ziza (Nigromusa) pela inspiração e a oportunidade de fazer ouvir as vozes ancestrais, a Revista Conexão Literatura e outras editoras sendo plataformas que levam essas vozes para os olhos e ouvidos do mundo. 

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Entrevista com Leda Gonzaga, autora do livro "Pedaços de Mim - Testemunho de um Milagre"

Leda Gonzaga - Foto divulgação

Nasceu em Rio Verde - Góias e mudou-se com sua família para Brasília-DF, ainda Bebê até a adolescência onde mudou para Minas e reside até hoje. Pedagoga e Psicopedagoga, escritora de literatura infantil e juvenil, Contadora de Histórias, especialista em a arte de narrar história. Publicou seu primeiro livro em 2012 e não parou mais, hoje está com 10 obras publicas, incluindo “Pedaços de Mim”.

Todas as suas publicações são independentes, outras através de lei de incentivo a cultura da cidade e com parcerias de alguma editora. Atualmente vive com a sua família. No Triângulo Mineiro, precisamente em Uberlândia-MG, é mediadora de Biblioterapia e contadora de Histórias.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Leda Gonzaga: Desde criança sempre gostei muito de escrever, mas foi mesmo após meu primeiro neto nascer que a vontade de colocar novamente minhas inspirações no papel voltou, em 2012 nasceu meu primeiro filho livro: Davi e a Lua e logo em seguida um de autoajuda “Endometriose o Silêncio e a dor da Alma”, foram muitos “Nãos” de editoras, até que resolvi encarar a produção independente e algumas parcerias com editoras, que me motivou, então não parei mais e hoje já conto com 10 obras lançadas, sendo gênero infantil e juvenil o qual dois deles ganhei dois prêmios: Cinderelas de calça Jeans para o público juvenil - Troféu literatura ZL editora e Melhor livro infantojuvenil e Menina Azul de Toda cor infantil melhor capa troféu literatura 2019. Fui perseverante e não desisti, acreditei em mim e em minhas escritas.

Hoje faço trabalho com autores independentes que desejam tornar seus sonhos em realidade com assessória.

Conexão Literatura: Você é autora do livro "Pedaços de Mim - Testemunho de um Milagre". Poderia comentar? 

Leda Gonzaga: Com certeza! Pedaços de mim é minha autobiografia, conta todo o processo em que eu passei de agosto a dezembro de 2020 em um leito de um hospital e até o momento em recuperação com algumas limitações. Por causa de uma cirurgia de vesícula que  resultou em uma perfuração de fistula duodenal, com esse acontecimento tive uma infecção generalizada e uma pancreatite gravíssima e longos meses de internação entre UTI, coma induzido e várias abordagens cirúrgicas. Ainda terei que passar por outra cirurgia, isso devido ao surgimento de uma hérnia, programada para inicio do próximo ano de 2022.

Revela como superei a esse momento tão doloroso e difícil para mim, família e amigos.

O objetivo dessa autobiografia é poder levar a todos leitores e leitoras, tocar o coração de cada um deles que passam ou possa vir passar por algo parecido. Ter fé, determinação e superação e que acreditem sempre que existe um Deus maravilhoso, um pai que cuida e não nos abandona.

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações?

Leda Gonzaga: Já sofri bastante, hoje nem tanto, pois consigo controlar a mão e a ansiedade em passar para o papel. Parecia que tinha alguém soprando em meu ouvido  o que era para escrever todo processo de criação e as ideias vinham a qualquer  hora, dia, noite e madrugada ao ponto em que eu chegava a deixar um caderninho nos pés da cama com uma caneta, foram muitas e muitas vezes que levantava e começava a colocar no papel para que eu pudesse descansar e pegar no sono. Pois enquanto eu não fazia eu não conseguia dormir, com o tempo fui conseguindo controlar essa intuição. Mas já escrevi um livro infantil em um dia, intitulado “Menina Azul de Toda Cor”, foi assim e alguns outros em meses, tem outros que ainda não terminei e já faz ano.

A criação de muitas delas parte de experiências reais e que mexem com nosso cotidiano, busco pesquisar sobre o tema, ouço músicas, leio livros, artigos, também me inspiram para que eu lapide o que foi rascunhado.

Meu processo criativo é voltado a literatura Infantojuvenil, mas por esse momento em que me encontro me atrevi a escrever essa minha autobiografia, processo difícil e doloroso, comecei em março deste ano e terminei final de outubro agora, confesso que no inicio comecei escrever teclando com a mão esquerda deitada na cama. Pois não tinha força para ficar sentada muito tempo e sentia muitas dores...

E junto com ele um livro de poemas inspirado na autobiografia mergulhando assim, por essa nova linguagem poética como reflexões das escritas de  Pedaços de Mim.

Sou uma pessoa muito observadora e sempre busco a essência das pessoas que estão em minha volta para que ela se conecte comigo.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?

Leda Gonzaga:  Com maior prazer:

....Eu não estava só, essa era e é a única certeza que eu tenho entre delírios e realidade.   

Tinha um batalhão aqui fora e no mundo espiritual me envolvendo com suas orações, preces e louvores..... 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Leda Gonzaga: O livro estará disponível no site da  Seleto Editorial - editora a partir de dezembro: www.livrariaseletoeditorial.com.br 

Tanto o livro físico como o e-book dele e também comigo no Watsapp: 34 099179-5556. 

Mas já está disponível para pré-venda tanto com a editora como comigo.

Podem também acessar meu perfil do Instagram: leda. Gonzaga e me contatar, conhecer meu trabalho, lá tenho todos os livros publicados e um pouquinho do meu dia a  dia e todo processo de publicação do livro.

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira?

Leda Gonzaga: Para que eles persistem não desistem dos seus sonhos e não deixe que ninguém diga que seus textos não são bons, o que eles precisam às vezes é serem lapidados por profissionais que acreditam e colaboram para que o mesmo possa se torna um livro e o nosso mercado estão cheios de editoras que acreditam nesse potencial de autores iniciantes... Eu como assessora literária também me coloco a disposição para ajudá-los, é só entrar em contato comigo. Tenham sempre em mente: “Paciência e perseverança andam juntos nesse processo da literatura”.

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Leda Gonzaga: Sim a cabeça borbulha a cada instante, o meu próximo projeto livro será com jogos, está voltado a biblioterapia a qual estou me dedicando, estudando e preparando ele para trabalhar com crianças com TDAH e Autismo.

Perguntas rápidas:

Um livro: A Paixão de conhecer o Mundo de  “Madalena Freire”- Editora Paz na Terra..

Um ator ou atriz: Fernanda Montenegro

Um filme: Como Estrelas na Terra /Diretores: Aamir Khan, Amole Gupte

Um hobby: Escrever

Um dia especial: Dia 22 de dezembro de 2020 – Minha alta hospitalar e meu renascimento.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Leda Gonzaga: Quero agradecer  à Conexão Literatura. Por esse espaço e por me permitir contar um pouco mais sobre o meu trabalho, que “Pedaços de Mim” possa tocar o coração e alma de todos que puderem ler e indicá-lo para cultivar em todos a fé, esperança que tudo pode quando estamos ligados com nosso Pai maior “Deus”.

Parabenizo a iniciativa que visa ajudar autores independentes a encontrar seu espaço dentro do mundo da literatura. Gratidão é a palavra.

Leda Gonzaga

Uberlândia-MG

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segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Poeta paulista lança "O que habita inabitáveis lugares" abordando as relações humanas durante a pandemia

 


Livro de Math'eus Borges tem viés artesanal, é interativo e reflete sobre as relações humanas durante o isolamento social

"O que habita inabitáveis lugares" é o novo livro do poeta e produtor cultural Math'eus Borges.O segundo título do autor foi escrito durante a pandemia e traz uma série de reflexões sobre as relações humanas durante o isolamento social. O livro é uma publicação da Antípoda Editorial e foi contemplado em 2020 pelo edital Proac Expresso Lab, premiação em literatura no estado de São Paulo. O projeto gráfico é de Juliana Travassos, a capa e as ilustrações são de Lucas Bandeira e o projeto editorial, de Tiago Mine.

De acordo com Math'eus, a pandemia e o isolamento social são apenas um pano de fundo para as poesias. "É um livro sobre relações, sobre convivência ou sobre ausência das convivências. Ele passa por diversas temáticas, como amor, política, perda, saudade e morte, que, desde 2020, ganharam uma outra dimensão poética e simbólica", conta. O lançamento do título faz parte do projeto "Ocupação Estanca", ação de ativismo cultural desenvolvida em parceria com outros artistas e que promove a interação entre literatura, artes visuais, fotografia, arte de performance e intervenção urbana.

"O que habita inabitáveis lugares" é um livro com viés artesanal, já que tem características diferentes de outras publicações, como costura aparente, linhas que extravasam as páginas e sobrecapa. Além disso, é uma publicação interativa: "O leitor pode completar palavras e trechos, decidir desfechos, fazer anotações e desdobrar as capas para contar uma nova história visual. A ideia é explorar um ambiente artesanal da poesia e é nessa fricção que surge a relação com o leitor", finaliza o poeta.

Serviço

O Que Habita Inabitáveis Lugares

Math'eus Borges

Antípoda Editorial

130 páginas

R$ 29,90 + frete (pré- venda)

R$ 34,90 + frete (após o lançamento) – OBS: Acho que convém não publicar este detalhe agora, cortaria. 

ISBN: 978-65-995905-0-4

Pré-venda: 

linktr.ee/aosprimatas

Sobre o livro

"O que habita inabitáveis lugares", do poeta Math'eus Borges, é um livro de poesia que trata das relações humanas durante a pandemia de Covid-19. A partir da abordagem de temas que ganharam uma nova perspectiva durante o isolamento social, o autor reflete sobre os novos tipos de relacionamentos e hábitos. O que habita inabitáveis lugares é uma publicação interativa, que convida o leitor a completar trechos e decidir desfechos, e faz parte do projeto "Ocupação Estanca", que explora diversos processos artísticos em parceria com outros artistas. A publicação foi ilustrada por Lucas Bandeira, editorada por Tiago Mine e conta com projeto gráfico de Juliana Travassos.


Sobre Math'eus Borges

Atualmente com 29 anos, nasceu em Suzano/SP numa quarta-feira de primavera. É neto de caipiras, caboclos, mestiças e analfabetos e graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em sua vasta experiência como artista e articulador cultural constam livros, filmes, performances, intervenções urbanas, um podcast dedicado a poesia falada (AosprimatasPodcast), idealização e curadoria de eventos culturais como "D'êscambô – Festival Multicultural", além de outras ações socioculturais, atuação em fóruns e redes, festivais e intercâmbios nacionais e internacionais, além de integrar comissões dedicadas ao debate e a implantação de políticas públicas em âmbito cultural.  Math'eus também á ator, dramaturgo, arte-educador e iluminador, além de CEO da Okê! Produções Culturais e apaixonado por canetas de todos os tipos.

Mais informações sobre outras ações do projeto "Ocupação Estanca" no Instagram @aosprimataspoeta

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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Heitor Rafael Fernandes de Souza e o livro As Aventuras de Harley – o início, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.


Meu nome é Heitor Rafael Fernandes de Souza, tenho 11 anos de idade, sou estudante e escritor. Gosto de desenhar, tenho treinado bastante e quem sabe ilustrar meu próximo livro, divulgo meus desenhos no TikTok. Na pandemia, também, comecei a tocar teclado e cantar, e junto com minhas primas somos o LLH Primos, temos um canal no Youtube e estamos participando de um concurso de música, o Conect Talent Kids, promovido pelo programa Conectado com Você, e está sendo transmitido pela TV Band Satélite.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o seu livro. O que o motivou a escrevê-lo?

As Aventuras de Harley – o início é um livro de muita ação. Conta a história de uma garota, aventureira, que não fazia ideia de onde vinha tanta energia para desbravar e descobrir novos mundos. Até que numa dessas viagens, acontece um desastre, Harley enfrenta muitos perigos e faz uma porção de amigos.
Daí por diante, muita coisa acontece, uma grande viagem e muitas descobertas, e pela primeira vez, Harley ouve falar do povo Magomano, descobrindo sua origem mística.
Escrevi este livro no começo da pandemia de 2020, quando parei para pensar em como “dar um rumo para minha vida”. Decidi, então, enfrentar o tédio da rotina da pandemia e dividir melhor meu tempo entre estudar, brincar, TV, internet e games, e desbravar o universo de histórias e aventuras, passando de leitor a escritor.

O que tem lido ultimamente?

Comecei a ler com 5 anos, e não parei mais. A leitura é muito incentivada no colégio em que frequento, então, estou sempre lendo algo. A última leitura foi O Fantástico Mistério de Feiurinha, de Pedro Bandeira.

Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Os livros estão sendo vendidos pela AMAZON, LIVRARIA ASABEÇA https://www.asabeca.com.br/home.php, redes sociais e WhatsApp (11) 94782-7336.

Quais são os seus próximos projetos?

Estou cheio de sonhos e planos, muito otimista com a repercussão deste trabalho e querendo aproveitar todas as oportunidades, desejo continuar escrevendo, além da continuação de HARLEY, tenho outros projetos em andamento. Agradeço à revista Conexão Literatura, amigos, leitores e apoiadores. 


CIDA SIMKA
É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA
É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021).

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Lançamento: Obra póstuma sobre o Mosteiro da Luz

Após enfrentar muitos desafios, inclusive o falecimento do autor, Benedito Lima de Toledo, a KPMO Cultura e Arte presenteia São Paulo com a publicação Mosteiro da Luz. O lançamento marcado no Museu de Arte Sacra de São Paulo, ocorrerá no dia 2 de outubro, às 10 horas.

A união do renomado arquiteto, urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, Benedito Lima de Toledo, com os apoios do arquiteto e diretor de arte, Marcello de Oliveira, e Suzana Alessio de Toledo, bibliotecária e esposa do autor, resultou em rica pesquisa com textos cuja narrativa é acompanhada por uma extensa iconografia e curadoria fotográfica primorosa.

O livro inédito e póstumo relata a história do importante conjunto arquitetônico colonial inserido no bairro da Luz, região central da cidade de São Paulo. O Mosteiro da Luz preserva até hoje as características de sua técnica construtiva em taipa de pilão e de sua arquitetura de caráter religioso. Frei Antônio de Sant'anna Galvão, o São Frei Galvão, responsável pela construção do Mosteiro da Luz, faleceu em 1822 e seu corpo encontra-se sepultado na igreja erguida em homenagem a Nossa Senhora da Luz.

Lançamento: Data: 02 de outubro de 2021, às 10h da manhã

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo

Endereço: Avenida Tiradentes, 676, bairro da Luz – São Paulo/SP

Metrô: Estação Tiradentes

Estacionamento no local

Ficha Técnica:
Edição: KPMO Cultura e Arte
Autor: Benedito Lima de Toledo
Coordenação geral: Suzana Alessio de Toledo
Prefácio: Gabriel Frade
Orelha: Lúcio Gomes Machado
Direção de arte: Marcello de Oliveira
Ensaio fotográfico: Maíra Acayaba
Apoio Cultural: AnimaCasa, Pitá e Refúgios Urbanos
Ano: 2021
Número de páginas: 180
Medidas: 22×25 cm

 

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terça-feira, 28 de setembro de 2021

Entrevista com Artur Salles Lisboa de Oliveira, autor do livro "Batalhas pela Sobrevivência"


Artur Salles Lisboa de Oliveira é um cidadão soteropolitano e o filho mais novo de quatro irmãos. Praticante amador de natação, corrida e tênis, tendo realizado algumas coberturas de torneios tenísticos para sites especializados nessa modalidade. Artur atua como investidor da Bolsa de Valores (B3) nos segmentos à vista, a termo e futuro desde 2007, tendo sido colaborador de inúmeros sites, dentre eles: “Exame Mercados” e “Dinheirama”.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Artur Salles: Eu considero que o meu início tenha se dado no primeiro ano da faculdade de Administração no qual eu comecei a escrever crônicas acerca do dia a dia universitário. Ao final do dia, eu remetia o conteúdo a uma lista de e-mail para que meus colegas pudessem lê-lo. Este foi o início informal, digamos assim, já que não havia interesse na publicação das crônicas; a intenção era meramente compartilhá-las com um grupo restrito de pessoas. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Batalhas pela Sobrevivência". Poderia comentar? 

Artur Salles: Eu tinha acabado de concluir um curso de “Escrita Criativa” na Universidade da Califórnia, Berkeley, e estava com uma sensibilidade muito aguçada para capturar as nuances dos recortes sociais. Em um determinado dia, eu resolvi fazer uma longa caminhada pela minha cidade—Salvador—e a narrativa começou a ser montada em minha mente naturalmente. Basicamente, o livro aborda a invisibilidade dos desfavorecidos sociais. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Artur Salles: Não houve pesquisas diretas, embora muitas das leituras que realizei durante o curso citado na pergunta anterior tenha contribuído para o meu interesse pela temática social. Cito aqui os escritos de autores como Stephen Crane, “Maggie: A girl of the Streets”; e William Dean Howells, “The Rise of Silas Lapham”. A montagem ocorreu durante a caminhada citada e, em seguida, escrevi o trabalho (uma short story) em poucos dias.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro? 

Artur Salles: Sem dúvida, eu destacaria o final, o desfecho, já que é o momento no qual eu interajo diretamente com a narrativa mediante uma ação que interfere no curso da mesma. Lamento não poder citar que ação foi essa, mas asseguro que nada é mais impactante do que a observação da sua própria ação mudando o curso da narrativa—mesmo que de forma fugaz e imprevisível. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Artur Salles: A compra pode ser feita pelo site da Amazon, que oferece uma série de facilidades de pagamento para os leitores. Mas digitando “Artur Salles, Batalhas pela Sobrevivência” no Google surgirão como resultados da busca inúmeros sites de vendas nos quais meu livro está disponível para venda. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Artur Salles: A pedido de muitos leitores, eu estou fazendo uma segunda parte do “Batalhas pela Sobrevivência”, que deve estar pronto nos próximos meses. Não será necessariamente uma continuação da narrativa em si, mas uma continuação da exploração da temática social com mais aprofundamento. Além disso, eu estou escrevendo um livro sobre as consequências psicológicas do avançar de uma vida suportando constante dor física. 

Perguntas rápidas:

Um livro: “The Country of The Pointed Firs” de Sarah Orne Jewett. 

Um (a) autor (a):  Tana French. 

Um ator ou atriz: Kevin Spacey. 

Um filme: Seven (Os 7 Crimes Capitais).

Um dia especial: 8/02/2021. O dia que conheci uma mulher muito especial. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Artur Salles: Fica aqui o desejo contribuir de alguma forma para que as pessoas leiam, questionem e escrevam mais.

PARA SABER MAIS OU ADQUIRIR O LIVRO: CLIQUE AQUI.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Conheça o livro "Almanaque Insólito: visões inusitadas no cotidiano brasileiro", do autor José Alberto Nemer


O livro reúne cerca de 400 fotografia tiradas pelo artista ao longo de cinco décadas, nas mais diferentes regiões do Brasil. Essas imagens são organizadas em capítulos temáticos e abordam sempre o lado insólito, a surpresa e o humor do país. O texto de abertura é de Luis Fernando Verissimo, que diz: "Este livro é isto, a obra de uma sensibilidade à espreita das peculiaridades do Brasil profundo, retratadas com espanto, humor e carinho."

PARA ADQUIRIR OU SABER MAIS, ACESSE: https://www.martinsfontespaulista.com.br/almanaque-insolito-896512/p

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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Entrevista com Jario Melo, autor do livro "Lua Translúcida"


Nasceu na cidade de Piaçabuçu, Estado de Alagoas, região Nordeste do Brasil, no dia 17 de novembro de 1966. Em 1985, aos 18 anos de idade, ingressou como soldado da Polícia Militar de Alagoas (PMAL). Serviu em várias unidades e lá permaneceu até o ano de 1993, ano em que a unidade do Corpo de Bombeiros se desmembrou da PMAL. Escolhendo servir ao Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), lá concluiu a carreira e passou para a reserva como oficial. Autodidata, é um entusiasta da tecnologia da informação, desenvolvedor de software e dedicado a assuntos bíblicos. Em 2020 iniciou no mundo literário com a publicação do livro O Aquário de Deus – A verdade que esconderam de nós. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Jario Melo: Tudo começou após uma pesquisa que fiz em 2017 sobre a Terra Plana. O conhecimento que adquiri nessa investigação, de difícil aceitação por maioria da humanidade, que de certa forma compreendo, pareceu-me incontestável compartilhar, mesmo sabendo da árdua tarefa de torná-lo conhecido. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Lua Translúcida". Poderia comentar? 

Jario Melo: Esse livro vem da necessidade que senti de fazer uma publicação exclusiva sobre a Lua para expor todo o conteúdo que precisei suprimir do livro anterior. Esta obra contempla todo o conteúdo do capítulo 2 do livro Aquário de Deus, novas imagens e contraprovas das figuras. Em hipótese alguma tenho a intenção de esgotar este assunto tão extenso, emocionante e repleto de interrogações. Registrei as características da Lua em fotografias com imagens de alta qualidade, exibindo impressionantes detalhes ocultos ao olho humano, que, garanto, minimamente expandirá o seu conhecimento a respeito dessa luminária. Em Lua Translúcida desvendo as supostas crateras, mares e a famosa sombra da Terra projetada na Lua. 

Conexão Literatura: Como é o seu processo de criação? Quais são as suas inspirações? 

Jario Melo: A criação parte de dúvidas, de interrogações que permeiam meus pensamentos quando as explicações que são apresentadas sobre determinado fato, não satisfazem ou contrariam a observação. Essas perguntas inspiram a busca por evidências que esclareçam ou tragam luz sobre a questão. Para esse fim, faço pesquisas em sites que abordam ou se relacionam com o tema, leio livros, artigos, faço minhas fotografias, experimentos, compartilho ideias com outras pessoas etc.  

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho do seu livro especialmente para os nossos leitores?  

Jario Melo: Acredito que o capítulo 4 é muito intrigante. Nessa parte, por meio de fotografias, apresento duas características extraordinárias da Lua: translucidez e permeabilidade. As imagens são esclarecedoras. 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Jario Melo: O livro está disponível no site da PoD Editora em dois tipos de impressão, conforme quadro abaixo. 

Impressão Padrão

Impressão Luxo

https://podeditora.com.br/produto/lua-translucida-edicao-de-padrao-papel-offset-90g/.

 

https://podeditora.com.br/produto/lua-translucida/

 

Contato com o autor:

E-mail: jmsantos30817@gmail.com

Telefone: (82) 99361-7104. 

Conexão Literatura: Quais dicas daria para os autores em início de carreira? 

Jario Melo: Também sou principiante e tenho pouca experiência. Para mim, acima de tudo, o segredo da vitória é a fé em Deus, depois ser persistente, encarar cada obstáculo como um desafio a ser superado, trabalhar com planejamento e disposição para alcançar o objetivo desejado. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Jario Melo: No momento estou avaliando a possibilidade de outra obra, mas ainda está no campo das ideias. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: A Bíblia

Um ator ou atriz: Não tenho

Um filme: O Pianista

Um hobby: Pintura em tela

Um dia especial: Meu nascimento 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Jario Melo: Não sou contra a ciência, mas discordo da proibição de questionar. Os fatos não podem ser sobrepujados pelas narrativas e/ou ideologias. O ser humano tem sido manipulado em seu conhecimento e consequentemente na forma de pensar. A verdadeira ciência questiona, investiga, analisa e se pauta em fatos e/ou evidências, não em preferências.

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Norma Camargo, Edmir Camargo e o livro Encontros e reencontros, por Cida Simka e Sérgio Simka


BIOGRAFIAS


NORMA CAMARGO - Nasci em Jundiaí, SP, sou pedagoga pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Bernardo do Campo, SP, com pós-graduação em Psicopedagogia pela Universidade de Franca. Fui professora e diretora de Unidade Escolar na rede pública do município de Santo André.
Escrevo crônicas e contos e participei da antologia Contos Reunidos Para Ler Separadamente.
Sou integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC, grupo formado por voluntários ligados ao fazer literário e que tem como função social despertar no cidadão o hábito da leitura e escrita, bem como o aprendizado e entendimento a priori da nossa língua. O Núcleo promove oficinas de escrita criativa e concursos literários direcionados principalmente a jovens de escolas públicas e instituições filantrópicas.
Leitora crítica e revisora dos livros “Pequenas Histórias, Grandes Lembranças”, dos autores Edmir Camargo e Álvaro J. C. Ferreira; “Os olhos da Fera”, “Turbulência”, de Edmir Camargo e dos textos publicados na página CRÔNICAS E CONTOS DE GAVETA, do mesmo autor.

EDMIR CAMARGO - Nasci em Santo André, SP, sou formado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo, SP. Atuei nas áreas de vendas e marketing das indústrias metalúrgicas da região do ABC, às quais presto atualmente consultoria ministrando palestras técnicas e motivacionais.
Criei a página CRÔNICAS E CONTOS DE GAVETA no Facebook, onde há cinco anos publico textos variados.
Participo do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Trabalhos publicados:
- Pequenas Histórias, Grandes Lembranças – livro de crônicas e contos escrito com Álvaro Ferreira;
- “E” de Elefante! – livro sobre a importância do bom e correto atendimento a clientes;
- Os olhos da fera – romance;
- Turbulência – romance.

Participação em antologias:
- IX Prêmio Literário Livraria Asabeça (poesias) – Editora Scortecci;
- Uma Noite no Castelo – Editora Selo Jovem;
- Aquela Casa – Editora Verlidelas.
- Contos Reunidos para Ler Separadamente.

MOTIVAÇÃO

Uma das atividades do Núcleo de Escritores do Grande ABC é a leitura de materiais produzidos pelos integrantes. Em uma reunião, a Norma leu um conto que escreveu sobre uma história de amor com seus encontros e desencontros. A reação do grupo foi positiva, com todos querendo saber mais sobre o desenrolar e a conclusão daquela história. Algum tempo depois, coincidentemente nós pensamos em transformar o conto em um romance. Aproveitamos o tempo de isolamento social e trabalhamos com afinco na ideia.
Inscrevemo-nos em um edital da Secretaria de Cultura de Santo André, que através da Lei Aldir Blanc promove atividades culturais no município. Fomos contemplados e passamos a direcionar nossos esforços para completarmos o trabalho.
Foram meses de muita dedicação e o resultado foi gratificante.

O QUE ESTAMOS LENDO (OU RELENDO)

Somos ecléticos nesta questão e temos sempre leituras em andamento. Atualmente, Nicholas Sparks, Elena Ferrante, Frederick Forsyth, Anthony Doerr, Robin Cook estão na ordem do dia, mas frequentemente cedem espaço para trabalhos dos autores do nosso Núcleo.

A QUESTÃO DA LEITURA EM NOSSO PAÍS

Somos um povo que lê e escreve pouco. Faltam incentivos e oportunidades, o que percebemos claramente quando, através do Núcleo, ministramos a jovens as oficinas voltadas à leitura e escrita e promovemos concursos literários entre eles. A reação é imediata, com a produção de textos bem elaborados e o aumento de interesse e frequência nas bibliotecas das escolas em que atuamos.

DICAS PARA QUEM DESEJA SER ESCRITOR

Quem deseja escrever precisa, por princípio, ser observador de detalhes que não são normalmente notados. Muitas vezes, fatos comuns permitem o surgimento de histórias originais e criativas. Aparentemente simples, esta colocação só privilegia quem estiver focado nos acontecimentos em seu entorno e com o objetivo claro de transformá-los em algo interessante.
Mas para viabilizar um projeto de escrita é necessário o hábito da leitura. É essencial ler, ler muito, ler tudo, não somente o que gosta e o que está na moda. Ler é o que permite identificar a linha que se pretende seguir e evita o lugar-comum.
Sempre disponibilize, de alguma forma, o que escrever. Mostre o que produz e encontre leitores. 

Link para o livro:

https://www.verlidelas.com/product-page/encontros-e-reencontros-saga-de-um-amor-perdido

 

CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). 

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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Entrevista com Maygon André Molinari, autor do livro "Do grito de sobrevivência ao último silêncio"

Maygon André Molinari - Foto divulgação

DO GRITO DE SOBREVIVÊNCIA AO ÚLTIMO SILÊNCIO
 

“Em momentos tão desérticos, comparáveis, apenas, aos grandes silêncios do nada e dos vazios extensos, surge uma voz metálica, rara, que nos chama a atenção. Por um outro lado nada consoladora. Esse livro deveria ser lido tal como escrito pelo autor. Ou seja, na mais plena solidão.” Ana M. Haddad Baptista 

SOBRE O AUTOR: 

Nascido em 1984 em Irati, interior do Paraná, onde ainda vive, Maygon André Molinari é graduado em Letras e mestre em Filosofia. Publicou até o momento seis livros, tendo recebido alguns prêmios literários (por poesias e peças teatrais), bem como foi finalista do Prêmio SESC de Literatura, com o romance Bernardo, o escultor. Pai de dois filhos, além da escrita exerce função de serventuário da justiça e também trabalha com agricultura agroecológica, da qual é defensor. Seu livro Do grito de sobrevivência ao último silêncio já foi resenhado na revista Filosofia, ciência & vida, pela crítica literária Dra. Ana Maria Haddad Baptista. Recentemente publicou uma novela, intitulada Os espelhos. 

ENTREVISTA: 

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário? 

Maygon André Molinari: Aprendi a ler muito cedo, com minha mãe, e minhas primeiras leituras foram da Bíblia. Na adolescência, além de intensificar a leitura, inicialmente com os clássicos brasileiros, decidi que também escreveria. A partir de então me movimentei por vários gêneros literários, da poesia ao ensaio filosófico, passando por romances e peças teatrais. Publiquei o primeiro livro aos 21 anos e, como critério para publicação, nunca parto de um motivo exterior, mas sempre busco primeiramente resolver uma demanda interna. E quando percebo que o que escrevi, além de me comunicar alguma coisa, pode dizer algo a alguém, então eu busco a publicação. 

Conexão Literatura: Você é autor do livro "Do grito de sobrevivência ao último silêncio". Poderia comentar? 

Maygon André Molinari: Do grito de sobrevivência ao último silêncio é um livro, ao meu ver, bastante corajoso, porque pretende apresentar uma interpretação para o nosso surgimento enquanto humanos, traçando um percurso até nossa atualidade e também fazendo esboços de como poderemos ser se continuarmos nesta rota. Assim, após apresentar uma hipótese para nossa formação, por assim dizer, eu aponto que o elemento que nos deu sobrevivência (que nos deu o “grito”), ao ser exacerbado, vem contribuindo com nossa destruição (com a possibilidade de um “último silêncio”, talvez). O livro é apresentado em forma de aforismos e, apesar da aparente complexidade do tema, penso que sua leitura flui, pois não tive nenhuma pretensão hermética ou mesmo acadêmica, por assim dizer. Eu queria que o livro desse conta de explicar uma ideia vigorosa, mas com clareza e também com uma certa estética. Penso que a filosofia deve partir da vida, e que toda interpretação (ou pretensão de interpretação) precisa sempre estar calcada nas observações profundas do cotidiano e também da alma humana – sempre tendo em conta que essa alma foi construída e que nos cabe indagar quais foram os elementos propiciadores dessa construção. Isso é de certo modo pretensioso, porque não estamos muito acostumados a conceber reflexões próprias, principalmente aqui no Brasil, pois quando se fala em filosofia e filósofos fala-se, grosso modo, de quem “pesquisa” um autor. Não partimos, portanto, de um olhar acurado do ponto onde estamos, de uma observação profunda e atenta do que somos, e se queremos falar de linguagem, por exemplo, começamos e terminamos num determinado filósofo, sem indagar se seria possível passar adiante e encontrar nossas próprias palavras e também nossos próprios silêncios. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Maygon André Molinari: Sempre fui de caminhar muito, de andar pela linha do trem e pelas serras da minha região. O livro foi surgindo assim, sendo “pesquisado” por meus passos. O processo de escrita do livro durou cerca de 12 anos. A uma certa altura havia pensado em publicar um livro de máximas, inspirado em La Rochefoucauld, Pascal e outros que utilizaram esse estilo mais aforismático. Mas houve um momento em que percebi que meus escritos possuíam um sentido temático que sempre voltava, como em uma espiral. Foi então que percebi que não poderia apenas publicar máximas, pois havia uma estrutura montada. E o livro levou muito tempo para ser concluído também porque, ao perceber para onde me levavam minhas reflexões, exigi de mim mesmo um rigor nas leituras de autores que eventualmente tivessem escrito a respeito de algum tema tratado por mim. Eu queria me certificar de que não estava dizendo algo que já tinha sido dito. Então me debrucei em centenas de livros, dos mais diversos, desde livros de biologia, antropologia, arqueologia, linguística, cibernética, técnica, tecnologia, epistemologia etc. Ou seja: ao perceber que eu estava aprofundando reflexões que considero graves e relevantes, as quais apresentavam uma ideia de surgimento do Homo, por assim dizer, eu tomei todos os cuidados que consegui tomar para “entrar” no pensamento de quem tinha pensado algo, se não parecido, ao menos próximo do que eu estava pensando. Isso é uma questão de verdade pessoal, para mim. Não desconsiderar o pensamento alheio, em que pese estar focado em minhas reflexões. Desse processo saiu o livro. É bom deixar isso claro, para que de modo algum pareça que me considero alguém com a petulância de ter criado um pensamento “a partir do nada”. Isso não existe. Primeiro que, se minha proposta é sempre partir da vida, então já não seria partir do nada, e segundo que, ser verdadeiro comigo é receber o pensamento alheio, valorizá-lo, respeitá-lo, ainda que as mais das vezes não concorde com ele em muitos pontos. E, para finalizar, se existe pretensão no que fiz e no que faço, certamente é a pretensão de me calar e escutar o que a vida pode me dizer. E ainda que eu não consiga ser um tradutor do que escutei, um fiel tradutor da vida, coloquemos assim, que fique ao menos registrado que todo traço que registro no papel tem esse sentido, ou seja, o de ser uma tentativa de tradução do que a vida me diz, ainda que as mais das vezes ela diga sem palavras.   

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Maygon André Molinari: Vou colocar três trechos. O primeiro aforismo do primeiro capítulo, Grito de sobrevivência: 

“1   Quando o primata teve, ele sobreviveu de um modo diferente dos outros animais. O que fez com que, naturalmente, tenham sido transmitidos os genes daquele que teve o osso ou a pedra ou o galho nas mãos. O que não teve também não procriou. Desta forma, o ter é uma herança genética também, por assim dizer, além de cultural. A sociedade e o corpo seriam, então, os transmissores do anseio de posse, do anseio de crescer por fora, com próteses falsificadas? 

Um trecho do capítulo Linguagem e silêncio: 

“8.1   Se uma pessoa, após algum tempo de convivência, amizade etc. com outra, não compreender o que significam os silêncios desta, ilude-se de que compreenderia suas palavras.” 

E por fim um trecho do capítulo A beleza fundamental: 

“6.1   Só se pode refletir sobre as origens da beleza com a perspectiva da sobrevivência.” 

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Maygon André Molinari: O livro está à disposição para compra pela internet, como na Amazon, Google, Fnac e outras lojas virtuais. Também criei recentemente um canal no YouTube, bastante despretensioso e amador, no qual faço leituras de alguns trechos e esboço alguns comentários que considero pertinentes para ilustração do que foi escrito. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Maygon André Molinari: Recentemente lancei um livro que poderia talvez ser descrito como uma novela ou conto mais longo ou mesmo um mini romance (não me preocupo muito com a designação), chamado Os espelhos. Faz parte de uma série de escritos que pretendo igualmente publicar em breve e nos quais tenho trabalhado bastante. Também há um romance de mais fôlego em pauta, que pretendo publicar ano que vem. 

Perguntas rápidas: 

Um livro: Grande sertão: veredas

Um (a) autor (a):  Direi dois – Nietzsche e Cecília Meireles

Um ator ou atriz: Sandra Bullock

Um filme: O poderoso chefão

Um dia especial: não lembro a data, mas o dia em que escrevi minha primeira palavra. 

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Maygon André Molinari: Gostaria que esta breve entrevista servisse para “seduzir” aqueles que têm o interesse, não somente de conhecer um pensamento alheio, mas também o de criar suas próprias interpretações do mundo e da vida.

Apresentação de Do grito de sobrevivência ao último silêncio

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