Conexão Nerd: Teoria da Conspiração, por Ademir Pascale

Cena do filme Teoria da Conspiração POR ADEMIR PASCALE Hoje não irei comentar sobre colecionáveis ou heróis, mas sobre um filme, um li...

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domingo, 17 de maio de 2020

Andréa Brandão e os livros Flavilu, Guardiã do Templo Sagrado e Flavilu e a aventura acorda, MUNDO

Andréa Brandão - Foto divulgação
Sou uma mulher sonhadora, contadora de formação e escritora de coração. Já escrevi vários livros, confesso que ainda não descobri qual seria o gênero que devo continuar escrevendo, tenho um romance, um técnico e três de aventuras infanto juvenis.
 É como um vício contínuo, uma inspiração espiritual inexplicável. A Literatura para mim é um propósito, com objetivo de despertar reflexões e contribuir para um mundo melhor levando a mensagem onde ela precise chegar, acredito que leitura é vida, e que estamos aqui de passagem, todos temos uma missão, que a minha está diretamente ligada à esse dom que Deus me deu. 

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Andréa Brandão: Desde à infância, minha principal diversão era ir à biblioteca municipal da cidade e devorar livros indicados para minha faixa etária, cresci com esse hábito. Acredito na força das palavras e na abertura da mente, processo que ocorre com a leitura. Comecei escrever muito tempo depois, meu primeiro livro ficou anos na gaveta, lançado na Bienal SP em 2009, mas depois dele, vieram todos os outros naturalmente, como presentes de Deus, me apaixonei por esse meio literário.

Conexão Literatura: Você é autora dos livros Flavilu, Guardiã do Templo Sagrado e Flavilu e a aventura acorda, MUNDO. Poderia comentar? 

Andréa Brandão: Esse projeto surgiu em homenagem à minha filha, que não está mais entre nós. Foi a forma que encontrei para transformar o luto em algo bom, assim criei a personagem Flavilu, inconformada com algumas questões sociais, ela se aventura  e protagoniza mobilizações importantes e de forma lúdica propõe reflexões e ações para deixar o mundo melhor para se viver, acreditando que a mudança necessária é possível se cada um fizer sua parte. O slogan do projeto: Duas aventuras encantadoras para um despertar mais consciente.


Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seus livros? 

Andréa Brandão: Na verdade foram inspirações geradas por vivências doloridas ao longo da minha vida, algo que incomodava e teria que sair de dentro, a forma foi através da escrita, uma terapia, acreditei que a mensagem transformada poderia ser útil a alguém em algum lugar. Os temas abordados são sérios e importantes, busquei formas lúdicas para abordá-los, as ilustrações vieram com intuito de atrair leitores mais jovens, temas como sustentabilidade, valores familiares, escolhas e vícios, principalmente o combate ao tabagismo tema principal do segundo livro. Foram praticamente três anos para que o projeto se materializasse e os livros publicados. Somente foi possível com incentivo cultural municipal, primeira edição 2019 com 2000 exemplares destinados à distribuição gratuita em escolas, bibliotecas e ongs da cidade. Foi uma experiência maravilhosa e viciante, algumas coisas em nossa vida não têm preço, tem valor. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seus livros?  

Andréa Brandão:  Do livro: Flavilu e a aventura acorda Mundo, destaco o trecho: 

 “...Ao passar pela porta do castelo, Flavilu mostrou, logo adiante, uma paisagem cinza e triste e perguntou:

- Sabe o que significa isso? Nossa natureza está morrendo, nossos rios, nossos pomares e hortas. Existe desperdício e descuido para todo lado. Precisamos que nos ajude a colocar as coisas nos lugares, plantar novas árvores, limpar rios, enfim deixar tudo como o Papai do Céu nos entregou, perfeito e agradável, para que possamos ter vida, e vida em abundância...”

Do livro: Flavilu guardiã do templo sagrado, destaco o trecho: 

 “... Ele percebeu a fragilidade dos jovens ao serem influenciados e, por muito pouco, trocarem os valores fundamentais da vida, ensinados dias a fio pelos seus entes queridos, por momentos vazios de sensações enganosas, promessas infundadas de alegria e de falsa liberdade. Eles se rendem facilmente ao caminho mais fácil, e, a partir dessa escolha, perdem suas chaves e deixam seus tempos desprotegidos e vulneráveis” ...:

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir os seus livros e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Andréa Brandão: As versões digitais estão disponíveis na plataforma Amazon, tenho alguns exemplares impressos sobre consulta. Estou nas redes sociais, e nos blogs dos livros, basta procurarem pelo meu nome. 

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Andréa Brandão: Sim, mas ainda sem data de conclusão. Conciliar a carreira profissional, a família e o hobby de escritora não é tarefa fácil, mas sigo confiante.

Perguntas rápidas:

Um livro: Pequeno Príncipe
Um (a) autor (a):  Cora Coralina
Um ator ou atriz: Lima Duarte 
Um filme: Milagre da cela sete
Um dia especial: Nascimento dos meus filhos

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Andréa Brandão: Desejo que a literatura possa fazer parte da vida de todos, espero que ela seja mais incentivada pelos governos, empresas, escolas e famílias, mesmo nessa geração digital sobrecarregada de conteúdo, muitas vezes apresentam dificuldades de interpretação de texto e ou escrita, certamente o hábito da leitura mudaria essa realidade, tenho esperança e faço minha parte.

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Lançamento do livro "A Gente Vai Morrer Mesmo", de Jeferson Biela e Maria Formosinho

Jeferson Biela e Maria Formosinho - Foto divulgação
A Gente Vai Morrer Mesmo é uma verdade suprema, indiscutível e libertadora. Uma filosofia poderosa que transforma vidas banais em aventuras emocionantes. Junto com a Maria, a minha fiel companheira de loucuras, mandamos tudo às favas para mergulhar de cabeça nesse delírio.

A obra trata disso: da forma como os autores Jeferson Biela e Maria Formosinho conseguiram se libertar de tudo o que já não era mais útil em suas vidas. Ambos venderam o que tinham, largaram seus empregos, casa, conforto, segurança... Deram um grande adeus à velha vida e abraçaram com toda a força as novas e incríveis experiências que surgiam.

Assim, alguns anos e aventuras depois, nasceu este livro, que está longe de ser um simples diário de viagens ou algo do gênero "auto-ajuda". Ele também não trata das grandes verdades da vida e muito menos te mostrará o caminho exato a seguir. Como os próprios autores comentam:

"Fizemos tudo o que deu vontade de fazer. Todas as viagens, todas as experiências e aventuras loucas. Tudo o que vinha à mente. Tudo mesmo. Sem medo. Sem a preocupação de reservar hotéis ou comprar passagens com antecedência. Cada decisão tomada era fruto de um devaneio momentâneo. Olhar uma placa na rodovia com uma vaca era um "sinal" de que "deveríamos" ir para a Índia, assim como perceber uma figura de um canguru na mochila de alguém era um "chamado" para ir morar na Austrália. Víamos "sinais" em qualquer coisa. Tudo era um pretexto para pegar a estrada."
Jeferson Biela e Maria Formosinho - Foto divulgação
Seja em rituais com as tribos indígenas da Amazônia, perdendo as unhas no Caminho de Santiago de Compostela, meditando e testando os anticorpos no caos da Índia, sofrendo os efeitos do ar rarefeito em uma montanha no Chile ou ainda experimentando um jejum prolongado de quase um mês em uma ilha deserta no Brasil, foram seis anos vividos intensamente, sempre arriscando tudo. Mas confiantes de que definitivamente ninguém morre antes da hora.

A Gente Vai Morrer Mesmo está disponível para venda nos sites:
www.a-gente-vai-morrer-mesmo.webnode.pt
www.jefersonbiela.com
www.aconchego.online
 

* Faz parte da coleção os ebooks Ayahuasca – o Chá Sagrado, Aconchego Divino, Aconchego Criativo, Alegre Seu Dia e este, A Gente Vai Morrer Mesmo, além de alguns outros conteúdos e links com fotografias.
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

O Último Dia Sobre a Terra


Por *Roberto Fiori

Um futuro próximo... onde foi descoberto um meio de se visualizar o passado. A máquina, o cronoscópio. As consequências disso: a espionagem, o fim da privacidade e da independência de toda Humanidade, uma vez que o cronoscópio poderia ser construído em casa, facilmente. A vida das celebridades seria vasculhada a pente fino... bem como a do seu vizinho, do seu patrão, do seu pai, da sua mãe. Todos veriam tudo o que todos estariam fazendo no instante em que se acionasse a máquina, em cada casa.

Essa é a trama do conto O Passado Morto (The Dead Past), de um dos maiores escritores de Ficção Científica e Divulgação Científica que já surgiu na História: Isaak Yudovich Ozimov, ou simplesmente Isaac Asimov, como é conhecido. Nascido na Rússia, em Petrovichi, cidade a oeste da antiga U.R.S.S., na região atual de Smolensk, Rússia — perto da fronteira entre a Rússia e a Bielorrússia. Asimov aprendeu a ler sozinho inglês aos cinco anos e falava fluentemente o iídiche e o inglês, línguas com que se comunicava sempre com seus pais.

Asimov poderia nunca ter escrito um livro, ou vivido muito: na Segunda Grande Guerra, subiu ao posto de cabo, devido à sua habilidade como datilógrafo. E por pouco não foi convocado para participar dos testes nucleares no atol de Bikini, em 1946. Escreveu e/ou editou mais de 500 volumes e redigiu mais de 90.000 cartas, sendo que possui obras nas principais categorias no Sistema de Classificação Bibliográfica de Dewey, utilizado em escolas e bibliotecas públicas de todo o mundo.

Asimov faleceu de consequências advindas de contrair AIDS, devido a uma transfusão de sangue, numa operação de by-pass, ocasionando falha cardíaca e renal. Foi cremado e suas cinzas espalhadas.

Carl Sagan fala que Asimov escreveu com competência sobre todos os assuntos, desde Matemática, a Religião. Suas principais obras de ficção são: Trilogia Fundação (Fundação (Foundation), Fundação e Império (Foundation and Empire), Segunda Fundação (Second Foundation)), O Despertar dos Deuses (The Gods Themselves) e os livros sobre os robôs positrônicos (Eu, Robô — I, Robot; The Naked Sun, The Caves of Steel, entre outros).

Seus volumes de não-ficção, ou divulgação científica, são inúmeros. Destes, destaco Escolha a Catástrofe (A Choice of Catastrophes), Civilizações Extraterrenas (Extraterrestrial Civilizations), O Cérebro Humano (The Human Brain) e O Colapso do Universo (The Collapsing Universe).

Mas... e se você soubesse que amanhã é o último dia de sua vida? O que você faria? Pergunta capciosa ou ardilosamente perversa? Veja bem, seria melhor para todos que não soubéssemos o dia de nossa morte ou que tivéssemos a certeza absoluta que amanhã, ou depois de amanhã, ou exatamente daqui a um mês, viríamos a falecer? Não estou falando da causa da morte. Isso seria pedir demais, não? Não é suficiente termos consciência de que vamos deixar este mundo — com seus momentos de prazer e alegria, satisfação e júbilo —, a sabermos se vamos morrer sofrendo terrivelmente ou apenas morreremos dormindo, o que seria a forma mais indolor de morte imaginável?

A Terra, como descrita em O Passado Morto, se tornaria insuportável, devido à espionagem que todos fariam contra todos. Haveria caos, haveria mortes em um número repentinamente assustador, a sociedade livre não mais existiria, para ninguém. Isso é uma forma de Fim do Mundo.

De que adiantaria saber quando eu irei desaparecer da face da Terra, se souber que logo, logo, não poderei mais ganhar dinheiro para gastá-lo, aproveitar a vida em família ou não terei mais a possibilidade de ser feliz, nunca mais? Mas, seguindo essa linha de raciocínio, pensemos então que, agora, assim como todos os organismos vivos da Terra e, até onde sabemos, do Universo, o ser humano nasce, vive e invariavelmente morre. Se o homem tem consciência de si próprio, e preza muito sua vida, não seria uma tortura inimaginável e constante ele saber que um dia irá morrer, com 100 por cento de certeza?

O que leva o ser humano a viver, sem pensar na morte de forma torturante? O Homem existe como Homo Sapiens Sapiens, ou a forma atual de evolução, há poucos 20 mil anos. Há dez mil anos atrás inventou a agricultura. Luta para viver, para obter alimento, para se reproduzir, para deixar algo em nosso planeta que seja mais do que somente seu esqueleto, que em pouco tempo reduzir-se-á a cinzas, após a sua morte. O instinto de autopreservação do Homem, isto é o que o faz sobreviver a todo custo. Pode-se argumentar que o suicídio é comum entre os seres humanos. Sim, isso é verdade. Mas devido a fatores anormais, como doenças emocionais e a pressão desmesurada do meio, que para alguns é terrivelmente desgastante e estressante. As drogas podem servir como meio do ser humano se destruir, mas o problema, primeiro, do vício em drogas e, segundo, da forma usada pelo homem para se matar com uma overdose de heroína ou cocaína, constitui assunto psicanalítico bastante complexo.

Se você soubesse que sua família inteira, que supostamente você a ama, viria a ser dizimada em um, digamos, acidente de avião, você se mataria? Há algo na natureza humana que, em situações extremas, faz o homem encontrar soluções. Há pessoas que trabalham bem somente sob pressão, produzem mais, em um estado de consciência alterado mais alerta e mais presente. Diz-se que são pessoas que obtém prazer em um ritmo de trabalho que, para alguns, é estafante. Esses homens e mulheres sobreviveriam melhor, talvez, em um ambiente ultracompetitivo, como o da Bolsa de Valores, do que outros.

E então, você já parou para pensar no que faria se soubesse que morreria amanhã? Alguns poderão dizer: vou gastar o máximo de dinheiro que tenho, obtendo prazeres terrenos indizíveis... outros poderão vir a ter um vislumbre de sapiência e concluir que morrer amanhã não levará a nada. Não importa se se morra hoje ou amanhã... e poderão ser acometidos por crises de depressão profundas, que os levariam a tirar a própria vida assim que possível. Psicopatas cometeriam o maior número de crimes possível... a variação das reações das pessoas ao simples fato de saberem que morreriam amanhã seria imensa, devido ao grande número de tipos de personalidade que nossa raça comporta.

O que muitos poderiam pensar, também, é que o último dia de um Homem na face da Terra seria o mais agradável de todos. Pessoas poderiam passar um dia confortável de Verão junto com a esposa, os irmãos, os filhos... respirando o ar puro de um parque arborizado, às margens de um lago. Outros se divertiriam com seus cônjuges ou namoradas, fazendo amor... ou então existiriam aqueles que releriam seu livro preferido, começando ao acordar e terminando ao anoitecer.

E existem aqueles que não mudariam suas vidas em nada, continuando a fazer o que sempre fazem: indo trabalhar, enfrentando congestionamentos, almoçando na lanchonete da esquina da rua onde trabalham.

O Homem é dotado de uma variabilidade de ações assustadora. Para cada estímulo, uma resposta. Para cada ação, uma reação.

E se você soubesse que amanhã será o seu último dia na Terra? Algumas pessoas, mais emocionalmente influenciáveis, poderão bem deixar a depressão tomar conta de si. Outros poderão continuar com suas vidas normalmente, sem interrupções, até o dia seguinte.

*Sobre Roberto Fiori:
Escritor de Literatura Fantástica. Natural de São Paulo, reside atualmente em Vargem Grande Paulista, no Estado de São Paulo. Graduou-se na FATEC – SP e trabalhou por anos como free-lancer em Informática. Estudou pintura a óleo. Hoje, dedica-se somente à literatura, tendo como hobby sua guitarra elétrica. Estudou literatura com o escritor, poeta, cineasta e pintor André Carneiro, na Oficina da Palavra, em São Paulo. Mas Roberto não é somente aficionado por Ficção Científica, Fantasia e Horror. Admira toda forma de arte, arte que, segundo o escritor, quando realizada com bom gosto e técnica apurada, torna-se uma manifestação do espírito elevada e extremamente valiosa.

Sobre o livro “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, do autor Roberto Fiori:

Sinopse: Contos instigantes, com o poder de tele transporte às mais remotas fronteiras de nosso Universo e diferentes dimensões.
Assim é “Futuro! – contos fantásticos de outros lugares e outros tempos”, uma celebração à humanidade, uma raça que, através de suas conquistas, demonstra que deseja tudo, menos permanecer parada no tempo e espaço.

Dizem que duas pessoas podem fazer a diferença, quando no espaço e na Terra parece não haver mais nenhuma esperança de paz. Histórias de conquistas e derrotas fenomenais. Do avanço inexorável de uma raça exótica que jamais será derrotada... Ou a fantasia que conta a chegada de um povo que, em tempos remotos, ameaçou o Homem e tinha tudo para destruí-lo. Esses são relatos dos tempos em que o futuro do Homem se dispunha em um xadrez interplanetário, onde Marte era uma potência econômica e militar, e a Terra, um mero aprendiz neste jogo de vida e morte... Ou, em outro mundo, permanece o aviso de que um dia o sistema solar não mais existirá, morte e destruição esperando pelos habitantes da Terra.
Através desta obra, será impossível o leitor não lembrar de quando o ser humano enviou o primeiro satélite artificial para a órbita — o Sputnik —, o primeiro cosmonauta a orbitar a Terra — Yuri Alekseievitch Gagarin — e deu-se o primeiro pouso do Homem na Lua, na missão Apollo 11.
O livro traz à tona feitos gloriosos da Humanidade, que conseguirá tudo o que almeja, se o destino e os deuses permitirem. 

Para adquirir o livro:
Diretamente com o autor: spbras2000@gmail.com
Livro Impresso:
Na editora, pelo link: Clique aqui.
No site da Submarino: Clique aqui.
No site das americanas.com: Clique aqui.

E-book:
Pelo site da Saraiva: Clique aqui.
Pelo site da Amazon: Clique aqui.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mafalda: uma garotinha com visão aguçada

Mafalda
Muitos leitores nascidos no final da década de 80 ou 90, provavelmente nunca ouviram falar da personagem Mafalda. Criada em 1962 pelo cartunista argentino Quino, Mafalda era publicada em forma de tiras em jornais. Uma garotinha questionadora e com uma visão aguçada sobre política, saúde, cultura e problemas mundiais. Como curto quadrinhos, Mafalda é a única personagem que mais me agrada no quesito de boas mensagens passadas para o leitor, pois suas historinhas vão muito além do entretenimento, nos faz pensar e refletir sobre o que acontece em nossa volta e ao redor do mundo. E apesar dos vários anos de suas tirinhas, 40 anos ou mais, elas continuam atuais, mostrando que os problemas mundiais permanecem:

Um excelente exemplo é quando Mafalda ouve no rádio a seguinte notícia:
"O Papa fez um chamado à paz"
Crítica e até irônica, Mafalda responde:
"E deu ocupado como sempre, não é?" 

É provavelmente a personagem dos quadrinhos que mais comenta sobre literatura, mas apesar da sua visão crítica, Mafalda tem 7 anos de idade, odeia sopa e adora assistir ao desenho animado Pica Pau. Quino, o criador desta incrível garota, criou outros personagens, inclusive para contracenarem com Mafalda, como Papá, Mamã, Felipe, Manolito, Susanita, Gui, Miguelito e até Liberdade, uma pequena garotinha que veio para mostrar também os problemas de sua época. Burocracia também faz parte dos personagens, uma tartaruguinha que Mafalda ganhou dos seus pais. E o seu nome tem tudo a ver, não é verdade? “Burocracia=Tartaruga=Lentidão”

Mafalda foi descontinuada do jornal logo no início da década de 70, mas Quino continuou promovendo sua personagem, agora com menos frequência. Em 1977, a pedido da ONU, ele volta a ilustrar Mafalda para a Edição Internacional da campanha mundial da Declaração dos Direitos da Criança e ela chegou a estampar um pôster para a UNICEF. Seu reconhecimento e popularidade repercutiram na América Latina e Europa.

INTERESSANTE:
O reconhecimento da personagem foi tão grande que na cidade de Buenos Aires existe uma praça chamada Mafalda.

Para conferir tirinhas da Mafalda, alguns brasileiros aficionadas na personagem disponibilizaram um bom material, confira os blogs:
- http://clubedamafalda.blogspot.com.br
- http://tirasdemafalda.tumblr.com

E para curtir e saber ainda mais sobre Mafalda, encontrei um livro bacana em promoção, intitulado "A pequena filosofia da Mafalda - Injustiça" (Martins Fontes): Clique aqui. 

Livros e quadrinhos com personagens que questionam problemas sociais e dão soluções com suas visões aguçadas sobre mundo, podem nos fazer enxergar melhor. Procure isso em suas leituras ;)

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