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segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Participe da antologia (e-book) Tempo de Amar - Contos e Poemas de Amizade e Amor


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): TEMPO DE AMAR - CONTOS E POEMAS DE AMIZADE E AMOR

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "TEMPO DE AMAR - CONTOS E POEMAS DE AMIZADE E AMOR":

1 - Escrever um conto ou poema usando como tema a amizade ou o amor (aceitaremos até 2 contos ou poemas por autor). Caso sejam aprovados, os 2 contos ou poemas serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO ou POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto: do dia 17/10/20 até 17/11/20 (a data poderá ser prorrogada).

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: TEMPO DE AMAR

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 contos ou poemas e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 150 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 20/11/20 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poema:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):

Sinopse do seu conto (se for poema não precisará de sinopse). Escreva no máximo 10 linhas:


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: TEMPO DE AMAR

O envio da ficha de inscrição + conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Concurso Nacional Novos Poetas. Sarau Brasil 2020


Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Sarau Brasil 2020. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos. Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa.
O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados. A classificação dos poemas resultará no livro, Sarau Brasil 2020. Antologia Poética.  O certame está entre os mais destacados concursos literários da língua portuguesa. A licença poética em pleno exercício, através do ineditismo da nova poesia em sua forma e conteúdo.

A poesia contemporânea egressa do cotidiano, merecedora das condições de permanência entre o que há de melhor no patrimônio literário brasileiro.
O concurso literário é uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

Inscrições gratuitas

De 05 de abril a 05 de setembro de 2020 pelo site, www.concursonovospoetas.com.br  
Para o esclarecimento de dúvidas, escreva para o endereço da Vivara Editora Nacional, atendimentotelefone@vivaraeditora.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

O dia em que poetas viraram roqueiros no Gradim, por Renato Cardoso


*Por Renato Cardoso

O Gradim tem suas peculiaridades e desafios, ah, e como tem! Chegando já na praça onde se encontra aquele churrasquinho esperto até a entrada da BR, por onde as pessoas fogem do trânsito cansativo que se tem entre SG e Niterói.
Mas a história que será contada não é a do bairro (isso deixamos para o escritor Erick Bernardes, um dos personagens desta história), e sim de um “som” que aconteceu no bairro em questão. Registrarei aqui o dia em que poetas viraram roqueiros.
Tudo aconteceu em maio, quando o cantor Augusto Cesar convidou o grupo Diário da Poesia para se apresentar no intervalo do show de rock da banda dele. Isso mesmo, show de rock. Logo pensei no desafio que seria se apresentar num show de rock (nunca fizemos isso), mas, como admiro o trabalho do Augusto, topei.
Os meses foram passando, eu sempre pensava em como seria, porém, estava certo de que não iria sozinho (claro!). Faltava escolher aqueles que iriam para o novo desafio. Poetas em um show de rock. Coisa que só o Gradim poderia nos proporcionar.
O primeiro a ser convidado foi Walter, ou Waltinho, que topou de cara (como todo bom jovem de 18 anos). E o segundo? Afinal iríamos em trio. Foi a vez de falar com Erick, que topou e levou sua “Cambada”.
E, o grande dia chegou! Finalmente nos encontramos no Partage e fomos. No Uber, a caminho do local, já bateu aquele medo, a mão suou e o pensamento de como iríamos no encaixar em um show de rock veio. Entre risadas e conversas, chegamos à conclusão que seria o que Deus quisesse.
Passamos pelo Paraíso, em frente à FFP, lembramos os eventos do Bar da Frente para ver se alguma ideia pintava. Nada, nadinha. Impossível não pensar na FFP, espaço sempre lembrado pelas ideias nos movem, além de ser uma baita faculdade, junto ao seu tão famoso Bar da Frente.
Viramos à esquerda, passamos pelo Colégio Paraíso, Praça do Gradim e, minutos depois, o prometido Novo Milênio, o espaço do show.
Ao dobramos a esquina, já deu para escutar o DJ… e fomos recebidos generosamente pelo o anfitrião da festa, o cantor e músico Augusto Cesar. Erick e Walter se olharam, nós entramos, e foi quando percebemos mais uma peculiaridade que só o Gradim nós proporcionaria: a plateia era de pessoas comuns, gente simples, assim como nós. Senhoras, senhores, jovens e crianças, todos faziam parte do evento da Banda Atitude Certa.
Na recepção, colocaram em nós uma pulseira do evento. Falamos um pouco sobre o Mengão. Sentamos e, entre refrigerantes, risadas e escolhas do íamos declamar, a banda do Augusto começou a tocar. Sabíamos que quatorze músicas nós separavam do grande momento.
Enquanto ouvíamos Renato Russo, Hebert Vianna, Dinho Ouro Preto, líamos Cazuza, Raul Seixas, Humberto Gessinger. Na 10ª música bateu aquela vontade de desistir (Walter sugeriu até uma dor de barriga). Erick era o melhor preparado, pois vinha com sua “Cambada” e suas diversas histórias.
E logo chegou a tão temida 14ª música. Capital Inicial era a nossa deixa. Terminando, Augusto nos anunciou e chegamos ao microfone. E que fazíamos ali? Afinal, as pessoas vieram para ouvir rock. Mas o rock é poesia, então nos acalmamos e fomos.
Falamos por 15 minutos, o suficiente para entrar para a memória do projeto. Walter foi de Raul, Erick de Paralamas, eu de Cazuza. Entre aplausos e poesias, a “Cambada” foi apresentada. Chegamos ao 15º minuto, Walter encerrou a fala. Saímos do palco, e Erick foi abordado por um senhorzinho interessado em suas histórias. E o show? Foi ótimo! Som perfeito da galera do “Atitude Certa”.
Já era tarde da noite, tivemos que ir. O Gradim nos proporcionou algo de magistral, peculiaridades do bairro. E, por fim, agradecemos à confiança do Augusto, entramos no Uber e fomos embora, curtindo os 15 minutos onde poetas viraram roqueiros no Gradim.


SOBRE O AUTOR:
Graduado em Letras pela UERJ FFP. Pós-Graduado em Educação à Distância – Uninter. Atua como professor desde 2006 na rede privada. Leciona Língua Inglesa e Literatura em diversas escolas particulares e em diversos segmentos no município de São Gonçalo. Coordenou, de 2009 a 2019, o projeto cultural Diário da Poesia, no qual também foi idealizador. Editorou o Jornal Diário da Poesia de 2015 a 2019 e o Portal Diário da Poesia em 2019. É autor e editor de diversos livros de poesias e crônicas, tendo participado de diversas antologias. Apresenta saraus itinerantes em escolas das redes pública e privada, assim como em universidades e centros culturais. Produz e apresenta o programa “Arte, Cultura & Outras Coisas” na Rádio Aliança 98,7FM. Hoje editora a Revista Entre Poetas & Poesias. Contato: professorrenatocardoso@gmail.com.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Crisley Ladeia e a sua participação na antologia O feminino na poesia: antologia poética de professoras poetas, por Cida Simka e Sérgio Simka

Fale-nos sobre você.

Sou formada em Letras, curso o 8º semestre de Pedagogia e trabalho como professora na escola Jucaris Faria em Santo André (SP) lecionando para crianças da Educação Infantil. Gosto de fazer artesanato e desenhar, especialmente pessoas. Escrevo desde criança. Participo do Núcleo de Escritores do Grande ABC e gosto de escrever contos e poesias.

ENTREVISTA:

Conte-nos sobre a sensação de ter um texto publicado na antologia. Como se deu tal participação?


Quando fiquei sabendo da antologia achei que tinha tudo a ver comigo, porém achei muita pretensão da minha parte me arriscar na escrita de uma poesia para a antologia para professoras poetas. Mas a inquietação passou ao saber da temática. A maior parte do que escrevo é voltada para as mulheres. Gosto de escrever um conto com uma personagem feminina forte, que sobressai e quando escrevo uma poesia gosto de falar dos olhos, dos cabelos, dos gestos. Fiquei muito feliz com a publicação, pois me identifiquei em muitas delas no livro.

Para você, o que é ser escritor?

Ser escritor para mim é juntar os pedaços das coisas que a gente viveu e ir remendando numa poesia, num conto. É observar pessoas reais nas ruas, no trabalho, na vida e dar outra vida a elas, um nome diferente, um final feliz ou não. Ser escritor é sempre andar com papel e caneta na bolsa, pois a inspiração surge em diversas situações. Já fiz uma poesia linda numa noite de insônia, mas por não tê-la escrito perdeu-se nos 40 minutos de cochilo.

O que tem lido ultimamente?

Leio todos os dias, quando o tempo está escasso, pego um livro infantil, com letras grandes, que posso ler no ônibus ou no banheiro. Mas nunca fico sem ler nada. Estou terminando de ler pela segunda vez: “Para viver um grande amor” de Vinícius de Moraes, uma junção de crônicas e poesias incrível.  Gosto do misticismo de suas poesias, o modo como o poetinha fala das mulheres. Gosto da linguagem em que foram escritas suas crônicas. Na fila me aguarda Fernando Pessoa na intimidade de Isabel Murteira Franca, que também já li, mas faz dez anos e merece ser lido novamente.

Quais os seus próximos projetos?

Publicação do livro O Mistério do Recanto das Palmeiras, escrito em parceria com Sérgio Simka.

Link para o livro:
https://www.todasasmusas.com.br/livro_antologia.html


Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak Editora, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak Editora, 2016), O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), “Nóis sabe português” (Wak Editora, 2017) e Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019) e Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de mais de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Organizador dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019) e Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019). Autor, dentre outros, do livro Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019). Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Museu da República (RJ) recebe Encontro de Poetas da Língua Portuguesa


EPLP chega a sua quinta edição com antologia comemorativa

A poesia celebra mais uma vez a língua portuguesa. A partir do dia 31 de agosto, será realizada a quinta edição do Encontro de Poetas da Língua Portuguesa (V EPLP). A abertura do evento será no Museu da República – Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Depois do Rio, as cidades de Olinda, Recife, Lisboa (Portugal) e Luanda (Angola) sediarão a edição. O evento é gratuito,aberto ao público e com classificação livre.

Segundo Mariza Sorriso, poeta e organizadora da iniciativa, o projeto, que teve seu princípio em 2013, visa integrar e reunir anualmente poetas de todos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de dar a conhecer a arte e a cultura de todo o mundo lusófono. 

Atividades
A abertura acontecerá no auditório do Palácio do Catete, a partir das 10h, no dia 31 de agosto. A programação da tarde vai contar com passeio literário guiado com visita à Associação Brasileira de Letras (ABL), Biblioteca Nacional e Real Gabinete Português de Leitura entre outros locais relevantes para a cultura.

No dia seguinte, 1º de setembro, será apresentada a palestra 'A importância da integração dos poetas de língua portuguesa para a literatura' pelo prof. Luiz Otávio Oliani. À tarde, haverá o lançamento da antologia comemorativa do encontro, intitulada ‘A Poesia do Fado e dos Tambores’ (Dowslley Editora).

- Apresentamos o fado representando o colonizador e os tambores as ex-colônias de Portugal. Ao todo, são 273 poemas de 135 poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe – explica Mariza.

A mentora do encontro comenta também que o livro evidencia a diversidade cultural que compõe os países lusófonos e reforça ainda mais os laços. “Os ‘sentires poéticos’ cumprem o papel de profetizar a história e traduzir a sensibilidade humana”.

- Na edição deste ano, reverenciamos alguns poetas consagrados em cada país sede de realização do EPLP, pela sua contribuição à cultura lusófona. Homenageamos os brasileiros Gonçalves Dias e Castro Alves, a portuguesa Fernanda de Castro e o angolano A. Agostinho Neto – declara a mentora do projeto.

Mariza destaca ainda que o desejo é integrar o maior número de poetas lusófonos, incluindo alguns que, por questões socioeconômicas, não teriam chance de serem ouvidos ou lidos. “Por isso, unimos poetas das mais variadas idades e níveis de vivência poética, renomados e premiados, ao lado de estreantes na poesia”. 

Programação nacional e internacional
Depois do Rio, em setembro, nos dias 14 e 15, quem recebe o projeto são as cidades de Olinda, no Artes & Serenatas, e em Recife, no Gabinete Português de Leitura de Pernambuco.

Em seguida, os poetas se encontram em Lisboa (PT), que conta com ampla programação entre os dias 19 e 21, culminando, no dia 22, com a cerimônia na Biblioteca do Museu Nacional do Desporto-IPDJ. E, por último, o evento acontece em Luanda (Angola), nos dias 28 e 29, no Instituto Camões e no Memorial António Agostinho Neto (MANN).

Serviço:
Inscrições pelo e-mail: encontrodepoetasdalinguaportuguesa@hotmail.com
Certificado de participação somente para poetas, professores e estudantes de letras.
Prazo até dia 26 de agosto
Grátis e Aberto ao Público
Classificação: Livre
Museu da República
Sexta-feira dia 31.08.18
De 10h – abertura do evento - Museu da República
Das 10h30 às 12h – sarau com convidados
Às 13h – Pausa para o almoço
Às 14hs – início do circuito literário guiado nos principais pontos da literatura e poesia do Rio de Janeiro (ABL, Gabinete Português de Leitura, Colombo, Biblioteca Nacional). Saída a partir da Confeitaria Itajaí, centro do Rio.

Sábado - Dia 01.09
De 10h às 12h – Atividades culturais e palestras
De 12h às 13h30 – pausa para o almoço
A partir das 14h – Apresentação dos poetas e lançamento da antologia comemorativa
Às 17h – Apresentação musical de ritmos lusófonos
Às 18h – Confraternização e encerramento do evento
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domingo, 10 de junho de 2018

Mulheres poetas de todo país se reúnem em 'Encontrão Poética' no Sesc Pinheiros

Foto divulgação
Evento é organizado pelo Slam das Minas – SP e terá roda de conversa, troca e competição durante dois dias

Nos próximos dias 13 e 14, a cidade de São Paulo (SP) será tomada por mulheres poetas de pelo menos sete estados brasileiros durante o Encontrão Poética, que ocorre no Sesc Pinheiros, com slammers – competidoras de batalhas de poesia falada – de diferentes partes do Brasil. A entrada é gratuita.

A organização é do Slam das Minas – SP e reúne as poetas para reforçar a importância das mulheres ecoarem a própria voz. "Pois nós somos mais que palavras soltas. Nosso cotidiano é feito de poesia", dizem as organizadoras.

"O Slam das Minas nasceu no Distrito Federal em 2015 e desde então, a semente se espalhou por outras cidades do país, criando espaços exclusivos de ocupação feminina. Acreditamos que hoje podemos falar que para além de estar nas batalhas de poesia – os slams – nós conseguimos construir uma rede de fortalecimento e acolhimento entre mulheres, por isso, pensamos neste encontrão para promover as relações e trocas em torno do desenvolvimento artístico e a batalha poética", destacaram as organizadoras Pam Araújo, Luz Ribeiro, Carol Peixoto, Mel Duarte e Jade Quebra, que compõe o Slam das Minas – SP.

Para o evento estão convidadas as poetas Fabiana Lima (BA), Tatiana Nascimento dos Santos (DF), Laura Conceição (MG), Anna Suav (PA), Shaira Mana Josy (PA), Bell Puã (PE), Patrícia Naia (PE), Letícia Brito (RJ) e Ingrid Martins (SP).

Confira a agenda das atividades

DIA 13

Roda de conversa: bate-papo livre para troca, através da conversa, escuta e diversas linguagens artísticas que essas mulheres trazem dentro do estilo da cultura de cada estado.

MEDIAÇÃO: Jéssica Balbino

DIA 14 * ACESSÍVEL EM LIBRAS
Para animar a noite, o evento começa com a nossa ''tocadora de sons maneiros'' Luz Ribeiro

MIC ABERTO
​Livre para intervenção e interação do público (somente gênero
feminino)

BATALHA
competição entre as poetas convidadas, jure escolhido na hora.

Foto divulgação
Saiba mais sobre as participantes

PE - Bell Puã é poeta marginal, vencedora do slam BR 2017, integrante do Slam das Minas PE e do coletivo negro Afronte. Buscando atropelar toda e qualquer fragilidade, transita entre a dança, o poema e a historiografia, fazendo do afrontamento seu escudo.

MG - Laura Conceição é poeta, mc integrante do movimento de hip hop de Juiz de Fora e atual vice-campeã mineira de poesia falada. Em 2017 Laura representou o estado de Minas Gerais na competição nacional de poesia SLAM BR, se colocando em terceiro lugar. Atualmente, Laura é um dos nomes que compõe coletivamente o "Rap de Mina" na região e idealizadora do projeto "Poesia na escola" que leva versos e sonhos para crianças da Zona da Mata e região.

RJ - Letícia Brito é poeta, dedica-se à poesia falada (spoken word/poetry slam). Como produtora da cena carioca de slam e sarau já fez: Mulherau, Pizzarau, Batalha da Pizza, slam Tagarela e atualmente integra a produção e realização do Slam das Minas RJ. Em 2017, representa o Brasil no Rio Poetry Slam, que acontece na Festa Literária das Periferias (Flup) e reúne mais de uma dezena de países competidores. Integra também as antologias "on dystopia", organizada por Porsha e "on sisterhood", organizada por Melissa Lozada, com poemas em português e inglês.

DF - Tatiana Nascimento é brasilense, 37 anos, palavreira; idealizadora e co-fundadora do slam das minas DF; produz a mostra palavrapreta - mostra nacional de negras autoras; produtora cultura; também compõe a padê editorial, cria e vende livros feitos artesanalmente por mulheres negras e LGBT; tem um livro publicado Lundu (padê,2016).

SP - Ingrid Martins, poeta, designer gráfico, fabrica e diagrama zines (inmart), co fundadora do slam da norte e da batalha de rimas Dominação (só para o gênero feminino). Foi a ganhadora da final do slam das minas sp de 2017.

BA - Fabiana Lima tem 21 anos e é de Salvador-BA. Poetisa, MC, produtora cultural, ativista cultural, integrante do grupo de poesia Resistência Poética, idealizadora e produtora do Slam Das Minas-BA, vice-campeã do campeonato brasileiro de poesia falada 2016.

PE - Patricia Naia é nascida em SP, graduanda em Letras pela UFPE. Autora do livro O punho fechado no fio da navalha, do zine Poemargem, do blog Legítima Defesa. Co-fundadora do Coletivo Controverso Urbano, e Slammaster do Slam das Minas PE.

PA - Anna Batista, vulgo Anna Suav, - natural de Manaus – AM, jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas, é atuante em iniciativas do terceiro setor desde 2012, quando ingressou na Casa Fora do Eixo Amazônia, na cidade de Belém do Pará, atuando nas áreas de mídias sociais, assessoria de imprensa, fotografia, produção cultural, produção audiovisual, elaboração de projetos e sustentabilidade em rede. Residindo em Belém, PA, desde o final de 2016. Em 2017, idealizou e criou o projeto Slam Dandaras do Norte, batalha de poesias feita por mulheres e para mulheres; dando início também a sua trajetória enquanto cantora e compositora [Rap / R&B]; é integrante do grupo de rap Clã do Norte; back vocal da Mc Bruna Bg; co-diretora e fotógrafa da Caribé Filmes; co-diretora, produtora e artista da Ocaribé Selo.

PA - Shaira Mana Josy, nasceu no bairro do Jurunas em Belém do Pará. Técnica em enfermagem, pedagoga, mulher feminista de identidade negra, capoeirísta, rapper, compositora, militante do movimento negro e hip hop, iniciou sua trajetória em 1998. Coordenou e fundou vários projetos, participou de eventos importantes para a construção da sua resistência nos espaços culturais. Fundou o grupo de capoeira "arte ginga Brasil" em 1999. Grupo de rap formado por mulheres "conexão feminina" em 2006. Coordenou os projetos: Abril pro Hip Hop Jurunas" de 2005 a 2011. Cidade do Hip Hop no (AIJ_FSM ) 2009. Coletivo "Senzala Urbana" - 2011. Coletivo de Mulheres do Hip Hop "Companhia H2F" - 2011. Rima de Rua (Batalha de Mc's) - 2011. Slam Dandaras do Norte - 2017.
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

A força viva de cinco poetas da literatura brasileira

Conceição Evaristo - Foto: Richner Allan
De Alexandra Vieira de Almeida*

A presença da mulher na literatura está mais forte do que nunca. Temos, hoje, poetas vivas que estão fazendo uma excelente contribuição para nossa literatura nacional. Entre elas, podemos citar Conceição Evaristo, Adélia Prado, Astrid Cabral, Olga Savary e Raquel Naveira. Cinco nomes que estão trazendo riqueza cultural para nossa língua.

Conceição Evaristo, por exemplo, tem revelado a importância de se discutir a posição do negro na nossa sociedade. Com uma poesia social impactante, resgata a voz das minorias. Fez recentemente uma homenagem à vereadora e ativista pelos direitos humanos Marielle Franco, morta brutalmente por denunciar as injustiças sociais. A poeta a caracteriza como “luz-mulher”, por dar força ao grito contra o opressor.

Adélia Prado, por outro viés, nos apresenta uma poesia mística, revelando a transcendência das formas. Aplaudida e premiada tanto nacional como internacionalmente, poeta de Divinópolis, mostra-nos um lirismo encantador que enobrece as palavras com o dom dos versos grandiosos. Revelando também a voz feminina que não quer calar, o papel da mulher se enaltece com seus belos poemas. Inspirando o seu lirismo com as faíscas do cotidiano, sua poesia tem a potência da literatura mais profunda.

Já Astrid Cabral reflete temáticas universais e perenes, sem deixar de lado suas experiências ao redor do mundo, nos seus postais-poemas que revelam ser verdadeiras fotografias de nosso imaginário mais interior. Oriunda de uma verve de autores consagrados, tal escritora é reflexiva e complexa, sem se cravar nos malabarismos de um linguajar ininteligível. Sabe cativar o leitor com sua dose fina de intelecto criativo. Dona de uma linguagem plena, doma com perfeição a sua língua.

Olga Savary, que considero um mito literário, trata-se de uma figura excepcional. Através da argúcia de seus versos imagéticos, encanta o leitor com sua poesia genuína. Abordando temáticas de nossa nacionalidade, com “tupinismos” e uma língua clara e cristalina, sua poesia transpira enigmas a serem decifrados pelo inteligente leitor. Através da concisão de seus poemas, consegue concentrar nos espaços dos versos o máximo de densidade poética. Conhecida como a “Monalisa de Copacabana”, a artista engrandece a verdadeira literatura por revelar nossas raízes mais antigas.

Raquel Naveira, no emblemático livro ‘Sangue Português’, apresenta uma poesia magistral que revela nossas raízes lusitanas. No poema que abre e dá título à obra, Raquel nos chama a atenção pelo fulgor da resistência da memória que perpassa como angústia do presente que quer se libertar da nostalgia do passado, mas que não nega a genealogia do sangue português.

Cinco mentes brilhantes da literatura que abraçam uma variedade de temas e desafios. Mulheres, engajadas, cosmopolitas, genuínas e universais, que navegam pelos mares da complexidade poética.



(*) Alexandra Vieira de Almeida é poeta, escritora e doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UER). Foto: Tiberius Drumond
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Poetas Ambulantes completam 5 anos de poesia no transporte coletivo

Débora Garcia - Foto: Renata Armelin
Novo repertório e espetáculo é apresentado no Sesc 24 de maio às quartas e quintas-feiras

Sem palco e sem microfone, os Poetas Ambulantes realizam uma série de intervenções poéticas gratuitas às quartas e quintas-feiras no Sesc 24 de maio. Inspirados nos vendedores ambulantes que atuam nos transportes públicos, comercializando diferentes produtos, o grupo composto por seis poetas distribui poesias e celebra cinco anos de atuação na capital paulista com um novo espetáculo e repertório. As apresentações começaram na quarta-feira e ocorrem também nesta quinta-feira (21), e nos dias 27 e 28 de setembro e 04 e 05 de outubro.

Apostando na informalidade e na interatividade, os poetas disparam os textos entre as pessoas, distribuem poesias impressas e sem roda e declamam versos que discutem sobre política, feminismo, amor, fé e humor e contam com a energia do público, que influencia o ritmo do sarau ambulante.

Sob a direção do poeta e ator Beto Belinatti o coletivo composto por Mel Duarte, Carol Peixoto, Jefferson Santana, Mari Staphanato e Thiago Peixoto traz textos autorais e de outros autores (clássicos e contemporâneos), explorando as possibilidades da linguagem poética, com uma nova roupagem para as apresentações, trabalhando repertórios reconstruídos e divididos em temas.

Com textos de Daniel Minchoni, Miró da Muribeca, Racionais, Adoniran Barbosa, Marcelino Freire, entre outros, além de autorais, o repertório Essepê traduz a cidade de São Paulo, com todos seus amores e desamores, reproduzindo o caos e as causas que vivem nela. Com Respeita as Minas o grupo propõe um momento de reflexão em torno do universo feminino, falando de feminismo e discutindo sobre machismo, com textos autorais e de outras autoras e autores, como Elisa Lucinda, Alice Ruiz, Anelis Assumpção, Itamar Assumpção, etc.

Sobre os Poetas Ambulantes
Poetas ambulantes é um coletivo que realiza intervenções poéticas dentro dos transportes públicos de São Paulo, resignificando a ocupação dos espaços com a ideia de levar poesia para pessoas que não estão esperando. Formado por poetas que atuam na cena cultural independente, o grupo há cinco anos desenvolve seu trabalho artístico inspirado nos vendedores ambulantes que estão diariamente nos transportes públicos.

Desde que foi criado, em 2012, o Poetas Ambulantes já realizou mais de 100 apresentações por todo o país,com destaque para as passagens por festivais como Festival Literário Internacional de Paraty (Flip), Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), Festival Literário de Pernambuco (Fliporto) e VI Bienal de Jovens Criadores dos Países de Língua Portuguesa em Salvador (BA), além do Circuito Sesc de Artes, que percorreu nove cidades em 2017 e visitas pontuais a ONGs, bibliotecas, escolas e unidades da Fundação Casa.

Em São Paulo, o coletivo já rodou todas as linhas da CPTM e do metrô, bem como as principais avenidas, como Paulista, MBoi Mirim, Santo Amaro, João Dias, Nova Cantareira, Ibirapuera, 23 de Maio, Vergueiro e Teotônio Vilela.

Além disso, uma vez por ano, sempre no mês de dezembro, os Poetas Ambulantes distribuem livros em locais públicos. Durante os cinco anos, já entregaram cerca de 3 mil exemplares de mão em mão em ações que passaram pelo Parque Ibirapuera, Barra Funda e Terminal Santo Amaro. "Arrecadamos livros de parceiros e doamos nos locais públicos também como forma de inspirar e incentivar o acesso e a leitura", explica a poeta Carol Peixoto.

O coletivo possui também a publicação "Um vez Poetas Ambulantes...". Uma antologia que conta com textos autorais dos poetas do coletivo, fotografias do primeiro ano de ação e participação de autores amigos e convidados.  Para celebrar os cinco anos, o grupo prepara o documentário ""essa vida é uma viagem..."

Serviço
O quê: Poetas Ambulantes
Quando: 21, 27, 28 de setembro / 04 e 05 de outubro às 14h
Onde: Sesc 24 de maio
Endereço: R. 24 de Maio, 109 - República, São Paulo
Quanto: gratuito
Informações: https://www.facebook.com/PoetasAmbulantes/


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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Brasil recebe encontro internacional de poetas da língua portuguesa

O Brasil está cada vez mais famoso internacionalmente. Além da Olimpíada, o país será palco do terceiro Encontro de Poetas da Língua Portuguesa no dia 10 de setembro, no Museu da República, no Rio de Janeiro. Além de promover integração entre autores lusófonos, o evento marcará o lançamento de uma antologia com 91 escritores de diferentes nacionalidades. O programa será gratuito e aberto aos poetas que se cadastrarem

Durante as atividades, haverá leitura de poesias e várias apresentações de ritmos dos países lusófonos. Além disso, o professor Wander Lourenço de Oliveira irá palestrar sobre a importância da convergência dos poetas lusófonos. Wander é doutor em Letras pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Pós-doutorando da Universidade de Lisboa (Pt).

Segundo a mentora e coordenadora da iniciativa, a cantora e poeta Mariza Sorriso, o principal objetivo é reunir autores e dar voz a escritores desconhecidos de todos os continentes, mas que falam o nosso idioma. “Desejamos unir rimas perdidas das tribos poéticas espalhadas pelo planeta, fragmentadas pelos aspectos geográficos, sociais ou cronológicos”.

- Precisamos conhecer o que vai no coração de cada poeta de língua portuguesa, não importa o país ou continente que viva – reforça.

A organizadora diz que as edições anteriores contaram com importantes nomes da literatura estrangeira, como, por exemplo, os portugueses José Manuel Martins Pedro, Emanuel Lomelino, Mariete Lisboa e o ator Tony Correia. “Além disso, a antologia que será lançada no encontro conta com a quarta-capa assinada por Pepetela, o maior escritor da África”.

Intitulada “Em todos os ritmos da poesia”, a obra contém 267 poemas de 91 poetas de seis países da língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal. “Embora estejamos ligados pelo idioma e pela poesia, somos originários de diversas culturas”.

Além disso, Mariza ressalta ainda sobre a grande variedade de perfis de escritores na obra. É possível encontrar autores de diferentes idades, níveis de vivência poética e classe social. Por exemplo, ela explica que alguns são autores renomados, premiados e até doutores em Letras e outros são calouros na poesia. “É essa grande diversidade cultural que compõe um rico cardápio poético”.      

Brasil e depois Portugal
Após o evento no Rio, a equipe organizadora segue para Lisboa onde será realizado mais um dia do III Encontro, em 24 de setembro, no Palácio da Independência, com presença confirmada de poetas e autoridades de vários países lusófonos. 
Para participar
Poetas que não estão na antologia também podem participar do evento. Basta enviar um e-mail para o endereço eletrônico: encontrodepoetasdalinguaportuguesa@hotmail.com.

No assunto, é importante informar:  ‘Inscrição para participação no III Encontro de Poetas’. No corpo da mensagem deve-se dizer, além do nome, o país de origem. 

Serviço:
III Encontro de Poetas da Língua Portuguesa
Aberto aos poetas que se inscreverem
Gratuito
Horário: de 9h às 18h
Local: Auditório do Museu da República
Endereço: R. do Catete, 153 - Catete, Rio de Janeiro
Contato: encontrodepoetasdalinguaportuguesa@hotmail.com
Classificação: Livre

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terça-feira, 3 de maio de 2016

Poetas: Meus heróis!


Sim! Meus heróis são os poetas, eles que fazem das palavras os encantos de um ser. Não quero me aprofundar em poesia, na parte técnica em geral e sim falar um pouco dos nossos queridos poetas.

Vemos poesia em todos os lugares, em diversas formas e jeitos, até mesmo quando acordamos já estamos vendo poesia, de um jeito ou de outro sempre tem poesia em nossas vidas. São os grandes nomes da poesia que tentam e sempre conseguem fazer mágica com simples palavras, até uma pedra no caminho tem um encanto singular, não é mesmo Carlos Drummond?

Minha lista é gigante dos poetas que amo e sempre leio suas obras, vai desde Fernando Pessoa, até na atualidade com a escritora Leila Krüger e Mariane Helena. Poetas! Continuem nos encantando com suas doces e sinceras poesias, cada dia um verso diferente.

Quero deixar registrados os poetas que me inspiram cada dia mais; Paulo Leminski, Mário Quintana, Fernando Pessoa, Cora Coralina e Carlos Drummond de Andrade. Se eu continuar falando, só paro amanhã de tanto digitar e falar de centenas de poetas.

E você leitor, quais sãos seus poetas favoritos?


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