Jane Austen: Livros e Filmes

Jane Austen, Thibaudet e um retrato da burguesia do séc. 18 Nascida em 16 de dezembro de 1775, a britânica Jane Austen foi uma das...

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quarta-feira, 24 de março de 2021

Projeto de incentivo à leitura: envie sua foto com um livro e seja publicado na Revista Conexão Literatura


O nosso projeto de incentivo à leitura consiste em indicar livros e incentivar autores e leitores. A publicação das fotos dos leitores com os livros poderão ser feitas no site da revista: www.revistaconexaoliteratura.com.br , nas redes sociais Instagram ou Facebook e até nas edições mensais da revista digital Conexão Literatura.

Tire uma foto com o livro que você está lendo ou que deseja indicar a leitura. Autores também poderão tirar fotos com seus próprios livros.

REGRAS PARA PARTICIPAR:

- Envie uma foto sua com o livro (bem nítida).

- No e-mail que mandar a foto anexada, mande no corpo do e-mail o título do livro e autor, mande seu nome e estado onde reside. Diga também que autoriza a publicação da sua foto.

- Mande tudo para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - aos cuidados de Ademir Pascale


Indique para os seus amigos :)

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Projeto "Carinho em Dobra" ensina a arte milenar dos origamis para promover conexão e afeto


O origami é o ponto de partida do projeto "Carinho em Dobra", que busca, através de oficinas em instituições de saúde, escolas e eventos comunitários e da doação de livros do projeto, promover a arte milenar de dobradura em papel como forma de conectar e aproximar pessoas.

"O origami é muito conhecido, mas poderia ser praticado muito mais, pois ele pode trazer  inúmeros benefícios para o bem-estar físico e mental. Criar objetos a partir de uma simples folha de papel ajuda no desenvolvimento das habilidades cognitivas, como memória, raciocínio, atenção e concentração, além de aliviar o estresse e estimular a paciência", explica Alex Yeh, um dos idealizadores e patrocinadores do projeto.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, o projeto tem sido realizado de forma remota e já beneficiou mais de 10 instituições, com destaque para os mais de 6000 origamis desenvolvidos por alunos das escolas de São Paulo e doados aos profissionais de saúde que atuam no combate ao Covid-19, como forma de demonstrar apoio e afeto. O projeto também tem realizado oficinas em hospitais, com o intuito de ajudar na recuperação e reabilitação de pacientes.

"Além de desenvolver o campo criativo e as habilidades visuais, espaciais e geométricas, o origami é uma forma diferenciada de demonstrar carinho, mesmo com as limitações do distanciamento social. Graças a tecnologia, estamos sempre conectados com as pessoas, os pacientes podem ver os entes queridos através de chamadas de vídeo, mas será que estamos mesmo 'conectados'? Quando foi a última vez que escrevemos uma carta para alguém, por exemplo? É por isso que acreditamos no potencial do projeto CARINHO EM DOBRA de se tornar uma grande corrente do bem", explica Alex.

O projeto teve início no começo do ano e está disponível a todos de forma gratuita em seus canais digitais. Empresas e instituições interessadas em realizar oficinas podem entrar em contato através do site oficial.

 

Sobre o Projeto Carinho em Dobra

O projeto Carinho em Dobra é uma iniciativa sem fins lucrativos que busca promover a arte milenar dos origamis através de oficinas e doações de livros do projeto e, com isso, reforçar os benefícios criativos e cognitivos da dobradura em papel. O projeto pode ser apoiado por pessoas físicas e empresas interessadas em participar da corrente do bem. Para mais informações, acesse https://www.carinhoemdobra.com.

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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Projeto distribui livros durante a pandemia

Mesmo durante a pandemia do coronavírus, o Mais Leitura mantém a  distribuição gratuita de livros em São Lourenço (MG). Para que o  projeto continuasse minimamente ativo, algumas medidas preventivas  foram tomadas. Os livros passaram a serem higienizados com toalhas  descartáveis umedecidas com álcool em gel e colocados em sacos  plásticos individuais.

Idealizado em novembro de 2019, o Mais Leitura consiste,  primordialmente, na doação de livros para que as pessoas possam ler,  sem gastar nada. Baseia-se em deixar livros em pontos determinados,  locais aleatórios, e até entregá-los em mãos, de forma que as pessoas  possam levá-los para casa. O intuito é que, após o término da leitura,  os leitores deixem o exemplar onde o encontraram ou em qualquer outro,  para que alguém possa pegá-lo.

No caso dos livros infantis, voltados para crianças até 10 anos, não  existe o compartilhamento. Eles são entregues diretamente aos pais, ou  para os professores para que eles façam trabalhos com os alunos nas  salas de aula, estimulando a leitura e propiciando diversão, pois  muitas obras do projeto também possuem espaço para colorir.

Mais informações em maisleitura.com.br

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Projeto realizado na Penitenciária Feminina da Capital lança livro com textos e imagens produzidas durante laboratórios de criação

Foto divulgação
Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural e desenvolvido pelas artistas Beatriz Cruz, Leticia Olivares, Sandra Ximenez e Vânia Medeiros, levou para a PFC atividades que abordaram corpo, gênero e encarceramento, partindo do processo de criação de narrativas pessoais, gráficas e corporais. O livro é a finalização do projeto e apresenta um compilado das experiências durante os encontros. No dia do lançamento, acontece um bate-papo sobre encarceramento feminino no Brasil

No dia 15 de dezembro, às 16h, é lançado no Itaú Cultural o livro Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento, finalização do projeto de mesmo nome, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2017-2018, dando continuidade ao trabalho de formação e criação artística desenvolvido na Penitenciária Feminina da Capital (PFC) junto às mulheres em situação de cárcere. Esta é uma parceria entre Beatriz Cruz e Sandra Ximenez, do Coletivo Dodecafônico, Leticia Olivares, do Coletivo Rubro Obsceno, e Vânia Medeiros, da Conspire Edições. O volume é um compilado de todo o processo, com textos e imagens produzidas ao longo dos diversos laboratórios e Escambo Poético, realizados dentro e fora da Penitenciária. No dia, o público é convidado para um bate-papo sobre a condição das mulheres em situação de cárcere e este trabalho.

Desenvolvido pelo grupo de artistas desde 2016, nesta edição, o projeto realizou quatro laboratórios de criação em diferentes linguagens artísticas para as mulheres na PFC: Lab_Performance, Lab_Caderno de Campo, Escambo Poético e Lab_Culinária, conduzido pela chef convidada Govinda Lalamrita. Todas as linguagens foram abordadas sob o mesmo guarda-chuva temático: corpo, gênero e encarceramento, partindo do processo de criação de narrativas pessoais gráficas e corporais.

Foto divulgação
O Escambo Poético colocou em contato mulheres que estão dentro e fora do sistema penitenciário. A atividade proporcionou, a partir de um jogo de perguntas, uma troca de correspondência entre as participantes de dentro e de fora da PFC, produzindo materiais como cartas, ilustrações e pequenos cadernos para intercambiar experiências, desejos e ideias. O intuito da atividade é criar uma rede de troca de informações intra e extra muro, gerando uma espécie de rede de sororidade, exercitando a empatia entre mulheres.

O conteúdo do livro engloba toda a experiência e a edição final foi feita pelas artistas em colaboração com as participantes do projeto, em reuniões coletivas. No momento do lançamento, o público participa de conversa com Dina Alves, advogada, atriz, ativista pelos Direitos Humanos, pesquisadora e doutoranda em Antropologia Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/ SP); e com Cleude de Jesus, advogada, sócia no escritório Jesus, Leme & Zambel, militante nas áreas de Direitos Humanos, Direitos de Família e nas questões que envolvem gênero e raça.

Ambas falarão sobre a participação em Mulheres Possíveis e sobre o encarceramento feminino no Brasil, abordando os assuntos tratados na entrevista que com Dina Alves, também presente no livro e sobre a experiência de Cleude de Jesus na troca de cartas com uma das mulheres encarceradas, durante o Escambo Poético.

Sobre o Rumos Itaú Cultural
Um dos maiores editais de financiamento de projetos culturais do país, o Programa Rumos, é realizado pelo Itaú Cultural desde 1997, fomentando a produção artística e cultural brasileira. A iniciativa recebeu mais de 64,6 mil inscrições desde a sua primeira edição, vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,4 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 7 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos foram examinados, em uma primeira fase, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país. 

Em seguida, passaram por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 21 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição. Foram selecionados 109 projetos, contemplando todos os estados brasileiros.

SERVIÇO:
Rumos Itaú Cultural 2017-2018

Lançamento do livro Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento
Dia 15 de dezembro
De 16 às 20h
Sala Vermelha
70 lugares
Entrada gratuita
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: 1 hora antes do espetáculo (com direito a um acompanhante)
Público não preferencial: 1 hora antes do espetáculo (um ingresso por pessoa)
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
Acesso para pessoas com deficiência
Ar condicionado
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quinta-feira, 13 de junho de 2019

O professor Marco Antonio Simões e o Projeto Ler!, por Cida Simka e Sérgio Simka

Professor Marco Antonio Simões - Foto divulgação
Fale-nos sobre você.

Sou graduado em Física, cujos estudos iniciei já decidido a ser professor. Assim, fiz mestrado em Educação, sob a orientação da cientista social Profa. Dra. Liana Maria Salvia Trindade. Por conta do meu contato profissional com tecnologia também, na época estudei como as novas mídias influenciam as práticas de leitura, ou seja, em que difere a absorção do texto pelo leitor, dependendo de seu suporte: papel, livro eletrônico, tablets etc.

Posteriormente concluí meu doutorado em Ciências Sociais pela PUC-SP, na área de Ciências da Religião, orientado pela antropóloga, Profa. Dra. Maria Helena Villas Boas Concone. Minha pesquisa se deu por conta de outra linha de interesse pessoal, e fiz um estudo comparativo das religiões na Alemanha, durante o regime nazista, e as várias estratégias de sobrevivência que adotaram.

Atualmente, de certo modo unindo essas áreas, atuo exclusivamente na área educacional ministrando disciplinas de Ciências Exatas, e pesquiso temas ligados à (delicada) fronteira ciência-espiritualidade.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre seus livros.

Meu trabalho de mestrado foi publicado pela Editora Terceira Margem, sob o título: História da Leitura: do papiro ao papel digital. Para entender como lemos hoje, conforme a sábia direção da minha orientadora, precisamos entender como líamos em diferentes épocas. Assim, o livro é uma análise da prática da leitura desde os primeiros registros escritos.

Com atuação intensa também na área do ensino de Cálculo, publiquei o livro Fundamentos de Cálculo: notas de aula, também pela Editora Terceira Margem, e, mais recentemente, Cálculo não é um bicho-de-sete-cabeças, em dois volumes, uma séria publicada pela Editora Ciência Moderna, coordenada pelo prof. Sérgio Simka.

Você idealizou e coordena o Projeto Ler! no Centro Universitário São Judas Tadeu - Campus Unimonte (Santos). Fale-nos sobre ele.

Aqui na USJT-Unimonte coordeno o Projeto Ler! desde 2015. Começou apenas com minhas turmas de Cálculo e Física, da escola de Engenharia. Eram cerca de 50 alunos. Com o tempo, turmas de outras escolas aqui do campus passaram a participar. Hoje, além da Engenharia, participam turmas das escolas de Pedagogia, Psicologia e Gastronomia, de modo que neste semestre temos cerca de 230 alunos no projeto. Ao todo, mais de 1000 alunos já participaram. Alguns dos títulos lidos se repetem, dependendo do best-seller da época, como A Culpa é das Estrelas, e O Caçador de Pipas, e também clássicos como 1984. Por outro lado, vários alunos leem mais de um livro. 

O que o motivou a desenvolvê-lo? 

Creio que são duas motivações. 

Primeiro porque sempre achei uma pena que tantos jovens (e não tão jovens), não tenham ainda descoberto o prazer e os benefícios da leitura. É incrível como algo tão ao nosso alcance como a leitura, que pode nos transportar a outros mundos e outras épocas, e que nos pode fazer ver a vida pelos olhos de outras pessoas, não seja algo praticado mais intensamente. Creio que não há pessoas que não gostem de ler – há pessoas que não descobriram que gostam de ler.

Há também o aspecto funcional. É comum entre os professores a observação de que os alunos “não entendem o enunciado”. E, bem mais grave que isso, a falta de leitura prejudica o desenvolvimento intelectual, a capacidade crítica e a capacidade de entender o mundo. Em qualquer área de atuação, ser um bom leitor é condição essencial para ser um bom profissional e um bom cidadão.

Como funciona o projeto?

Acho que o fato de ser simples ajuda muito na sua manutenção. No início das aulas, os alunos devem escolher um livro para ler durante o semestre. A escolha do título é livre, há apenas uma condição: deve ser uma obra literária. Quer dizer, não pode ser um livro técnico ou um documentário, por exemplo. Não é nenhum juízo de valor, mas a ideia é justamente ler uma obra que transporte o leitor para um universo em que ele possa exercitar a abstração.

Daí, no final do semestre, organizamos um sarau literário com duas partes. Sempre há um palestrante convidado da área de letras, com uma palestra sobre a prática da leitura. Aliás, neste semestre, temos o prazer de receber o prof. Sérgio Simka e a profa. Cida Simka, ambos autores e com atuação expressiva e reconhecida na área. Depois da palestra, os alunos, em grupos, falam entre si sobre como foi sua experiência de leitura. A ideia é que seja uma conversa descontraída, sem o encargo de ser uma apreciação técnica da obra.

Como um detalhe, já se tornou tradicional que a pipoca é liberada durante o evento. Assim, basicamente, o evento final consiste em, pelo menos, em uma noite, passar o tempo falando de livros e comendo pipoca... 

Os detalhes do projeto ficam na página http://masimoes.pro.br/livros/projeto-ler.html

O que os professores comentam sobre ele? 

Como mencionei, o projeto nasceu na escola de Engenharia, e foi depois ‘adotado’ pelas escolas de Pedagogia, Psicologia e Gastronomia. Não deixa de ser um movimento interessante. Os professores e coordenadores dessas áreas participam ativamente da organização e divulgação do evento. Há também um grande apoio da IES, na concessão de espaço físico e logística para sua realização.

Como tem sido a receptividade dos alunos? 

Tenho tido a alegria de, praticamente em cada semestre, ouvir mais de um aluno dizer que não tinha o hábito da leitura, mas que, com o projeto, “descobriu” como é bom ler. Vários já me disseram também que foi o primeiro livro inteiro que leram na vida! E, tempos depois de terem participado, muitos que me dizem que desde o projeto tornaram-se leitores habituais. 

Só isso já faz o projeto valer a pena.


Cida Simka é licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Coautora do livro Ética como substantivo concreto (Wak, 2014) e autora dos livros O acordo ortográfico da língua portuguesa na prática (Wak, 2016), O enigma da velha casa (Uirapuru, 2016) e “Nóis sabe português” (Wak, 2017). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Selo Jovem, 2019) e Contos para um mundo melhor (Xeque-Matte, 2019). Integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.

Sérgio Simka é professor universitário desde 1999. Autor de cinco dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a Série Mistério, publicada pela Editora Uirapuru. Organizador dos livros Uma noite no castelo (Selo Jovem, 2019) e Contos para um mundo melhor (Xeque-Matte, 2019). Membro do Conselho Editorial da Editora Pumpkin e integrante do Núcleo de Escritores do Grande ABC.
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domingo, 11 de junho de 2017

Bibliobicicleta: a bicicleta que leva livros

Não existem limites para incentivar a leitura e quando realmente queremos algo, não existem barreiras. Foi com esse entusiasmo e força de vontade que surgiu a Bibliobicicleta, um projeto de São Francisco (EUA), que usa uma bicicleta para transportar até 100 livros para pessoas que não têm acesso à leitura, uma ideia simples e criativa.

PARA SABER MAIS:
Conheça o site da Bibliobicicleta, acesse: http://bibliobicicleta.com/


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