quarta-feira, 28 de abril de 2021

Conheça o livro "Guerreiros de Araug", do autor Clóvis Rezende


Sinopse:

A Magia arcana e necromante que haviam sido banidas do reino, começam a reaparecer, e com elas todo o mal que as acompanha ressurge, esse mal deve ser expurgado antes que ganhe mais força e domine todo o reino. Vamos acompanhar Sir Shiner, um nobre cavaleiro do reino de Araug, que é designado para uma missão real e acaba descobrindo que existem muitas coisas ruins acontecendo em seu reino, um mal antigo ressurge e se expande mais a cada dia, isso coloca em risco a vida de todos. Levado pelas forças do destino, Shiner encontra novos amigos que podem ajudar a expurgar esse mal, muitas adversidades levam o cavaleiro a entender o valor real da amizade e que a verdadeira força brota dos sentimentos puros. Uma história repleta de magia, esperança, superação e amizade. Viaje nessa aventura com Shiner e seus amigos para tentar deter o mal que assola todo o reino de Araug.

Booktrailer:

Instagram: @clovis_rez

E-mail: rezende_clovis@hotmail.com

Para adquirir o livro, acesse: 

Amazon

Google Play

Chiados Books

Kobo

Martins Fontes

Sobre o Autor:

Clóvis Rezende tem 39 anos, mora na cidade de Guarapuava, que fica no estado do Paraná, localizado na região sul do Brasil. Desde muito pequeno, Clóvis foi fascinado por livros, contos, fábulas, manuscritos, pergaminhos e todo tipo de material que o levasse para essas realidades fantásticas. De origem humilde, mas sempre buscando ter conhecimento sobre grandes obras, era natural que em dado momento de sua vida quisesse expressas a sua visão com uma obra de sua autoria. Atualmente ele escreve nas horas vagas, mas futuramente pretende escrever em tempo integral, assim dando vida a todas as suas ideias, em novas obras. - Este texto se refere à edição paperback.

Compartilhe:

RESENHA: “Mensageira de sonhos”, de Waldir Pedro, por Cida Simka e Sérgio Simka


O livro “Mensageira de sonhos”, de Waldir Pedro, com prefácio de Alan Kardec Pereira, e posfácio de Jane Patricia Haddad, não conta só a história da Wak Editora (lê-se: W.A.K.), da qual o autor é um dos fundadores e o editor. Conta a história de uma vida, alicerçada por um sonho. E esse sonho particular, que Waldir Pedro soube como materializar em realidade, à custa de muito sacrifício, dedicação e persistência, transformou em sonho coletivo, no qual todos que têm a oportunidade de nele entrar, veem seu sonho particular também realizado, porque o caminho fora primeiramente aberto por quem alimentou no coração a esperança de mudança interior com visão de humanidade.

Waldir Pedro conta sua história em capítulos curtos, com “ganchos” para os próximos acontecimentos, como um bom contador de histórias que é. Ao final de cada capítulo, há um texto escrito por amigos, autores, funcionários da editora, parceiros, leitores, que acompanharam ou conhecem a trajetória, que culminou na criação da Wak Editora, sediada em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Hoje, passados mais de 20 anos, a Wak Editora possui um respeitável catálogo com mais de 700 títulos voltados à Educação, com centenas de autores nacionais e internacionais, com independência editorial e sem recorrer a verbas governamentais.

A fascinante história de Waldir Pedro, narrada nessa preciosa obra, mostra que a leitura, o livro e a educação podem realmente mudar uma vida. E como ninguém, Waldir Pedro tem a bonita missão, com a Wak Editora, de mudar centenas de outras vidas.

Link para o livro:

https://wakeditora.com.br/produto/mensageira-de-sonhos-a-historia-de-uma-editora 

Link para a editora: https://wakeditora.com.br


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020) e Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020) e O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro infantojuvenil se denomina Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021).


Compartilhe:

Panini e Mauricio de Sousa Produções divulgam primeiras páginas da Terceira Série de Turma da Mônica Jovem


São Paulo, abril de 2021
 - A editora Panini confirmou que a edição 52 da Turma da Mônica Jovem, que chegará às bancas no próximo dia 30, trará as seis primeiras páginas que apresentarão a terceira Série do Mangá. Uma delas (anexo) já foi divulgada pelo perfil oficial da Turma da Mônica no Twitter e no Instagram.

As outras cinco foram divulgadas por influenciadores e jornalistas na quinta-feira passada (22). Cada jornalista recebeu uma página com exclusividade, que foi postada em suas redes sociais sem numeração ou balão de falas, para que os fãs pudessem encontrar todas e adivinhassem o que estava acontecendo.

A edição 52 de Turma da Mônica Jovem já está em pré-venda na loja online da editora por R$ 11,90.

Sobre a Panini

O Grupo Panini foi criado há 60 anos em Modena, Itália. Possui subsidiárias em toda a Europa, América Latina e Estados Unidos. É a líder mundial no setor de colecionáveis e publicações e a principal editora multinacional de quadrinhos, revistas infantis e mangás na Europa e na América Latina. A empresa possui canais de distribuição em mais de 150 países e conta com uma equipe de mais de 1.200 pessoas. Para mais informações, visite www.paninigroup.com. 

Sobre a Mauricio de Sousa Produções

A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de entretenimento do Brasil, responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. A MSP investe em inovação e produz conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, trabalha com 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 4 mil itens. No universo digital, o canal no YouTube da Turma da Mônica já chegou a 14,5 bilhões de visualizações, sendo a maior audiência para Mônica Toy, conteúdo desenvolvido exclusivamente para esta plataforma; além do engajamento e interações orgânicos com os fãs em mídias sociais. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo e já tem mais de 450 títulos e mais de 1,2 bilhão de revistas em quadrinhos, responsáveis pela alfabetização informal de milhões de brasileiros.

Compartilhe:

terça-feira, 27 de abril de 2021

Conheça o conto "Chapeuzinho Azul na Cidade Maravilhosa", do autor Gladston Salles


SINOPSE:  “Chapeuzinho Azul” vivia com os pais num bosque distante, em contato direto com a natureza e os animais. Mas foram expulsos de lá e resolveram tentar a sorte na "cidade grande". Ela é uma menina diferenciada, e você, amigo(a) leitor(a), precisa conhecê-la. Você deve estar se perguntando: O que essa menina tem de tão especial? Bem, apesar de ainda ser uma criança, ela nos dá uma verdadeira lição de amor e compaixão. Atualmente, vive numa comunidade carente na cidade do Rio de Janeiro, e em meio a tantas mazelas e descaso do poder público, violência e discriminação, ela surge como uma referência capaz de renovar nossa esperança em um mundo melhor. Leia o livro e conheça também os coleguinhas de Chapeuzinho Azul, cuja história nos surpreende e emociona. Estou certo de que, ao final, você dirá: Valeu a pena a leitura.

Link de venda:

Disponível na LIVRARIA ASABEÇA: 

REDES SOCIAIS:






BIOGRAFIA

Gladston Salles

Natural do Rio de Janeiro. Advogado, poeta e escritor. Membro da União Brasileira de Escritores, da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro, da Associação Cultural e Literária Nikkei Bungaku do Brasil e da Associação Portuguesa de Poetas (Lisboa). Acadêmico correspondente da Academia Brasileira de Poesia, da Academia de Letras de Teófilo Otoni/MG e da Academia Caratinguense de Letras/MG. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri/MG.

COMENTÁRIOS DE QUEM LEU "CHAPEUZINHO AZUL NA CIDADE MARAVILHOSA":




Compartilhe:

Clóvis Rezende e o livro “Guerreiros de Araug”

Clóvis Rezende tem 39 anos, mora na cidade de Guarapuava, que fica no estado do Paraná, localizado na região sul do Brasil. Desde pequeno Clóvis foi fascinado por livros, contos, fábulas, histórias em quadrinhos, manuscritos, pergaminhos e todo tipo de material que o levasse para essas realidades fantásticas. De origem humilde, mas sempre buscando ter conhecimento sobre grandes obras, era natural que em dado momento de sua vida quisesse expressar um pouco de sua visão com uma obra de sua autoria.

ENTREVISTA:

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Clóvis Rezende: Acredito que tudo transcorreu de forma natural, sempre gostei de leitura e de todas as percepções que as histórias nos trazem, respeitava profundamente a visão dos autores mas sempre com várias idéias fervilhando em minha mente, porém demorei um pouco para ganhar coragem e dar vez para essas idéias virarem realidade, hoje após ter trilhado todo o "caminho das pedras" percebo que poderia ter iniciado mais cedo, mas tenho certeza de que tudo acontece no seu devido tempo.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Guerreiros de Araug”. Poderia comentar? 

Clóvis Rezende: Sim. Esse livro tem uma história especial, inicialmente eu e meus filhos ( Rian Gabriel e Breno Rafael) tivemos a idéia de criar um jogo de tabuleiro, desses estilo rpg, mas devido as dificuldades para levar a frente o projeto, acabamos desistindo, somente posteriormente pensei que todas aquelas idéias e personagens dariam uma boa história, assim nasceu a idéia do livro e meus filhos de certa forma são co-autores.

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro? 

Clóvis Rezende: Após resolver colocar as idéias no papel, foram quase dois anos de lapidação até ter o livro pronto. Como se trata de uma temática de fantasia envolvendo magia e criaturas místicas, a pesquisa se restringiu a tentar estabelecer o período plausível onde dentro do contexto do universo criado, aconteceriam os fatos. Para o clima que ambienta o universo criado na história, usei como base o de minha região, que tende a ser mais frio que o do resto do país. Para os personagens tentei me basear em situações e pessoas reais, e também evidentemente, em todo material que já li e vi, mas claro sempre tentando manter a identidade e originalidade de minhas criações. 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?  

Clóvis Rezende: Sou suspeito para citar um trecho pois tenho um carinho especial por cada personagem, mas a conduta de Shiner me agrada muito:

"... O cavaleiro sabia que poderia usar seu status real,  para fazer Sluter falar tudo que ele quisesse, mas Shiner não  gostava da ideia de submissão imposta por cargos reais e  sempre tentava manter amizade com todas as pessoas que  viviam no reino de Araug, talvez por esse mesmo motivo,  ele era o mais respeitado dos cavaleiros reais..."  

Essa honra latente, esse código de nobreza cravado na conduta do cavaleiro real de Araug me agrada muito.

Gosto das pitadas de humor, e da forma como as forças do mal trabalham, para aqueles que trilham o caminho do bem o caminho é sempre longo e tortuoso, mas no final tudo vale a pena.

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário? 

Clóvis Rezende: O livro esta a venda no site da editora Chiadobooks, na Amazon, na Playbooks, e nas melhores livrarias do Brasil e de Portugal, podem ser adquiridos tanto na versão e-book quanto físico. Ainda estou começando minha jornada no caminho literário, mas sigo a cada dia buscando a evolução pessoal para poder produzir melhores trabalhos futuramente. 

Podem acompanhar mais sobre meus trabalhos e andamentos de meus projetos através de meu Instagram @clovis_rez 

E-mail: rezende_clovis@hotmail.com

Deixo também o link do booktrailer do livro "Guerreiros de Araug" para quer quiser conferir:

https://youtu.be/dPrTg9bTQXw

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Clóvis Rezende: Sim, já tenho outra história no forno, trata-se de uma temática bem diferente do "Guerreiros de Araug", e que se tudo correr bem será lançado ate o fim desse ano, estou participando de alguns concursos literários em sua maioria na modalidade contos, e no próximo ano pretendo fazer a continuação da história Guerreiros de Araug.

Perguntas rápidas:

Um livro: Lord of The Rings ( Senhor dos Anéis)

Um (a) autor (a): J.R.R. Tolkien

Um ator ou atriz: Charles Chaplin

Um filme: Interestelar

Um dia especial: Quando minha linda esposa Silvana aceitou trilhar o caminho ao meu lado, e assim formarmos nossa família.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Clóvis Rezende: "O caminho da sabedoria é não ter medo de errar" - Paulo Coelho

Compartilhe:

Participe da antologia (e-book) HISTÓRIAS PARA LER E MORRER DE MEDO - VOLUME V. Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): HISTÓRIAS PARA LER E MORRER DE MEDO - VOLUME V

Ouça o áudio da apresentação da antologia:


REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "HISTÓRIAS PARA LER E MORRER DE MEDO - VOLUME V":

1 - Escrever um poema ou conto de suspense ou terror. Aceitaremos até 2 contos ou 2 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 2 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. Menores de idade irão precisar de autorização dos pais ou responsável, caso o conto ou poema seja aprovado.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 03/04/21 até 01/05/21.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: HISTÓRIAS PARA LER E MORRER DE MEDO - VOLUME V

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 50,00 por conto ou poema. Caso o autor envie 2 poemas ou 2 contos e tenha os dois selecionados, o valor será R$ 100,00. As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o conto ou poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica e revisão, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook, Instagram e Twitter, que somam cerca de 160 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 02/05/21 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 
Sinopse do seu conto (se for poema não precisará de sinopse). Escreva no máximo 10 linhas:


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: HISTÓRIAS PARA LER E MORRER DE MEDO - VOLUME V

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

COMPARTILHE ;)

OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.


Compartilhe:

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Já está disponível o e-book TECENDO POEMAS. Baixe já o seu


FICHA TÉCNICA:

Título: Tecendo Poemas
Organizador: Ademir Pascale
Coautores:  
Alberto dos Anjos Costa - Percepções
Bel Wells - Essencial
Elda Cloe Moussadingou Mubamu (CloX) - Vontade
Lianne Margalho Negrão Carvalho - "Vazio" e "Lentes"
Cristiane de Mesquita Alves - É de fato, um devaneio
Maria de Fátima Moreira Sampaio - "Sinal" e "Arco-íris"
Alaide Dourado - O que teria eu para te dar
Waléria Soares - Escritas de Amor
Francisco Moreira Filho - "Devaneio" e "Encanto"
Angélica Longarito - Amar: verbo intransitivo
Tipo: E-book
Ano: 2021

Para baixar o e-book gratuitamente: CLIQUE AQUI.

COMPARTILHE ;)

OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.

Compartilhe:

Gladston Salles e o livro “Chapeuzinho Azul na cidade maravilhosa”


Gladston Salles – Natural do RJ, escritor, poeta e livre pensador. Membro da União Brasileira de Escritores, da Associação Cultural e Literária Nikkei Bungaku do Brasil e da Associação Portuguesa de Poetas (Lisboa). Acadêmico Correspondente da Academia Brasileira de Poesia e Academia de Letras de Teófilo Otoni/MG. Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri/MG. Livros publicados: “Oferenda” (Litteris Editora/2001), “O Cronista Crônico” (Litteris Editora/2001), “Estrela da Manhã” (Scortecci Editora/2012), “Flores de Plástico e Coração de Pedra” (Scortecci Editora/2012 e “Chapeuzinho Azul na Cidade Maravilhosa” (Scortecci Editora/2021).

ENTREVISTA

Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Gladston Salles: O meu início no meio literário ocorreu em 2001, quando escrevi os livros “Oferenda” (poesia) e o “Cronista Crônico” (crônica), ambos publicados pela Litteris Editora/RJ. Convém ressaltar que comecei a escrever poesias e crônicas na minha adolescência. Acredito que herdei a “veia poética” de meu pai Anísio Baptista Salles, poeta, escritor e jornalista.

Conexão Literatura: Você é autor do livro “Chapeuzinho Azul na cidade maravilhosa”. Poderia comentar?

Gladston Salles: Pela primeira vez escrevi um livro destinado ao público infantojuvenil, e o desafio foi muito grande. O meu propósito foi lançar um enredo inovador dentro da realidade em que vivemos. Procurei inserir no texto conteúdo didático/educativo, e uma mensagem de amor e compaixão, tão necessária nos dias atuais. Ouso em afirmar que a obra também busca sensibilizar os adultos para uma reflexão sobre os valores da ética e os nobres princípios que devem nortear a vida em sociedade. Além disso, no contexto (ou nas entrelinhas, como queiram) percebe-se uma alusão ao sistema político. Escrevi o conto nessa fase de “quarentena” em que procuramos ocupar o tempo, cujas horas se arrastam lenta e pesadamente. 

Conexão Literatura: Como foram as suas pesquisas e quanto tempo levou para concluir seu livro?

Gladston Salles: O livro foi inspirado num miniconto de minha autoria, cujo título é o mesmo. O que me incentivou a transformá-lo em um conto, propriamente dito, foi a boa aceitação dos leitores de minha antiga página literária. A quantidade de leituras e elogios me surpreendeu. Comecei a escrever o livro em abril/2020 (início da “quarentena”), e terminei em julho/2020.

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho que você acha especial em seu livro?

Gladston Salles: “Zé Bedeu foi trabalhar como ajudante de pedreiro. Amarilda arranjou trabalho como empregada doméstica em Copacabana. Quanto a Chapeuzinho Azul, acho que já adivinharam... Isso mesmo: todo dia, bem cedinho, era deixada na creche comunitária. Coisa de cidade grande. Para todo mundo ela sempre diz que quando crescer vai ser médica.”

Conexão Literatura: Como o leitor interessado deverá proceder para adquirir o seu livro e saber um pouco mais sobre você e o seu trabalho literário?

Gladston Salles: Disponível na LIVRARIA ASABEÇA:

https://www.asabeca.com.br/detalhes.php?sid=14012021121230&prod=9175&friurl=_-CHAPEUZINHO-AZUL-NA-CIDADE-MARAVILHOSA--Gladston-Salles-_&kb=441

Conexão Literatura: Existem novos projetos em pauta? 

Gladston Salles: Atualmente estou escrevendo um romance. Em breve, mais um livro será publicado.

Perguntas rápidas:

Um livro: “Poemas dos becos de Goiás e estórias mais”

Um (a) autor (a): Cora Coralina

Um ator ou atriz: Marlon Brando

Um filme: “Doutor Jivago”

Um dia especial: Todos os dias são especiais, e devemos expressar nossa gratidão a Deus.

Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário? 

Gladston Salles: Sou apenas um homem amadurecido pelos anos e desenganos, que sonha sem se iludir e vive sem deixar morrer o sonho. Acredito em Deus, na Verdade e no Bem. 


COMENTÁRIOS DE QUEM LEU "CHAPEUZINHO AZUL NA CIDADE MARAVILHOSA":




Compartilhe:

domingo, 25 de abril de 2021

Livro Contos e Recantos do Brasil

 


Silvestre é um apaixonado pelo que faz e é de suas andanças pelo Brasil, em viagens de pesquisa pela flora brasileira, que o autor colecionou histórias de rodas de conversas dos pampas do Rio Grande do Sul aos confins da Amazônia. Muito conhecido no meio jornalístico, alguns desses causos já foram contados na televisão, outros, em revistas, mas só agora, pela primeira vez, ele reuniu todos neste livro de contos imperdível.

    Contos e Recantos do Brasil é o resultado de um apanhado de relatos inusitados, instigantes que você, muitas vezes, vai ter a impressão de ver um Brasil que nem existe mais. Um Brasil ingênuo, caboclo, ainda não massificado pela televisão, com situações em meio à natureza, tendo como cenários rios, montanhas, praias ou apenas lugarejos bucólicos. É uma delícia acompanhar este aventureiro obstinado em conhecer e contar as histórias de todos os recantos do Brasil.    

Título: Contos e Recantos do Brasil
Preço de capa: R$ 59,90
Formato: 13,5 cm x 20,5 cm
Número de páginas: 216
onde encontrar: nas principais livrarias do País, no site www.europanet.com.br, pela televenda da Editora Europa - (11) 3038-5050
(Grande São Paulo), 0800-8888-508 ou ainda (11) 95186-4134 (whatsApp).

Para saber mais

Compartilhe:

sexta-feira, 23 de abril de 2021

SEÇÃO "LEITORES INDICAM", da Revista Conexão Literatura


PARTICIPE DO PROJETO DE INCENTIVO À LEITURA DA REVISTA CONEXÃO LITERATURA E INDIQUE UM LIVRO:

Tire uma foto com o livro que você está lendo ou que deseja indicar a leitura. Autores também poderão tirar fotos com seus próprios livros. *REGRAS PARA PARTICIPAR:* - Envie uma foto sua com o livro (bem nítida). - No e-mail que mandar a foto anexada, mande no corpo do e-mail o título do livro e autor, mande seu nome e estado onde reside. Diga também que autoriza a publicação da sua foto. - Mande tudo para o e-mail: ademirpascale@gmail.com - aos cuidados de Ademir Pascale
Compartilhe:

ENTREVISTA: Lindamir Salete Casagrande e a série Meninas, Moças e Mulheres que Inspiram, por Cida Simka e Sérgio Simka


Fale-nos sobre você.

Sou Lindamir Salete Casagrande, licenciada em Ciências com habilitação em Matemática, mestra e doutora em Tecnologia e professora de matemática aposentada da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Atualmente sou professora voluntária atuando no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade (PPGTE) da UTFPR. 

Sou a filha caçula de uma família de oito irmãos, que tirava seu sustento das atividades na roça (como era boa aquela época). Iniciei minha escolarização em uma escola multisseriada no interior do Paraná e, quando estava na 6ª série, minha mãe disse que eu não estudaria mais, pois, já sabia o suficiente para uma mulher (esse era um pensamento frequente na época). Mas eu amava estudar e via na continuidade dos estudos a única forma de mudar meu futuro. Fugi de casa para ir até a escola e fazer a matrícula e assim consegui dar continuidade a minha trajetória escolar e não parei até hoje.

Sempre gostei de matemática e consegui realizar meu sonho de ser professora de matemática. Confesso que não gostava de escrever, até acreditava que não sabia escrever. Também não era muita adepta da leitura e entendo que isso era reflexo do pouco estímulo à leitura que me foi oferecido tanto na infância quanto no ensino fundamental e médio. 

Com o tempo, desenvolvi o prazer da leitura e o hábito e desejo de escrever. Durante o mestrado me aproximei do estudo de história de mulheres e comecei a escrever sobre. Inicialmente como artigos científicos, publicados em revistas da área. Com a aposentadoria surgiu um questionamento sobre o que fazer agora? Não tinha mais aulas para dar nem o contato com meus estudantes. Bateu um vazio, uma insegurança, um medo. 

Então resolvi me dedicar ainda mais a pesquisar sobre as trajetórias de mulheres que marcaram a humanidade por suas ações, descobertas, invenções, pioneirismo, força e luta. Comecei a escrever essas histórias em uma linguagem acessível às crianças e adolescentes e que têm agradado também aos adultos. Assim estou me descobrindo uma escritora ou como gosto de nominar, contadora de histórias.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre a coleção. O que a motivou a escrevê-la?

Ao longo da história, muitas mulheres foram invisibilizadas, silenciadas, ocultadas, tiveram suas produções, invenções e criações usurpadas por homens com os quais conviviam. Mesmo as que conseguiram assinar seus feitos tiveram pouco registro e divulgação resultando na falta de conhecimento e reconhecimento de suas trajetórias e contribuições.

A série Meninas Moças e Mulheres que Inspiram foi pensada para resgatar e levar as histórias de mulheres para o público infantojuvenil para torná-las cada vez mais conhecidas e sirvam de inspiração para as crianças, de modo especial às meninas. A ideia é intercalar a história de uma mulher estrangeira com outra brasileira para dar visibilidade às nossas conterrâneas que muito contribuíram para o desenvolvimento de nosso país e do mundo. Outra condição é que todos os livros sejam ilustrados por mulheres de diversas idades, origens etnicorraciais, localizações geográficas e perfis criativos. Este objetivo está sendo alcançado quando observamos as características das quatro ilustradoras que me ajudaram a constar as histórias já publicadas. Esta diversidade oferece traço único para cada livro ao considerar que as ilustradoras contam a história por meio dos desenhos, da imagem imprimindo nelas sua forma de ler o texto e oferecendo aos leitores e leitoras uma outra forma de ler os livros. Assegurar que as ilustrações sejam feitas por mulheres é uma forma de dar visibilidade e espaço para as artistas brasileiras, garantindo e construindo um espaço para divulgar seus trabalhos, sua arte, sua criatividade. 

As mulheres selecionadas para terem suas vidas contadas nos livros da série são de diversas origens, formações e época histórica em que viveram. Optei por contar as histórias desde a infância até a morte (quando já ocorreu) para evidenciar que aquela mulher um dia foi criança, gostou de coisas comuns, frequentou escola, enfim, é foi/é pessoa como outra qualquer, mas que decidiu que suas ações seriam destinadas a mudar o mundo. Nos livros destaco os fatos mais marcantes nas vidas delas e tenho ciência que muitas coisas ficaram de fora.

Iniciamos a série com o livro Marie Curie: uma história de amor à ciência que foi lindamente ilustrado por Vanessa Martinelli. Marie Curie foi a maior cientista que o mundo conheceu. Enfrentou muitos obstáculos e preconceitos por ser mulher e, mesmo assim, conseguiu se inserir e se manter no meio científico. É a única pessoa a receber dois prêmios Nobel em duas áreas científicas diferentes. É dona de uma história que merece ser contada, lida e divulgada.

Para o segundo livro era a hora de escolher uma mulher brasileira e optei por contar a história de Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista que nasceu em Forquilhinha – SC, porém viveu desde os 10 anos em Curitiba. Sob o título Zilda Arns: a tipsi que amava as crianças, o livro foi lançado no dia das mulheres (08 de março) do ano de 2020 com a delicada e rica ilustração de Lucy Ana Soares Camelo Casagrande que fez sua estreia como ilustradora neste livro. Zilda foi uma mulher forte que aliou a fé religiosa ao conhecimento científico. Ao criar a Pastoral da Criança salvou milhões de vidas mundo afora. Esta instituição, embora vinculada à Igreja Católica, acolhe as famílias sem perguntar qual sua crença religiosa, tem por objetivo salvar vidas. Zilda levou o nome do Brasil mundo afora e espalhou amor por onde andou. Morreu fazendo o que mais amava, disseminando amor, conhecimento e fé.

Em setembro de 2020 foi a vez de lançar o terceiro livro da série no qual resgato a história de Hipátia de Alexandria, a primeira mulher a ser reconhecida  mundialmente como matemática. Por ter vivido nos séculos IV e V d.C. as informações sobre Hipátia são muito raras a ponto de alguns historiadores questionarem a sua existência. Entretanto, considerando que a história das mulheres é ocultada, negada, invisibilizada, é impensável que tenha sido criada uma mulher fictícia com tanta capacidade e conhecimento. Este fato levou ao título do livro que é Hipátia de Alexandria: a matemática, astrônoma e filósofa lendária e que recebeu uma ilustração delicada e impactante de Andrea Martau. Hipátia foi uma mulher que colocou seu amor ao conhecimento no centro de sua vida e acabou sendo cruelmente assassinada por essa causa. 

Dando sequência à série, era a vez de selecionar mais uma brasileira para compor o grupo de mulheres cujas histórias seriam contadas para o público infantojuvenil. A escolhida da vez foi Enedina Marques. Mas quem foi Enedina? Mulher negra, oriunda de família pobre que nasceu no início do século XX em Curitiba, capital do Paraná e viu nos estudos a forma de mudar sua vida. Enedina sonhou ser engenheira e se tornou a primeira mulher negra a concluir este curso no Brasil. Foi ainda a primeira mulher a se tornar engenheira na região sul e a sexta do Brasil. Cursou engenharia na Universidade Federal do Paraná numa época em que este espaço não era pensado e visto como adequado às mulheres, menos ainda a mulheres pretas. Mas Enedina sonhou, ousou, lutou, enfrentou muito preconceito e conseguiu se tornar uma engenheira respeitada e reconhecida por sua capacidade, conhecimento e representatividade. Entretanto, sua história é pouco conhecida pela sociedade em geral e merece chegar até as crianças, pois é uma inegável fonte de inspiração, de modo especial, às crianças negras.

O livro recebeu o título Enedina Marques: mulher negra pioneira na engenharia brasileira, foi lindamente ilustrado por Lhaiza Morena e foi lançado no dia 06 de março de 2021, no evento em comemoração ao dia das mulheres da editora Inverso ocorrido de forma on-line.

Alguns fatos interessantes estão ocorrendo com relação à série. O primeiro é que embora os livros tenham como público-alvo crianças e adolescentes, os adultos estão amando as histórias. Aparentemente seriam livros mais atraentes às meninas, porém tenho recebido retornos maravilhosos do quanto os meninos estão gostando de conhecer essas mulheres fantásticas. Seguidamente recebo indicações de outras mulheres que as pessoas gostariam de ver suas histórias contadas para o público infantojuvenil dentro da série. Algumas artistas se apresentam como possíveis ilustradoras para os próximos livros. Enfim, há uma movimentação em torno da série e expectativa sobre a próxima história a ganhar uma versão escrita por mim e ilustrada por uma mulher brasileira.

No livro Ervilhas tortas, que não pertence a esta série, revisito minha memória e relato alguns episódios de minha infância na roça. Os textos que são escritos com humor simplicidade mostram uma realidade desconhecida da maioria das pessoas e, talvez, inimaginável para as crianças da atualidade.

Como analisa a questão da leitura no país?

A leitura é fundamental para desenvolver a criatividade e a imaginação das crianças. Proporciona que se viaje para universos imaginários, lúdicos, fantásticos. Por isso é importante que se estimule cada vez mais e mais cedo que as crianças desenvolvam o hábito da leitura. Eu sou uma mulher que, quando criança, não desenvolveu o hábito da leitura fazendo isso depois de adulta. Sendo assim, falo por experiência própria da importância de que haja o estímulo à leitura desde a mais tenra idade. Entretanto, acredito que, devido a fatores culturais, as condições financeiras e sociais, a realidade familiar, dentre outros fatores, isso ocorre pouco. A população brasileira precisa ler mais. Acredito que é importante criar projetos que estimulem a leitura da população em geral e, de modo especial, das crianças e adolescentes. A leitura oportuniza a possibilidade de sonhar e sonhar é o primeiro passo para realizar.

O que tem lido ultimamente?

Devido a minha atuação no meio acadêmico como professora de mestrado e doutorado tenho que realizar muitas leituras de temas acadêmicos, de modo especial, livros e artigos com a temática de gênero, área na qual desenvolvo minhas pesquisas. Gosto muito destas leituras e elas me ajudam a ver o mundo com um olhar mais humano e democrático. Motivada pela série que estou produzindo, e pelo amor que tenho pela história das mulheres busco por livros que apresentam histórias de mulheres nas mais diversas áreas profissionais, com variadas formas de escrita e organização. Essa leitura é importante para buscar inspiração e conhecer mais mulheres inspiradoras, porém cria um problema, pois só vai aumentando cada vez mais a lista de histórias que quero contar e sei que não dou conta. A lista só cresce. 

Para descontração e lazer, tenho lido biografias de mulheres e literatura africana. Busco fugir da produção estadunidense e europeia me permitindo conhecer autoras e autores de países periféricos por acreditar que temos muito a aprender com a literatura produzida nestes países. 

E para não dizer que não falei dos clássicos, acabo de ler O pequeno príncipe. Essa era uma dívida que eu tinha e agora está paga. Tem outros na fila de espera.

Uma pergunta que não fizemos e que gostaria de responder.

Tenho o sonho de levar os livros da série para as escolas do ensino fundamental. Tenho o projeto de desenvolver ações junto às escolas e às professoras e professores para fazer a leitura comentada, bem como, atividades baseadas nas histórias contadas nestes livros, porém, devido à pandemia não foi possível colocá-lo em prática. Espero que consigamos sair desse caos que nos encontramos para aplicar o projeto e ver as reações das crianças ao conhecer essas histórias. A pesquisadora que me tornei não me abandona. Estou sempre alerta, analisando, estudando, pesquisando.

Site da editora: https://www.editorainverso.com.br

CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020) e Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020) e O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro infantojuvenil se denomina Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021).

Compartilhe:

Super-homem vs Apocalypse; a revanche


Na década de 1990 até o Super-homem, o mais antigo super-herói, precisava ser descolado. E o que significava ser descolado? Simples: roupas estranhas, anatomia duvidosa, cabelos compridos e roteiros sem muito sentido.

Ótimo exemplo desse Homem de aço descolado é a minissérie “Super-homem vs Apocalipse - a revanche” publicada pela editora Abril no ano de 1995.

A história, escrita e desenhada por Dan Jurgens, contava como o herói conseguiu finalmente derrotar o vilão responsável pela sua morte. Sim, amigos, ele tinha morrido, assim como o vilão, mas naquela época ninguém permanecia morto por muito tempo nos quadrinhos.

Com os dois – herói e vilão – de volta à vida, Superman passa a caçar seu oponente. Nisso, Apocalypse chega a Apokolips, o mundo governado por Darkside e quase mata o principal vilão da DC.

Á certa altura um personagem estrategimente escolhido para servir de muleta narrativa mostra para o Superman a origem de Apocalypse: ele foi criado artificialmente para ser invencível. Quer criar alguém invencível? A receita é simples: crie um bebê e jogue-o no meio de monstros. Depois recolha o que sobrar e crie outro bebê que será jogado no meio de monstros, e assim infinitamente, até que o bebê “evolua” para matar os monstros. Darwin deve estar tendo um ataque cardíaco lá no céu dos cientistas. Se essa origem já não fosse maluca o bastante, Dan Jurgens ainda dá um jeito de ligá-la ao superman: o planeta repleto de monstros no qual a criança apocalipse foi criada era nada mais nada menos que.... advinhem... Kripton!!!! Parabéns, Dan Jurgens, exceto pelo fato de que isso simplesmente vai contra toda as outras representações de Kripton já publicadas.

E o meio do caminho, para vencer o monstro, o homem de aço é equipado com uma roupa que parece ter saído diretamente de algum designer da Image Comics, com direito a ponchetes na perna e capa armada para cima, além de um cinto cruzando o peito. Detalhe: nada disso serve para absolutamente nada durante a história.

Além disso, o desenho de Jurgens imita John Byrne sem nunca acançá-lo e sofre do mal dos músculos que não existem (minha filha, que está estudando anatomia na faculdade, ficou indignada ao ver a revista).

No final, essa minissérie acabou se tornando célebre por uma razão que tinha pouco a ver com seu conteúdo: foi uma das tentativas da Abril de lançar capas diferenciadas. A capa do número 1 era platinada e chamava atenção nas bancas. Tanto que dos três volumes dessa série, apenas o primeiro, com essa capa diferenciada, é raro de encontrar em sebos a preços. Os outros dois você acha fácil com preços que vão de 2 a 3 reais.    

Compartilhe:

Baixe a Revista (Clique Sobre a Capa)

baixar

E-mail: ademirpascale@gmail.com

>> Para Divulgação Literária: Clique aqui

Curta Nossa Fanpage

Siga Conexão Literatura Nas Redes Sociais:

Receba nossas novidades por e-mail (você receberá um email. Basta confirmar ):

Posts mais acessados da semana

Anuncie e Divulgue Conosco

CLUBE DO LIVRO UNIÃO

LIVRO: O CLUBE DE LEITURA DE EDGAR ALLAN POE

LIVRO DESTAQUE

FUTURO! - ROBERTO FIORI

SROMERO PUBLISHER

Leitores que passaram por aqui

Labels