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segunda-feira, 9 de maio de 2022

[Resenha] História da Imprensa no Brasil - Editora Contexto


Título: História da Imprensa no Brasil

Autores: Ana Luiza Martins

Editora: Contexto

Páginas: 305

Ano Lançamento: 2008

Sinopse:

Qual a relação do cidadão com a imprensa? Qual seu papel ao longo da história? Este livro mostra como a imprensa começou no Brasil em 1808 e como vem atuando duplamente - tanto como observadora quanto como protagonista da nossa história. Os primeiros impressos, a relação com os poderosos, a tecnologia alterando a forma de comunicação; as grandes empresas, a imprensa alternativa, o passado e o futuro da imprensa. Tudo isso é retratado de forma analítica em capítulos contextualizados e recheados de informações.

Impressões:

O jornalismo está presente em nossas vidas de forma direta e indireta, faz parte do nosso cotidiano e molda perfeitamente nosso modo de pensar e transmitir opiniões para diversos públicos e leitores.
No livro, "História da Imprensa No Brasil" a Editora Contexto traz uma obra completa sobre o assunto, trazendo os primórdios do jornalismo escrito no Brasil, sendo na época do império até os dias atuais. E sua relevância para moldar o nosso país.

As autoras propuseram expor seus pontos de vistas analisando de forma meticulosa e ao mesmo tempo crítica nas transformações do jornal através dos tempos, passando por inúmeras fases e caminhos tortuosos. Um exemplo: período da ditadura. Sendo fundamental o papel do jornalista levar em primeira mão os assuntos mais relevantes da época.

Editora Contexto mais uma vez trazendo para os leitores um excelente livro, dessa vez abrangendo tudo a respeito do jornalismo brasileiro; obra completa para os estudantes de jornalismo e leitores que tenham curiosidade de se aprofundar nesse assunto e tema.

Edição com um trabalho gráfico impecável, fontes com um tamanho adequado para leitura e bons espaçamentos. Ponto positivo.

Um dos pontos fortes da obra, é mostrar o futuro do jornalismo no Brasil, com o avanço cada vez mais intenso e presente da tecnologia em nossas vidas, fazendo as notícias chegarem em questão de segundos para os leitores.

Vale a pena? Com toda certeza! Uma leitura rica e histórica, levando o leitor para conhecer toda evolução e transformação do país através dos principais jornais e aqueles que fizeram toda diferença para levar notícia em inúmeras situações e riscos.



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sexta-feira, 6 de maio de 2022

ENTREVISTA COM ESCRITOR: Márcia Fusaro e o livro Paixões alegres, encontros felizes com Ana Haddad, por Cida Simka e Sérgio Simka

Márcia Fusaro - Foto divulgação

Fale-nos sobre você.

Sou doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pós-doutoramento em Artes pela UNESP. Mestra em História da Ciência pela PUC-SP. Graduei-me em Letras, Tradução e Interpretação (inglês-português) pela UNIBERO. Atualmente, sou professora e pesquisadora dos Programas de Pós-Graduação em Educação e da graduação da Universidade Nove de Julho.

ENTREVISTA:

Fale-nos sobre o livro. O que motivou a escrevê-lo?

O livro em homenagem à Ana Haddad nasceu de um desejo de muito tempo. Nossa amizade é de quase vinte e cinco anos, desde a época em que me tornei sua primeira orientanda de mestrado. A fagulha sobre o livro foi reavivada por um comentário do poeta Marco Lucchesi, imortal da Academia Brasileira de Letras. Na primeira vez em que nos visitou na Universidade Nove de Julho, onde proferiu uma inesquecível palestra a convite da Ana, pôde testemunhar o carinho e admiração dos alunos por ela. A certa altura, virou-se para mim, sorridente: “Que bonito isso! Ana e seu trabalho como educadora mereciam uma homenagem”. Aquele comentário permaneceu comigo, reforçando meu desejo anterior, até que as circunstâncias se mostrassem oportunas, anos depois, para eu conseguir organizar o livro. Trata-se de uma coletânea de ensaios escritos por ex-orientandas e ex-orientandos da Ana: Catarina Fischer, Karla Brandão, Nádia Lauriti, Ninil Gonçalves, Fábio Espadaro, Shirlei Tarzia e Silvana Gondim, além de mim. O título remete aos afetos à luz de Spinoza, em sua magnífica Ética, livro e autor dentre os preferidos da Ana. Os ensaios são declarações de amor. Respeito. Admiração por essa incrível amiga e educadora que é Ana Haddad. Como preâmbulo, uma seleção de poemas do paquistanês Mohammed Iqbal, em tradução assinada por Marco Lucchesi que, de certa forma, foi um iluminador do processo.

Fale-nos sobre seus outros livros.

As interfaces do conhecimento sempre me fascinaram. Aliás, foi esse o motivo principal de minha formação de percursos não lineares, iniciada, sobretudo, a partir do amplo universo de leituras que passei a frequentar depois de conhecer Ana Haddad. Por isso, os livros que tenho publicado sempre, de alguma forma, têm apresentado interfaces transdisciplinares mesmo quando há um tema predominante. Nos últimos anos, o tema predominante tem sido a Educação em diálogos com Semiótica, Literatura, Artes, Filosofia, Ciências e Tecnologia. Mas é preciso explicar que não se trata de uma arrogância, evidentemente ingênua, de querer “dominar” várias áreas do conhecimento. A meu ver, tal amplitude de abordagens nasce como consequência da minha grande paixão pela leitura. Leitura esta que estendo a inúmeras áreas e vários sentidos. Como formadora de professores, uma das preocupações que tenho trazido à baila em minhas publicações, e outras atuações acadêmicas, é não somente a importância da leitura (disso já sabemos), mas também a ampliação desse conceito. Creio ser fundamental na formação de professores, bem como na área da Educação em geral, considerarmos o conceito de leitura não apenas relacionado ao texto, mas também à leitura das imagens, sejam elas estáticas ou em movimento. É preciso alfabetizar(-se) não somente para a leitura e a escrita, mas também para a imagem. Sobretudo em tempos de fake news, deep fake e afins.

Como analisa a questão da leitura no país?

Conforme mencionei anteriormente, já se sabe que a leitura é importante. Isso costuma ser lembrado por diferentes pessoas em diferentes contextos, incluindo, claro, muitos da Educação. No entanto, às vezes soa mais como um discurso que se quer mostrar bonito e aceito do que propriamente uma ação ou prática efetiva. Ainda há muito a avançarmos em termos de formação de leitores, incluindo-se até mesmo a área da Educação e, em especial, a da formação de professores. A leitura profunda, reflexiva, é um exercício constante que requer dedicação e atualização. Costumo comparar à meditação, à qual também me dedico há muitos anos. Algumas pessoas dizem não ter tempo nem paciência para meditar. Às vezes, ouço o mesmo em relação à leitura. Só que vejo a leitura e a meditação como práticas para um exercício de liberdade interior. Portanto, praticá-las com a devida dedicação requer, sobretudo, uma necessidade interna. Um desejo íntimo de libertação. Mas é preciso também que se diga que os problemas relacionados à leitura não são exclusividade do Brasil. Gosto de citar, como exemplo, a pesquisa profunda, de toda uma vida, da antropóloga francesa Michèle Petit, com vários livros sobre o tema publicados no Brasil. Ela nos mostra como os problemas relacionados à leitura ocorrem em vários lugares do mundo, inclusive na França, para surpresa de muitos.

O que tem lido ultimamente?

Sou uma leitora inquieta. Aliás, um mito que costumo quebrar com meus alunos é o do leitor bem-comportado, que começa a ler um livro e só começa outro quando termina, obedientemente, o anterior. Isso não é regra. Não há uma lei ou mandamento que obrigue a se ler assim. As escolhas e o ritmo da leitura são dados pelos diferentes contextos que nos perpassam. O exercício da leitura, para se tornar prazeroso, também requer um grau de liberdade. Recentemente, me interessei pelos títulos de Elena Ferrante, pseudônimo dessa misteriosa escritora italiana que não quer aparecer na mídia mesmo vivendo na era das selfies e das redes sociais. Li Frantumaglia, aliás por indicação da Ana Haddad, e fui logo frequentando outros títulos dessa talentosa escritora: Um amor incômodo; A filha perdida; A quadrilogia napolitana... (outros dela já estão aguardando na minha pilha de livros futuros). Enquanto os lia, nesses exercícios de idas e vindas que são o prazer da leitura para mim, fui frequentando outros títulos em paralelo, conforme os contextos do cotidiano me foram conduzindo a eles e por eles. Diário Confessional, de Oswald de Andrade. A planta do mundo, do talentoso ensaísta e neurobiólogo italiano Stefano Mancuso (já estou com outros dois títulos dele aqui na minha pilha de livros a serem lidos futuramente). Art and Cosmotechnics, do filósofo chinês Yuk Hui, heideggeriano que apresenta diálogos profundos entre arte e tecnologia pelos filtros ocidental e oriental. Reli O Sofista, de Platão, para abordar o conceito de “simulacro” como parte da minha disciplina de pós-graduação sobre artes e tecnologias aplicadas à educação. O ensaio como tese, de Victor Gabriel Rodríguez, mestre e doutor em Direito pela USP, além de talentoso ensaísta. Este livro é altamente recomendável àqueles que, como eu, andam incomodados diante da falta de criatividade estilística na produção de certos textos acadêmicos. Encaixotando minha biblioteca, de Alberto Manguel, que dispensa apresentação aos amantes da leitura. O belíssimo Biografia do Silêncio: breve ensaio sobre meditação, do padre espanhol e discípulo zen Pablo d´Ors, são alguns dos títulos que li recentemente.

Por que se manter otimista, apesar de tudo?

Em contraste às minhas respostas anteriores, talvez longas demais, esta será breve e de arremate: porque, conforme já nos alertava Sartre, estamos condenados à liberdade.

No link abaixo, uma entrevista com a profa. Ana Maria Haddad Baptista:

http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2021/06/entrevista-ana-maria-haddad-baptista.html

No link abaixo, uma entrevista com o escritor Marco Lucchesi:

http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/2021/05/exclusivo-marco-lucchesi-presidente-da.html


CIDA SIMKA

É licenciada em Letras pelas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP). Autora, dentre outros, dos livros O enigma da velha casa (Editora Uirapuru, 2016), Prática de escrita: atividades para pensar e escrever (Wak Editora, 2019), O enigma da biblioteca (Editora Verlidelas, 2020), Horror na biblioteca (Editora Verlidelas, 2021) e O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021). Organizadora dos livros Uma noite no castelo (Editora Selo Jovem, 2019), Contos para um mundo melhor (Editora Xeque-Matte, 2019), Aquela casa (Editora Verlidelas, 2020), Um fantasma ronda o campus (Editora Verlidelas, 2020), O medo que nos envolve (Editora Verlidelas, 2021) e Queimem as bruxas: contos sobre intolerância (Editora Verlidelas, 2021). Colunista da revista Conexão Literatura.

SÉRGIO SIMKA

É professor universitário desde 1999. Autor de mais de seis dezenas de livros publicados nas áreas de gramática, literatura, produção textual, literatura infantil e infantojuvenil. Idealizou, com Cida Simka, a série Mistério, publicada pela editora Uirapuru. Colunista da revista Conexão Literatura. Seu mais recente trabalho acadêmico se intitula Pedagogia do encantamento: por um ensino eficaz de escrita (Editora Mercado de Letras, 2020) e seu mais novo livro juvenil se denomina O quarto número 2 (Editora Uirapuru, 2021).

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Verdades que ninguém te conta: a importância de falar sobre a maternidade real


Livro recém-lançado pela Editora MOL em parceria com a Tip Top reúne relatos de mulheres sobre os desafios reais que chegam com a vida de mãe, como as mudanças no corpo e os julgamentos externos

Tornar-se mãe é uma experiência transformadora. Envolve inúmeras dúvidas e inseguranças, mas quando o tema é abordado, esses desafios costumam ser ignorados. Ainda se fala muito sobre as delícias e nem tanto sobre as dores da maternidade. As mulheres se sentem cobradas a viver um conto de fadas, a alcançar uma performance irreal em que dão conta de tudo como super-heroínas. “Esse papel inalcançável no qual muitas mulheres se fantasiam é alimentado por crenças enraizadas na sociedade. É muito necessário que a gente humanize a pessoa por trás desse papel”, explica a psicóloga perinatal e parental Nicole Cristino. 

“Questionam nosso tipo de parto, se vamos nos dedicar integralmente à maternidade, se vamos abrir mão da carreira. Aí o bebê nasce, e, com ele, uma nova leva de julgamentos e opiniões: se vamos ou não amamentar, até que idade isso vai acontecer”, desabafa a gerente de marketing Monica Rentroia. Os relatos dela e de outras mães estão reunidos no livro ‘Verdades que ninguém te conta’, recém-lançado pela Editora MOL em parceria com a rede de franquias de moda infantil Tip Top, que desde o último ano está preparando o lançamento, com muito cuidado e preocupação real pelo tema. 

Jornada de mãe

A publicação aborda temas como o mito de que a amamentação é algo instintivo, o autocuidado, a rede de apoio, mudanças no corpo e a idealização dos filhos. Cada história é acompanhada da contribuição de uma psicóloga ou pediatra com o objetivo de ampliar o debate para que mulheres que acabaram de virar mães ou que estão em busca disso possam viver essa etapa da melhor forma possível.

“O livro também é para quem quer ouvir o que as mães têm a dizer. Como editora especializada em impacto social, a MOL acredita que a construção de um mundo melhor passa pela empatia com dilemas do nosso dia a dia, como a saúde mental materna”, afirma a cofundadora da Editora MOL, Roberta Faria.  

‘Verdades que ninguém te conta’ será vendido nas lojas franqueadas da Tip Tip e parte do valor de venda será revertido para a ONG Gerando Falcões, ecossistema de desenvolvimento social que mostra ser possível transformar a vida de crianças, jovens, líderes e moradores das favelas, e para a Unibes, que desenvolve a autonomia de pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio de apoio à educação, capacitação profissional e cultura. O potencial de doação com a venda de 20 mil exemplares é de R$ 54.717,60. 

“Estamos muito felizes com mais este lançamento. Este projeto é para nós de extrema importância pois tem como objetivo impactar positivamente nossa sociedade em parceria com duas instituições muito sérias e que fazem a diferença em nosso país. Esta é uma pequena forma de contribuir para a amenizar as injustiças e desigualdades sociais. Além disso, todo o conteúdo, ilustrações e histórias são lindas e emocionantes, muito pertinentes ao que a marca acredita. É um livro feito com o coração, de mãe pra mãe", Dani Boll, head de marketing da Tip Top.

Mães precisam de cuidado

Os relatos contidos em ‘Verdades que ninguém te conta’ também levantam a discussão sobre a saúde mental materna e a necessidade de um olhar empático para as mães, como avalia Nicole Cristino. “A gente precisa rever todos os nossos códigos sociais e pensar que, no primeiro momento, as atenções devem ser diretamente para a cuidadora principal, principalmente para a mãe que está amamentando. Normalmente, a ação é visitar o bebê e deixar a mãe invisibilizada. As famílias precisam cuidar da mãe e se importar com ela. Isso vai ser promotor de saúde mental materna”.

Mudanças no corpo, naturais durante o período de gestação e no pós-parto, é outro tópico presente no livro. “Eu via outras mães felizes com o barrigão, mas testemunhar meu corpo mudando não era lindo para mim. Se por um lado eu estava feliz por estar gestando um sonho, por outro, me sentia muito afetada com essas mudanças físicas”,  conta a gerente de finanças Thays Low, mãe de Noah, de 1 ano. 

A aceitação do próprio corpo é um desafio para muitas mulheres e é uma realidade diferente da que se vê entre celebridades. “Esse é um lugar muito sensível que foi construído sobre o corpo feminino. É difícil para as mães lidarem com essas mudanças, mas a gente trabalha para ajudá-las a naturalizar isso que é da ordem do biológico, lembrá-las que a reprodução deixa marcas no corpo e que o problema não são elas, mas a cultura que foi construída sobre o corpo feminino!”, finaliza Thays.

Ficha Técnica:

Título: Verdades que ninguém te conta
64 páginas
Tiragem: 20 mil exemplares
Lançamento: disponível nas lojas a partir de 04/05
Preço: R$ 16,90 

Sobre a Editora MOL

A MOL é a maior editora de impacto social do mundo. Fundada em 2007, ela produz livros, revistas, calendários, jogos, álbuns de figurinhas e outros produtos editoriais vendidos em grandes redes varejistas a preços acessíveis, sempre com renda revertida para causas. Os produtos da MOL já doaram mais de R$ 48 milhões para mais de 150 ONGs. Os cofundadores da empresa, Roberta Faria e Rodrigo Pipponzi, são empreendedores sociais reconhecidos nacionalmente pelo Prêmio Empreendedor Social da Folha de São Paulo e internacionalmente pela Fundação Schwab, braço social do Fórum Econômico Mundial. Saiba mais em www.editoramol.com.br 

Sobre a Tip Top

Há 70 anos no mercado e com cerca de 140 lojas espalhadas por todo o Brasil, a Tip Top traz para as suas coleções uma mistura entre as tendências de moda e conforto que reforçam a qualidade dos seus produtos e torna a marca reconhecida no mercado de roupas infantis, principalmente no segmento bebê. Com uma linha completa de roupas e acessórios, criada de acordo com cada estação do ano, a Tip Top busca traduzir toda a diversão e colorido que as nossas crianças gostam e merecem. Saiba mais em www.tiptop.com.br

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Homem-aranha e X-men na terra selvagem

 



Para inaugurar a revista Marvel Fanfare, em 1982 a casa das ideias escalou Chris Claremont, a grande estrela da editora. Junto com John Byrne ele havia transformado os X-men, um título de segundo escalão, em campeão absoluto de vendas. Para a aventura de estreia da nova revista, Claremont bolou uma trama grandiosa, unindo o Homem-aranha, os X-men e Kazar. Essa história foi publicada no Brasil em Mavel especial 6, uma revista tão valorizada que me foi roubada duas vezes (foi a partir desse primeiro roubo que comecei a assinar meus exemplares – eu levei para a escola, um amigo roubou, assinou e no dia seguinte apareceu dizendo que tinha comprado).

Na história, Tania Andersen, namorada de Karl Lykos, consegue convencer o Anjo a ir para a terra selvagem procurar por seu amado. Peter Parker vai na expedição como enviado do Clarin (impressionante a disponibilidade de JJ Jameson para pagar viagens internacionais para seus funcionários!). Lá eles se deparam com o vilão Imago e seus comparsas, que usam um aparelho para reverter evolutivamente os prisioneiros. No processo, para salvar sua namorada e os outros, Lykos acaba se transformando no vilão Sauron, um pterodátilo inteligente. Na segunda parte da história, os X-men enfrentam Sauron com a ajuda de Kazar.

Uma das curiosidades dessa história é que ela foi desenhada por três artistas e tudo muda de um capítulo para o outro, inclusive o ritmo narrativo. Como na Marvel os desenhistas têm mais liberdade para estabelecer a narrativa visual, o texto de Claremont vai se adaptando a cada caso.

A grande estrela dessa edição é Michael Golden, com sua diagramação inovadora e seu traço detalhista – é também quem mais perde com o formatinho. Algumas sequências, como a splash page de Kazar enfrentando o tiranossauro, são um verdadeiro espetáculo visual.

A entrada de Dave Cockrum na segunda parte parece um retrocesso diante do verdadeiro espetáculo nos capítulos desenhados por Golden. Cocrkum tinha um traço mais funcional e, curiosamente, isso de alguma forma fazia com que Claremont soltasse mais o seu lado noveleiro, enchendo os balões de pensamento dos personagens, mas sem comprometer a história (futuramente Claremont transformaria essa característica num verdadeiro defeito).

A última parte é desenhada por Paul Smith com arte-final de Terry Austin e é uma volta ao deslumbre visual. A dupla se esmera especialmente ao desenhar Ororo, provavelmente para alegria de Claremont, que adorava a personagem.

No final, essa aventura na Terra selvagem é um daqueles crossover inesquecíveis, numa época em que crossover era algo extremamente raro.

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quinta-feira, 5 de maio de 2022

Novo romance de Marcela Dantés é lançado pela Autêntica Contemporânea

 


João Maria Matilde, obra resultado de residência literária em Portugal, será publicada em maio; livro é o quarto lançamento do novo selo do Grupo

“– Procuro Matilde, a filha do João Maria.

Sim, Matilde sou eu, mas filha de quem? Eu não entendo o que esse homem está me dizendo, ele fala rápido, e é estranho, a minha língua que não é a mesma. [...] Ele me pede um endereço de e-mail, e essa agora sou eu: alerta, estática, quase catatônica, sentada à frente do computador, atualizando a tela inicial a cada cinco ou seis segundos. Quando a mensagem chega, ela diz a mesma coisa, que procuravam a filha do João Maria e eu ainda não sabia que era eu.” 

IMAGENS EM ALTA RESOLUÇÃO: Marcela Dantés – crédito Rafael Motta  +  João Maria Matilde – crédito Estúdio Tertúlia

É com um telefonema que a escritora mineira Marcela Dantés, finalista dos Prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura 2021, abre seu novo romance, João Maria Matilde, lançamento da Autêntica Contemporânea. Resultado da residência literária em Portugal, no FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos) de 2016, o livro é uma das quatro obras selecionadas para inaugurar o selo, que vai se dedicar a autores contemporâneos de ficção nacionais e estrangeiros, com especial atenção aos latino-americanos. 

João Maria Matilde estará disponível para venda exclusiva na Livraria Dois Pontos entre os dias 1 e 10 de maio. A partir de 11 de maio, poderá ser adquirido em livrarias e e-commerces de todo o país. O primeiro lançamento presencial acontecerá em Belo Horizonte, cidade natal da autora, em 4 de junho, às 11h, na Livraria da Rua (R. Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte/MG). 

A HISTÓRIA

João Maria Matilde conta a história de Matilde, uma mulher forte e independente que pensava ser filha de pai desconhecido e, perto dos quarenta anos, recebe um telefonema que desorganiza sua vida. O português João Maria é seu pai, já está morto e deixou um testamento, a ser lido com data e hora marcada em uma pequena vila além-mar. 

Deixando no Brasil o namorado, Abel, e Beatriz, a mãe, que sofre com um Alzheimer precoce, a protagonista, já em Portugal à espera da leitura do testamento, faz um mergulho tão inesperado quanto solitário em seu passado desconhecido. Psicologicamente fragilizada, Matilde se vê obrigada a enfrentar seus maiores medos, síndrome do pânico e alguns delírios que insistem em aparecer quando ela mais precisa de lucidez. Na busca por suas origens, é na terra do pai que ela encontra uma versão surpreendente, emocionante e transformadora de si mesma e de sua história.

A batalha interna da protagonista é um dos pontos que a escritora destaca na obra. O outro é o espaço, que funciona quase como um personagem devido à sua importância na narrativa. “Matilde entra em uma cidade com pouquíssimos habitantes, que tem uma muralha à sua volta. Isso tem um impacto na mente dela, de estar ‘aprisionada’. À medida em que ela deixa a muralha, ela faz descobertas. A cidade é uma metáfora para o que ela está passando”, explica a autora.


A ORIGEM

João Maria Matilde nasce da residência literária que Marcela fez em Portugal, em 2016. A escritora passou três meses na cidade de Óbidos, como parte do programa do FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos), a convite do escritor José Eduardo Agualusa, curador daquela edição. “Quando eu cheguei lá, ainda não sabia o que ia escrever, mas a ideia apareceu muito cedo. Tive um modelo de trabalho que, acho, é o sonho de todo escritor: ao contrário da rotina que tenho na minha casa, que envolve levar o filho na escola, passear com o cachorro, arrumar a casa, enfim, uma rotina em que escrevo quando dá tempo, em Óbidos eu pude pensar única e exclusivamente nesse romance, tive uma imersão completa, o que foi uma experiência muito rica. O livro tem um aspecto que eu gosto muito: são as descrições dos lugares, das comidas, das coisas que são muito características de Portugal e acabam por ser, de alguma forma, uma homenagem ao que vivi lá”, conta a escritora.

De volta ao Brasil, Marcela trabalhou por dois anos no livro, até engavetá-lo esperando um momento melhor para escrever sobre questões psicológicas e psiquiátricas, retomando e finalizando-o no ano passado, quando se sentiu pronta para enfrentar temas tão profundos. Foi também em 2021 que a carreia de Marcela Dantés deu um salto: a autora foi finalista de duas das mais prestigiadas premiações literárias brasileiras, Prêmio Jabuti e Prêmio São Paulo de Literatura, com o romance de estreia Nem Sinal de Asas (Editora Patuá).

O novo selo Autêntica Contemporânea marca o 25º aniversário da casa editorial de renomada tradição na publicação de clássicos com um projeto inteiramente dedicado à literatura contemporânea. Junto a Marcela Dantés, outros três escritores terão livros publicados neste mês: o francês Olivier Bourdeaut, o argentino Federico Falco e a equatoriana Mónica Ojeda. “A Autêntica é uma casa que eu sempre admirei, e o mercado está precisando de editoras que tenham um recorte contemporâneo. Então, ter sido convidada para esse selo e, principalmente, fazer parte do grupo de lançamento de uma seleção tão cuidadosa é uma honra muito grande. Esse livro é muito especial para mim e fico emocionada ao vê-lo em uma casa editorial tão consistente e de tanta qualidade. Acredito que esse selo chegará muito forte ao mercado, com livros potentes, narrativas muito interessantes e fico mais uma vez honrada por estar tão bem acompanhada neste grupo de escritores”, comenta Marcela.

SOBRE A AUTORA

Marcela Dantés nasceu em Belo Horizonte, em 1986. Estudou Comunicação Social na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é pós-graduada em Processos Criativos em Palavra e Imagem, pela PUC Minas. Pela PUC Rio Grande do Sul, cursou a Oficina de Escrita Criativa de Luiz Antônio de Assis Brasil. É autora da coletânea de contos Sobre pessoas normais (2016), obra semifinalista do Prêmio Oceanos 2017. Nem Sinal de Asas, seu primeiro romance, foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2021 e do Prêmio São Paulo de Literatura. 

JOÃO MARIA MATILDE

Autoria: Marcela Dantés

Páginas: 160

Formato: 14 x 21 cm
Acabamento: Brochura

ISBN: 978-65-5928-151-0 

LANÇAMENTO

Com sessão de autógrafos

Data: 4 de junho, às 11h

Local: Livraria da Rua (Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte)

Crédito das imagens:

Marcela Dantés – crédito Rafael Motta

João Maria Matilde – crédito Estúdio Tertúlia

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Lições do apocalipse pelo ponto de vista de um zumbi

 Lançamento do escritor Diego Rates mostra que os mortos-vivos têm muito a ensinar sobre como vive

The Walking Dead, A Noite dos Mortos-Vivos e Resident Evil são produções que moldaram a imagem popular das criaturas conhecidas como zumbis. Focadas na luta por sobrevivência, estas obras ignoram uma pergunta que ecoa há muito tempo sem resposta: afinal, o que se passa na cabeça de um moribundo?

O jovem escritor Diego Rates desvenda este mistério em As Últimas Memórias de um Morto-Vivo. O livro apresenta o dia a dia do zumbi Joe em sua jornada de autoconhecimento repleta de humor e situações absurdas durante o apocalipse.

Pensada como uma homenagem ao “morto-vivo” que existe em cada pessoa, a história conta com uma trama envolvente e um narrador que, apesar de meio-morto, é repleto de carisma. Lutando contra a tentação de se alimentar de carne humana para evitar a dependência, Joe desenvolve o hábito de escrever sobre suas lembranças na intenção de restaurar a memória perdida e compreender os eventos que culminaram com sua conversão em um zumbi pensante.

"Devido ao meu excelente bom humor nesse dia em específico, irei expor um pouco mais de minha intimidade com você. E estar de bom humor, dadas todas as circunstâncias, pode ser considerado um grande evento. Existem pouquíssimos dias bons no fim do mundo. Porém aconselho que você não vá se sentindo muito próximo de mim. Se você, por acaso, ou descuido, chegar perto demais, posso involuntariamente morder o seu nariz."
(As Últimas Memórias de um Morto-Vivo, pg. 7)

Em As Últimas Memórias de um Morto-Vivo, Rates cria um universo palpável e, em certa medida, assombroso, que contextualiza as mudanças sociais e ambientais causadas pelo apocalipse. O sumiço do brilho das estrelas, o levante de bestas selvagens, a morte de todas as corujas e a criação de uma hierarquia zumbi são alguns dos efeitos devastadores retratados na obra.

Ao longo das páginas, o zumbi Joe quebra a quarta parede em diversos momentos para conversar diretamente com o leitor. Com tiradas ácidas sobre a vida e a morte, ele instiga reflexões relacionadas aos desejos normalizados no “mundo dos vivos” que perdem o sentido quando as regras sociais e padrões de comportamento são aniquilados e você passa para o “outro lado”.

Ficha técnica

Título: As Últimas Memórias de um Morto-Vivo
Autor: Diego Rates
Editora: Viseu
ISBN/ASIN: 9786525412474
Páginas: 83
Preço: R$ 35,09
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor

Técnico de Informática, Diego Rates, 22 anos, é um apaixonado por literatura. Inspirado pela obra de Machado de Assis, especialmente “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, escreveu seu primeiro livro “As Últimas Memórias de um Morto-Vivo”. A história segue os passos de Joe, um morto-vivo que adquire consciência e parte em uma jornada de autoconhecimento. Diego Rates possui ainda outros dois livros finalizados com lançamentos previstos para este ano. 

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Confira a lista dos autores selecionados da antologia O FANTÁSTICO CIRCO DOS HORRORES - CONTOS E POEMAS


CONFIRA A LISTA DOS SELECIONADOS DA ANTOLOGIA DIGITAL 
O FANTÁSTICO CIRCO DOS HORRORES - CONTOS E POEMAS:

01 - Leonardo Galvão - Akantha
02 - Maicol Cristian - "A serpente"; "O carrasco" e "Fim dos tempos"
03 - Wanda Rop - Horrendas ilusões
04 - Gilson Salomão Pessôa - Confissões de um fanático por terror
05 - Roberto Schima - O menino das estrelas - Parte 1 e 2
06 - Emily Trivelato - O Quarto dos Livros
07 - Ney Alencar - "A Escuridão da Mata"; "A Maldição do Vampiromem" e "A Maldição da Mula Sem Cabeça"
08 - Liah Pego - Circo da Atualidade
09 - Denise Peres Martins Rezende - Vilarejo dos Guardiões demoníacos
10 - Mónica Palacios - O palhaço

PARABÉNS aos autores selecionados.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.

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quarta-feira, 4 de maio de 2022

terça-feira, 3 de maio de 2022

Participe da antologia (e-book) PETS - CONTOS E POEMAS SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO Leia o edital


Participe da antologia (e-book) PETS - CONTOS E POEMAS SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO Leia o editalCLIQUE AQUI.

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Participe da antologia (e-book) PETS - CONTOS E POEMAS SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO Leia o edital


PARTICIPE DA ANTOLOGIA (E-BOOK): PETS - CONTOS E POEMAS SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL "PETS - CONTOS E POEMAS SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO":

1 - Escrever um poema ou conto sobre animais de estimação, pode ser sobre gatos, cachorros, cavalos, ovelhas, porcos, patos, hamsters, etc. Aceitaremos até 3 contos ou 3 poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 3 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos. 

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 03/05/22 até 08/06/22.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: CRIATURAS ASSUSTADORAS

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 60,00 para 01 texto aprovado. Caso o autor envie 2 poemas e tenha os dois (02) selecionados, o valor será R$ 100,00 (terá R$ 20,00 de desconto). Caso o autor envie 3 poemas e tenha os três (03) selecionados, o valor será R$ 150,00 (terá R$ 30,00 de desconto). As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage e Grupos do Facebook e Instagram, que somam cerca de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 09/06/22 (a data poderá ser prorrogada).

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

OBS.: não escreva com letra maiúscula

Nome completo do autor(a):

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Título do conto ou poesia:

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas):
 

IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: PETS

O envio da ficha de inscrição + poesia ou conto para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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OBS.: para conhecer e participar de outras de nossas antologias: clique aqui.




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REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO NA ANTOLOGIA DIGITAL 
O FANTÁSTICO CIRCO DOS HORRORES - CONTOS E POEMAS:

1 - Escreva um conto ou poema (livre) do gênero terror. Aceitaremos até 3 contos ou poemas por autor. Caso sejam aprovados, os 3 textos serão publicados.

2 - SOBRE O CONTO OU POEMA: até 4 páginas cada conto ou poema, fonte Times ou Arial, tamanho 12, incluindo título. Espaçamento 1,5.
     
3 - Tipo de arquivo aceito: documento do Word (arquivos em PDF serão deletados).

4 - O conto ou poema não precisa ser inédito, desde que os direitos autorais sejam do autor e não da editora ou qualquer outra plataforma de publicação.

5 - Idade mínima do autor para participação na antologia: 18 anos completos.

6 - Envie o conto ou poema pré-revisado. Leia e releia antes de enviá-lo.

7 - Data para envio do conto ou poema: do dia 22/03/22 até 04/05/22.

8 - Veja ficha de inscrição no final desse texto. Leia, copie as informações e preencha. Envie as informações da ficha + o conto ou poema para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: O FANTÁSTICO CIRCO DOS HORRORES

CUSTO PARA O AUTOR:

R$ 60,00 para 01 texto aprovado. Caso o autor envie 2 poemas e tenha os dois (02) selecionados, o valor será R$ 100,00 (terá R$ 20,00 de desconto). Caso o autor envie 3 poemas e tenha os três (03) selecionados, o valor será R$ 150,00 (terá R$ 30,00 de desconto). As informações para depósito serão informadas ao autor no e-mail que enviaremos caso o poema seja aprovado.
O valor servirá para cobrir os custos de leitura crítica, diagramação e divulgação da obra.

A antologia será digital (e-book) e gratuita para os leitores baixarem através de download, ela não será vendida. A antologia será amplamente divulgada nas redes sociais da Revista Conexão Literatura: Fanpage, Instagram e Grupos do Facebook, que somam mais de 200 mil seguidores.

O resultado será divulgado no site www.revistaconexaoliteratura.com.br e na fanpage www.facebook.com/conexaoliteratura, até o dia 05/05/22.

OBS: Enviaremos certificado digital de participação para os autores selecionados.


NOSSOS CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO:

A) - Criatividade;

B) - Textos preconceituosos, homofóbicos, pornográficos, racistas ou que usem palavras de baixo calão, serão desconsiderados;

C) - Seguir todas as regras para participação.

OBS.: Ademir Pascale, idealizador do concurso, disponibilizou para download uma apostila intitulada "Oficina Jovem Escritor", com dicas para quem está iniciando no mundo da escrita. Baixe gratuitamente, leia e pratique: CLIQUE AQUI.


FICHA DE INSCRIÇÃO DO AUTOR(A)

Nome completo do autor(a). Não escreva em letra maiúscula:

Seu Pseudônimo (caso use), para publicação na antologia:

Idade:

Nacionalidade:

Título do poema (Não escreva em letra maiúscula):

E-mail 1:
E-mail 2 (caso tenha):

Biografia em terceira pessoa (escreva sobre você num máximo de 7 linhas. Não escreva em letra maiúscula):


IMPORTANTE: Envie todas essas informações da ficha de inscrição para o e-mail: contato@edgarallanpoe.com.br. Escreva no título do e-mail: O FANTÁSTICO CIRCO DOS HORRORES

O envio da ficha de inscrição + conto ou poema(s) para o e-mail indicado significa que o autor(a) leu todas as informações e regras dessa página para participação na antologia.

Não fique fora dessa. O concurso cultural será amplamente divulgado nas redes sociais.

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segunda-feira, 2 de maio de 2022

Conheça o livro O Jogo dos Zeros, da autora NSMoraes


Esta é a história de uma garota aparentemente comum, que tem o sonho de juntar dez mil reais para dar como entrada em uma casa só dela. Isso não é nada fácil quando se é uma artista circense no Brasil dos anos noventa, que foi criada em uma família russa. Para piorar, ela não tem nenhuma educação financeira em sua juventude e comete todos os “pecados mortais” com o pouco dinheiro que ganha. Mas tudo muda da noite para o dia, em um evento inesperado. Mal sabia ela que seu vício em videogames de RPG moldaria sua maneira de enxergar as finanças. Acompanhe as peripécias e o amadurecimento financeiro de uma menina que traçou um caminho tortuoso até se entender com as finanças. A história da garota chamada Natalia é mais uma prova da importância da educação financeira na vida das pessoas no Brasil e no mundo. Veja como uma circense nascida na União Soviética se tornou uma autora brasileira e investidora na Bolsa de Valores.

SAIBA MAIS, ACESSE: https://nsmoraes.com.br/pre-venda-do-livro-o-jogo-dos-zeros-com-frete-gratis/

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